quarta-feira, janeiro 01, 2025
Jean Bernoulli morreu há 277 anos
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: Bernoulli, Matemática
Del Reeves morreu há dezoito anos...
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: country, Del Reeves, guitarra, música, Santa Looked a Lot Like Daddy
Lhasa de Sela morreu há quinze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:15 0 comentários
Marcadores: chanson, El Pajaro, klezmer, Lhasa de Sela, música, música mexicana, Rock, world music
John Edgar Hoover nasceu há cento e trinta anos
Postado por Fernando Martins às 00:13 0 comentários
Marcadores: chantagem, FBI, John Edgar Hoover, polícias, USA, Washington DC
Patti Page morreu há doze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:12 0 comentários
Marcadores: Changing Partners, country, música, Patti Page, pop
Eduardo Dussek faz hoje setenta anos...!
Filho de mãe húngara e pai checo, nasceu na Rua Santa Clara, em Copacabana. Quando a família de artistas se viu em dificuldades financeiras, os pais e os quatro filhos (Eduardo, Vera, Marcelo e André) se mudaram para um sobrado modesto no Alto da Boa Vista. Começou a tocar piano por influência do pai, Milan, e compôs a sua primeira marchinha aos 9 anos - “Baianinha”, inspirada em Carmen Miranda.
Começou a carreira artística como pianista de peças de teatro aos quinze anos, quando estudava na Escola Nacional de Música. Em 1973, ele foi escolhido como pianista na peça “Desgraças de uma criança”, que trazia no elenco Marieta Severo, Marco Nanini e Wolf Maia. No ano seguinte, passou a se apresentar em shows-solo com o nome artístico Duardo Dusek. Mais tarde, passou a compor suas próprias canções e montou uma banda, que acabou apadrinhada por Gilberto Gil.
No final de 1977, entrou nos estúdios da RCA Victor com Nelson Motta para gravar um compacto, que teve no lado A “Não tem perigo” (Dussek / Cássio Ferrer) e no lado B “Apelo da raça” (Dussek / Luiz Antônio de Cássio).
A partir de 1978, já tinha algumas composições gravadas por nomes de peso da MPB, como As Frenéticas (o samba "Vesúvio"), Ney Matogrosso (o fox "Seu Tipo") e Maria Alcina (o frevo "Folia no Matagal", dois anos depois regravada por Ney Matogrosso) - todas em parceria com Luiz Carlos Góes.
As suas composições buscavam aliar sátira e bom humor. Em 1980, participou do festival MPB Shell da Rede Globo cantando apenas de cueca a debochada canção "Nostradamus", que não se classificou mas ficou conhecida pelo público. Nessa época, gravou o primeiro LP, Olhar Brasileiro. Mas o sucesso viria em 1982, quando flertou com o ainda incipiente pop rock, no LP Cantando no Banheiro, com "Barrados no Baile" (com Luiz Carlos Góes), "Cabelos Negros" (com Luiz Antonio de Cássio) e "Rock da Cachorra" (Léo Jaime).
Dois anos depois, notabilizou-se com o LP Brega Chique, cuja faixa-título, mais conhecida como "Doméstica", fazia uma sátira social, bem no clima do teatro besteirol da época. Com o grande sucesso, foi uma das atrações do primeiro Rock in Rio, em 1985.
Em 1986, lançou Dusek Na Sua, com "Aventura" e "Eu Velejava em Você", uma das mais tocantes músicas da MPB, depois regravada por Zizi Possi.
Em 1989, voltou à cena com o musical Loja de Horrores, em que atuava no papel de dentista.
Em 1994, voltou às rádios com “Happy Hour”, que entrou na trilha da novela A Próxima Vítima, da TV Globo.
Nos anos 90, afastado da função de cantor, interpretou o personagem Capitão-Mor Gonçalo na novela Xica da Silva, da extinta Rede Manchete. Atuou como diretor de espetáculos e, no fim da década, voltou a apresentar alguns trabalhos como humorista e cantor, um deles sobre Carmen Miranda.
Em 2000, por questões de numerologia e também com o objetivo de provocar a pronúncia correta de seu nome, passou a atuar com o nome artístico de Eduardo Dussek, adicionando mais um "s" ao seu sobrenome.
Em 2015, revelou que sofre do mal de Parkinson. No mesmo ano, interpretou o playboy falido Armandinho na novela I Love Paraisópolis, da TV Globo.
Nos últimos anos, passou a se dedicar à pintura.Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: Aventura, Eduardo Dussek, MPB, música, rockabilly
Carlos do Carmo morreu há quatro anos...
Postado por Fernando Martins às 00:04 0 comentários
Marcadores: Carlos do Carmo, Estrela da Tarde, Eurofestival da Canção, Fado, Grammy, música
Fred White, baterista dos Earth, Wind & Fire, faleceu há dois anos...
(imagem daqui)
Fred E. White (born Frederick Eugene Adams; Chicago, Illinois, January 13, 1955 – Los Angeles, California, January 1, 2023) was an American musician and songwriter. He was one of the early members of Earth, Wind & Fire. He previously played drums on Donny Hathaway's Live album.
Earth, Wind & Fire consisting of Fred White along with half-brother Maurice White, brother Verdine White, and other members were inducted into the Rock & Roll Hall of Fame in 2000.
Postado por Fernando Martins às 00:02 0 comentários
Marcadores: bateria, disco, Earth Wind and Fire, Fred White, música, September
Poema para celebrar a chegada de um novo ano...

28
Dou-te a mão entre a névoa das harpas.
Danças sobre as estações
arrancando das heras os suspensos
prodígios da luz.
Anjos de pedra escrevem o teu nome
no ar
e na terra.
Regressas à inocência buscando o incêndio
de todos os segredos.
in Cântico sobre uma gota de água (2021) - Eduardo Bettencourt Pinto
Postado por Pedro Luna às 00:00 0 comentários
Marcadores: 2024, 2025, Eduardo Bettencourt Pinto, poesia
terça-feira, dezembro 31, 2024
Hoje é dia de celebrar um Poeta...
Unamuno
D. Miguel…
Fazia pombas brancas de papel
Que voavam da Ibéria ao fim do mundo…
Unamuno Terceiro!
(Foi o Cid o primeiro,
D. Quixote o segundo.)
Amante duma outra Dulcineia,
Ilusória, também
(Pátria, mãe,
Ideia
E namorada),
Era seu defensor quando ninguém
Lhe defendia a honra ameaçada!
Chamado pelo aceno da miragem,
Deixava o Escorial onde vivia,
E subia, subia,
A requestar na carne da paisagem
A alma que, zeloso, protegia.
Depois, correspondido,
Voltava à cela desse nosso lar
Por Filipe Segundo construído
Com granito da fé peninsular.
E falava com Deus em castelhano.
Contava-lhe a patética agonia
Dum espírito católico, romano,
Dentro dum corpo quente de heresia.
Até que a madrugada o acordava
Da noite tumular.
E lá ia de novo o cavaleiro andante
Desafiar
Cada torvo gigante
Que impedia o delírio de passar.
Unamuno Terceiro!
Morreu louco.
O seu amor, por ser demais, foi pouco
Para rasgar o ventre da Donzela.
D. Miguel…
Fazia pombas brancas de papel,
E guardava a mais pura na lapela.
in Poemas Ibéricos (1965) - Miguel Torga
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: Espanha, Filosofia, franquismo, Miguel de Unamuno, Miguel Torga, poesia
Matisse nasceu há 155 anos
Postado por Fernando Martins às 15:50 0 comentários
Marcadores: fauvismo, França, Henri Matisse, Matisse, pintura
Nada melhor que astronomia divertida para terminar o ano...
O ano de 2024 vai despedir-se com uma incrivelmente rara Lua Negra

O fenómeno será visível a 31 de dezembro na Europa, mas não será visível a olho nu.
Os entusiastas da astronomia podem esperar um evento celeste raro que marca o final de 2024 – uma Lua Negra.
Este fenómeno ocorrerá no dia 30 de dezembro, tornando-se visível no dia 30 de dezembro para as Américas e no dia 31 de dezembro para a Europa, África e Ásia. Embora o evento seja único, não será visível a olho nu, pois coincide com a fase nova da Lua.
A Lua Negra, tal como a sua contraparte mais conhecida, a Lua Azul, tem duas definições distintas.
Enquanto a Lua Azul se refere à terceira Lua cheia numa estação com quatro Luas cheias ou à segunda Lua cheia num único mês, a Lua Negra centra-se nas Luas novas. É a terceira Lua nova numa estação com quatro Luas novas ou a segunda Lua nova num único mês.
Estes eventos são relativamente raros, embora a variante “segunda Lua nova num mês” seja mais comum, ocorrendo a cada 29 meses. Em contrapartida, a “Lua Negra sazonal” ocorre aproximadamente a cada 33 meses.
A Lua Negra mais recente teve lugar a 19 de maio de 2023, segundo a primeira definição.
Embora as Luas Negras não sejam visíveis devido à posição da Lua entre a Terra e o Sol – onde o seu lado iluminado está virado para longe de nós – o evento oferece uma excelente oportunidade para observar as estrelas.
A ausência de luz da Lua durante esta fase cria um céu noturno mais escuro, ideal para observar estrelas e outros objetos celestes.
Para aqueles que já estão a antecipar as próximas ocorrências celestes, a próxima Lua Azul, definida como duas Luas cheias num único mês, está prevista para 31 de maio de 2026. A próxima Lua Azul sazonal, que marca a terceira Lua cheia numa estação de quatro Luas cheias, terá lugar a 20 de maio de 2027.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 15:45 0 comentários
Marcadores: astronomia, Lua, Lua Negra
Morreu a poetisa Adília Lopes...

(imagem daqui)
Adília Lopes, pseudónimo literário de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira, (Lisboa, 20 de abril de 1960 − Lisboa, 30 de dezembro de 2024) foi uma poetisa, cronista e tradutora portuguesa.
Biografia
Filha de uma bióloga assistente de Botânica na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e de um professor do ensino secundário, Adília Lopes estudou na licenciatura de Física da Universidade de Lisboa, curso que abandonou, quase no final, devido a uma psicose esquizo-afetiva, doença da qual sempre falou abertamente, fosse na sua poesia, crónicas, conferências ou entrevistas a meios de comunicação social. Deixou de estudar por conselho médico e começou a escrever com o intuito de publicar.
Concorre em 1983 a um Prémio de Prosa da Associação Portuguesa de Escritores, para o qual um amigo lhe sugere o pseudónimo por que ficará conhecida, e envia poemas para a editora Assírio & Alvim, que remete dois deles para o seu Anuário de Poetas não Publicados de 1984. Começa uma nova licenciatura, de Literatura e Linguística Portuguesa e Francesa (1983-1988), na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e publica o seu primeiro livro de poemas em edição de autor, Um jogo bastante perigoso (1985).
Ao longo do curso, Adília Lopes publicou outros quatro livros de poesia, entre os quais O Poeta de Pondichéry (1986) – a sua obra mais traduzida, baseada numa enigmática personagem de Jacques le fataliste, romance de Diderot – e O decote da dama de espadas (1988), reunião de poemas redigidos entre 1983 e 1987, louvado por vários críticos. Terminada a licenciatura, foi bolseira do Instituto Nacional de Investigação Científica (1989-1992), tendo trabalhado no Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, no projeto de antroponímia de países de línguas românicas PatRom.
Não escreveu no período de 1987 a 1991 e, de certa forma, inicia nesse ano um novo ciclo, novamente em edição de autor, com Os 5 Livros de Versos Salvaram o Tio, 250 exemplares para distribuição gratuita.
Entre 1992 e 1997 faz publicar cinco livros de poesia, um dos quais em prosa (A bela acordada), e especializa-se em Ciências Documentais (1995) na Faculdade de Letras de Lisboa. Trabalhou nos espólios de Fernando Pessoa, Vitorino Nemésio e José Blanc de Portugal, este último padrinho de crisma da autora.
Trabalhou para o teatro em 1999, tendo a companhia de teatro Sensurround, de Lúcia Sigalho, interpretado um espetáculo baseado em textos seus intitulado A Birra da Viva.
No ano seguinte, foi publicado Obra, reunião dos quinze livros de poesia de Adília Lopes, com ilustrações de Paula Rego. A pintora, surpreendida, havia encontrado nos poemas um impressionante paralelo com o seu próprio imaginário: «fizeram-me logo lembrar a minha juventude, com as criadas, as bonecas, as mães ultraprotectoras. Adília Lopes é de um grande romantismo e ao mesmo tempo de um grotesco e de um cómico transbordantes.» Em resposta à cortesia, Adília traduziu para português Nursery Rhymes (Rimas de Berço), um álbum de gravuras de Paula Rego baseadas nas clássicas rimas infantis inglesas.
Após a publicação de Obra, Adília Lopes conheceu um relativo sucesso mediático, tendo participado em vários programas de televisão e recebido uma reforçada atenção de muitos críticos literários, embora desde 1998 já incluísse nos seus livros posfácios da autoria de académicos (Osvaldo M. Silvestre, Américo Lindeza Diogo, Manuel Sumares, aos quais se seguiram Elfriede Engelmayer e Valter Hugo Mãe). É frequentemente inquirida sobre Adília Lopes ser uma personagem ou a própria Maria José.
As principais influências literárias assumidas por Adília Lopes são Sophia de Mello Breyner Andresen e Ruy Belo, mas também a Condessa de Ségur, Emily Brontë, Enid Blyton, Roland Barthes ou Nuno Bragança.
O estilo da poetisa, aparentemente coloquial e naïf, está repleto de jogos fonéticos, associações livres, rimas infantis e idiomas estrangeiros. Os temas do quotidiano, principalmente femininos e domésticos, são tratados com humor e auto-ironia, candura e crueza, inteligência e intencionalidade: «há sempre uma grande carga de violência, de dor, de seriedade e de santidade naquilo que escrevo». É Adília, católica praticante que por vezes transporta uma profunda religiosidade para o que escreve, que se define a si própria como «tímida desenrascada» ou «freira poetisa barroca».
Colaborou com poemas, artigos ou poemas traduzidos, em diversos jornais e revistas, nacionais e estrangeiros.
Morreu a 30 de Dezembro de 2024, no Hospital de São José, Lisboa, onde estava internada.
Reconhecimento
Foi homenageada pela Companhia Nacional de Bailado, em 2016.
Em 2023, foi lançado o Prémio Literário Adília Lopes, no Colóquio ‘Ir à escola com a Adília’, que decorreu na Biblioteca Nacional de Portugal.
in Wikipédia
Arte Poética
Escrever um poema
é como apanhar um peixe
com as mãos
nunca pesquei assim um peixe
mas posso falar assim
sei que nem tudo o que vem às mãos
é peixe
o peixe debate-se
tenta escapar-se
escapa-se
eu persisto
luto corpo a corpo
com o peixe
ou morremos os dois
ou nos salvamos os dois
tenho de estar atenta
tenho medo de não chegar ao fim
é uma questão de vida ou de morte
quando chego ao fim
descubro que precisei de apanhar o peixe
para me livrar do peixe
livro-me do peixe com o alívio
que não sei dizer
Adília Lopes
Postado por Fernando Martins às 15:40 0 comentários
Marcadores: Adília Lopes, poesia
A mais antiga Corrida de São Silvestre celebra hoje 99 anos
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
Marcadores: atletismo, Brasil, São Paulo, São Silvestre
Natalie Cole morreu há nove anos...
Stephanie Natalie Maria Cole, conhecida como Natalie Cole (Los Angeles, 6 de fevereiro de 1950 - Los Angeles, 31 de dezembro de 2015) foi uma cantora, compositora, atriz e pianista norte-americana, muito aclamada pela crítica mundial devido a sua harmónica e extensa voz meio-soprano, tendo vendido mais de 100 milhões de discos. Foi vencedora de nove prémios GRAMMY Awards.
Era filha do também cantor e compositor Nat King Cole (1919-1965). Em 1991 gravou o single Unforgettable onde a voz de seu pai, remasterizada, foi misturada à sua, para simular que os dois, pai e filha, cantavam juntos.
Faleceu na noite do dia 31 de dezembro de 2015, devido a insuficiência cardíaca, devido às complicações de uma insuficiência renal, por causa da hepatite C.
Postado por Fernando Martins às 09:00 0 comentários
Marcadores: Adult Contemporary, jazz, música, Nat King Cole, Natalie Cole, pop, Quiet Storm, Rhythm and Blues, soul
Andy Summers, guitarrista dos The Police, faz hoje oitenta e dois anos
Andrew James Somers (Poulton-le-Fylde, 31 de dezembro de 1942), mais conhecido como Andy Summers, é um compositor e guitarrista inglês, célebre por seu trabalho com os grupos The Police e Eric Burdon & The Animals. Foi considerado o 85º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Summers gravou álbuns solo, colaborou com outros músicos, compôs bandas sonoras de filmes e exibiu as suas fotografias em galerias. Entrou para o Rock and Roll Hall of Fame como membro dos Police em 2003.
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: Andy Summers, Every Breath You Take, guitarra, jazz, música, new wave, Pós-punk, reggae, Rock, The Police
Ben Kingsley celebra hoje oitenta e um anos
O seu pai, Rahimtulla Pandit Bhanji, foi um médico de ascendência indiana nascido no Quénia, e a sua mãe, Anna Lyna Mary Bhanji, uma modelo e atriz. Kingsley começou a sua carreira no palco, mas iniciou-se cedo no cinema. O seu primeiro filme, "Fear is the Key", de 1972, não foi um sucesso. Kingsley alcançaria a fama em 1982, interpretando o papel de Mahatma Gandhi no filme Gandhi, vencedor de vários prémios da Academia, incluindo um de melhor ator para o próprio. Os ancestrais do seu pai tinham vindo do estado indiano do Gujarate, o mesmo estado de onde era originário o próprio Gandhi, embora fossem muçulmanos e não hindus.
Kingsley conseguiu evitar os estereótipos, interpretando papéis diversificados em filmes como Turtle Diary, Maurice, Pascali's Island, Without a Clue (no papel de Dr. Watson junto com Sherlock Holmes de Michael Caine), Bugsy (nomeação para o Óscar de melhor ator secundário), Quebra de Sigilo, Dave - Presidente por um Dia, Lances Inocentes, A Lista de Schindler, A Morte e a Donzela, Murderers Among Us: The Simon Wiesenthal Story, Sexy Beast (outra nomeação para o Óscar para Melhor Ator Secundário) e Casa de Areia e Névoa (nomeação para o Óscar de melhor ator) como também um papel em José (filme bíblico onde interpretava um alto oficial do faraó do Egito, Potifar).
Kingsley também apareceu com frequência na televisão, tendo sido o seu primeiro papel uma aparição fugaz em Coronation Street e no telefilme de 1995 Moisés no papel principal.
Aparece no filme Guerra S.A. Faturando Alto, junto com Hilary Duff, John Cusack e Marisa Tomei. Em Homem de Ferro 3, de 2013, o ator aparece como Trevor Slattery, o suposto Mandarim. Além disso, Kingsley também já narrou documentários, como "História das Religiões".
Em 2016 usou a sua voz no filme Mogli - O Menino Lobo.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: actor, Ben Kingsley, cinema, Óscar
John Denver nasceu há oitenta e um anos...
John Denver nasceu em Roswell, Novo México. O seu pai, Henry Deutschendorf, foi um oficial da Força Aérea americana e instrutor de voo. Nasceu quando seu pai estava em missão na Base de Roswell e cresceu em várias bases aéreas do sudoeste americano. Frequentou o curso secundário em Fort Worth, Texas, e mais tarde andou na escola Texas Tech.
A sua iniciação na música ocorreu aos 12 anos, quando a sua avó lhe deu uma viola acústica Gibson. Começou a tocar em clubes noturnos enquanto andava na Universidade, de onde saiu em 1964, ao mudar-se para Los Angeles. Lá formou o Chad Mitchell Trio, que abandonou quando era conhecido como Denver, Boise and Johnson para seguir carreira a solo, a partir de 1969.
No ano seguinte, lançaria o seu LP de estreia, Rhymes and Reasons. Os quatro álbuns seguintes: Whose Garden Was This, Take Me to Tomorrow, e Poems, Prayers and Promises fizeram dele um dos artistas mais populares nos Estados Unidos.
Denver desenvolveu carreira de sucesso como cantor e compositor, e uma trajetória menor como ator. Em 1994, escreveu uma autobiografia, chamada Take Me Home. Em 1970, mudou-se para Aspen, Colorado, logo após o seu primeiro sucesso: "Leaving on a Jet Plane".
John Denver não foi reconhecido apenas por sua qualidade como músico, mas também por seu trabalho humanitário, em projetos de conservação de fauna, no Alasca, assim como em iniciativas contra a fome na África.
John Denver teve duas grandes paixões na sua vida: cantar e voar. Piloto experiente, possuiu e pilotou os seus próprios aviões, entre os quais modelos Lear Jet, mas também outros, com os quais praticava voos acrobáticos. E foi justamente a paixão pelo voo que lhe tirou a vida nas águas do mar da Califórnia em 12 de outubro de 1997, quando pilotava seu avião feito em fibra de vidro, marca Rutan, modelo Long-EZ.
A imprensa publicou versões inconsistentes e contraditórias para explicar a causa do acidente, que na verdade resultou da conjugação de muitos fatores, como costuma acontecer na maioria dos acidentes com aviões.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: country, folk, John Denver, música, pop, Take Me Home Country Roads
Miguel de Unamuno morreu há 88 anos...
Portugal
Del atlántico mar en las orillas
desgreñada y descalza una matrona
se sienta al pie de sierras que corona
triste pinar. Apoya en las rodillas
los codos y en las manos las mejillas
y clava ansiosos ojos de leona
en la puesta del sol; el mar entona
su trágico cantar de maravillas.
Dice de luengas tierras y de azares
mientras ella, sus pies en las espumas
bañando, sueña en el fatal imperio
que se le hundió en los tenebrosos mares,
y mira cómo entre agoreras brumas
se alza Don Sebastián, rey del misterio.
Miguel de Unamuno
Nota: para o que não entendem a língua de Cervantes e Unamuno, aqui fica a tradução de Jorge de Sena deste poema:
Portugal
Do mar Atlântico na margem pura
se senta uma matrona desgrenhada
ao pé da serrania coroada
de triste pinheiral. Nos joelhos dura
os cotovelos pousa, e o rosto na mão,
e crava ansiosos olhos de leoa
no sol poente, e o mar em frente entoa
de maravilhas a fatal canção.
Diz-lhe de longes terras e de azares,
enquanto ela os pés banha nas espumas,
sonhando absorta o trágico império
que se abismou nos tenebrosos mares,
e fita que entre as agoureiras brumas
se alça D. Sebastião, rei do mistério.
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
Marcadores: Miguel de Unamuno, poesia
Anthony Hopkins comemora hoje 87 anos
Postado por Fernando Martins às 08:07 0 comentários
Marcadores: actor, Anthony Hopkins, cinema, Óscar, País de Gales







