sexta-feira, janeiro 31, 2025
O Cardeal-Rei D. Henrique morreu há 445 anos - e nasceu há 513 anos......
Postado por Fernando Martins às 04:45 0 comentários
Marcadores: cardeal, D. Henrique I, dinastia de Avis, El-Rei, Henrique I, Monarquia
Guy Fawkes foi executado há 419 anos
Conspiração da Pólvora
A Conspiração da Pólvora foi um levamento liderado por Robert Catesby, que foi executado, assim como outros católicos insatisfeitos, cujas atividades eram consideradas subversivas pois pretendiam restaurar o poder temporal da Igreja Católica na Inglaterra. Foram, portanto, duramente reprimidas durante o reinado de Jaime I, que era protestante.
Os conspiradores pretendiam explodir o Parlamento utilizando trinta e seis barris de pólvora guardados sob o prédio durante uma sessão na qual estariam presente o rei e todos os parlamentares. Guy Fawkes, como especialista em explosivos, seria responsável pela detonação da pólvora.
Porém os conspiradores notaram que o ato poderia levar à morte de diversos inocentes e defensores da causa católica. Assim, enviaram avisos para que alguns deles mantivessem distância do parlamento no dia do ataque. Para infelicidade dos conspiradores, um dos avisos chegou aos ouvidos do rei, que ordenou uma revista ao Parlamento. Assim acabaram encontrando Guy Fawkes, guardando a pólvora.
Capturado, Fawkes permaneceu resoluto e desafiante durante o seu interrogatório, identificando-se como "John Johnson" e negando-se a fornecer informações aos seus captores. Quando lhe perguntaram o motivo de estar em posse de tanta pólvora, respondeu que a pólvora era "para explodir todos vocês, desgraçados bêbados de scotch de volta para as montanhas sujas de onde vieram". Fawkes admitiu sua intenção de explodir o parlamento e lamentou o seu fracasso. A sua coragem acabou por lhe dar uma certa admiração por parte do rei, que o descreveu como "um homem de resolução romana".
Essa admiração não evitou que o Rei ordenasse a sua tortura "de maneira progressiva e planeada". Para a surpresa do torturador William Waad, Fawkes inicialmente resistiu aos tormentos infligidos e não forneceu informações significativas além de declarar "que rezava todo dia a Deus para o avanço da fé católica e a salvação de sua alma podre".
Após mais de uma semana de tortura, Fawkes cedeu e entregou o nome de oito conspiradores. A sua assinatura de confissão, que era pouco mais de um risco ilegível, é indicio do sofrimento ao qual deve ter sido submetido.
Fawkes e os demais conspiradores foram condenados à morte por decapitação e depois serem estripados e esquartejados. Num último ato de desafio, antes de ser conduzido ao local de execução, Fawkes conseguiu se desenvencilhar dos guardas e pular de uma escada, quebrando o pescoço e evitando assim a tortura. O seu corpo foi esquartejado e exposto publicamente junto com o dos outros conspiradores.
Ainda nos dias de hoje o rei ou rainha vai até o parlamento apenas uma vez ao ano para uma sessão especial, sendo mantida a tradição de se revistar os subterrâneos do prédio, antes da sessão.
Uma tradição sardónica dá a Fawkes o título de ser "o único homem que entrou no parlamento com intenções honestas".
Na Inglaterra até hoje existe a tradição de celebrar no dia 5 de novembro a Noite das Fogueiras. Nesta noite bonecos com a imagem de Fawkes desfilam na rua, sendo agredidos, despedaçados e por fim queimados.
Postado por Fernando Martins às 04:19 0 comentários
Marcadores: Conspiração da pólvora, contrarreforma, Guy Fawkes, máscara de Guy Fawkes, Noite de Guy Fawkes, pena de morte, Reforma Protestante, tortura
Schubert nasceu há 228 anos
Postado por Fernando Martins às 02:28 0 comentários
Marcadores: Áustria, Franz Schubert, lied, música clássica, romantismo, Schubert, Serenade
Ernesto Korrodi nasceu há 155 anos...
Ernesto Korrodi, nascido Ernst Korrodi (Zurique, 31 de janeiro de 1870 - Leiria, 3 de fevereiro de 1944), foi um arquiteto de origem suíça que desenvolveu a sua atividade em Portugal.
Foi o mais bem sucedido dos arquitetos da sua época a trabalhar fora de Lisboa.
Os seus projetos seguiram uma linha persistentemente eclética, de base revivalista romântico-historicista, a que foi incorporando elementos das novas correntes da arquitetura - Arte Nova e Artes Decorativas - até ao advento do Modernismo Internacional, na fase mais tardia da sua carreira e já em parceria com o filho, Camilo Korrodi.
(...)
Korrodi veio para Portugal, com dezanove anos, através de um concurso lançado na Embaixada de Portugal em Berna, em que se procuravam professores de desenho para as escolas portuguesas. Em 1889 começou a exercer funções na Escola Industrial e Comercial de Braga, onde ficaria até 1894. Nesse ano foi transferido para a Escola Industrial e Comercial de Leiria, lecionando Desenho Ornamental e Modelagem.
Após completar os cursos de escultor decorador e de professor de desenho, no "Winterthur - Technikum" (Escola de Arte Industrial do cantão de Zurique), Korrodi viria a concorrer a um cargo para professor de Desenho, anunciado no consulado de Portugal, em Berna, e, em 1889, foi colocado na Escola Industrial de Braga, onde permaneceu cinco anos. Em Braga, para além do ensino dedicou-se ao estudo de monumentos, igrejas, e palácios, sendo transferido, em 1894, para a Escola Industrial de Leiria, onde, de imediato, se dedicou, nas suas horas vagas, ao minucioso levantamento do que restava das ruínas do Castelo de Leiria.
Em 1897 Korrodi publica um pequeno estudo sobre São Fructuoso de Montélius, intitulado “Um monumento Bizantino-Latino em Portugal”, no Boletim de Arquitetura da Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses.
Em 1898, publica os “Estudos de Reconstrução sobre o Castelo de Leiria”, edição de 200 exemplares, subsidiada pelo Governo Português e impressa no Instituto Poligráfico de Zurique. Ainda nesse ano é homenageado com a Comenda do Mérito Industrial.
Em 1901, casa em Leiria com Quitéria Maia, professora do Ensino Primário. Tiveram uma filha (Maria Teresa 1903-2002) e um filho (Camilo Korrodi 1905-1985, também arquiteto).
Em 1902, é agraciado com a Ordem de S. Thiago do Mérito Científico, Literário e Artístico, pelo projeto de reconstituição dos Paços do Duque de Bragança, em Barcelos.
Em 1905, foi nomeado diretor da Escola Industrial de Leiria.
O seu empenho em defesa do Castelo de Leiria conduziu à sua classificação como Monumento Nacional em 1910, e em 1915 cria a Liga dos Amigos do Castelo que, com a ajuda do Estado, deu início às primeiras obras de consolidação.
Após a derrocada parcial de um dos muros no Castelo de Leiria, foi nomeado diretor das obras, em 1921, à frente de uma comissão sujeita à Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), em caráter de urgência. O seu trabalho desenvolveu-se até 1934, quando se desligou. As obras, porém, prosseguiram na década de 30, mas não corresponderam por completo aos seus estudos.
Para além do ensino e do estudo de monumentos históricos, desde cedo se dedicou à arquitetura, como autodidata, e em 1899 já era sócio da Real Associação dos Arquitectos e Arqueólogos, bem como da Associação dos Engenheiros Civis Portugueses.
Os seus projetos de arquitetura estendem-se por todo o país, desde Chaves até Vila Real de Santo António, e em Lisboa foi agraciado com dois Prémios Valmor, em 1910 e em 1917.
Criou em Leiria uma pequena escola de cantaria artística, a expensas suas, e esta viria a transformar-se numa grande oficina de verdadeiros artistas cujo trabalho, na sua maior parte, era passado à pedra sob modelação sua. Esses trabalhos de cantaria enriqueceram não só as obras por si projetadas, como as de outros arquitetos por todo o país.
Em 1919 projetou o Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Monte de Córdova, Santo Tirso, mas muitos outros projetos marcantes se poderiam referir.
Em 1926, foi-lhe concedido, pelo Governo Português, o título de Arquiteto (na mesma data que a Raul Lino).
Desde cedo se envolveu em diversos movimentos de modernização, chegando a realizar trabalhos e conferências por todo o país sobre o Ensino em Portugal, pelo que foi agraciado, em 1909, com a Comenda da Instrução Pública.
Em 1911, viria a liderar um movimento de âmbito nacional a favor do descanso dominical, promovendo-o energicamente através de conferências e artigos na imprensa.
Fez parte da Maçonaria, tendo sido iniciado em 1908 na Loja Trindade Leitão, em Alcobaça, pertença do Grande Oriente Lusitano Unido, com o nome de "Helvétius".
Em 1997, foi publicada em livro a tese de Mestrado de 1984 "Ernesto Korrodi – Arquitectura, Ensino, e Restauro do Património" de Lucília Verdelho da Costa, contribuindo de uma forma decisiva para dar a conhecer a dimensão da sua obra.
Ao longo dos anos, várias teses de Mestrado têm sido apresentadas sobre a sua obra.
O Arquivo Distrital de Aveiro publicou o livro "Ernesto Korrodi - uma marca na cidade".
Em 2023 foi publicado em edição bilingue português/inglês "Ernesto Korrodi - Vi(n)da e Obra / Ernst Korrodi – Life and Work” " de José Manuel Teixeira.
Faleceu em Leiria em 1944.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:55 0 comentários
Marcadores: arquitecto, Castelo de Leiria, Ernesto Korrodi, Leiria, Suíça
Dom Bosco morreu há 137 anos...
Dom Bosco (Castelnuovo Don Bosco, 16 de agosto de 1815 - Turim, 31 de janeiro de 1888) foi um sacerdote católico salesiano italiano, fundador da Pia Sociedade São Francisco de Sales e proclamado santo em 1934. Nasceu João Melchior Bosco e foi aclamado por São João Paulo II como o "Pai e Mestre da Juventude". Dom Bosco é o padroeiro da capital federal do Brasil, Brasília.
Postado por Fernando Martins às 01:37 0 comentários
Marcadores: Dom Bosco, Igreja Católica, Itália, Salesianos, Santos
Luis de Montalvor nasceu há 134 anos...
Filho de um magistrado, aos dois meses de idade foi viver para Lisboa. Aí fez os seus estudos e iniciou a sua atividade cultural. Fundou as revistas Orpheu, em 1915, e Centauro, em 1916, e foi colaborador das revistas Atlântida (1915-1920), Contemporânea (1915-1926) e Sudoeste (1935).
Em 1933, fundou a "Editorial Ática, Lda.", com sede numa pequena loja na rua das Chagas, em Lisboa, e que a partir dos anos 40 adotou a firma de "Ática, S.A.R.L., Casa Editora".
Pouco depois da morte de Fernando Pessoa, foi Luís de Montalvor quem convenceu a família do então quase desconhecido poeta (até aí só haviam sido publicados poemas avulsos em revistas de pequena circulação e a Mensagem em livro) do valor imenso da sua obra, praticamente inédita. Os herdeiros de Pessoa confiaram então a Montalvor e a João Gaspar Simões a tarefa de inventariar o espólio literário que o escritor deixara guardado numa arca, fechada no seu quarto do apartamento da Rua Coelho da Rocha.
Durante os anos seguintes, os dois escritores, paciente e graciosamente, organizaram os manuscritos pessoanos, tendo em 1942 sido publicado pela editora Ática as Poesias de Fernando Pessoa, primeiro dos cinco volumes constituintes das Obras Completas de Fernando Pessoa – sendo os restantes: Poesias de Álvaro de Campos (1944), Odes de Ricardo Reis (1945), Mensagem (1945) e Poemas de Alberto Caeiro (1946).
Segundo Gaspar Simões, instigado por sócios mais ambiciosos, Montalvor em dezembro de 1946, inaugurou, na rua Garrett nº 2, em pleno Chiado, as instalações luxuosas e ampliadas da editora-livraria, com espaços para conferências e exposições de arte moderna, livros de arte importados, etc. Infelizmente, no pós-guerra, o frágil mundo editorial português foi sacudido por uma crise que afetou profundamente a Ática.
Morte misteriosa
Decorridos escassos quatro meses do início do novo projeto comercial, a 2 de março de 1947, pelas 12 horas, junto à Estação Fluvial de Belém, foi visto o automóvel Opel, usado pela família nos seus passeios dominicais, a cair ao Tejo, perante a impotência das testemunhas que viram os seus ocupantes a debater-se aflitivamente no seu interior. Quando finalmente foi retirado do rio, já estavam mortos os sinistrados: o casal Montalvor e o seu filho único, condutor do veículo (uma "estranha criatura", no dizer de Gaspar Simões).
Desconhecem-se os motivos da tragédia. Segundo Gaspar Simões teria sido um suicídio coletivo, motivado por dificuldades financeiras ou por algum drama familiar, aludindo a "histórias equívocas" que na época circulavam pelos maledicentes cafés lisboetas, a respeito de Montalvor e dos seus familiares.
No entanto, segundo o Diário de Lisboa desse mesmo dia, poderá ter-se tratado de um lamentável acidente. Foram os jornalistas desse diário que se dirigiram à morada na família, um enorme casarão na rua Garcia da Orta, nº 59, em Santos-o-Velho, e deram a triste notícia às duas jovens criadas, que ficaram estupefactas e tomadas pela dor. Segundo elas, nessa manhã, a patroa ter-lhes-ia recomendado que tivessem o almoço pronto para as 13.30 e o filho teria falado ao telefone com António Sérgio, combinando um jantar para essa noite. Além disso, no interior do veículo foi encontrado um saco com géneros alimentícios. As criadas apenas conheciam da família das vítimas uma tia muito idosa, Cândida da Silva Ramos.
Um técnico, citado pelo Diário de Lisboa de 3 de março, referiu que aquele modelo de carro teria o pedal do acelerador muito próximo do pedal do travão e que alguém que usasse calçado largo poderia muito bem ter momentaneamente acelerado o veículo em vez de o travar. Os cadáveres estiveram para ser autopsiados, mas houve dispensa, a instâncias de amigos da família. No dia 5, foi celebrada missa na igreja dos Mártires, e o enterro foi no cemitério dos Prazeres. Nesse mesmo dia foi realizada uma peritagem ao automóvel.
Sol-posto ungindo o mar: incensos de ouro!
Recolhe funda a tarde em sonho e mágoa.
Surdina fluida: anda o silêncio a orar –
E há crepúsculos de asas e, na água,
O céu é mármore extático a cismar!
E nas faces marmóreas dos rochedos
Esboçam-se perfis,
- Cintilações,
Penumbra de segredos!
Ó painéis de nuvens sobre a terra,
Ogivas delirantes
Na água refractando…
Encheis de sombra o mar de espumas rasas,
Iniciando
A hora pânica das asas!
E, à meia luz da tarde,
Na areia requeimada,
São vultos sonolentos
As proas dos navios…
Ó tristeza dos balões
Iluminando,
Na água prateada,
Os pegos e baixios…
Dormentes constelações
Que, em fundos lacustres
E musgosos,
Pondes reverberações
Em nossos olhos ansiosos.
Ó tardes de aquático esplendor,
Descendo em meu olhar!
Num sonho de regresso,
Numa ânsia de voltar,
Em mim todo me esqueço
E fico-me a cismar.
A tarde é toda um sonho moribundo.
É já olor da cor que amorteceu.
O céu vive no mar: sono profundo.
A asa do rumor no ar adormeceu!
Luís de Montalvor
Postado por Fernando Martins às 01:34 0 comentários
Marcadores: Athena, Ática, Cadernos de Poesia, Centauro, Contemporânea, Exílio, Fernando Pessoa, Luís de Montalvor, Mário de Sá Carneiro, Orpheu, poesia, Presença, Seara Nova, Sudoeste
Uma pequena palhaçada no Porto tentou impor, há 134 anos, a república a Portugal
Postado por Fernando Martins às 01:34 0 comentários
Marcadores: 31 de janeiro, mapa cor-de-rosa, Porto, República, revolta
Atahualpa Yupanqui nasceu há 117 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:17 0 comentários
Marcadores: Argentina, Atahualpa Yupanqui, folk, guitarra, Milonga del Solitario, música folclórica, world music
Adelaide de Bragança, neta de D. Miguel e afilhada dos nossos últimos Rei e Rainha, nasceu há 113 anos
Maria Adelaide de Bragança, de seu nome completo Maria Adelaide Manuela Amélia Micaela Rafaela de Bragança (Saint-Jean-de-Luz, 31 de janeiro de 1912 - Caparica, Almada, 24 de fevereiro de 2012), foi uma infanta de Portugal, filha do pretendente miguelista ao trono Miguel Januário de Bragança e de Maria Teresa de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg. Teve como padrinhos o último rei português, D. Manuel II, e sua mãe, a rainha D.ª Amélia. À data de seu falecimento, aos 100 anos, Maria Adelaide era a última neta sobrevivente do rei D. Miguel I de Portugal e a última bisneta sobrevivente do rei D. João VI de Portugal.
in Wikipédia
Nota: A infanta rebelde, tia-avó do atual Duque de Bragança, foi a última neta viva de um Rei de Portugal. Lenda viva da resistência contra os nazis e da vontade de ajudar, os seus padrinhos de batismo, no âmbito da reconciliação dos dois ramos da Casa de Bragança, foi o Rei D. Manuel II e a sua Mãe, D.ª Amélia de Orleães e Bragança. É assim um símbolo de reconciliação nacional, tal como o seu sobrinho-neto, D. Duarte Pio de Bragança, o chefe da Casa Real Portuguesa, que é trineto do Rei D. Miguel, por parte do pai, e tetaraneto do Rei D. Pedro IV, por parte da mãe (e, curiosamente, também afilhado de batismo da Rainha Dª Amélia...).
Postado por Fernando Martins às 01:13 0 comentários
Marcadores: casa de Bragança, Duque de Bragança, infanta, Maria Adelaide de Bragança van Uden, Ordem de Mérito Civil
Mario Lanza nasceu há cento e quatro anos...
Postado por Fernando Martins às 01:04 0 comentários
Marcadores: cinema, Mario Lanza, música, Ópera, tenor, Torna a Surriento
Evaldo Braga morreu há 52 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: Brasil, Evaldo Braga, música, Sorria sorria
Justin Timberlake - 44 anos

Postado por Fernando Martins às 00:44 0 comentários
Marcadores: 'N Sync, boys bands, dance music, hip hop, Justin Timberlake, Mickey Mouse Club, música, pop, rythm and blues contemporâneo, What Goes Around...Comes Around
Fernando Namora morreu há 36 anos...
Equívocos
É então verdade que poderei ir estrada fora
até apetecer?
Assim indagou o escravo
na hora da libertação.
É verdade pois não haveria de ser?
Assim lhe disseram distraidamente
na hora da distraída clemência.
E ninguém viu que ele pedia muito
e ninguém viu que ele pedia tudo
e ninguém viu que lhe fora dado
o que nunca será dado a ninguém.
Fernando Namora
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
Marcadores: Fernando Namora, literatura, médico, poesia
John Wetton faleceu há oito anos...
John Wetton (Willington, Derby, 12 de junho de 1949 - Bournemouth, 31 de janeiro de 2017) foi um vocalista, baixista e guitarrista britânico.
Morreu em 31 de janeiro de 2017, depois de uma longa batalha contra um cancro do cólon.
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
Marcadores: Asia, hard rock, John Wetton, King Crimson, música, Only Time Will Tell, Rock Progressivo, Roxy Music
quinta-feira, janeiro 30, 2025
Morreu hoje Marianne Faithfull...

Marianne Evelyn Gabriel Faithfull (Hampstead, London, 29 December 1946 – London, 30 January 2025) was an English singer and actress. She achieved popularity in the 1960s with the release of her hit single "As Tears Go By" and became one of the lead female artists during the British Invasion in the United States.
Born in Hampstead, London, Faithfull began her career in 1964 after attending a party for the Rolling Stones, where she was discovered by Andrew Loog Oldham. Her debut studio album Marianne Faithfull (1965, released simultaneously with her studio album Come My Way), was a commercial success followed by a number of albums on Decca Records. From 1966 to 1970, she had a highly publicised romantic relationship with Mick Jagger. Her popularity was enhanced by her film roles, such as those in I'll Never Forget What's'isname (1967), The Girl on a Motorcycle (1968) and Hamlet (1969). However, her popularity was overshadowed by personal problems in the 1970s. During this time, she was anorexic, homeless and addicted to heroin.
Faithfull was noted for her distinctive voice; her melodic and high-registered vocals prevailed during her 1960s career, but these were altered by severe laryngitis coupled with persistent drug abuse during the 1970s, which left her voice permanently raspy, cracked and lower in pitch. This new sound was praised as "whisky soaked" by some critics and seen as having helped to capture the raw emotions expressed in Faithfull's music.
After a long commercial absence, Faithfull made a comeback with the 1979 release of her critically acclaimed seventh studio album Broken English. The album was a commercial success and marked a resurgence of her musical career. Broken English earned Faithfull a nomination for the Grammy Award for Best Female Rock Vocal Performance and is often regarded as her "definitive recording". She followed this with a series of studio albums, including Dangerous Acquaintances (1981), A Child's Adventure (1983) and Strange Weather (1987). Faithfull wrote three books about her life: Faithfull: An Autobiography (1994), Memories, Dreams & Reflections (2007) and Marianne Faithfull: A Life on Record (2014).
Faithfull received the World Lifetime Achievement Award at the 2009 Women's World Awards, and she was made a Commandeur of the Ordre des Arts et des Lettres by the government of France.

in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 19:22 0 comentários
Marcadores: actriz, As Tears Go By, blues, cinema, folk, jazz, Marianne Faithfull, música, pop, Rock




.jpg)






