O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
O Vosso tanque General, é um carro forte Derruba uma floresta esmaga cem Homens, Mas tem um defeito - Precisa de um motorista O vosso bombardeiro, general É poderoso: Voa mais depressa que a tempestade E transporta mais carga que um elefante Mas tem um defeito - Precisa de um piloto. O homem, meu general, é muito útil: Sabe voar, e sabe matar Mas tem um defeito - Sabe pensar
A Batalha de Aljubarrota foi uma das raras grandes batalhas campais da
Idade Média entre dois exércitos régios e um dos acontecimentos mais
decisivos da história de Portugal. Inovou a tática militar,
permitindo que homens de armas apeados fossem capazes de vencer uma
poderosa cavalaria. No campo diplomático, permitiu a aliança entre
Portugal e a Inglaterra, que perdura até hoje. No aspeto político,
resolveu a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e
Leão, permitindo a afirmação de Portugal como Reino Independente,
abrindo caminho sob a Dinastia de Avis para uma das épocas mais
marcantes da história de Portugal, a época dos Descobrimentos.
(...)
Na manhã de 15 de agosto,
a catástrofe sofrida pelos castelhanos ficou bem à vista: os cadáveres
eram tantos que chegaram para barrar o curso dos ribeiros que
flanqueavam a colina. Para além de soldados de infantaria, morreram
também muitos nobres fidalgos castelhanos, o que causou luto em Castela até 1387. A cavalaria francesa sofreu em Aljubarrota outra pesada derrota, contra as táticas de infantaria, depois de Crécy e Poitiers. A batalha de Azincourt, já no século XV, mostra que Aljubarrota não foi a última vez em que isso aconteceu.
Com esta vitória, D. João I tornou-se no rei incontestado de Portugal, o primeiro da Dinastia de Avis.
Para celebrar a vitória e agradecer o auxílio divino que acreditava ter recebido, D. João I mandou erigir o Mosteiro de Santa Maria da Vitória e fundar a vila da Batalha. Assim como, passados sete anos da batalha, o nosso condestável D. Nuno Álvares Pereira mandou construir a Ermida de São Jorge, em Calvaria de Cima, onde precisamente está o campo de militar de São Jorge e ele havia depositado o seu estandarte
nesse dia. Hoje nesse mesmo último local, há também um moderno centro
de interpretação que explica o desenrolar dos acontecimentos, seus
antecedentes e suas consequências.
Filho ilegítimo (bastardo) do rei D. Pedro I e 3.º Mestre da Ordem de Avis (com sede em Avis), foi aclamado rei na sequência da Crise de 1383-1385 que ameaçava a independência de Portugal.
Com o apoio do condestável do reino, Nuno Álvares Pereira, e aliados ingleses travou a batalha de Aljubarrota contra o Reino de Castela,
que invadira o país. A vitória foi decisiva: Castela retirou-se,
acabando bastantes anos mais tarde por o reconhecer oficialmente como
rei.
João Manuel Pereira Figueiredo Cabeleira conhecido como João Cabeleira, nascido a 14 de agosto de 1962, é um guitarristaportuguês, membro da banda Xutos & Pontapés desde 1983, quando veio substituir Francis (até então, guitarrista de solo da banda).
Carreira
Antes de ser guitarrista dos Xutos, era guitarrista dos Vodka Laranja, banda da qual foi fundador em 1979.
É considerado dos melhores guitarristas portugueses. Pode ser
interpretado por muitos como sendo mal-humorado ou pouco sociável, mas
na verdade a sua alegria e boa disposição estão sempre presentes, apesar
de em palco isso não ser notório, pois prefere dedicar mais da sua
atenção à música em si, do que à atuação, sendo uma presença essencial
no som dos Xutos & Pontapés.
Existem filmagens de concertos no famoso clube Rock Rendez-Vous,
recentemente editadas em DVD, em que assistia a um concerto da sua
futura banda (Xutos) ainda antes de surgir a oportunidade de tocar com
eles.
É o único elemento da banda que não participa vocalmente nos
espetáculos (nem mesmo em segundas vozes), e apenas por uma vez ocupou o
lugar central do palco para interpretar a música "Dantes", no concerto
dos quinze anos dos Xutos no Coliseu de Lisboa, ao lado de 2 músicos que na altura faziam parte do line-up
dos Delfins (Rui Fadigas, no baixo, e Jorge Quadros, na bateria,
fazendo um excecional uso de pedal duplo, que não existia nem nos
Delfins, nem nos Xutos; Rui Fadigas também se rendeu a um baixo mais
técnico e sentido do que aquele que nos habituámos a ouvir em ambas as
bandas). Esta foi uma das atuações mais memoráveis dos Xutos &
Pontapés (mesmo que não estivessem presentes na íntegra).
Em 2004, foi agraciado, juntamente com os restantes membros dos Xutos & Pontapés, pelo Presidente da República Jorge Sampaio, com a Ordem do Mérito.
Utiliza uma técnica solista bastante singular em que os seus
fraseamentos e acordes são bastante diferentes daquilo a que nos
habituámos a ouvir na guitarra solista de rock, ou de outro estilo
qualquer.
Algumas das suas influências que se manifestam na sua técnica exímia de tocar guitarra são David Gilmour dos Pink Floyd e Jimi Hendrix.
Em 2019, contribuiu para a canção "Rapazes da Praia", hino do centenário do Clube de Futebol "Os Belenenses", clube do qual é adepto, onde mais uma vez ficaram patentes as suas qualidades na guitarra.
No livro «Aqui Xutos & Pontapés», Rolando Rebelo revela que a
primeira guitarra elétrica de João Cabeleira foi uma Hondo adquirida em
1979 por 4.500$00, como resultado das poupanças feitas pelo músico,
sobretudo provenientes de lembranças de aniversário e de Natal.
Posteriormente, o músico viria a comprar, por 8 contos, uma Stagg
'Les Paul' ao baterista de uma banda com quem tocou antes de ingressar
nos Xutos. A história dessa guitarra foi contada pelo músico durante a
sua participação na iniciativa «Vamos Falar de Blues», promovida por
Budda Guedes, em setembro de 2019, em Braga.
Na foto de capa do disco «Circo de Feras» - datado de 1987 -, o
guitarrista enverga já uma FenderStratocaster de cor preta, pickguard
branca e braço em maple. É com este instrumento que faz pelo menos
alguns dos concertos da tourné de promoção do álbum.
Por altura do lançamento do trabalho de seguinte, o álbum «88», João
Cabeleira passou a usar como instrumento principal uma guitarra Fender,
modelo Contemporary Stratocaster, de fabrico japonês, equipada com 1
humbucker, 2 pickups single coil e um sistema de tremolo Fender
Schaller. O corpo dessa icónica guitarra é pintado a cinzento escuro
metalizado, sendo a pickguard e a headstock pretas, enquanto a escala é
em pau rosa. Este instrumento ainda hoje pode ser pontualmente visto em
registos ao vivo dos Xutos & Pontapés, nalguns dos temas tocados
em modo ‘acústico’.
Porém, a partir do álbum seguinte - «Gritos Mudos» -, a principal
guitarra do João passou a ser uma George Washburn EC-29 Spitfire de cor
vermelha, com pintura emulando fissuras [crackle finish]. Tratava-se de
um instrumento equipado com 2 pickups ativos – um single coil, um
humbucker e um tremolo Floyd Rose. Como backup, João Cabeleira possuía
ainda duas outras Washburns similares, nas cores preta e azul [embora
não fizesse muito uso desta última por não estar equipada com os pickups
originais].
Para lá das referidas Fender Contemporary Stratocaster e Washburn
EC-29, João Cabeleira costuma tocar em concertos ‘acústicos’ com uma
guitarra semi-acústica Gretsch G6122 cor de laranja. No primeiro registo
que os Xutos fizeram dentro deste género, editado em 1995 com o nome
«Ao Vivo na Antena 3», é visível a parte de trás deste instrumento na
fotografia que ilustra o álbum.
Curiosamente, no espetáculo «Febre de Sábado à Noite», apresentado por
Júlio Isidro em Matosinhos, em 2006, o guitarrista fez-se acompanhar de
uma guitarra Gibson SG Sunburst.
Mais tarde, em 2010, foi roubada uma carrinha dos Xutos & Pontapés
contendo material de back line da banda no seu interior, nomeadamente,
guitarras, baterias e amplificadores. Entre os instrumentos furtados
encontravam-se guitarras do João Cabeleira. De acordo com uma notícia
então publicada pelo Blitz, a então mulher do músico, Ana Figueiredo
[Bastet], dispôs-se a dar uma recompensa monetária a quem devolvesse o
material dos Xutos & Pontapés. Porém, esse material nunca viria a
ser recuperado. Afortunadamente, o João conseguiu adquirir uma outra
Washburn EC-29 vermelha, em tudo igual à que lhe fora roubada, sendo
este, atualmente, o seu instrumento de referência.
No teledisco do tema «Tu Também (Há 10.000 Anos Atrás)», apresentado no
final de 2013 para promoção do disco «Puro» - que sairia no dia do 35º
aniversário da banda, a 13 de janeiro de 2014, João Cabeleira
aparece a tocar com uma guitarra Ibanez RG550XH, instrumento com 36
trastos.
Vida Pessoal
Em 1993, João Cabeleira vivia com Iolanda Batista e nesse mesmo ano teve
a sua primeira filha. Posteriormente, de um relacionamento com
Sandrine de Matos, teve um segundo filho. Mais recentemente, foi casado
com Ana Figueiredo (Bastet), com quem teve uma filha, em 2013.
Juntamente com o seu irmão Dorsey Burnette e um amigo, Paul Burlison, no começo dos anos 50, formou o Johnny Burnette Rock and Roll Trio. Eles são creditados como os criadores da palavra "Rockabilly".
Embora tenham conseguido um contrato com uma gravadora, o grupo separou-se em 1957, devido à falta de sucesso comercial, mas, quando se mudou para a Califórnia, nos anos 60, Burnette conseguiu obter alguns sucessos como "Dreamin" e "You're Sixteen", seguidos por "Little Boy Sad", um ano depois.
A carreira de Johnny Burnette teve um fim abrupto quando morreu,
afogado, aos trinta anos, num acidente de barco. Foi enterrado no Forest Lawn Memorial Park Cemetery, em Glendale, Califórnia.
O seu nome e o seu talento como compositor ganharam proeminência novamente quando Ringo Starr lançou um cover de "You're Sixteen", em 1973.
Vendeu mais de 30 milhões de álbuns e mais de 2 milhões de DVDs, tendo
conquistado 160 discos de Ouro e Platina em 34 países. A banda sonora do
musical O Fantasma da Ópera,
interpretado por Sarah, vendeu mais de 40 milhões de cópias,
tornando-se um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos, sendo o
mais vendido do seu género musical. Foi a fonte de inspiração para Andrew Lloyd Webber, com quem foi casada de 1984 a 1990, criar o papel de Christine Daaé para o musical The Phantom of the Opera. Sabe cantar em várias línguas, incluindo inglês, espanhol, francês, latim, alemão, italiano, russo, hindi e mandarim.
Berry foi uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood durante os anos 2000 e esteve envolvida na produção de vários dos filmes em que atuou. Também é porta-voz da marca Revlon. Ela foi casada com o jogador de beisebol David Justice, o cantor e compositor Eric Benét e o ator Olivier Martinez. Ela tem um filho com Martinez e o modelo Gabriel Aubry.
Rosa Ramalho (1888-1977) é o nome artístico de Rosa Barbosa Lopes, ceramista e figura emblemática da olaria tradicional portuguesa.
Rosa Ramalho nasceu a 14 de agosto de 1888, na freguesia de São Martinho de Galegos (concelho de Barcelos). Filha de um sapateiro e de uma tecedeira, casou-se aos 18 anos, com um moleiro, e teve sete filhos. Aprendeu a trabalhar o barro
desde muito nova, mas interrompeu a atividade durante cerca de 50
anos, para cuidar da família. Só após a morte do marido, e já com 68
anos de idade, retomou o trabalho com o barro e começou a criar as
figuras que a tornaram famosa. As suas peças simultaneamente dramáticas
e fantasistas, denotadoras de uma imaginação prodigiosa,
distinguiam-na de outros barristas e oleiros e proporcionaram-lhe uma
fama que ultrapassou fronteiras.
Foi a António Quadros (pintor)
que se deveu a descoberta de Rosa Ramalho pela crítica artística e a
sua divulgação nos meios "cultos". Foi a primeira barrista a ser
conhecida individualmente pelo próprio nome e teve o reconhecimento,
entre outros, da Presidência da República, que em 9 de abril de 1981 lhe
atribuiu o grau de Dama da Ordem de Sant'Iago da Espada. Em 1968 tinha-lhe sido também entregue a medalha "As Artes ao Serviço da Nação".
Sobre a artista há um livro de Mário Cláudio (Rosa, de 1988, integrado na Trilogia da mão) e uma curta-metragem documental de Nuno Paulo Bouça (À volta de Rosa Ramalho, de 1996). Atualmente dá nome a uma rua da cidade de Barcelos e a uma Escola de 2º e 3º Ciclos da freguesia de Barcelinhos.
Há também a possibilidade de que se venha a transformar a sua antiga
oficina, em São Martinho de Galegos, num museu de olaria com o seu nome.
O seu trabalho teve como sucessora a sua neta, Júlia Ramalho.
O Coliseu dos Recreios é uma sala de espetáculos polivalente, situada em São José, Lisboa, construída de raiz e inaugurada em 14 de agosto de 1890, com a opereta “Boccaccio”, de Franz von Suppé, interpretada pela companhia Caracciolo, quando ainda não estavam terminados todos os trabalhos da sua construção.
Quatro empresários arrojados (o solicitador José Frederico Ciríaco, o
professor de filosofia Pedro António Monteiro, o dono de armazéns
António Caetano Macieira e o comerciante de carnes João Baptista G. de
Almeida), conceberam edificar o maior dos edifícios cobertos que
houvesse no mundo no campo dos espetáculos, e cuja lotação
ultrapassaria os 4.000 lugares.
A partir de 1888, os custos elevados da construção original foram
necessariamente cobertos com recurso a uma subscrição pública. Tão
grande era a vontade dos quatro elementos promotores e tão grande o
entusiasmo que nos demais interessados souberam criar, que conseguiram
recolher o montante suficiente, tendo o próprio rei D. Carlos I se tornado acionista.
Tendo o contributo de artistas estrangeiros, o Coliseu dos Recreios foi
inovador na introdução da arquitetura do ferro, ainda incipiente em
Portugal, através da espetacular cúpula em ferro, colocada sobre um
octógono em alvenaria, à maneira de uma parábola cúbica com lanterna de
8 metros de diâmetro, maior de todas as demais na terra, com 25 metros de
raio, diâmetro de 48,68 metros e o peso de 100 toneladas, vinda da
Alemanha, encomendada à firma Hein Lehmann e C.ª.
O telhado, também em ferro foi instalado em 1889, da responsabilidade
do engenheiro Lacombe. O traço da obra deveu-se aos engenheiros
Francisco Goulard, pai e filho (engenheiros franceses), e aos
portugueses Manuel Garcia Júnior, Frederico Ressano Garcia, M. Gouveia
Júnior e Xavier Cordeiro; a construção metálica coube a Castanheira das
Neves. Do arquiteto Cesare Ianz é o projeto da fachada do edifício,
última parte concluída, de três pisos, com motivos decorativos em
reboco e algumas carrancas, que lhe conferem e aumentam a
grandiosidade. Na fase final, foi dada rédea livre ao maior dos
cenógrafos lisboetas, Eduardo Machado, para que procedesse a uma
decoração em beleza e pusesse a funcionar o palco. Com 40 m de
profundidade, 18 de largura, uma teia em madeira e maquinismos manuais.
O Coliseu dos Recreios assumiu-se sempre como uma sala de espetáculos
popular, estabelecendo preços baixos e apresentando espetáculos de
diversos tipos, entre os quais a ópera (poucos anos antes, em 1887,
tinha aberto ao público um outro Coliseu, na Rua da Palma, no qual
também funcionaram companhias de ópera, mas que teve uma vida muito mais
efémera). O Coliseu evidenciou-se especialmente no campo da ópera
durante a I república, constituindo então uma alternativa ao S.
Carlos: em dezembro de 1916 estreou-se uma companhia, organizada por
Ercole Casali, da qual faziam parte Elvira de Hidalgo e Tito Schipa, e a
partir daí cantaram no Coliseu nomes como Alfredo Kraus, Antonietta
Stella, Carlo Bergonzi, Elena Suliotis, Fiorenza Cossotto, Joan
Sutherland, Piero Cappuccilli, Tito Gobbi ou Tomás Alcaide. Entre 1959 e
1981 os espetáculos líricos passaram a ser organizados em colaboração
com o S. Carlos, oferecendo a possibilidade de ouvir algumas das
grandes vozes que vinham a Lisboa por preços acessíveis.
Objeto de obras de remodelação entre 1992 e 1994, o Coliseu foi
reaberto em 26 de fevereiro de 1994 com um concerto que assinalou o
início dos acontecimentos culturais da “Lisboa 94”.
Tem atualmente uma lotação de 2.846 lugares em disposição de plateia sentada, ou 5.672 em disposição de plateia em pé.
(...) os poemas de Ângelo de Lima, alguns com laivos simbolistas, mas outros com características marcadamente delirantes e surreais, repletos de neologismos, versos de sentido incompreensível, despertaram a admiração dos Modernistas. Em junho de 1915, numa atitude provocadora para espantar o burguês lisboeta, Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, diretores do n.º 2 da revista Orpheu, publicam alguns "Poemas Inéditos" de Ângelo de Lima, que abrem este número da Revista Trimestral de Literatura.
Ângelo de Lima permaneceria internado no Hospital de Rilhafoles
(então já Hospital Miguel Bombarda) até ao final da sua vida. Morreu de
enterite e está sepultado no Cemitério dos Prazeres.
Pára-me de repente o Pensamento ... - Como que de repente refreado Na Douda Correria em que levado ... - Anda em busca da paz, do esquecimento...
Pára Surpreso... Escrutador... Atento Como pára... um Cavalo Alucinado Ante um Abismo... ante seus pés rasgado... Pára... e Fica... e Demora-se um Momento...
Vem trazido na Douda Correria Pára à beira do Abismo e se demora
E Mergulha na Noite, Escura e Fria Um olhar d'Aço que na Noute explora...
Filho ilegítimo (bastardo) do rei D. Pedro I e 3.º Mestre da Ordem de Avis (com sede em Avis), foi aclamado rei na sequência da crise de 1383-1385, que ameaçava a independência de Portugal.
Com o apoio do condestável do reino, Nuno Álvares Pereira, e aliados ingleses, travou a batalha de Aljubarrota contra o Reino de Castela,
que invadira o país. A vitória foi decisiva: Castela retirou-se,
acabando bastantes anos mais tarde por o reconhecer oficialmente como
rei.
Apaixonou-se pelo desporto automóvel com apenas dez anos, quando
visitou o autódromo de Bolonha. Enzo Ferrari trabalhou como mecânico até
ao início da I Guerra Mundial, altura em que entrou na Contruzioni Mecaniche National, como piloto de testes. Aos 21 anos tentou trabalhar na Fiat, mas foi recusado. Pouco depois ingressou na Alfa Romeo, mas desta vez como piloto. Criou a Scuderia Ferrari no ano de 1925, em Módena, mas durante a II Guerra Mundial viu-se obrigado a transferir a fábrica de automóveis para Maranello, a dezoito quilómetros de Módena. Depois da II Guerra Mundial, a Ferrari ganhou dois títulos mundiais em 1952 e 1953.
Alfredino Ferrari, filho de Enzo, morreu em 1956, aos 26 anos, sofrendo de distrofia muscular progressiva, o que fez com que ele se tornasse uma pessoa triste e amarga. Desde então Enzo nunca
mais pisou uma pista de corrida e passou a usar os inseparáveis óculos
escuros. Autodidata em mecânica, recebeu em 1960, da Universidade de Bolonha, o título de doutor "honoris causa" em engenharia, e mais tarde, em física. O governo italiano deu-lhe o título de comendador. Enzo Ferrari morreu em Maranello, com 90 anos, tendo, durante o período em que viveu, a sua equipa obtido 19 vitórias nas 24 Horas de Le Mans e nove títulos na Fórmula 1.
Homero não tinha morada E Dante teve que deixar a sua. Li-Po e Tu-Fu andaram por guerras civis Que tragaram 30 milhões de pessoas Eurípedes foi ameaçado com processos E Shakespeare, moribundo, foi impedido de falar. Não apenas a Musa, também a polícia Visitou François Villon. Conhecido como “o Amado” Lucrécio foi para o exílio Também Heine, e assim também Brecht, que buscou refúgio Sob o teto de palha dinamarquês.
Vi o eclipse em Tordesilhas (aproveitei e vi dois museus que valem a pena), comi e bebi bem e barato, não havia multidões no fantástico local que escolhi e valeu bem a pena...!
Um minuto da fase de totalidade maravilhoso!
Mas a possibilidade de convívio entre portugueses e espanhóis, a possibilidade de ver planetas no céu durante o dia, as sombras em forma de crescente, a oportunidade ver os comportamentos estranhos dos pássaros, o abaixar da temperatura e o facto de o tempo da fase de totalidade ultrapassar um minuto, tudo isto contribuiu para ser esta data um momento único e irrepetível - não fora o facto de que no próximo ano deverei ir ver um eclipse ainda melhor, no sul de Espanha!
Herbert Hall Turner was educated at Clifton College and Trinity College, Cambridge.
In 1884 he accepted the post of Chief Assistant at Greenwich
Observatory and stayed there for nine years. In 1893 he became Savilian
Professor of Astronomy and Director of the Observatory at Oxford
University, a post he held for 37 years until his sudden death in 1930.
He was one of the observers in the Eclipse Expeditions of 1886 and 1887. In seismology, he is credited with the discovery of deep focus earthquakes. He is also credited with coining the word parsec.
Delacroix é considerado o mais importante representante do romantismo francês. Na sua obra convergem a voluptuosidade de Rubens, o refinamento de Veronese, a expressividade cromática de William Turner e o sentimento patético de seu grande amigo Géricault. O pintor, que como poucos soube sublimar os sentimentos por meio da cor, escreveu: "…nem sempre a pintura precisa de um tema". E isso seria de vital importância para a pintura das primeiras vanguardas.
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