
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.

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O Bounty havia deixado a Grã-Bretanha em 1787 para recolher e transportar frutas-pão do Taiti até às Índias Ocidentais. A disciplina dentre os homens deteriorou-se depois de cinco meses de descanso passados no Taiti, período em que muitos marinheiros viveram em terra e formaram ligações sexuais com mulheres nativas. As relações de Bligh com a sua tripulação foram piorando à medida que ele passava a punições cada vez mais severas e aumentava as suas críticas e abusos, com Christian sendo um alvo frequente. Ele realizou com sucesso um motim contra o comandante, cerca de três semanas depois do navio ter deixado o Taiti.
Bligh conseguiu voltar para a Grã-Bretanha em abril de 1790 e o Almirantado Britânico enviou o HMS Pandora para prender os amotinados. Catorze foram capturados no Taiti e aprisionados no navio, que então procurou sem sucesso por Christian e o resto dos homens, que haviam ficado em Pitcairn. O Pandora encalhou na Grande Barreira de Coral no caminho de volta, perdendo 31 tripulantes e quatro prisioneiros do Bounty. Os dez restantes chegaram na Grã-Bretanha em junho de 1792 e foram julgados na corte marcial; quatro foram absolvidos, três perdoados e três enforcados.
O grupo de Christian permaneceu sem ser descoberto até 1808, altura em que apenas um dos amotinados, John Adams, ainda estava vivo. Quase todos os outros homens, incluindo Christian, haviam sido mortos uns pelos outros (ou pelas suas companheiras polinésias). Nenhuma ação foi tomada contra Adams. Os descendentes dos amotinados com suas consortes taitianas vivem até os dias de hoje em Pitcairn. A visão que acabou entrando no imaginário popular era a de Bligh como um tirano e Christian como uma vítima trágica das circunstâncias, como mostrada em vários filmes sobre os eventos, porém historiadores dos séculos XX e XXI estão trazendo uma imagem mais simpática de Bligh.
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O Bounty havia deixado a Grã-Bretanha em 1787 para recolher e transportar frutas-pão do Taiti até às Índias Ocidentais. A disciplina dentre os homens deteriorou-se depois de cinco meses de descanso passados no Taiti, período em que muitos marinheiros viveram em terra e formaram ligações sexuais com mulheres nativas. As relações de Bligh com a sua tripulação foram piorando à medida que ele passava a punições cada vez mais severas e aumentava as suas críticas e abusos, com Christian sendo um alvo frequente. Ele realizou com sucesso um motim contra o comandante, cerca de três semanas depois do navio ter deixado o Taiti.
Bligh conseguiu voltar para a Grã-Bretanha em abril de 1790 e o Almirantado Britânico enviou o HMS Pandora para prender os amotinados. Catorze foram capturados no Taiti e aprisionados no navio, que então procurou sem sucesso por Christian e o resto dos homens, que haviam ficado em Pitcairn. O Pandora encalhou na Grande Barreira de Coral no caminho de volta, perdendo 31 tripulantes e quatro prisioneiros do Bounty. Os dez restantes chegaram na Grã-Bretanha em junho de 1792 e foram julgados na corte marcial; quatro foram absolvidos, três perdoados e três enforcados.
O grupo de Christian permaneceu sem ser descoberto até 1808, altura em que apenas um dos amotinados, John Adams, ainda estava vivo. Quase todos os outros homens, incluindo Christian, haviam sido mortos uns pelos outros ou por suas companheiras polinésias. Nenhuma ação foi tomada contra Adams. Os descendentes dos amotinados com suas consortes taitianas vivem até os dias de hoje em Pitcairn. A visão que acabou entrando no imaginário popular era a de Bligh como um tirano e Christian como uma vítima trágica das circunstâncias, como mostrada em vários filmes sobre os eventos, porém historiadores dos séculos XX e XXI estão trazendo uma imagem mais simpática de Bligh.
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| Produção | |
|---|---|
| Direção | Francis Ford Coppola |
| Produção | Albert S. Ruddy |
| Roteiro | Mario Puzo Francis Ford Coppola Robert Towne (não-creditado) |
| Criação original | Mario |
| Elenco original | Marlon Brando Al Pacino James Caan Robert Duvall Richard S. Castellano Diane Keaton Abe Vigoda John Cazale Talia Shire |
| Idioma original | Inglês italiano siciliano |
| Música | Nino Rota Carmine Coppola |
| Cinematografia | Gordon Willis |
| Edição | William H. Reynolds Peter Zinner |
| Distribuição | Paramount Pictures Afran Productions |
| Lançamento | 15 de março |
| Orçamento | US$ 6.500.000 |
| Receita | US$ 245.066.411 |
Postado por Fernando Martins às 04:50 0 comentários
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