O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Gershwin nasceu como Jacob Gershowitz em Brooklyn, Nova Iorque, filho de pais judeus russos. O seu pai Morris (Moishe) Gershowitz, trocou o nome da família para Gershwin logo pouco depois de imigrar de São Petersburgo, Rússia. A mãe de Gershwin, Rosa Bruskin, também veio da Rússia; ela casou com Gershowitz quatro anos depois de chegar à América.
George Gershwin foi o segundo de quatro filhos. A primeira vez que ele mostrou interesse pela música foi com 10 anos, quando ele ouviu o seu amigo de infância, Max Rosen, num recital de violino. O som e a forma como seu amigo tocava o instrumento surpreenderam-no. Os seus pais tinham comprado um piano para o seu irmão mais velho, Ira Gershwin, mas, para surpresa deles e alívio de Ira, foi George quem começou a tocá-lo. Embora a sua irmã mais nova, Frances Gershwin, ter sido a primeira da família a ganhar dinheiro com o seu talento musical, ela casou nova e veio a tornar-se uma dona de casa, além de mãe, desistindo da sua carreira de canto e dança - fixando-se na pintura, um hobby de George Gershwin também.
Gershwin estudou com vários professores de piano durante dois anos, e então foi apresentado a Charles Hambitzer por Jack Miller, um pianista da Orquestra Sinfónica de Beethoven. Hambitzer atuou como um mentor de George até à sua morte, em 1918. Hambitzer ensinou a Gershwin a técnica convencional de piano, introduzindo-o na tradição da música clássica europeia, encorajando-o a assistir a concertos de orquestras. Em casa, George tentava reproduzir no piano a música que ouvia nos concertos. Ele mais tarde estudou com o compositor clássico Rubin Goldmark e o compositor e teórico Henry Cowell.
Tin Pan Alley
Com 15 anos de idade George saiu da escola e encontrou o seu primeiro emprego como músico na Tin Pan Alley, em Nova Iorque, ganhando $15 por semana. A sua inovadora rag "Rialto Ripples", em 1917, foi um sucesso comercial, e em 1919 ele alcançou o seu primeiro grande sucesso com a música "Swanee". Em 1916, ele começou a trabalhar para a Aeolian Company and Standard Music Rolls em Nova Iorque, gravando e arranjando rolos de piano. Ele produziu dúzias, se não centenas de rolos, sob seu nome e usando pseudónimos como Fred Murtha e Bert Wynn. Ele gravou rolos de composições próprias para pianolas Duo-Art e Welte-Mignon, assim como rolos de pianos, Gershwin fez uma breve incursão dentro do vaudeville, acompanhando Nora Bayes e Louise Dresser no piano.
Em 1924, George e Ira colaboraram no musical cómico, Lady Be Good, que incluiu futuros standards do jazz como "Fascinating Rhythm" e "Lady Be Good".
Seguiram-se sucessos como "Oh, Kay!" (1926), "Funny Face" em 1927, "Strike Up the Band" (1927 e 1930), "Show Girl" (1929), "Girl Crazy" (1930), que introduziu o standard "I Got Rhythm", e "Of Thee I Sing" (1931), o primeiro musical de comédia a ganhar um Prémio Pulitzer.
Música clássica, ópera e Europa
Em 1924, Gershwin compôs a sua primeira grande obra, Rhapsody in Blue, para orquestra e piano, que foi orquestrada por Ferde Grofé e estreada pela banda de Paul Whiteman em Nova Iorque e que veio a ser a sua obra mais popular.
Gershwin ficou em Paris por um período curto de tempo, onde estudou composição com Nadia Boulanger. Boulanger, tal com vários outros professores, como Maurice Ravel, acabaram, entretanto, por recusar dar-lhe aulas, receosos de que estes estudos rigorosos influenciassem o seu estilo, influenciado pelo jazz. Nessa mesma altura, ele escreveu An American in Paris. Este trabalho recebeu diversas críticas negativas na sua primeira performance, no Carnegie Hall, em 13 de dezembro de 1928, mas tornar-se-ia rapidamente parte do reportório de standards na Europa e nos Estados Unidos. Como consequência, ele acabou por achar a cena musical em Paris demasiado arrogante e voltou para a sua América natal.
A sua mais ambiciosa composição foi Porgy and Bess (1935). Chamada por Gershwin como uma "ópera folk", a peça estreada no teatro da Broadway é considerada como a mais importante ópera americana do século XX. Baseada no romance de Porgy de DuBose Heyward, passa-se num bairro negro na cidade de Charleston, na Carolina do Sul, e, com exceção de pequenas falas de alguns personagens, todos cantores/atores são negros. A música combina elementos da música popular, que foi fortemente influenciada pela música negra, técnicas achadas na ópera, assim como recitais e leitmotifs. Incluía também fugas e técnicas "avançadas" como politonalidade e tone row.
Hollywood e morte
Gershwin recebeu somente uma nomeação para um Óscar, pelo filme "They Can't Take That Away From Me", escrita por seu irmão Ira para o filme de 1937 Shall We Dance.
No começo de 1937, Gershwin começa a queixar-se de dores de cabeças cegantes e uma recorrente impressão que estava a cheirar borracha queimada. Ele tinha desenvolvido um tipo raro de tumor no cérebro conhecido como glioblastoma multiforme. Em junho, ele apresentou-se num concerto especial com a Orquestra Sinfónica de San Francisco, sob a direção do maestro francês Pierre Monteux. Foi em Hollywood, enquanto trabalhava na partitura de The Goldwyn Follies, que teve um colapso, em 11 de julho de 1937, morrendo aos 38 anos de idade, no Cedars of Lebanon Hospital, depois de uma cirurgia para tentar retirar o tumor. Por coincidência, poucos meses depois, em 1937, o seu ídolo Ravel também morreria de uma cirurgia ao cérebro.
Gershwin teve um caso de 10 anos de duração com a compositora Kay Swift e frequentemente consultava-a sobre as suas músicas. Oh, Kay foi nomeada em homenagem a Kay Swift. Após a morte de Gershwin, Swift organizou algumas de suas músicas, transcreveu as suas gravações, e colaborou com Ira em vários projetos. Gershwin teve um caso também com a atriz Paulette Goddard.
Gershwin morreu sem deixar testamento, e todas as suas propriedades e direitos de autor foram herdados por sua mãe. Ele está enterrado no Westchester Hills Cemetery em Hastings-on-Hudson, Nova Iorque. Os trabalhos de Gershwin ainda trazem significantes quantias de royalties das licenças de direitos de autor, que expiraram no final de 2007 na União Europeia e irão expirar entre 2019 e 2027 nos Estados Unidos.
De acordo com uma carta de Fred Astaire para Adele Astaire, Gershwin sussurrou o seu nome antes de morrer.
Em 2005, o jornal The Guardian determinou "estimando os lucros acumulados na vida de um compositor" que Gershwin foi o compositor mais rico de todos os tempos. Gershwin foi escolhido para a Calçada da Fama, de Long Island, em 2006. O Teatro George Gershwin foi assim nomeado em sua homenagem.
Estilo musical e influências
Gershwin foi muito influenciado pelos compositores franceses do começo do século. Maurice Ravel ficou completamente impressionado com as habilidades de Gershwin, comentando: "Pessoalmente eu acho o jazz mais interessante - os ritmos, o jeito que as melodias são tocadas, as próprias melodias. Eu escutei as obras de George Gershwin e as achei intrigantes." A orquestração nas obras sinfónicas de Gershwin geralmente são bastante parecidas com as de Ravel; igualmente, o concerto para dois pianos de Ravel demonstra influências de Gershwin. Ele pediu a Ravel algumas lições. Quando Ravel perguntou quanto Gershwin tinha ganho, Ravel respondeu "Que tal você me dá algumas lições?" (algumas versões desta história apresentam Igor Stravinsky no papel de Ravel, mas o próprio Stravinsky confirmou que, originalmente, tinha ouvido a história de Ravel).
O Concerto in F de Gershwin foi criticado por ser fortemente influenciado pelo estilo de Claude Debussy, mais do que o estilo de jazz, que era esperado. A comparação não impediu Gershwin de continuar a explorar os estilos franceses. O início de An American in Paris reflete a longa jornada que ele seguiu como compositor: "A parte inicial será desenvolvida no típico estilo francês, da maneira de Debussy e os Seis, ainda que as melodias sejam originais".
Além da influência francesa, Gershwin ficou fascinado com as obras de Alban Berg, Dmitri Shostakovich, Igor Stravinsky, Darius Milhaud e Arnold Schoenberg. Ele pediu a Schoenberg algumas lições de composição. Schoenberg se recusou, alegando "Eu apenas o faria um mau Schoenberg, e você é um bom Gershwin." (Esta frase é similar a uma creditada a Ravel durante a visita, em 1928, de Gershwin a França - "Porquê ser um Ravel de segunda classe se pode ser um Gershwin de primeira?").
A influência russa do seu professor de composição Joseph Schillinger (1932-1936) foi essencial para proporcionar a Gershwin um método de composição. Houve alguma discordância sobre a natureza da influência de Schillinger sobre Gershwin; após o sucesso póstumo de Porgy and Bess, Schillinger alegou que ele teve uma grande e direta influência ao supervisionar a criação da ópera; Ira negou completamente que seu irmão tivesse qualquer ajuda para tal obra. Há ainda um terceiro relato sobre a relação com Schillinger escrita por um amigo próximo de Gershwin, Vernon Duke, em um artigo para a Musical Quartely em 1947.
Uma habilidade diferencial de Gershwin foi conseguir manipular as formas de música em uma só. Ele utilizou o jazz, que ele descobriu no Tin Pan Alley, combinando os seus ritmos e tonalidades com as canções populares da época.
A primeira canção que George Gershwin publicou foi "When You Want 'Em You Can't Get 'Em, When You've Got 'Em, You Don't Want 'Em." Publicada em 1916 quando Gershwin tinha 17 anos ganhando um total de $5, entretanto ele prometeria bem mais.
Em 2007, a Biblioteca do Congresso batizou o Prémio de Melhor Canção Popular de Gershwin Prize. Reconhecendo o profundo e positivo efeito da música popular na cultura, o prémio é dado anualmente para o compositor e músico para quem as contribuições ao longo de sua vida exemplificam a excelência alcançada pelos irmãos Gershwin. Como exemplo, em 1 de março de 2007, o prémio Gershwin foi dado ao compositor Paul Simon.
O PoSAT-1 pertence à classe dos micro-satélites, que têm entre
10 e 100 kg, e pesa cerca de 50 kg. Todo este projecto foi desenvolvido
por um consórcio de universidades e empresas de Portugal e foi construído na Universidade de Surrey, em Inglaterra. Custou cerca de mil milhões de escudos (ou seja, um milhão de contos - cerca de 5 milhões de euros), sendo 600 milhões de escudos pagos pelo Programa Específico de Desenvolvimento da Indústria Portuguesa e 400 milhões por empresas portuguesas envolvidas no Consórcio PoSAT: INETI, EFACEC, ALCATEL, MARCONI, OGMA, IST, UBI e CEDINTEC. O responsável máximo foi Fernando Carvalho Rodrigues, que devido ao seu envolvimento é apelidado de "pai" do primeiro satélite português.
A Missão foi designada por Voo 59, onde foram lançados vários satélites para além do PoSAT-1, nomeadamente: o EyeSat e o ItamSat (da Itália); o KitSat-B (Coreia); o HealthSat (da organização médica internacional Satellite); o Stella (França); tendo sido dado destaque, pela sua relevância entre estes, ao satélite francês de reconhecimento fotográficoSPOT-3.
Dados do PoSAT-1
O PoSAT-1 é uma caixa de alumínio, em forma de paralelepípedo,
com as dimensões de 35 centímetros de lado por 35 de profundidade, 58
de comprimento e 50 quilos de peso. Sobre uma gaveta-base, que contém as
baterias e o módulo de detecção remota,
estão empilhadas dez gavetas cheias de placas electrónicas - os
subsistemas do engenho. Na parte superior do satélite encontram-se os
sensores de atitude e o mastro de estabilização, instrumentos essenciais
para o PoSAT-1 manter a órbita correcta.
Os quatro painéis solares estão montados nas faces laterais da estrutura do satélite, formando um paralelepípedo, que constituem a fonte de energia para todos os sistemas de bordo. Cada painel contém 1344 células de GaAs.
Elementos orbitais
Órbita: 822 x 800 km, sol-síncrona;
Inclinação: 98,6º, sol-síncrona;
Período orbital: 101 minutos, fazendo uma média de 14 voltas por dia à Terra;
Velocidade orbital: 7,3 km por segundo.
Funcionamento e destruição
A morte física do PoSAT-1 prevê-se para 2043. Em 2006 o PoSAT-1 deixou de comunicar com o Centro de Satélites de Sintra. O satélite encontra-se à deriva numa órbita descendente, até se desintegrar na atmosfera terrestre.
Robert Allen Palmer (19 January 1949 – 26 September 2003), born in Batley, Yorkshire, was a Grammy Award winning Englishsinger-songwriter. He was known for his distinctive voice and the eclectic mix of musical styles on his albums, combining soul, jazz, rock, pop, Reggae and blues. He found success both in his solo career and in the supergroupPower Station, and had Top 10 songs in both the US and the UK. His iconic music videos for the hits "Simply Irresistible" and "Addicted to Love", featured identically dressed dancing women with pale faces, dark eye makeup and bright red lipstick, which resembled the women in the art of Patrick Nagel, an artist popular in the 1980s. Sharp-suited, his involvement in the music industry commenced in the 1960s, covered five decades and included a spell with Vinegar Joe.
Filho de um judeuhúngaro que geria uma pequena rede de restaurantes no bairro do Bronx, o jovem Don gostava de faltar às aulas para ir ao cinema.
O sobrenome Adams foi retirado do casamento com a sua primeira esposa,
Adelaide Adams, pois o seu último nome não o ajudava muito e as audições eram feitas sempre pela ordem alfabética.
Obteve fama como protagonista da série de comédia norte-americana Get Smart(Olho Vivo em Portugal e Agente 86 no Brasil), com o personagem Maxwell Smart, o trapalhão agente 86, nome pelo qual a série era conhecida no Brasil. Teve um sucesso estrondoso, rendendo-lhe várias nomeações para prémios como o Globo de Ouro e o Emmy, sendo que, nesse último, ganhou três vezes consecutivas na categoria de melhor ator de séries cómicas. A série foi exibida de 1965 a 1969 pela NBC e teve mais uma temporada em 1970 na ABC. Fazia-lhe par, na série, a agente 99, interpretada pela atriz Barbara Feldon. O par acabou por se tornar um casal na série. Smart e 99 "casaram" na temporada de 1969 e tiveram gémeos na temporada de 1970.
Mesmo com o término da série original, Don e Barbara ficaram ligados aos personagens. Realizaram longas-metragens e filmaram para a TV uma nova série, que continuou a história dos agentes 86 e 99: nesta, eram os pais de um jovem agente igualmente atrapalhado (interpretado por Andy Dick). Don Adams era amigo de Hugh Hefner, visitando-o com frequência na sua Mansão Playboy.
Don Adams faleceu em 2005, em Los Angeles, de complicações provenientes de um cancro do pulmão.
Ele sempre dizia nas entrevistas que não se importava por ter feito
apenas um papel de sucesso na televisão: o seu propósito como comediante era, antes de tudo, fazer o telespectador rir.
Casou-se 4 vezes e teve 7 filhos. Uma de suas filhas, Cecily, morreu
um ano e cinco meses antes, vítima de cancro do pulmão, a mesma doença que
viria a matar Adams. Adams foi sepultado num cemitério em Hollywood.
Começou a cantar na Igreja Presbiteriana local, depois formou um quarteto com os seus irmãos e se apresentou no show de Bing Crosby, em 1944. Começou a sua carreira a solo em 1952 e obteve diversos sucessos, até se tornar um dos mais populares cantores do país na década de 1960. Ganhou dezoito discos de ouro e três de platina, atrás apenas de Frank Sinatra, Elvis Presley e Johnny Mathis. Combinando bom gosto, técnica vocal e carisma, chegou várias vezes ao topo da lista da revista Billboard.
Em 1961 casou-se com Claudine Longet, de quem teve três filhos, separando-se dela em 1969. Casou-se pela segunda vez em 1991 com Debbie Haas. Williams e Debbie moravam em Branson, Missouri e La Quinta, na Califórnia, numa casa de arquitetura notável, pela sua arte moderna. Williams era golfista amador e manteve-se em plena atividade mesmo em idade avançada.
Faleceu a 25 de setembro de 2012, aos 84 anos, devido a complicações ocasionadas devido a um cancro de bexiga.
Filho de organista na catedral de Dijon, seguiu a carreira do pai, na qual se distinguiu desde cedo, trabalhando em várias catedrais. Não foi apenas um dos compositores franceses mais importantes do século XVIII, como também influenciou a teoria musical. O seu estilo de composição lírica pôs fim ao reinado póstumo de Jean-Baptiste Lully, cujo modelo dominara a França por meio século.
Até 1722 Rameau compusera apenas poucas e curtas peças para teclado e obras sacras, mas a publicação do seu tratado sobre harmonia naquele ano marcou o começo de um período muito produtivo, conhecendo a fama. As suas Pièces de Clavecin foram publicadas em 1724, seguidas por um novo livro de teoria, em 1726, e de obras para teclado e cantatas, em 1729. Somente aos cinquenta anos ingressou no terreno da música cénica, compondo a sua primeira ópera, Hippolyte et Aricie, um grande sucesso que lhe valeu a posição de principal criador de óperas francês do seu tempo. Escreveu várias óperas em vários géneros, sempre acolhidas com entusiasmo, e mesmo desencadeando grandes polémicas pela sua ousadia, inventividade e pelas novidades que introduziu. A sua música caracteriza-se por um dinamismo que contrasta com o estilo mais estático de Lully.
Era também professor de cravo, bastante na moda em Paris na sua época. A técnica do dedilhado dos instrumentos de teclado deve muito a Rameau. Foi "Compositor da Câmara do Rei", sendo agraciado poucos meses antes de morrer com o título de Cavaleiro. O seu funeral foi cercado de pompa, recebendo também homenagens em muitas cidades como um compositor excepcional que orgulhava a nação.
As operações de Allenby obtiveram sucesso com perdas muito baixas, contrastando com muitas das ofensivas ocorridas durante a Primeira Guerra Mundial, o que foi motivo de louvor.
Will Smith está classificado como o astro mais rentável em todo o mundo pela revista Forbes. Até 2014, 17 dos 21 filmes em que ele teve papéis principais acumularam em todo o mundo receitas brutas de US$ 100 milhões cada um, cinco tendo mais de 500 milhões de dólares cada um das receitas das bilheteiras mundiais. Mais ainda, até 2014, seus filmes arrecadaram US$ 6,6 mil milhões em bilheteira mundial.
John Henry Bonham (Redditch, 31 de maio de 1948 - Clewer, 25 de setembro de 1980) foi um bateristainglês membro da banda de rock, heavy metal e hard rockLed Zeppelin, grupo de sucesso formado em 1968 pelo guitarristaJimmy Page, junto ao vocalista Robert Plant e ao baixista e teclista John Paul Jones. Bonham era estimado por sua velocidade, potência, e o seu pé direito rápido, sons característicos, e seu "sentir" para a música Groove. Ele é considerado o maior bateristas da história da música rock. Mais de 30 anos após sua morte, Bonham continua a angariar prémios e elogios, incluindo uma lista dos leitores da Rolling Stone em 2011 e Gibson colocando-o em primeiro lugar da lista dos "melhores bateristas de todos os tempos".
Bonham não gostava de se ausentar de casa e da família por longos períodos de tempo; Isto levou-o ao uso abusivo do álcool para controlar os seus nervos. Em 24 de setembro de 1980, na viagem do hotel para o estúdio onde a banda ensaiava para a sua digressão pelos Estados Unidos, Bonham bebeu cerca de quarenta shots de vodka.
Quando terminou o ensaio foram para a casa de Jimmy Page em Windsor. Depois da meia noite, Bonham adormeceu e foi levado para a cama. Benji LeFevre encontrou o corpo de Bonham na manhã seguinte. Apesar do alarido feito pela imprensa sensacionalista, a autópsia não revelou a presença de drogas no seu corpo. Foi diagnosticado de que Bonham morreu asfixiado pelo próprio vómito.
A deflagração da Revolução liberal de 1820
no Porto, com a rápida adesão de Lisboa e o resto do país, obrigou o
pai de D. Pedro I a retornar a Portugal em abril de 1821, deixando-o para
governar o Brasil como regente. Teve de lidar com as ameaças de
revolucionários e com a insubordinação de tropas portuguesas, as quais
foram, no entanto, todas subjugadas. A tentativa do governo português de
retirar a autonomia política que o Brasil gozava desde 1808 e tornar o
país que havia sido elevado a condição de reino unido a Portugal em uma
colónia ultramarina novamente foi recebida com descontentamento geral.
Pedro I escolheu o lado brasileiro e declarou a independência do Brasil
de Portugal em 7 de setembro de 1822. Em 12 de outubro foi aclamado
imperador brasileiro e, em março de 1824, já havia derrotado todos os
exércitos leais a Portugal. Poucos meses depois, Pedro I esmagou a Confederação do Equador, principal reação contra a tendência absolutista e a política centralizadora de seu governo.
Uma rebelião separatista na província sulista da Cisplatina no início de 1826, e a tentativa subsequente de sua anexação pela Províncias Unidas do Rio da Prata (futura Argentina) levaram o império a Guerra da Cisplatina.
Em março de 1826, Pedro I se tornou brevemente rei de Portugal com o
título de D. Pedro IV, antes de abdicar em favor da sua filha mais velha,
Maria II.
A situação piorou em 1828 quando a guerra do sul resultou na perda da
Cisplatina. Nesse mesmo ano, em Lisboa, o trono de Maria II foi usurpado
pelo príncipe Dom Miguel,
irmão mais novo de Pedro I. O relacionamento sexual escândaloso e
concorrente com uma cortesã maculou a reputação do imperador. Outras
dificuldades surgiram no parlamento brasileiro, onde o conflito sobre se
o governo e suas políticas seriam escolhidos pelo monarca ou pela
legislatura dominaram os debates políticos de 1826 à 1831. Incapaz de
lidar com os problemas do Brasil e de Portugal ao mesmo tempo, em 7 de
abril de 1831 Pedro I abdicou em favor de seu filho Dom Pedro II e partiu para a Europa.
Dom Pedro invadiu Portugal, começando pelos Açores, à frente de um exército, em 1832.
Frente ao que parecia inicialmente uma guerra civil nacional, logo se
envolveu num conflito em escala muito maior que abrangeu toda a península Ibérica numa luta entre os defensores do Liberalismo e aqueles que procuravam o retorno ao Absolutismo. Dom Pedro morreu de tuberculose
em 24 de setembro de 1834, apenas poucos meses após ele e os liberais
terem emergido vitoriosos. Foi consagrado por contemporâneos e pela
posteridade como uma figura chave que ajudou a propagar os ideais
liberais que permitiram ao Brasil e a Portugal a se moverem de regimes
autoritários a formas de governo representativo.
(...)
Litografia da morte de D. Pedro
Morte
As cortes de agosto de 1834 confirmam a regência de D. Pedro I, que
repõe a filha no trono português. Apesar de ter reconquistado o trono
português para a sua filha, D. Pedro I voltou tuberculoso da campanha e morreu a 24 de setembro de 1834, pouco depois da Convenção de Évoramonte (que selara a vitória da causa liberal, de que se fizera paladino), no palácio de Queluz,
no mesmo quarto e na mesma cama onde nascera, 35 anos antes. Ao seu
lado, na hora da morte, estavam a Imperatriz D. Amélia e a Rainha D.
Maria II.
Josué Apolônio de Castro (Recife, 5 de setembro de 1908 - Paris, 24 de setembro de 1973), mais conhecido como Josué de Castro, foi um influente médico, nutrólogo, professor, geógrafo, cientista social, político, escritor, ativista brasileiro que dedicou sua vida ao combate à fome.
Destacou-se no cenário brasileiro e internacional, não só pelos seus
trabalhos ecológicos sobre o problema da fome no mundo, mas também no
plano político em vários organismos internacionais.
Recebeu da Academia de Ciências Políticas dos Estados Unidos, o Prémio
Franklin D. Roosevelt, o Conselho Mundial da Paz lhe ofereceu o Prémio
Internacional da Paz e o governo francês condecorou-o, sendo Oficial da
Legião de Honra.
Logo após o Golpe de Estado de 1964, teve seus direitos políticos suspensos pela ditadura militar.
Vida
1908-1929
Josué nasceu no dia 5 de setembro de 1908, em Recife, capital do estado de Pernambuco. O seu pai veio de Cabaceiras durante a grande seca de 1877. A sua mãe, da região da zona da mata. Josué cresceu bem próximo dos mangues da cidade, região de mocambos, habitada por retirantes e caranguejos.
Aos 20 anos formou-se em Medicina.
1930-1945
Apesar do interesse inicial pela psiquiatria, resolveu fazer nutrição e
abriu sua clínica em Recife. Na mesma época, contratado por uma
fábrica para examinar trabalhadores com problemas de saúde indefinidos e
acusados de indolência, diagnosticou: “sei o que meus clientes têm.
Mas não posso curá-los porque sou médico e não diretor daqui. A doença
desta gente é fome”. Logo foi demitido da fábrica. Vislumbrou então a
dimensão social da doença, ocultada por preconceitos raciais e
climáticos.
Efetuou um inquérito pioneiro no Brasil, relacionando a produtividade
com a alimentação do trabalhador, uma das bases para a posterior
formulação do salário mínimo, e passou a chefiar uma comissão de
estudos das condições de vida dos operários brasileiros. Como
professor, ensinava Fisiologia e Geografia Humana.
Casado com sua ex-aluna Glauce, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1935.
Após um período de dificuldades, passou a ensinar Antropologia.
Recorreu ao método geográfico para apresentar o mapa das regiões
alimentares em A alimentação brasileira à luz da Geografia Humana. Entre outros contos, crónicas, ensaios, estudos sociais e biológicos, publicou O ciclo do caranguejo, conto sobre os mangues da sua cidade natal.
A partir de 1940, participou de todos os projetos governamentais
ligados à alimentação, coordenando a implantação dos primeiros
restaurantes populares, dirigindo as pesquisas do Instituto de
Tecnologia Alimentar e colaborando para a execução de várias políticas
públicas, como a educação alimentar. Sob sua direção foi lançado o
periódico Arquivos Brasileiros de Nutrologia.
1946-1963
O ano de 1946 foi marcado pela publicação de Geografia da fome.
Obra clássica da ciência brasileira, o livro buscou tirar da
obscuridade o quadro trágico da fome no país. Enfatizou as origens
socioeconómicas da tragédia e denunciou as explicações deterministas que
naturalizavam este quadro.
No mesmo ano, foi o fundador e primeiro diretor do Instituto de Nutrição
da Universidade do Brasil. Efetivou como professor de Geografia Humana
em 1947, na Universidade do Brasil (atual UFRJ). A Conferência da FAO de
1948 registou o início de sua participação neste órgão internacional.
Geopolítica da fome, livro publicado em 1951, concebido como uma extensão da Geografia da fome,
tornou-se um marco histórico e político nas questões de alimentação e
população. Os princípios ecológicos e geográficos foram desta vez
utilizados na escala da fome mundial. Posicionou-se contra as
interpretações demográficas que entendiam a fome como consequência de
excesso populacional e prescreviam um controle de natalidade de massa.
Cuidou de “desnaturalizar” a fome mais uma vez e demonstrou os vários
fatores biológicos, geográficos, culturais e políticos pelos quais a
fome gera a superpopulação.
Respeitado internacionalmente, foi eleito, por representantes de
setenta países, Presidente do Conselho Executivo da FAO, cargo que
exerceu entre 1952 e 1956. Enfrentou forte oposição dos países
desenvolvidos à execução de projetos voltados para o desenvolvimento do
terceiro mundo e não deixou de expressar sua frustração com a “ação
tímida e vacilante” da agência das Nações Unidas, apesar da alta
qualificação de seus experts e técnicos.
Exerceu dois mandatos como Deputado Federal eleito pelo Estado de
Pernambuco. Entre diversos projetos ligados a questões agrárias,
educacionais, culturais e económicas, apresentou o de regulamentação da
profissão de nutricionista, que dispõe sobre o ensino superior de
Nutrição e o projeto para a reforma agrária,
entendida como “um processo de revisão das relações jurídicas e
económicas entre os que detêm a propriedade rural e os que nela
trabalham”. Com seus pronunciamentos, deixou registados relevantes
acontecimentos históricos, assim como a defesa contra abusos da imprensa
quando, em várias ocasiões, dá vazão a interesses subservientes.
Em 1963, tornou-se Embaixador brasileiro junto à sede europeia da
Organização das Nações Unidas, em Genebra. Era então uma personalidade
de projeção internacional, convidado por reis e chefes de Estado, capaz
de atrair uma plateia de 3.500 pessoas na cidade de Rouen, interior da
França.
1964-1973
Em 9 de abril de 1964, com o Golpe Militar, foi destituído do cargo de
embaixador-chefe em Genebra e logo depois tem seus direitos políticos
suspensos por 10 anos pelo Regime Militar no Brasil (1964–1985) no seu
primeiro Ato Institucional Nº 1.
Impedido de voltar ao país, escolheu a França para viver, morando em
Paris de 1964 a 1973 onde continuou suas atividades intelectuais.
Fundou, em 1965, e dirigiu até 1973 o Centro Internacional para o
Desenvolvimento, além de Presidente da Associação Médica Internacional
para o Estudo das Condições de Vida e Saúde. Depois de um ano de
docência, em 1969, o governo francês o designa professor estrangeiro
associado ao Centro Universitário Experimental de Vincennes
(Universidade de Paris VIII), onde trabalhou até sua morte.
No exílio, sentiu agudamente a falta do Brasil, a ponto de declarar que
"não se morre apenas de enfarte ou de glomerulonefrite crónica, mas
também de saudade". Faleceu em Paris, a 24 de setembro de 1973, enquando
esperava o passaporte que o traria de volta ao Brasil. O passaporte
chegou, porém já era tarde. O seu corpo foi enterrado no cemitério de
São João Batista, no Rio de Janeiro.
Como se não tivesse substância e de membros apagados.
Desejaria enrolar-me numa folha e dormir na sombra.
E germinar no sono, germinar na árvore.
Tudo acabaria na noite, lentamente, sob uma chuva densa.
Tudo acabaria pelo mais alto desejo num sorriso de nada.
No encontro e no abandono, na última nudez,
respiraria ao ritmo do vento, na relação mais viva.
Seria de novo o gérmen que fui, o rosto indivisível.
E ébrias as palavras diriam o vinho e a argila
e o repouso do ser no ser, os seus obscuros terraços.
Entre rumores e rios a morte perder-se-ia.
in No Calcanhar do Vento (1987) - António Ramos Rosa
É filho de Julio Iglesias Puga (1915-2005), médico ginecologista, nascido em Ourense na Galiza, e de María del Rosario de la Cierva y Periñon (1918-2002). Casaram-se em 1942 e divorciaram-se em 1983. Iglesias tem um irmão, Carlos (nascido em 1945) e dois meios-irmãos: Jaime (nascido em 2004) e Ruth (nascida em 2006), frutos do segundo casamento do pai, em 2001.
Iglesias dedicou-se inicialmente à sua carreira desportiva, com o objetivo de tornar-se um jogador profissional de futebol. Ele atuou na equipa juvenil de futebol do Real Madrid, na posição de guarda redes, entre 1958 e 1962. A sua carreira desportiva, contudo, chegou ao fim, prematuramente, em consequência de lesões sofridas durante um terrível acidente de viação, em 1962. Daí, optou então, alternativamente, por uma carreira musical.
Marcado pela voz e seu detalhe nas canções, além de grande carisma, tornou-se o mais bem sucedido artista latino em todos os tempos, com números impressionantes: 200 milhões de cópias vendidas, 2600 discos de ouro e de platina, quatro mil espetáculos em mais de quinhentas cidades do mundo e uma canção tocada a cada trinta segundos. O seu talento musical também se estende ao seu filho Enrique Iglesias, que se tornou um dos grandes pop stars da música pop internacional. Além de Enrique, Julio Iglesias também é pai de Chabeli Iglesias, Julio Iglesias, Jr., Miguel Alejandro, Rodrigo, Victoria, Cristina e Guillermo.
Em visita ao México nos anos 90, Julio encantou-se pela beleza da cantora mexicana Thalía, tanto que cantou com ela num programa local, e a convidou para participar protagonizar um de seus clipes Baila Morena, e ele retribuiu o favor participando do clipe de Amandote da mexicana.
Julio Iglesias possui atualmente duas residências, sendo que uma delas se localiza na ilha Indian Creek, em Miami, nos Estados Unidos, enquanto que a outra fica localizada em Punta Cana, na República Dominicana, onde ele passa boa parte do seu tempo com a família, quando não está em turnê. Além destas propriedades, Julio Iglesias também possui uma casa em Málaga, na Espanha. Em 24 de agosto de 2010, Julio Iglesias casou com a modelo Miranda Rijnsburger, com a qual já vivia há 20 anos antes do casamento.
Já vendeu mais de 200 milhões de discos na sua carreira. Estima-se que sua fortuna seja de mais de 5 mil milhões de dólares.
Em setembro de 2006, um novo álbum em inglês, intitulado Clássicos Românticos, foi lançado. "Escolhi músicas dos anos 60, 70 e 80 que eu acredito que venha a ser considerado como as novas normas", afirmou Iglesias em encarte do álbum. O álbum conta com os hits "I Want to Know What Is Love", "Careless Whisper" e "Right Here Waiting". Clássicos Românticos foi maior estreia de Iglesias na Billboard, entrando no número 31 nos Estados Unidos, 21º no Canadá, 10º na Austrália e com lugares de topo na Europa e na Ásia.
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