O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Compôs inspirado pelos hábitos, costumes e as tradições do povo baiano.
Tendo como forte influência a música negra, desenvolveu um estilo
pessoal de compor e cantar, demonstrando espontaneidade nos versos, sensualidade e riqueza melódica. Morreu em 16 de agosto de 2008, aos 94 anos, em casa, às seis horas da manhã, por conta de insuficiência renal
e falência múltipla dos órgãos, em consequência de um cancro renal que
o afetava há nove anos e o mantinha doente em casa, desde dezembro de
2007. Poeta popular, compôs obras como Saudade de Bahia, Samba da minha Terra, Doralice, Marina, Modinha para Gabriela, Maracangalha, Saudade de Itapuã, O Dengo que a Nega Tem ou Rosa Morena.
Filho de Durval Henrique Caymmi e Aurelina Soares Caymmi, era casado com Adelaide Tostes, a cantora Stella Maris. Todos os seus três filhos são também cantores: Dori Caymmi, Danilo Caymmi e Nana Caymmi.
Stand by me - Ben E. King When the night has come And the land is dark And the moon is the only light we'll see No I won't be afraid, no I won't be afraid Just as long as you stand, stand by me And darlin', darlin', stand by me, oh now now stand by me Stand by me, stand by me If the sky that we look upon Should tumble and fall And the mountains should crumble to the sea I won't cry, I won't cry, no I won't shed a tear Just as long as you stand, stand by me And darlin', darlin', stand by me, oh stand by me Stand by me, stand by me, stand by me-e, yeah Whenever you're in trouble won't you stand by me, oh now now stand by me Oh stand by me, stand by me, stand by me Darlin', darlin', stand by me-e, stand by me Oh stand by me, stand by me, stand by me
As Mães da Praça de Maio (em espanhol, Asociación Madres de la Plaza de Mayo) é uma associação argentina de mães que tiveram os seus filhos assassinados ou desaparecidosdurante o terrorismo de estado da ditadura militar, que governou o país entre 1976 e 1983. Elas organizaram-se, tentando descobrir o que ocorreu com os seus filhos, e começaram a fazer passeatas em 1977 na Praça de Maio, em Buenos Aires, em frente a Casa Rosada,
a sede do governo argentino, em desafio público ao terrorismo de Estado
do governo, destinado a silenciar toda a oposição política. Vestindo
lenços de cabeça branca para simbolizar as fraldas de seus filhos
perdidos, as mães marcharam em solidariedade para protestar contra as
atrocidades cometidas pelo regime militar. Eles responsabilizaram o
governo pelas violações de direitos humanos que eles cometeram durante o
período em que estiveram no poder.
As Mães da Praça de Maio foram o primeiro grande grupo a se organizar contra essas violações de direitos humanos.
Juntas, as mulheres criaram uma força dinâmica e inesperada, que
existia em oposição às restrições tradicionais às mulheres na América Latina.
As mães se reuniram e pressionaram por informações sobre seus filhos.
Ao realizar esses esforços, eles também destacaram as violações de
direitos humanos ocorridas e aumentaram a consciencialização em escalas
locais e internacionais. Seu legado e progresso subsequente foram bem
sucedidos devido à sua organização de grupo sustentada, uso de símbolos e
slogans, e protestos semanais silenciosos. Hoje, as mães estão
empenhadas na luta pelos direitos humanos, políticos e civis na América
Latina e em outros lugares.
Pañuelo blanco, símbolo de las Madres de Plaza de Mayo
Su objetivo inicial era poder tener una audiencia con el presidente de facto argentino Jorge Rafael Videla. Para ello se reunieron en la Plaza de Mayo y efectuaron una manifestación pública pacífica pidiendo saber el paradero de sus hijos.
La idea de reunirse en la Plaza de Mayo surgió el sábado 30 de abril de 1977,
cuando el grupo inicial de 14 madres de detenidos y desaparecidos
estaba esperando que las atendiera el secretario del vicario castrense,
en la Curia Metropolitana (en Buenos Aires). Una de ellas, Azucena Villaflor,
propuso entonces: «Individualmente no vamos a conseguir nada. ¿Por qué
no vamos todas a la Plaza de Mayo? Cuando vea que somos muchas, Videla
tendrá que recibirnos». La elección de la Plaza de Mayo se debió a que
está situada frente a la Casa Rosada - sede de la Presidencia - y a que es el lugar donde tradicionalmente se
han efectuado manifestaciones políticas. Las 14 madres caminaron hasta
la plaza y se quedaron de pie enfrente de la entrada principal de la
Casa Rosada.
Desde marzo de 1976, la dictadura cívico-militar (1976-1983) había impuesto el estado de sitio,
por lo que inmediatamente se les acercaron policías que les informaron
que estaban prohibidos los grupos de tres o más personas, y que estaba
prohibido estar de pie inmóvil en la vía pública, por lo que les
ordenaron que circularan (o sea, que se fueran de la plaza). En
cambio, las madres empezaron a caminar en círculos a paso lento
alrededor de la Pirámide de Mayo (el monumento central de la Plaza de
Mayo). Para evitar que se formaran grupos de tres, caminaron de a dos,
tomadas del brazo.
Al viernes siguiente aparecieron más madres desde la ciudad de La Plata, entre ellas Hebe de Bonafini.
La presencia de las madres en la Plaza era conocida por comentarios de
boca en boca, puesto que así como para la prensa cómplice de la
dictadura no existían los desaparecidos, tampoco existían las Madres.
Para la tercera reunión decidieron cambiar los viernes por los
jueves. Acordaron que fueran los jueves de 15:30 a 16:00 h por ser un
día y una hora en la que transitaba mucha gente por la Plaza. Ellas
permanecían en grupo y de pie sin caminar.
Dadas esas condiciones, comenzaron las marchas alrededor de la Pirámide de Mayo, símbolo de la libertad. Para reconocerse, comenzaron a usar un pañuelo blanco en la cabeza hecho en un principio con tela de los pañales
que se usaban para bebés, representando así a los hijos. Ese pañuelo se
convirtió en su símbolo. Las Madres intentaron dar a conocer sus dramas
y así participaron de marchas religiosas numerosas y populares en las
cuales era conveniente que pudieran reconocerse.
Una de las Madres en un acto de recuerdo en la ex-ESMA, junto al retrato de su hija, desaparecida a los 18 años
Nasceu em São Petersburgo, na Rússia, em 1904, com o nome de Georgi
Militonovitch Balanchivadze. Influenciado pelo pai, que era compositor, o
jovem bailarino estudou composição e piano no Conservatório de
Leninegrado, o que fez com que se tornasse, segundo críticos da época, o
coreógrafo de maior conhecimento musical de seu tempo.
Começou na Escola Imperial em 1914, onde veio a se formar sete anos
depois. Estreou como coreógrafo em 1923, com um pequeno grupo de
bailarinos, entre os quais Alexandra Danilova e, no ano seguinte, a sua
companhia, denominada "Os Bailarinos do Estado Russo" viajou para fora da Rússia para fugir para o mundo ocidental.
Desertou da União Soviética em 1924, quando foi então convidado por Diaghilev para ingressar na sua Companhia, os Ballets Russes. Nesta Companhia, criou importantes coreografias como La Pastorale, Jack in the Box e Triumph of Neptune.
Nos Estados Unidos,
aceitando convite de Lincoln Kirstein (1907-1996), que sonhava em criar
uma escola e companhia de balé na América, Balanchine desenvolve uma dança totalmente nova, a partir dos estilos dos balés clássicos francês, italiano e russo. Teve uma longa colaboração com Igor Stravinsky (Apollo foi uma das coreografias que fizeram juntos), e em 1934 fundou em Nova Iorque a School of American Ballet.
E em 1948, cria a Companhia de Balé Americano, o New York City Ballet,
passando então, a trabalhar como mestre de balé e principal coreógrafo
da Companhia, até à sua morte, em 1983.
Com toda sua enorme trupe de bailarinos, mudou-se em 1964 para o New York State Theater, instalado no Lincoln Center, que foi especialmente construído para ele. Quando morreu, da doença de Creutzfeldt-Jakob, os bailarinos oriundos da sua companhia dirigiam mais de dez companhias de balé nos Estados Unidos, Suíça e Japão.
Balanchine é reconhecido como o coreógrafo que revolucionou o
pensamento e a visão sobre a dança no mundo, sendo responsável pela
fusão dos conceitos modernos com as ideias tradicionais do balé
clássico, o verdadeiro criador do bailado contemporâneo e um dos maiores
influenciadores dos mestres da dança de nossos dias, a exemplo de
Antony Tudor, William Dollar, Agnes de Mille, Alvin Ailey, John
Neumeier, Robert Joffrey, Harold Lang, Arthur Mitchell, Richard Tanner,
William Forsithe, Twyla Tharp e até os modernos Alwin Nikolais, Eliot
Feld e Merce Cunningham, além de Jerome Robbins (Jerome Rabinovitz),
expressão máxima da criação neoclássica norte-americana, igualmente de
origem russo-judaica.
Joaquim Agostinho começou a praticar ciclismo no Sporting Clube de Portugal, equipa que o descobriu ao treinar perto de Casalinhos de Alfaiata
em Torres Vedras, começando a praticar já com 25 anos de idade, mas
ainda conseguiu evoluir de tal forma que é usualmente referido como o
melhor ciclista português de todos os tempos.
A sua carreira internacional começou em 1968, depois de ter sido observado pelo director desportivo francêsJean de Gribaldy, obtendo resultados de destaque na Volta a Espanha, vários dias de amarelo e um segundo lugar final, distando apenas 11 segundos da vitória, e na Volta a França onde terminou duas vezes no pódio (3º lugar) e venceu a mítica etapa de Alpe d'Huez.
A 30 de abril de 1984, quando liderava (era o Camisola Amarela...) a X Volta ao Algarve, na 5ª. etapa, a 300 metros da meta, um cão atravessou-se no seu caminho, o que o fez cair, provocando-lhe uma fratura craniana - algum tempo depois afirmou-se que as consequências deste acidente poderiam ser menores se Joaquim levasse capacete.
Levantou-se, voltou a montar na bicicleta e terminou a etapa, com a
ajuda de dois colegas de equipa (Sporting/Raposeira). As persistentes dores na cabeça levaram-no a
ingressar no hospital de Loulé, onde o seu estado de saúde se agravou
drasticamente. Foi evacuado de emergência, fazendo 300 km de ambulância
(na altura não havia helicópteros
para transporte de doentes em Portugal, nem serviço de Neurocirurgia no
Algarve), para ser operado no hospital da CUF, em Lisboa. Após dez
intervenções cirúrgicas, de ser dado clinicamente morto 48 horas depois
da queda e de permanecer dez dias em coma, faleceu, a 10 de maio de 1984, às 09.37 horas. Foi enterrado na sua terra natal e nunca será esquecido, pelos que amam o ciclismo e o Sporting.
NOTA: caiu - mas passou a última meta envergando, duplamente, as camisolas que amava e pelas quais era conhecido, a do Sporting e a Camisola Amarela, o nosso eterno Joaquim Agostinho..!
A Curva Villeneuve, local onde Ratzenberger colidiu com seu carro no seu acidente fatal em Ímola
Carreira
Antes de correr pela Simtek - uma das equipas da Fórmula 1 em 1994 - o piloto austríaco havia participado em diversas categorias do automobilismo internacional, sobretudo no Japão e na Inglaterra. A sua chance de correr na temporada de 1994 previa um contrato de cinco corridas, para que ele mostrasse um bom desempenho.
No início da temporada dizia que não iria expor o carro a
acidentes, já que a equipa se encontrava com sérias restrições
orçamentais. No GP do Brasil, não conseguiu classificar-se; em Aida, no
Japão, obteve um bom desempenho: largou em 22º e chegou em 11º. Nos
treinos livres para o GP de San Marino,
Ratzenberger fazia uma tentativa de classificação quando, depois da
Variante Alta e a antes da curva Rivazza, a asa dianteira do Simtek
soltou-se e o piloto, sem controle do carro, chocou violentamente
contra o muro, a cerca de 308 km/h.
Ratzenberger teve fraturas múltiplas no crânio e no pescoço. Logo após o
acidente, uma tentativa de reanimação cardíaca foi feita na própria
pista. A sua morte foi anunciada oito minutos após o piloto ter dado
entrada no Hospital Maggiore de Bologna. Após o acidente, a
Simtek anunciou que não se iria retirar da corrida, alegando que Roland
gostaria que David Brabham, o seu companheiro de equipa, participasse
da corrida. Andrea Montermini, piloto de testes da Simtek, ocupou o lugar do austríaco.
As investigações do acidente geraram grande controvérsia especialmente porque, no dia anterior (sexta), Rubens Barrichelo sofreu um acidente grave e no domingo, outro piloto morreria na mesma pista: Ayrton Senna. A discussão concentrou-se na determinação da hora e local da morte de Ratzenberger. Os organizadores da corrida e da FIA
alegavam que foi levado ainda com vida para Bolonha, enquanto que os
investigadores alegam que teve morte instantânea ou, no mínimo,
ainda dentro no circuito de Ímola. Segundo as leis italianas, se um
desportista morrer durante um evento desportivo, o evento deve ser
cancelado e todo o complexo desportivo colocado à disposição dos peritos
até o final da investigação, que pode durar meses ou anos. Se isso
tivesse acontecido, a morte de Senna teria sido evitada...
Por outro lado, as autoridades afirmam que tanto a FIA como a
organização da prova tratou de retardar o anúncio da morte, para evitar o
cancelamento do evento e o consequente prejuízo que isso iria causar.
No dia seguinte, o acidente que tirou a vida de Senna seria tratado da
mesma forma...
Darrell Antony Sweet (Bournemouth, 16 May 1947 – New Albany, Indiana, 30 April 1999) was a drummer for the scottishhard rockbandNazareth. He was a co-founder of Nazareth, which was formed in 1968. Nazareth
Sweet was born in Bournemouth, England. His early years were spent playing with the Burntisland pipe band. He was also one of the members of The Shadettes that became Nazareth.
As a founding member of Nazareth, he played drums from 1969 until his death in 1999. He played on Nazareth's first 20 albums. Death
Sweet died of a heart attack in 1999, as the band prepared to set out on the second leg of its U.S.tour in support of their latest album, Boogaloo. The band had arrived at Indiana's New Albany Amphitheater when the 51-year-old Sweet began to feel ill. Within minutes he had gone into cardiac arrest.
He was taken to Floyd Memorial Hospital in New Albany, where doctors
pronounced him dead. Sweet was survived by his wife, Marion, and their
son and daughter. He was replaced in the band by Pete Agnew's son, Lee Agnew.
Ben E. King, nome artístico de Benjamin Earl Nelson (Henderson, 28 de setembro de 1938 – Hackensack, 30 de abril de 2015) foi um cantor de soul e R&B e produtor musical norte-americano. Nasceu em Henderson, Carolina do Norte, mas mudou-se para o Harlem, em New York, com a idade de nove anos.
Ele é talvez mais conhecido como vocalista e co-compositor da música Stand by Me, do álbum Don't Play That Song, gravado em 1961 e lançado em 1962 pela gravadora Atco Records.
Acalanto - Nana Caymmi e Dorival Caymmi É tão tarde A manhã já vem Todos dormem A noite também Só eu velo por você, meu bem Dorme, anjo O boi pega neném
Lá no céu deixam de cantar Os anjinhos foram se deitar Mamãezinha precisa descansar Dorme, anjo Papai vai te ninar
Boi, boi, boi Boi da cara preta Pega esta menina Que tem medo de careta
Criada desde o nascimento num ambiente musical, a sua vocação aflorou muito cedo. Filha do compositor, cantor e guitarristaDorival Caymmi, e da cantora Stella Maris, o seu dom e talento para a música já vinha de origens familiares. Em
1960, iniciou sua carreira artística quando gravou na gravadora Odeon a faixa Acalanto (Dorival Caymmi), no LP do pai, que compôs a canção de ninar para ela quando era ainda criança. Ela e Dorival gravaram em dueto a canção.
Lançou, também, o primeiro disco solo, um 78 RPM, com as músicas Adeus (Dorival Caymmi) e Nossos beijos (Hianto de Almeida e Macedo Norte). No dia 26 de abril desse mesmo ano, assinou contrato com a TV Tupi, apresentando-se no programa Sucessos Musicais, produzido por Fernando Confalonieri. Em seguida, passou a se apresentar, acompanhada pelo irmão Dori, o programa A Canção de Nana, produzido por Eduardo Sidney.
Gravou, em 1963, seu primeiro disco, chamado Nana, com arranjos de Oscar Castro-Neves, pela gravadora Elenco.
Em 1964, participou do disco, também da Elenco, Caymmi visita Tom e leva seus filhos Nana, Dori e Danilo,
ao lado do pai e dos irmãos. Foi um disco que se tornou um clássico da
música popular brasileira e lançou "das Rosas", composição inédita de
Caymmi de muito sucesso não só no Brasil mas nos Estados Unidos, onde foi gravada por Andy Williams.
Em 1970, fez uma temporada de shows com Dori Caymmi em Punta del Este, no Uruguai. Participou do espetáculo "Mustang Cor de Sangue", com Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle e o conjunto Apolo 3, realizado no Teatro Castro Alves (Salvador) e no Teatro de Bolso, no Rio de Janeiro.
No ano seguinte, cantou "Morena do Mar" (Dorival Caymmi),
na II Bienal do Samba (TV Record). Voltou a Punta del Este, para novas
temporadas, em 1971 e em 1972, nesse último ano ao lado de Dori Caymmi,
no Café del Puerto. Em 1973, apresentou-se em uma turnê de sucesso em Buenos Aires.
No ano seguinte, realizou um show, com o conjunto argentino Camerata, no Camerata Café Concert, em Punta del Este. Lançou na Argentina,
pela gravadora Trova, ainda em 1974, o LP "Nana Caymmi", que vendeu 20
mil cópias. O disco, divulgado na Rádio Jornal do Brasil por Simon
Khoury, chamou a atenção das gravadoras brasileiras. No ano seguinte,
acompanhada pela Camerata, foi recebida pela mídia como Grande Show
Woman, em sua temporada anual na Argentina.
Após um jejum de oito anos no mercado fonográfico
brasileiro, ficou mais conhecida na Argentina que no Brasil. Lançou, em
18 de junho de 1975, na Sala Corpo e Som, do Museu de Arte Moderna (RJ),
o LP "Nana Caymmi" (CID). O disco alcançou o 77º lugar no Hit Parade
Carioca, uma semana após o lançamento. Fez, ainda, uma temporada, no mês
de julho, na boate Igrejinha em São Paulo, sendo citada por Tárik de
Souza, no "Jornal do Brasil", como a "Nina Simone brasileira" e
provocando a admiração de Caetano Veloso, que considerou sua interpretação de "Medo de amar" (Vinícius de Moraes) uma das mais expressivas da música brasileira.
No dia 22 de outubro de 1976, foi contemplada com o Troféu
Villa-Lobos de Melhor Cantora do Ano, oferecido pela Associação
Brasileira de Produtores de Discos. Participou da trilha sonora de
"Maria Maria", espetáculo do Balé Corpo, com músicas de Milton Nascimento e Fernando Brant e coreografia de Oscar Ajaz. Apresentou-se, ao lado de Ivan Lins, no Teatro João Caetano
(RJ), pelo projeto "Seis e Meia", projeto de Albino Pinheiro. Ainda em
1976, lançou o LP "Renascer", com show no Teatro Opinião". A canção
"Beijo partido" (Toninho Horta), na voz da cantora, foi incluída na
trilha sonora da novela Pecado Capital (TV Globo).
Em 1977, gravou novo LP, pela RCA-Victor.
O disco contou com a participação de Dorival Caymmi na faixa "Milagre",
canção inédita do compositor, e teve show de lançamento no Teatro
Ipanema (RJ). Ainda nesse ano, a gravadora CID Entertainment lançou no
mercado brasileiro o disco "Nana Caymmi", gravado na Argentina em 1974,
com o título "Atrás da porta". Inaugurou, ao lado de Ivan Lins, o "Projeto Pixinguinha" (Funarte, extensão nacional do projeto pioneiro de Albino Pinheiro.
Em 1978, apresentou-se com Dori Caymmi no mesmo "Projeto
Pixinguinha". O show, dirigido por Arthur Laranjeiras, estreou no Teatro
Dulcina (RJ) e prosseguiu por Vitória, Salvador, Maceió e Recife. Ainda nesse ano, lançou, pela Odeon, o LP "Nana Caymmi", contendo a faixa "Cais" (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos), composta especialmente para a intérprete e incluída na trilha sonora da novela "Sinal de Alerta" (TV Globo).
Em 1979, apresentou-se, com Edu Lobo e o conjunto Boca Livre, no Teatro do Hotel Nacional e no Canecão, no Rio de Janeiro.
Em 1980, comandou "Nana Caymmi e seus amigos muito especiais", série de shows apresentados às segundas-feiras, no Teatro Villa-Lobos, com a participação de Isaurinha Garcia, Rosinha de Valença, Cláudio Nucci, Zezé Mota, Zé Luiz, Fátima Guedes, Sueli Costa, Jards Macalé e Claudio Cartier,
entre outros. Fez temporada no Chico’s Bar, anexo do Castelo da Lagoa,
no Rio de Janeiro, e realizou espetáculo de lançamento do disco "Mudança
dos ventos" (Odeon), título da canção de Ivan Lins e Vitor Martins,
inspirada no romance da cantora com o marido Claudio Nucci. Viajando em
turnê pelo país. Participou, ao lado do Boca Livre, do "Projeto Pixinguinha".
Em 1981, "Canção da manhã feliz" (Haroldo Barbosa e Luiz Reis), na voz da cantora, foi incluída na trilha sonora da novela Brilhante (TV Globo). Seu espetáculo, na Sala Funarte, foi apontado pelo Jornal do Brasil como um dos dez melhores do ano.
Em 1982, apresentou-se em Algarve, Portugal. Realizou uma participação na telenovela Champagne (TV Globo), representando a si mesma e cantando "Doce presença" (Ivan Lins e Victor Martins), ao lado do pianista Edson Frederico. A canção fazia parte da trilha sonora da novela.
No ano seguinte, gravou, com César Camargo Mariano, o LP Voz e Suor
(Odeon), disco premiado na França. Apresentou-se, ao lado do pianista,
no 150 Night Club (SP), para lançamento do disco e participou do
Festival de música de Nice, na França, com Dorival Caymmi e Gilberto Gil, entre outros.
No final de 1986, em comemoração ao centenário de nascimento de Villa-Lobos,
iniciou uma série de shows pelo país, que teve continuidade no ano
seguinte, interpretando obras do compositor, ao lado de Wagner Tiso e do
grupo Uakti.
Em 1987, fez temporada de shows em Madri (Espanha).
Lançou o disco "Nana", contando com a participação de seu filho, João
Gilberto, na faixa "A lua e eu" (Cassiano e Paulo Zdanowski). No dia 3
de outubro desse mesmo ano, nasceu sua primeira neta, Marina Caymmi
Meneses, filha de Denise Maria e Carlos Henrique de Meneses Silva.
No ano de 1988, fez show de lançamento do disco "Nana", no
L’Onoràbile Società em São Paulo e no People Jazz, no Rio de Janeiro,
seguindo em turnê pelo país.
Em 1989, participou da coletânea "Há sempre um nome de
mulher", LP duplo produzido por Ricardo Cravo Albin para a campanha do
aleitamento materno, do Banco do Brasil, cantando as músicas "Dora" e "Rosa morena", ambas de Dorival Caymmi. Nesse mesmo ano, ao lado do amigo Wagner Tiso, excursionou por várias cidades da Espanha e participou do Festival Internacional de Jazz de Montreux, na Suíça. A apresentação foi gravada ao vivo, gerando o LP "Só louco", lançado, no mesmo ano, pela EMI-Odeon.
Em 1991, voltou ao cenário artístico, participando, ao lado
do irmão Danilo, de espetáculo realizado no Rio Show Festival, no Rio
Centro, no Rio de Janeiro, que reuniu Dorival Caymmi e Tom Jobim,
se apresentado pela primeira vez no mesmo palco. Participou novamente
de um show de jazz no 25°. Festival de Montreux, dessa vez com o pai e
os irmãos. O show foi gravado ao vivo e gerou o disco "Família Caymmi em
Montreux", lançado no Brasil, no ano seguinte, pela PolyGram.
Em 1992, participou, no Rio Centro, RJ, da segunda edição do "Rio Show Festival", ao lado de Dorival Caymmi, Danilo Caymmi e Fagner. Lançou, pela Sony Music,
o disco "O melhor da música brasileira", apresentando-se em temporada
de shows na casa noturna Jazzmania (RJ). No dia 24 de abril desse mesmo
ano, nasceu Carolina, sua segunda neta, filha de Denise e Carlos
Henrique de Meneses Silva. Participou do "SP Festival", realizado no Anhembi (SP), ao lado de Dorival Caymmi, Danilo Caymmi e Gilberto Gil.
Em 1993, viajou a Portugal, para temporada de shows em Lisboa e no Porto,
ao lado de Dorival e Danilo Caymmi. Gravou o disco "Bolero" (EMI),
sucesso de vendagem, apresentando-se em longa temporada de shows no
People Jazz (RJ) e seguindo em turnê pelo país. Críticos consideram que a
cantora foi uma das responsáveis pela aceitação do bolero, graças a
excelência do CD "Bolero", não só pelo público mas por outros artistas
no mercado brasileiro - até então, ao menos no período, o gênero era
considerado cafona. Esteve, também, em Nova Iorque, onde se apresentou no Blue Note, em show que contou com a participação de Danilo Caymmi.
Em 1994, lançou o CD "A noite do meu bem - As canções de Dolores Duran"
(EMI), que contou com a participação de sua filha Denise Caymmi na
faixa "Castigo". Fez show de lançamento do disco no Canecão, em seu
primeiro espetáculo solo nessa casa, seguindo em turnê pelo país.
Em 1996, apresentou-se no Teatro Castro Alves, em Salvador, ao lado de Daniela Mercury,
do pai Dorival e dos irmãos Dori e Danilo, em dois espetáculos
comemorativos dos 50 anos das empresas Odebrecht. Lançou, nesse mesmo
ano, o disco "Alma serena" (EMI), no Canecão, RJ e no Palace, SP,
seguindo em turnê pelo país. Viajou, em seguida, para os Estados Unidos, onde se apresentou em Los Angeles e Nova Iorque, ao lado de Dori Caymmi.
Em 1997, gravou, no Teatro Rival, Rio de Janeiro, seu
primeiro disco solo ao vivo, "No coração do Rio" (EMI), seguindo em
turnê pelo país.
Em 1998, lançou o CD "Resposta ao tempo" (EMI), contendo a canção homônima (Cristóvão Bastos e Aldir Blanc), escolhida como tema musical de abertura da minissérie Hilda Furacão
(TV Globo), de autoria de Gloria Perez, baseada no romance homônimo de
Roberto Drummond. A música obteve bastante destaque, tendo sido muito
executada nas rádios, nesse ano, popularizando a cantora que até então
sofria o estigma de cantora para plateias sofisticadas. Apresentou-se,
novamente, no Canecão,
em show de lançamento do disco, viajando, em seguida, em turnê pelo
país. No mesmo ano, "Fascinação" outra grande interpretação sua
tornou-se tema de abertura da novela Fascinação, no SBT.
Em 1999, foi contemplada com o primeiro Disco de Ouro de
sua carreira, pelas cem mil cópias vendidas do CD "Resposta ao Tempo"
(EMI). Em seguida, "Suave Veneno" (Cristóvão Bastos e Aldir Blanc),
mesma dupla que compôs o sucesso anterior, foi escolhida como tema da novela homônima.
Lançou a coletânea "Nana Caymmi - Os maiores sucessos de novela" (EMI).
Até então, contabilizava 48 músicas incluídas em trilhas de novela,
séries e minisséries. Participou, ainda, do songbook de Chico Buarque (Lumiar Discos), interpretando a faixa "Olhos nos olhos".
Em 2000, comemorando 40 anos de carreira em disco, lançou o
CD "Sangre de mi alma" (EMI), cantando em espanhol uma seleção de
boleros, o segundo de sua carreira, como "Acércate más" (Osvaldo Farrés)
e "Solamente una vez" (Agustin Lara), entre outros, com arranjos de Dori Caymmi e Cristóvão Bastos.
Em 2001, gravou o CD "Desejo", produzido por José Milton,
responsável, aliás, por todos os seus discos desde 1994, com a
participação de Zeca Pagodinho, em dueto com a cantora em "Vou ver Juliana" (Dorival Caymmi), Ivan Lins, ao piano na faixa "Só prazer" (Ivan Lins e Celso Viáfora) e sua sobrinha Alice,
filha de Danilo Caymmi, em dueto com a tia na música "Seus olhos", de
autoria da irmã, Juliana Caymmi. O disco registou, com arranjos de
Cristóvão Bastos, Dori Caymmi, Lincoln Olivetti
e Paulão 7 Cordas, as canções "Saudade de amar" (Dori Caymmi e Paulo
César Pinheiro), "Frases do silêncio" (Marcos Valle e Erasmo Carlos),
"Fogueiras" (Ivan Lins e Vitor Martins), "Lero do bolero" (Kiko Furtado e
Abel Silva), "Vinho guardado" (Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós),
"Desejo" (Fátima Guedes), "Naquela noite" (Claudio Cartier e Guto
Marques), "Fumaça das horas" (Sueli Costa e Fausto Nilo), "Esse vazio"
(Cristóvão Bastos e Dudu Falcão), "Marca da Paixão" (Marcio Proença e
Marco Aurélio) e "Distância" (Dudu Falcão). Realizou show de lançamento
do disco no Canecão (RJ), apresentando, além do repertório do CD,
sucessos de sua carreira, como "Saudade de amar"- de Dori Caymmi e Paulo
Cesar Pinheiro - da trilha sonora da novela "Porto dos Milagres" (TV Globo) e Resposta ao tempo (Cristóvão Bastos e Aldir Blanc),
acompanhada de uma banda formada por Cristóvão Bastos (piano), Itamar
Assiere (teclados), Ricardo Silveira (guitarra), Jorjão (baixo), Ricardo
Pontes (sax e flauta), Ricardo Costa (bateria) e Don Chacal
(percussão).
Em 2002, lançou o CD "O mar e o tempo", contendo exclusivamente obras de Dorival Caymmi,
como "Saudade da Bahia" e "O bem do mar", entre outras, além da inédita
"Desde ontem". O disco contou com a participação de seus irmãos Dori e
Danilo, além de suas filhas, Stella e Denise, das netas Marina e
Carolina e das sobrinhas Juliana e Alice. O disco foi baseado em
'Dorival Caymmi - o mar e o tempo", biografia do seu pai, escrito por
sua filha Stella Caymmi, lançado no ano anterior, pela Editora 34 e
indicado ao prêmio Jabuti em 2002.
Em 2003, foi lançado o songbook "O melhor de Nana Caymmi" (Editora Irmãos Vitale),
produzido por Luciano Alves, contendo letras, cifras e partituras do
repertório da cantora, além de um perfil biográfico, discografia,
iconografia e cronologia assinados por sua filha, a jornalista e
escritora Stella Caymmi.
Em 2004, em comemoração ao 90º aniversário do pai, lançou,
com os irmãos Dori e Danilo, o CD "Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo",
contendo exclusivamente canções de Dorival Caymmi: "Acontece que eu sou
baiano", "Severo do pão/O samba da minha terra", "Vatapá", "Você já foi
à Bahia?", "Requebre que eu dou um doce/Um vestido de bolero", "Lá vem a
baiana", "A vizinha do lado/Eu cheguei lá", "O que é que a baiana
tem?", "Dois de fevereiro/Trezentos e sessenta e cinco igrejas",
"Saudade da Bahia", "O dengo que a nega tem", "São Salvador", "Eu não
tenho onde morar/Maracangalha" e "Milagre". Os arranjos do disco foram
assinados por Dori Caymmi.
Em 2005, lançou, ao lado de Danilo Caymmi, Paulo Jobim e Daniel Jobim, o CD "Falando de amor", dedicado à obra de Tom Jobim. Os músicos Jorge Hélder (baixo) e Paulinho Braga (bateria) participaram das gravações.
Em agosto de 2008, os pais de Nana (Dorival Caymmi e Stella
Maria) faleceram num curto intervalo de tempo, fazendo com que Nana,
muito abalada, cogitasse a possibilidade de deixar a carreira artística
por achar que não tinha mais ao seu lado os seus maiores incentivadores,
entrando em profunda tristeza.
Em dezembro de 2008 participou do programa musical Som Brasil Especial Dorival Caymmi,
programa da TV Globo que foi dedicado ao compositor baiano dentro da
grade de programas especiais do final do ano da emissora carioca.
Em abril de 2009, lançou mais um álbum na sua carreira. O
álbum chamou-se "Sem Poupar Coração" (Dori Caymmi e Paulo Cesar
Pinheiro), com catorze canções. Uma delas foi incluída com enorme
sucesso, na novela das 21 horas Insensato Coração, exibida na TV Globo e dirigida por Gilberto Braga.
Em 2010, o diretor franco-suíço Georges Gachot lançou um documentário sobre a cantora, Rio Sonata, no Brasil e nos principais festivais de cinema do exterior.
No ano de 2012 sua interpretação de Flor da Noite, de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, fez parte da trilha sonora do remake da novela Gabriela produzida pela TV Globo e baseado no grande romance de Jorge Amado, Gabriela, Cravo e Canela.
Em 2013, em comemoração antecipada ao centenário do pai Dorival Caymmi (1914–2008), grava pela Som Livre junto com seus irmãos Dori e Danilo, o álbum intitulado CAYMMI, indicado em 2014 ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. "O melhor de Nana Caymmi", Luciano Alves, Editora Irmãos Vitale, São Paulo, 2002.
Em 1961, casou-se com o médico venezuelano Gilberto José Aponte Paoli e mudou-se para a Venezuela. Nana morou em Caracas
por quatro anos e lá nasceram, de parto normal, as suas duas filhas:
Stella Teresa Caymmi Aponte, em 1962, e Denise Maria Caymmi Aponte, em
1963.
Devido às traições e humilhações do marido, além de não ter conseguido adaptar-se à Venezuela, Nana divorciou-se e voltou grávida para o Brasil,
em dezembro de 1965, com as suas filhas pequenas. Em 1966, nasceu no Rio
de Janeiro, também de parto normal, seu terceiro filho: João Gilberto
Caymmi Aponte, e a partir de então se tornou a única responsável pelas
crianças, mas conseguiu na justiça que o ex-marido pagasse a pensão dos
filhos.
Em 1967, após alguns meses de namoro, foi viver junto com o cantor e compositor Gilberto Gil. Em 1969 separou-se dele pela impossibilidade de acompanhá-lo com seus três filhos pequenos para seu exílio na Inglaterra, devido à perseguição da ditadura militar à época.
Em 1970, iniciou um namoro com o cantor João Donato.
O casal morou junto de 1972 a 1974. Após outros relacionamentos com
atores e músicos, em 1979 começou um namoro com o cantor e compositor Claudio Nucci.
Após três meses de namoro foram morar juntos. Em 1984, o casal
separou-se. Esse foi seu último casamento, sem deixar de circular nos media com alguns namorados ocasionais.
No dia 16 de dezembro de 1989, seu filho, João Gilberto, sofreu, no Rio de Janeiro, um grave acidente de motocicleta. A cantora passou o ano de 1990 dedicando-se exclusivamente aos cuidados do filho. Antes do acidente, Nana Caymmi sofreu com a dependência química do filho, que inclusive foi preso algumas vezes. Por conta desse acidente, João Gilberto sofreu traumatismo craniano e ficou quatro meses em coma. Como sequela do acidente, passou a viver numa cadeira de rodas e ficou deficiente mental.
Nana Caymmi morava com o seu filho numa casa na zona sul carioca. A artista tinha duas netas, filhas de Denise, que era sua empresária. A sua filha Stella vive sozinha e é escritora. Em 2016, a cantora passou por uma cirurgia de remoção de um tumor na parte externa do estômago, afastando-se dos palcos.
Morte
Nana Caymmi morreu no dia 1 de maio de 2025, aos 84 anos, após nove meses de internação na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro para tratar de uma arritmia cardíaca. Segundo o seu irmão Danilo Caymmi, ela enfrentou “um processo muito doloroso”, agravado por “várias comorbidades”.
É com
muito pesar que eu comunico o falecimento da minha irmã, Nana Caymmi, e
estamos, lógico, na família, todos muito chocados e tristes, mas ela
também passou nove meses sofrendo de sofrimento em um hospital, UTI, um
processo muito doloroso, de várias comorbidades, enfim, Eu queria que
vocês ajudassem a divulgar esse falecimento dela para os fãs. Muitos
fãs, o Brasil perde uma grande cantora, uma das maiores intérpretes que o
Brasil já viu, de sentimento, de tudo, enfim. Nós estamos realmente
todos muito tristes, mas ela terminou nove meses de sofrimento intenso
dentro de uma UTI de hospital. Bom, enfim.
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