Mostrar mensagens com a etiqueta Alexandre de Rezende. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alexandre de Rezende. Mostrar todas as mensagens
domingo, agosto 09, 2026
Porque hoje é preciso recordar Alexandre de Rezende...
Postado por Pedro Luna às 14:00 0 comentários
Marcadores: Alexandre de Rezende, Fado da Sugestão, Fado de Coimbra, Não digas não dize sim, Zeca Afonso
Fado de Coimbra com música de aniversariante de hoje
Postado por Pedro Luna às 01:40 0 comentários
Marcadores: Alexandre de Rezende, Edmundo de Bettencourt, Fado de Coimbra, Inquietação, Quanto mais foges de mim, secção de Fado
Alexandre de Rezende, guitarrista, compositor e cantor do fado de Coimbra, nasceu há 140 anos...
ALEXANDRE de REZENDE (1886 - 1953).
Guitarrista, compositor e cantor de Coimbra.
Faz hoje, dia 2 de fevereiro de
2013, 60 anos que ALEXANDRE AUGUSTO de REZENDE MENDES, ou ALEXANDRE AUGUSTO
MENDES de PINA e ALBUQUERQUE REZENDE, faleceu em Lisboa, no ano de 1953,
nascera em Campinas, estado de S. Paulo, Brasil, a 9 de agosto de 1886. O pai,
Alexandre Augusto de Albuquerque Mendes de Pina e Rezende, fora Cônsul Honorário
de Portugal, em Campinas. A mãe, D. Ana Duarte Gouveia de Rezende, faleceu
quando o jovem Alexandre tinha 10 anos. Filho de pai fidalgo e abastado, vem
para Portugal, passa pelos liceus da Guarda e de Lamego, e aos 16 anos
instala-se com o progenitor, em Coimbra, em Celas. No ano seguinte, com 17 anos,
faz exame de admissão à 5ª Classe do Liceu, em Coimbra, mas reprova. Nunca
entrou na Universidade de Coimbra. Vivia em Celas, na Casa Grande de Celas,
edifício que hoje já não existe, e onde havia sempre uma ajuda para os
estudantes com mais dificuldades financeiras. Eram gente fraterna e solidária.
Na sua casa, juntavam-se todos os que precisavam de ajuda e se entregavam nos
serões gastronómicos e musicais, que Alexandre e o pai, lhes proporcionavam. O
seu amigo Rafael Salinas Calado (1893 – 1962), no seu livro “Memórias de um
estudante de Direito”, diz:
- “O Alexande Rezende.
Não era
estudante, já no meu tempo, mas acamaradava com galhardia e com amizade,
recíproca, com muitos estudantes. Alto, esbelto, delgadinho, valente e
destemido, sempre muito janota, abastado, muito leal, cantava muito bem e muito
bem tocava guitarra.
Tinha uma pecha curiosa, ou antes uma
imunidade muito característica.
Quando era preciso beber, bebia tanto
ou mais que os outros, mas rijo, nada o virava, e calmo e, fleumático, não
deixava adivinhar o estado em que se encontrava.” (vem depois uma estória de uma
serenata, a umas senhoras gentilíssimas da Figueira, que os copos a mais,
prejudicaram o final ...).
Alexandre Rezende, conviveu com a
juventude estudantil do seu tempo em Coimbra, dos quais referiremos apenas
Manassés de Lacerda (1885 – 1962), durante algum tempo, pois este segue cedo
para o Porto, Alexandre Torres (1886 – 1969), Francisco Menano (1888 – 1970),
Patrocíno Dias (1884 – 1965), muito, Paulo de Sá (1891 – 1952), António Menano
(1895 – 1969), e muitos outros não estudantes, mas que eram famosos na altura,
como os irmãos Caetanos, Francisco (1884 – 1956), Alberto (1888 – 1941) e José
(1894 – 1971), José Trego (1883 – 1976) e outros. Na sua casa, cantava-se e
tocavam-se guitarradas , o chamado Fado de Coimbra era presença indispensável,
mas noites havia, em que o Fado de Lisboa era rei. Ficaram famosas as comezainas
bem regadas, que pai e filho proporcionavam, na casa de Celas, sendo que não
faltavam os charutos, as declamações poéticas e versalhadas do mais fino estilo.
Consta que as tascas e tabernas de Coimbra, conheciam bem esta rapaziada, que
parece terem eleito como templo principal, das suas noite de petiscos e
comezainas musicais, a Tasca do Magrinho.
Era usual, deslocarem-se para fora de
Coimbra, onde nas casas abastadas e fidalgas, em serões de antologia, se ouviam
os estudantes de Coimbra, nos seus Fados e Guitarradas. Entre outras, a Condessa
de Proença-a-Velha, D. Maria de Melo Furtado Caldeira Geraldes de Bourbon (1864
– 1944), quando se deslocava a Mogofores (Anadia), mas também em Penamacor,
Lisboa e por vezes Coimbra, promovia com forte entusiasmo estes serões
culturais. Deixou escrito, livros que atestam estas vivências inesquecíveis, a
que Augusto Hilário (1864 – 1996), foi no seu tempo uma presença privilegiada,
pois para além do mais, eram da mesma idade.
Alexandre de Rezende, mais tarde
constituiu família, e veio a ser Administrador de concelho em Montemor-o-Velho,
Fornos de Algodres (terra do famoso Jaime de Abreu, e da família Menano), e
Celorico da Beira, procurando sempre nesses lugares, manter estes serões
culturais, a fidalguia residente e com artistas amadores. Tendo em atenção o
trabalho do Coronel José Anjos de Carvalho e do Mestre Dr. António Manuel Nunes,
poderemos dizer que o AR, gravou nos anos longínquos de 1929, quatro fonogramas
etiqueta Parlophon. Coloca-se a hipótese de haver ainda mais uma gravação, não
totalmente identificada. Como composições de Alexandre de Rezende podemos
referir, com música sua:
- D’UM OLHAR (As meninas dos meus
olhos)
- FADO DE MINHA MÃE (Minha mãe é
pobrezinha)
- INQUIETAÇÃO (Quanto mais foges
de mim)
- FADO DA MENTIRA (Ninguém conhece
no rosto)
- O MEU MENINO (O meu menino é de
oiro)
- O MEU FILHINHO (À mãe de Nosso
Senhor)
- FADO DA SUGESTÃO (Não digas não,
dize sim)
- FADO DA GRAÇA (Dona Clarinha da
Graça)
- FADO DA LUZ (Tenho uma luz que
me guia)
- FADO DA MONTANHA (Quem por amor
se perdeu)
- FADO TRISTE (Tive um só amor na
terra)
- FADO REZENDE (ao morrer os olhos
dizem)
Existem ainda composições suas, que
de acordo com os autores referidos JAC e AMN, não se conhecem solfas impressas,
estando os respetivos fonogramas inacessíveis. É o caso dos fonogramas da
Parlaphom, B. 33500 e B. 33505, onde figuram as composições Canção da Despedida
e Fado do Conde da Covilhã, no primeiro, e Fado da Minha Mãe e Canção da Raia,
no segundo. Um outro fonograma tem duas composições ao estilo de Fado de Lisboa,
com as composições, Fado de Lisboa e Fado da Fadistice. Alexandre de Rezende, faleceu em
Lisboa a 2 de fevereiro de 1953. A 9 de agosto desse ano, faria 67
anos.
.
Manuel Marques
Inácio
NOTA - Para
um conhecimento mais profundo de Alexandre de Rezende, veja o que se
encontra no link que se segue, da autoria de Anjos de Carvalho e António
Manuel Nunes:
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
Marcadores: Alexandre de Rezende, António João Martins, Fado da Mentira, Fado de Coimbra, Honoris Causa
segunda-feira, fevereiro 02, 2026
Alexandre de Rezende, guitarrista, compositor e cantor do fado de Coimbra, morreu há 73 anos...
ALEXANDRE de REZENDE (1886 - 1953). Guitarrista, compositor e cantor de Coimbra.
Faz hoje, dia 2 de fevereiro de 2013, 60 anos que ALEXANDRE AUGUSTO de REZENDE MENDES ou ALEXANDRE AUGUSTO MENDES de PINA e ALBUQUERQUE REZENDE, faleceu em Lisboa, no ano de 1953, nascera em Campinas, estado de S. Paulo, Brasil, a 9 de agosto de 1886. O pai, Alexandre Augusto de Albuquerque Mendes de Pina e Rezende, fora Cônsul Honorário de Portugal, em Campinas. A mãe, D. Ana Duarte Gouveia de Rezende, faleceu quando o jovem Alexandre tinha 10 anos. Filho de pai fidalgo e abastado, vem para Portugal, passa pelos liceus da Guarda e de Lamego, e aos 16 anos instala-se, com o progenitor, em Coimbra, em Celas. No ano seguinte, com 17 anos, faz exame de admissão à 5ª Classe do Liceu, em Coimbra, mas reprova. Nunca entrou na Universidade de Coimbra. Vivia em Celas, na casa Grande de Celas, edifício que hoje já não existe, e onde havia sempre uma ajuda para os estudantes com mais dificuldades financeiras. Eram gente fraterna e solidária. Na sua casa, juntavam-se todos os que precisavam de ajuda e se entregavam nos serões gastronómicos e musicais, que Alexandre e o pai lhes proporcionavam. O seu amigo Rafael Salinas Calado (1893 – 1962), no seu livro “Memórias de um estudante de Direito”, diz:
- “O Alexande Rezende. Não era estudante, já no meu tempo, mas acamaradava com galhardia e com amizade, recíproca, com muitos estudantes. Alto, esbelto, delgadinho, valente e destemido, sempre muito janota, abastado, muito leal, cantava muito bem e muito bem tocava guitarra.
Tinha uma pecha curiosa, ou antes uma imunidade muito característica.
Quando era preciso beber, bebia tanto ou mais que os outros, mas rijo, nada o virava, e calmo e, fleumático, não deixava adivinhar o estado em que se encontrava.” (vem depois uma estória de uma serenata, a umas senhoras gentilíssimas da Figueira, que os copos a mais, prejudicaram o final ...).
Alexandre Rezende, conviveu com a juventude estudantil do seu tempo em Coimbra, dos quais referiremos apenas Manassés de Lacerda (1885 – 1962), durante algum tempo, pois este segue cedo para o Porto, Alexandre Torres (1886 – 1969), Francisco Menano (1888 – 1970), Patrocíno Dias (1884 – 1965), muito, Paulo de Sá (1891 – 1952), António Menano (1895 – 1969), e muitos outros não estudantes, mas que eram famosos na altura, como os irmãos Caetanos, Francisco (1884 – 1956), Alberto (1888 – 1941) e José (1894 – 1971), José Trego (1883 – 1976) e outros. Na sua casa, cantava-se e tocavam-se guitarradas, o chamado Fado de Coimbra era presença indispensável, mas noites havia em que o Fado de Lisboa era rei. Ficaram famosas as comezainas bem regadas, que pai e filho proporcionavam, na casa de Celas, sendo que não faltavam os charutos, as declamações poéticas e versalhadas do mais fino estilo. Consta que as tascas e tabernas de Coimbra, conheciam bem esta rapaziada, que parece terem eleito como templo principal, das suas noite de petiscos e comezainas musicais, a Tasca do Magrinho.
Era usual, deslocarem-se para fora de Coimbra, onde nas casas abastadas e fidalgas, em serões de antologia, se ouviam os estudantes de Coimbra, nos seus Fados e Guitarradas. Entre outras, a Condessa de Proença-a-Velha, D. Maria de Melo Furtado Caldeira Geraldes de Bourbon (1864 – 1944), quando se deslocava a Mogofores (Anadia), mas também em Penamacor, Lisboa e por vezes Coimbra, promovia com forte entusiasmo estes serões culturais. Deixou escrito, livros que atestam estas vivências inesquecíveis, a que Augusto Hilário (1864 – 1996), foi no seu tempo uma presença privilegiada, pois para além do mais, eram da mesma idade.
Alexandre de Rezende, mais tarde constituiu família, e veio a ser administrador de concelho em Montemor-o-Velho, Fornos de Algodres (terra do famoso Jaime de Abreu e da família Menano), e Celorico da Beira, procurando sempre nesses lugares, manter estes serões culturais, com a fidalguia residente e com artistas amadores. Tendo em atenção o trabalho do Coronel José Anjos de Carvalho e do Mestre Dr. António Manuel Nunes, poderemos dizer que o AR, gravou nos anos longínquos de 1929, quatro fonogramas etiqueta Parlophon. Coloca-se a hipótese de haver ainda mais uma gravação, não totalmente identificada. Como composições de Alexandre de Rezende podemos referir, com música sua:
Faz hoje, dia 2 de fevereiro de 2013, 60 anos que ALEXANDRE AUGUSTO de REZENDE MENDES ou ALEXANDRE AUGUSTO MENDES de PINA e ALBUQUERQUE REZENDE, faleceu em Lisboa, no ano de 1953, nascera em Campinas, estado de S. Paulo, Brasil, a 9 de agosto de 1886. O pai, Alexandre Augusto de Albuquerque Mendes de Pina e Rezende, fora Cônsul Honorário de Portugal, em Campinas. A mãe, D. Ana Duarte Gouveia de Rezende, faleceu quando o jovem Alexandre tinha 10 anos. Filho de pai fidalgo e abastado, vem para Portugal, passa pelos liceus da Guarda e de Lamego, e aos 16 anos instala-se, com o progenitor, em Coimbra, em Celas. No ano seguinte, com 17 anos, faz exame de admissão à 5ª Classe do Liceu, em Coimbra, mas reprova. Nunca entrou na Universidade de Coimbra. Vivia em Celas, na casa Grande de Celas, edifício que hoje já não existe, e onde havia sempre uma ajuda para os estudantes com mais dificuldades financeiras. Eram gente fraterna e solidária. Na sua casa, juntavam-se todos os que precisavam de ajuda e se entregavam nos serões gastronómicos e musicais, que Alexandre e o pai lhes proporcionavam. O seu amigo Rafael Salinas Calado (1893 – 1962), no seu livro “Memórias de um estudante de Direito”, diz:
- “O Alexande Rezende. Não era estudante, já no meu tempo, mas acamaradava com galhardia e com amizade, recíproca, com muitos estudantes. Alto, esbelto, delgadinho, valente e destemido, sempre muito janota, abastado, muito leal, cantava muito bem e muito bem tocava guitarra.
Tinha uma pecha curiosa, ou antes uma imunidade muito característica.
Quando era preciso beber, bebia tanto ou mais que os outros, mas rijo, nada o virava, e calmo e, fleumático, não deixava adivinhar o estado em que se encontrava.” (vem depois uma estória de uma serenata, a umas senhoras gentilíssimas da Figueira, que os copos a mais, prejudicaram o final ...).
Alexandre Rezende, conviveu com a juventude estudantil do seu tempo em Coimbra, dos quais referiremos apenas Manassés de Lacerda (1885 – 1962), durante algum tempo, pois este segue cedo para o Porto, Alexandre Torres (1886 – 1969), Francisco Menano (1888 – 1970), Patrocíno Dias (1884 – 1965), muito, Paulo de Sá (1891 – 1952), António Menano (1895 – 1969), e muitos outros não estudantes, mas que eram famosos na altura, como os irmãos Caetanos, Francisco (1884 – 1956), Alberto (1888 – 1941) e José (1894 – 1971), José Trego (1883 – 1976) e outros. Na sua casa, cantava-se e tocavam-se guitarradas, o chamado Fado de Coimbra era presença indispensável, mas noites havia em que o Fado de Lisboa era rei. Ficaram famosas as comezainas bem regadas, que pai e filho proporcionavam, na casa de Celas, sendo que não faltavam os charutos, as declamações poéticas e versalhadas do mais fino estilo. Consta que as tascas e tabernas de Coimbra, conheciam bem esta rapaziada, que parece terem eleito como templo principal, das suas noite de petiscos e comezainas musicais, a Tasca do Magrinho.
Era usual, deslocarem-se para fora de Coimbra, onde nas casas abastadas e fidalgas, em serões de antologia, se ouviam os estudantes de Coimbra, nos seus Fados e Guitarradas. Entre outras, a Condessa de Proença-a-Velha, D. Maria de Melo Furtado Caldeira Geraldes de Bourbon (1864 – 1944), quando se deslocava a Mogofores (Anadia), mas também em Penamacor, Lisboa e por vezes Coimbra, promovia com forte entusiasmo estes serões culturais. Deixou escrito, livros que atestam estas vivências inesquecíveis, a que Augusto Hilário (1864 – 1996), foi no seu tempo uma presença privilegiada, pois para além do mais, eram da mesma idade.
Alexandre de Rezende, mais tarde constituiu família, e veio a ser administrador de concelho em Montemor-o-Velho, Fornos de Algodres (terra do famoso Jaime de Abreu e da família Menano), e Celorico da Beira, procurando sempre nesses lugares, manter estes serões culturais, com a fidalguia residente e com artistas amadores. Tendo em atenção o trabalho do Coronel José Anjos de Carvalho e do Mestre Dr. António Manuel Nunes, poderemos dizer que o AR, gravou nos anos longínquos de 1929, quatro fonogramas etiqueta Parlophon. Coloca-se a hipótese de haver ainda mais uma gravação, não totalmente identificada. Como composições de Alexandre de Rezende podemos referir, com música sua:
- D’UM OLHAR (As meninas dos meus olhos)
- FADO DE MINHA MÃE (Minha mãe é pobrezinha)
- INQUIETAÇÃO (Quanto mais foges de mim)
- FADO DA MENTIRA (Ninguém conhece no rosto)
- O MEU MENINO (O meu menino é de oiro)
- O MEU FILHINHO (À mãe de Nosso Senhor)
- FADO DA SUGESTÃO (Não digas não, dize sim)
- FADO DA GRAÇA (Dona Clarinha da Graça)
- FADO DA LUZ (Tenho uma luz que me guia)
- FADO DA MONTANHA (Quem por amor se perdeu)
- FADO TRISTE (Tive um só amor na terra)
- FADO REZENDE (Ao morrer os olhos dizem)
Existem ainda composições suas, que de acordo com os autores referidos JAC e AMN, não se conhecem solfas impressas, estando os respetivos fonogramas inacessíveis. É o caso dos fonogramas da Parlaphom, B. 33500 e B. 33505, onde figuram as composições Canção da Despedida e Fado do Conde da Covilhã, no primeiro, e Fado da Minha Mãe e Canção da Raia, no segundo. Um outro fonograma tem duas composições ao estilo de Fado de Lisboa, com as composições, Fado de Lisboa e Fado da Fadistice. Alexandre de Rezende, faleceu em Lisboa a 2 de fevereiro de 1953. A 9 de agosto desse ano, faria 67 anos.
.
Manuel Marques Inácio
NOTA - Para um conhecimento mais profundo de Alexandre de Rezende, veja o que se encontra no link que se segue, da autoria de Anjos de Carvalho e António Manuel Nunes: LINK
Postado por Fernando Martins às 07:30 0 comentários
Marcadores: Alexandre de Rezende, António João Martins, Fado da Mentira, Fado de Coimbra, Honoris Causa
Subscrever:
Mensagens (Atom)


