O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Não é por ti que dormes em meus braços que sinto amor. Eu amo a minha irmã gémea que nasceu sem vida, e amo-a a fantasiá-la viva na minha idade.
Tu, meu amor, que nome é o teu? Diz onde vives, diz onde moras, dize se vives ou se já nasceste.
Eu amo aquela mão branca dependurada da amurada da galé que partia em busca de outras galés perdidas em mares longissimos.
Eu amo um sorriso que julgo ter visto em luz do fim-do-dia por entre as gentes apressadas.
Eu amo aquelas mulheres formosas que indiferentes passaram a meu lado e nunca mais os meus olhos pararam nelas.
Eu amo os cemitérios - as lages são espessas vidraças transparentes, e eu vejo deitadas em leitos floridos virgens nuas, mulheres belas rindo-se para mim.
Eu amo a noite, porque na luz fugida as silhuetas indecisas das mulheres
são como as silhuetas indecisas das mulheres que vivem em meus sonhos.
Eu amo a lua do lado que eu nunca vi.
Nascida Eleanora Fagan Gough, em 7 de abril de 1915, em Filadélfia, Pensilvânia, foi criada em Baltimore por pais adolescentes. Quando nasceu, seu pai, Clarence Holiday, tinha quinze anos de idade e sua mãe, Saddy Fagan, apenas treze. O seu pai, guitarrista e banjoista,
abandonou a família quando Billie ainda era bebé, seguindo viagem com
uma banda de jazz. A sua mãe, também inexperiente, frequentemente a
deixava com familiares, ela teve uma infância difícil.
Menina americana negra e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos
possíveis. Aos dez anos foi violentada sexualmente por um vizinho, e
internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos
doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com a sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.
Carreira
A sua vida como cantora começou em 1930.
Estando mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento do
aluguer da sua casa, Billie sai à rua, em desespero, na busca de algum
dinheiro. Entrando num bar do Harlem,
ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o
pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um
emprego novo.
Billie nunca teve educação formal de música e a sua aprendizagem deu-se ouvindo Bessie Smith e Louis Armstrong.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico
John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou seu nome artístico.
Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, numa época de segregação racial nos Estados Unidos (anos 30). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong.
Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz de sua
época. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, a sua dicção, o
seu fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível
profundidade de emoção, aproximaram-na do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinquenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem lhe apelidou "Lady Day".
A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie Holiday sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, o que se refletia em sua voz.
Pouco antes da sua morte, por overdose de drogas, Billie Holiday publicou a sua autobiografia em 1956, Lady Sings the Blues, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo Diana Ross no papel principal.
Morte
No início de 1959, Billie soube que tinha cirrose hepática. O médico
disse-lhe para parar de beber, o que fez por pouco tempo, mas logo
voltou a beber bastante. Em maio, havia perdido quase dez quilos. Os
seus amigos Leonard Feather, Joe Glaser e Allan Morrison tentaram
levá-la para um hospital, mas ela não aceitou.
Em 31 de maio de 1959, Billie foi levada para o Hospital Metropolitano,
em Nova York, com problemas hepáticos e cardíacos. Recebeu voz de
prisão, por posse de drogas, enquanto estava no hospital, morrendo,
sendo o seu quarto invadido pelas autoridades e polícias ficaram de
guarda à porta do seu quarto. Billie Holiday permaneceu sob guarda da
polícia no hospital até que morreu, de edema pulmonar e insuficiência
cardíaca, causada por cirrose hepática, em 17 de julho de 1959.
Nos últimos anos de vida, havia sido progressivamente enganada nos seus
ganhos e morreu com 70 centavos de dólar no banco e 750 dólares
(pagos por um tablóide) por um artigo sobre a sua pessoa. A cerimónia
fúnebre foi realizado na Igreja de São Paulo Apóstolo, em Nova York.
Gilbert Millstein, do jornal The New York Times, que tinha sido o
narrador dos shows de Billie Holiday no Carnegie Hall, em 1956, e
escrito parte da contracapa do álbum O Essencial de Billie Holiday, descreveu a morte dela na contracapa do mesmo álbum, relançado em 1961:
"Billie Holiday morreu no Hospital Metropolitano, em Nova York, na
sexta-feira, 17 de julho de 1959, na cama em que havia sido presa pouco
mais de um mês antes, já mortalmente doente, por posse ilegal de
narcóticos; no quarto de onde um polícia se havia retirado - por ordem
judicial - apenas algumas horas antes da sua morte, que, como a sua
vida, foi desordenada e lamentável. Havia sido belíssima, mas
desgastou-se fisicamente a uma reduzida e grotesca caricatura de si
mesma. Os vermes de todos os tipos de excesso - drogas eram apenas um -
tinham-na devorado... A probabilidade existe de que - entre os
últimos pensamentos desta mulher cínica, sentimental, profana,
generosa e muito talentosa de 44 anos - estava a crença de que seria
acusada na manhã seguinte. Ela teria sido, eventualmente, embora
talvez não tão rapidamente. Em qualquer caso, ela retirou-se,
finalmente, da jurisdição de qualquer tribunal terreno."
Ravi Shankar (nascido Robindro Shaunkor Chowdhury; Varanasi, 7 de abril de 1920 - San Diego, 11 de dezembro de 2012) foi um compositor e músicoindiano. Ravi Shankar ficou conhecido em todo o mundo a partir da década de 60, ao colaborar com astros do pop e rock como os Beatles. Ravi Shankar foi considerado como o "padrinho de música do mundo".
O mais novo de sete filhos de uma família brâmane bengali, o seu pai, V. Lakshinarayana, era professor de violino
no seu país, o que contribuiu para que Shankar começasse a tocar esse
instrumento quando tinha cinco anos. Uma década depois, deixou a Índia para viajar até Paris com a companhia de dança do seu irmão Uday. Em 1936, começou a estudar sitar, instrumento tradicional indiano, sob a direção de Ustad Allauddin Khan, e pouco depois começou a fazer excursões pela Europa e EUA.
Alcançou a fama no Ocidente graças à sua amizade com o guitarristaGeorge Harrison, dos Beatles, de quem foi guru após conhecê-lo, em 1966. No ano seguinte, realizou o seu primeiro dueto com o violinistaYehudi Menuhin, com o qual posteriormente colaborou em várias ocasiões.
Em 1969, viajou aos EUA com a intenção de aprofundar-se na música do Ocidente e, ao mesmo tempo, popularizar sua música hindu. Dois anos mais tarde, a pedido do Orquestra Sinfónica de Londres, compôs um concerto que estreou no Royal Festival Hall, na capital inglesa. Em 1976, começou a colaborar com o guitarrista John McLaughlin, com quem fundou o grupo Shakti, trabalhou na One Truth Band e gravou o álbum 'Touch me there', sob a direção de Frank Zappa. Ravi Shankar participou do festival de Monterrey em 1967 e 1969 ao lado de Jimi Hendrix, Joe Cocker, Janis Joplin e outros no lendário Festival de Woodstock.
Apesar de já falecido, com seu álbum "The Living Room Sessions Parte 1" Ravi Shankar foi nomeada para os Grammy Awards de 2013 na categoria "Melhor Álbum de Música do Mundo".
O seu primeiro casamento em 1941, com a filha do músico Ustad Allauddin Khan, Annapurna Devi,
terminou em 1982, após anos de separação, nos quais manteve relações
com Kamala Chakravarty e Sue Jones, mãe da sua filha, a cantora de
jazz Norah Jones. De um relacionamento com Sukanya Shankar nasce a proeminente sitarista Anoushka Shankar em 1981. Por fim, Shankar casou em 1989 com Sukanya Rajan, com quem viveu desde então, entre San Diego e Nova Deli.
Ele também teve um filho, Shubhendra Shankar, que seguiu a carreira de
sitarista até morrer, repentinamente, aos 50 anos, em 1992.
Ravi Shankar morreu em 11 de dezembro de 2012, em San Diego,
aos 92 anos. Ele estava doente desde o ano anterior, por causa de
problemas respiratórios e cardíacos, o que o levou a submeter-se, no
dia 6 de dezembro, a uma intervenção cirúrgica para substituir uma válvula cardíaca, morrendo no período de recuperação.
Clark é reconhecido como um dos maiores talentos de desportos com motor e
um piloto versátil, capaz de competir em categorias como os Stock Car (NASCAR), carros de turismo (BTCC), em ralis, em corridas de resistência (24 Horas de Le Mans) e nas 500 Milhas de Indianápolis, onde venceu a corrida de 1965. Ele teve que perder o prestigioso Grande Prémio de Mónaco a fim de competir em Indianápolis, mas fez história ao conduzir o primeiro carro de motor central para ganhar na legendária "Brickyard",
assim como se tornar o único piloto até à data a ganhar tanto
a 500 Milhas de Indianápolis como o título da Fórmula 1 no mesmo ano.
Outros pilotos, incluindo Graham Hill, Mario Andretti, Emerson Fittipaldi e Jacques Villeneuve também ganharam ambas as coroas, mas não no mesmo ano. Ele foi particularmente associado com a marcaLotus.
Segundo Emília Viotti da Costa a estrutura construída na Independência
fez com que fosse organizado um sistema político que colocava os
municípios dependentes das províncias e estas, ao poder central; e ainda
"adotaram um sistema de eleições indiretas baseado no voto
qualificado (censitário), excluindo a maior parte da população do
processo eleitoral. Disputaram avidamente títulos de nobreza e
monopolizaram posições na Câmara, no Senado, no Conselho de Estado e nos
Ministérios".
Tal "Conselho de Estado", implementava o Poder Moderador
instituído por Pedro I, quando dissolvera a Constituinte: formado por
membros vitalícios, nomeados pelo monarca, não mais que em número de
dez, tinham por função ser ouvidos "em todos os negócios graves e
medidas gerais de pública administração, principalmente sobre a
declaração de guerra, ajuste de paz, negociações com as nações
estrangeiras, assim como em todas as ocasiões em que o imperador se
propunha exercer qualquer das atribuições do Poder Moderador" - e ao qual se opunham fortemente os liberais.
Ocorrera em 1830 em França uma revolta liberal que depusera o rei Carlos X, e influenciara os demais países com as ideias liberais. No Brasil surgem jornais como o Aurora Fluminense, no Rio, que fazem forte oposição ao ministério conservador imposto por Pedro I.
Evaristo da Veiga escrevera, no Aurora: "Se a vontade do povo for dominada pelo terror, a nossa liberdade será reduzida, necessariamente, a uma mera sombra". Em São PauloLibero Badaró comandava o periódico Observador Constitucional,
onde protestava contra autoridades, muitas delas ainda portuguesas.
Badaró, um jornalista italiano radicado no Brasil, é assassinado numa
emboscada, causando tal crime profunda impressão na opinião pública.
Procurando minimizar os ânimos liberais, empreende o imperador uma viagem a Minas Gerais, com intuito de minimizar as agitações liberais que eram capitaneadas por Bernardo Pereira de Vasconcelos; mas lá o recebem friamente.
Quando retorna à Corte, teria já o imperador pensado na abdicação. Os
portugueses locais realizam uma manifestação em seu apoio, com
luminárias, entrando em conflito com os nacionais, naquela que passou à
história com o nome de Noite das Garrafadas.
A inabilidade de Pedro I faz com que, a um Ministério moderado, nomeie
um absolutista, em substituição. O povo exige a volta da equipe
anterior, ajuntando-se no Campo da Aclamação. O Imperador, sendo
comunicado da exigência popular, responde que "Tudo farei para o povo, nada, porém, pelo povo".
As tropas aderem ao movimento, deixando o monarca sem o apoio das
armas. Numa última tentativa de compor um novo ministério, desta feita
de acordo com os anseios populares, procura o Senador Vergueiro. Mas este não é encontrado.
Abdicação e partida
Usando do direito que a Constituição
me concede, declaro que tenho muito voluntariamente abdicado na pessoa
de meu muito amado e prezado filho, o Senhor D. Pedro de Alcântara.
Boa Vista, 7 de abril de mil oitocentos e trinta e um, décimo da Independência e do Império."
Pedro
Após escrever sua abdicação, o agora ex-imperador entrega o papel da renúncia ao mesmo major Miguel de Frias e Vasconcelos (comandante da Fortaleza de São José da Ilha das Cobras) que lhe viera comunicar o estado de ânimo das tropas e do povo, dizendo-lhe então, com os olhos marejados: "Aqui está a minha abdicação; desejo que sejam felizes! Retiro-me para a Europa e deixo um país que amei e que ainda amo." Eram duas horas da madrugada do dia 7 de abril de 1831.
Viriato Correia fez a seguinte descrição dos momentos seguintes:
"As crónicas da época pintam de
uma maneira emocionante o momento em que Pedro I, depois da abdicação,
se foi despedir do filho imperador. É noite. O monarca menino dorme
tranquilamente no seu leito de criança. D. Pedro entra no quarto e pára
junto do menino. Não tem coragem de acordá-lo. Fita-o demoradamente.
As lágrimas ensopam-lhe os olhos; os soluços vão sufocar-lhe a garganta
e ele, temendo aquela fraqueza, sai do aposento, enxugando os olhos."
Na manhã do mesmo dia o ex-Imperador embarca no navio inglêsWarspite, acompanhado da Imperatriz D. Amélia e da filha, D. Maria, deixando no Brasil, além de Pedro II, as meninas D. Januária (com 9 anos), D. Paula (8 anos) e D. Francisca (7 anos), filhos de seu primeiro casamento; D. Amélia estava, então, grávida de três meses.
A nau inglesa, contudo, não partiu para a Europa. Dias depois do embarque o ex-monarca transfere-se com a esposa para a fragataVolage, enquanto D. Maria segue na corvetafrancesaLa Seine - estas sim partindo rumo à Europa. Como tutor do futuro imperador o monarca deixou José Bonifácio, com quem se reconciliara pouco tempo antes.
Na Europa, D. Pedro empreende uma luta contra seu irmão, D. Miguel,
a fim de assegurar para a filha Maria a sucessão do trono português.
No Brasil, dada a menoridade de Pedro II, tem início o conturbado e
importante período regencial.
Quatrocentos anos depois, importa-me
digam ser a minha
a arte do desmembramento e ascensão nucleares,
levítica, alienada? Ou alguém hesite
pelos séculos entre este finado e as Meninas
de Velázquez? Quantos apaixonei por mim
ao unir terra e céu na mesma fraternidade mal-afortunada,
ao tornar aderente a divindade
como fruto que conserva parte da sua flor
e espoliar-me do quinto sigilo,
dos mortos pela palavra de Deus e por seu testemunho.
Amigos, os sinais fúnebres, Jorge Manuel,
único filho, com insciência e garbo
de seus oito anos, e sobre o Anjo recolhendo a alma,
a Virgem, minha mulher, Jerónima,
entre Deus e todos os seus Santos.
Essa que pintei com pele de arminho
e cujo cálido rosto pervive com dureza de lioz,
igual quando a possuí e sempre
assumindo a feição de Mãe de Cristo:
fiel a ambas, fiel a nuvens, mãos aladas.
E olho, miraculado, os visitantes de Toledo,
turbas passam, tártaros indiferentes
nesta capela onde sou eu quem dá
a proporção cósmica da beleza.
A eles amo por seu bafo
poluente, mas vivo, e aos que me querem
na dúvida de crer ou na mortificação da Graça,
que foi minha. Como desejo ao Tejo
corra com o meu verde, mais exaltado,
e que as casas toledanas mantenham
a cor entre palha e barro, burel de apóstolos,
comunicada pelo restolho na planura.
A alma é sombra, um sonho.
Assim figurei vida e morte,
sem descaminho, sem o terrível cheiro de lobos,
ambas perdurando além de toda a mudança.
Descendente da família Holtreman, foi filho de António Maria Ribeiro da Costa Holtreman,
Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de
Coimbra e Advogado em Lisboa, e de sua mulher Libânia Augusta das Neves e
Melo.
Da primeira filha, teve como neto José Alfredo Holtreman Roquette, mais conhecido por José Alvalade. Em 1904 quando este seu neto lhe pediu ajuda financeira para fundar o que viria a tornar-se Sporting Clube de Portugal, além de 200$000 réis, disponibilizou também terrenos na sua Quinta em Alvalade, que abarcava as actuais zonas do Lumiar, Campo Grande e Alvalade, em Lisboa para a construção do Estádio. Foi nomeado 1.º Presidente do Sporting Clube de Portugal, como Presidente Honorário, em 1906.
Rainier III, Príncipe do Mónaco, nascido Rainier Louis Henri Maxence Bertrand Grimaldi (Mónaco, 31 de maio de 1923 - Mónaco, 6 de abril de 2005) reinou no Principado do Mónaco durante quase cinquenta e seis anos, fazendo dele um dos monarcas que reinaram por mais tempo durante o século XX. Embora tenha ficado mais conhecido fora da Europa por se ter casado com a atriz dos Estados UnidosGrace Kelly, Rainier foi também responsável por reformas na constituição do Mónaco e pela expansão da economia do principado; não somente por meio de sua tradicional base de jogos de azar como também por meio do turismo. Os lucros com jogos de azar correspondem, na atualidade, a três por cento da receita anual da nação, mas quando Rainier ascendeu ao trono, em 1949, correspondiam a mais de noventa e cinco por cento. Antes da sua morte, era o segundo monarca no mundo que há mais tempo reinava.
The American entry into World War I came in April 1917, after two and a half years of efforts by PresidentWoodrow Wilson to keep the United Statesneutral. Apart from an Anglophile element supporting the British, American public opinion went along with neutrality at first. The sentiment for neutrality was strong among Irish Americans, German Americans and Swedish Americans, as well as among church leaders and women. On the other hand, even before World War I
broke out, American opinion toward Germany was already more negative
than it was toward any other country in Europe. The citizenry
increasingly came to see the German Empire as the villain after news of atrocities in Belgium in 1914, and the sinking of the passenger liner RMS Lusitania
in May 1915. Wilson made all the key decisions and kept the economy on a
peacetime basis, while allowing banks to make large-scale loans to Britain and France. To preclude making any military threat, President Wilson made only minimal preparations for war and kept the United States Army on its small peacetime basis, despite increasing demands for preparedness. However, he did enlarge the United States Navy.
On April 2, 1917, Wilson asked a special joint session of Congress to declare war on the German Empire,
stating, "We have no selfish ends to serve". To make the conflict seem
like a better idea, he painted the conflict idealistically, stating that
the war would "make the world safe for democracy" and later that it
would be a "war to end war". The United States had a moral
responsibility to enter the war, Wilson proclaimed. The future of the
world was being determined on the battlefield, and American national
interest demanded a voice. Wilson's definition of the situation won wide
acclaim, and, indeed, has shaped America's role in world and military
affairs ever since. Wilson believed that if the Central Powers won, the
consequences would be bad for the United States. Germany would have
dominated the continent and perhaps would gain control of the seas as
well. Latin America could well have fallen under Berlin's control. The
dream of spreading democracy, liberalism, and independence would have
been shattered. On the other hand, if the Allies had won without help,
there was a danger they would carve up the world without regard to
American commercial interests. They were already planning to use
government subsidies, tariff walls, and controlled markets to counter
the competition posed by American businessmen. The solution was a third
route, a "peace without victory", according to Wilson.
Mulligan aprendeu piano e instrumentos de sopro quando adolescente e aos 17 anos escrevia arranjos para a banda de rádio de Johnny Warrington.
Especializou-se no sax barítono, instrumento no qual se tornou,
talvez, a maior referência mundial. Com um timbre riquíssimo e grande
agilidade, com improvisações extremamente melódicas, tendo preferência
por atmosferas mais intimistas, foi um dos principais expoentes do cool jazz, participando das gravações do célebre disco do trompetista Miles Davis, "Birth of the Cool".
Foi a 6 de abril de 1943 que se publicou, pela primeira vez, o livro O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupérry.
Apesar de Saint-Exupérry ser francês, a primeira edição d’O Principezinho aconteceu nos Estados Unidos da América, país onde o autor se encontrava exilado durante a II Guerra Mundial.
Saint-Exupérry terá escrito – e ilustrado, há que lembrá-lo: as ilustrações de O Pincipezinho são todas de sua autoria (e são lindas, apesar de o autor ter confessado várias vezes a sua frustração por os seus desenhos serem demasiado infantis, como se isso fosse possível) – este, que se tornou o livro não-religioso mais traduzido do mundo (existem versões em mais de 220 línguas), durante um período em que a sua saúde estava debilitada.
A terna viagem às memórias de infância, à idade da inocência, à imaginação livre, que se encontra na obra tem várias explicações. Não adianta explicar demasiado um livro que nem sequer é sério demais, isso é coisa de adultos. Mas há algumas chaves que podem servir para abrir o caminho à leitura harmoniosa da obra de Saint-Exupérry.
Uma delas, talvez a mais importante de todas, reside na própria dedicatória. O autor dedica O Principezinho a Léon Werth, um grande amigo e confidente que, apesar de ter uma vida, uma forma de estar e até uma idade muito diferentes das de Saint-Exupérry, era uma figura por quem este tinha uma admiração imensa.
A vida de Werth, um escritor surrealista, livre-pensador, anarquista e assertivo crítico literário não correu particularmente bem, mas tal não fez com que ele sucumbisse e se deixasse vergar, não, pelo contrário: manteve-se íntegro e fiel a si mesmo, construindo mundos ideais e fantasiosos que tanto encantaram o criador de O Principezinho.
É por isso que Saint-Exupérry lhe dedica a obra, mas de uma maneira especial, “Para Léon Werth quando ele era pequeno”, pode ler-se logo na primeira página.
E é assim, como quando éramos pequenos, que devemos ler O Principezinho, mesmo que, como ele, já tenhamos 75 anos.
Quem quiser assistir, ao vivo, à encenação adaptada da obra, pode ver, até dia 29 de abril, o musical que está em cena no Teatro da Trindade em Lisboa, com sessões às sextas-feiras (18.00), sábados (11.30) e domingos (15.30).
Para terminar, fica um desafio para todos os leitores: que palavra tem 6 letras e significa “gargarejar”? Não fomos nós que inventámos, foi o crucigramista, uma personagem encontrada nas páginas inéditas de O Principezinho descobertas em 2012.
Sabia que…
…no país natal de Saint-Exupéry, “O Principezinho” só foi publicado após a 2ª Guerra Mundial? O livro chegou ao mercado francês em 1946, três anos depois do seu lançamento original.
…diz-se que a personagem do livro foi inspirada em Pierre Sudreau, um rapaz de cachecol que era fã do escritor? Saint-Exupéry tomou Sudreau, a quem chamava de petit Pierre (relembre-se que o nome original da obra é Le Petit Prince), como seu protegido.
…a história de “O Principezinho” parte de uma experiência real? O autor era piloto e um acidente no deserto do Sahara fez com que tivesse alucinações decorrentes do calor e da desidratação. Só foi resgatado quatro dias após se ter despenhado, sobreviveu por pouco.
The Declaration of Arbroath is a declaration of Scottish independence, made in 1320. It is in the form of a letter submitted to Pope John XXII, dated 6 April 1320, intended to confirm Scotland's status as an independent, sovereign state and defending Scotland's right to use military action when unjustly attacked.
Tartan Day is a celebration of Scottish heritage on April 6, the date on which the Declaration of Arbroath
was signed in 1320. A one-off event was held in New York City in 1982,
but the current format originated in Canada in the mid 1980s. It spread
to other communities of the Scottish diaspora in the 1990s. In Australasia the similar International Tartan Day is held on July 1, the anniversary of the repeal of the 1747 Act of Proscription that banned the wearing of tartan.
D. Nuno Álvares Pereira, chefe militar português que tinha sob o seu comando uma força de 1.500 homens de pé, dos quais 100 besteiros e 300 lanceiros ingleses (cavalaria ligeira e pesada). As forças castelhanas invasoras contavam com um efectivo com 5.000 homens.
Por esta altura, Nuno Álvares Pereira fora nomeado pelo Mestre de Avis como fronteiro do Alentejo, temendo este a entrada em Portugal do exército castelhano por aquela zona. Partindo de Lisboa, D. Nuno aumentou o número dos seus homens pelo caminho e aproximou-se do exército inimigo, que intentava cercar Fronteira. Mais numerosos e conscientes que D. Nuno os iria interceptar, os castelhanos enviaram um emissário ao chefe do exército português, tentando dissuadi-lo. Perante a recusa dos portugueses, o exército castelhano foi ao seu encontro. O exército português já os aguardava, formando um quadrado (retângulo, mais precisamente) com a maioria dos veteranos lanceiros ingleses na vanguarda; nas alas e retaguarda estavam os peões, misturados com mais lanceiros ingleses. Os castelhanos atacaram com a cavalaria, que foi contida pelos lanceiros ingleses e por virotões, o que gerou grande desordem. A batalha durou pouco, tendo sofrido o exército castelhano pesadas baixas.
As tropas castelhanas começaram a recuar, sendo perseguidas por todo o resto do dia pelas forças juntadas por D. Nuno Álvares Pereira, que lhes deu caça até à distância de cerca de sete quilómetros do local da batalha.
A batalha dos Atoleiros constituiu na Península Ibérica a primeira e efectiva utilização das novas técnicas de defesa de forças de infantaria em inferioridade numérica, aprendida dos ingleses, perante uma cavalaria pesada muito superior. A mais conhecida destas será a técnica de «pé terra»» ou «pé em terra», pela primeira vez usada em Portugal: consistia em peões armados com lanças a esperar a carga da cavalaria inimiga, adoptando uma táctica defensiva.
Uma das mais curiosas notas da batalha é que, embora as forças de Castela tenham sofrido perdas muito elevadas, principalmente com muitos mortos entre a cavalaria pesada (que era a força castelhana mais importante), do lado português não ocorreu uma única morte, julgam alguns, nem se registaram feridos - algo pouco provável, pois o ataque castelhano consistiu primeiro em atacar a cavalo e, como tal não surtiu efeito, nova investida foi feita a pé, havendo então combate corpo a corpo.
Este facto só por si foi importante pois, para a realidade da Idade Média, um ambiente extremamente condicionado pela religião, a inexistência de mortos ou feridos foi vista como uma prova de que o lado português tinha o apoio de Deus.