quinta-feira, outubro 15, 2026
A Batalha de Valverde foi há 641 anos
Postado por Fernando Martins às 06:41 0 comentários
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quarta-feira, junho 24, 2026
Música para recordar um santo guerreiro...
Santo Condestável - António de Noronha
João Bettencourt / Pedro Rodrigues-Henrique Lourenço (Fado Cigana)
E o povo já rendido
À voragem do assalto
Sentiam-se as ameaças
E no coração das praças
A traição falava alto
Do Alentejo fronteiro
Com prontidão e ardor
Prepara os da sua guarda
Para a batalha que tarda
Nas hostes do seu senhor
O sentimento que abrasa
A coragem que inebria
Viessem nações inteiras
Desvairadas e guerreiras
Nada e ninguém o vencia
E responde, porque ama
A nobreza do seu estado
Reza entre espadas e adagas
Comanda mas cura as chagas
Dos que sofrem a seu lado
À Virgem pede um abrigo
Como se fosse um mendigo
Ou um pobre de pedir
A alma é o seu tesouro
Reparte terras e ouro
Como alguém que vai partir
A ouvir na voz do vento
O que Deus lhe quer dizer
No Carmo guarda portão
Com o burel da oração
É assim que vai viver
E é assim que o temos
No altar da Santidade
Condestável do que fomos
Condestável do que somos
À porta da eternidade
Postado por Pedro Luna às 14:31 0 comentários
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Nuno Álvares Pereira, hoje São Nuno de Santa Maria, nasceu há 666 anos

Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
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segunda-feira, abril 06, 2026
A Batalha dos Atoleiros foi há 642 anos
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| Batalha dos Atoleiros | |||
|---|---|---|---|
| Crise de 1383-1385 | |||
| Data | 6 de abril de 1384 (641 anos) | ||
| Local | Atoleiros, Fronteira (Portugal), Portugal | ||
| Desfecho |
| ||
| Beligerantes | |||
| |||
| Comandantes | |||
| |||
| Forças | |||
| |||
| Baixas | |||
| |||
A Batalha dos Atoleiros foi travada a 6 de abril de 1384, no atual município português de Fronteira, distrito de Portalegre e a cerca de 60 km da fronteira com Castela, entre as forças portuguesas, comandadas por D. Nuno Álvares Pereira, e uma expedição punitiva castelhana, enviada por João I de Castela, junto da povoação do mesmo nome, no Alentejo.
Foi a primeira batalha durante a crise de 1383-1385 e a primeira vitória obtida pelo general português.
O Terreiro da Batalha dos Atoleiros é Monumento Nacional desde fevereiro de 2023.
Antecedentes
Em dezembro de 1383, uma revolução em Lisboa, levou o então mestre de Avis, João ao poder, sendo aclamado Regedor e Defensor do Reino e levando a rainha Leonor Teles a fugir e a pedir ajuda ao genro: João I de Castela. Este começou por organizar um exército para esmagar a revolta, pois considerava-se como o legítimo rei de Portugal.
O novo regente nomeou Nuno Álvares Pereira, fronteiro do Alentejo e entregou-lhe uma força militar, temendo a entrada de João em Portugal junto com o exército castelhano por aquela zona. O chefe militar português partindo de Lisboa, aumentou o número dos seus homens pelo caminho e aproximou-se do exército inimigo, que intentava cercar Fronteira, tinha sob o seu comando uma força de 1.400 homens, dos quais 100 besteiros e 300 lanceiros ingleses (cavalaria ligeira e pesada). As forças castelhanas invasoras contavam com um efetivo com 5000 homens.
A batalha
Mais numerosos e conscientes que D. Nuno os iria intercetar, os castelhanos enviaram um emissário ao chefe do exército português, tentando dissuadi-lo. Perante a recusa dos portugueses, o exército castelhano foi ao seu encontro, sendo um dos comandantes, o irmão de Nuno Álvares: Pedro Álvares Pereira, prior da ordem do Hospital.
O exército português tinha escolhido previamente o terreno, formando um retângulo com a maioria dos veteranos lanceiros ingleses na vanguarda; nas alas e retaguarda estavam os peões, misturados com mais lanceiros ingleses. Os castelhanos atacaram com a cavalaria, que foi contida pelos lanceiros ingleses e por virotões, o que gerou grande desordem. A batalha durou pouco, tendo sofrido o exército castelhano pesadas baixas.
As tropas castelhanas começaram a recuar, sendo perseguidas por todo o resto do dia pelas forças juntadas por Nuno Álvares Pereira, que lhes deu caça até à distância de cerca de sete quilómetros do local da batalha.
A batalha dos Atoleiros constituiu na Península Ibérica a primeira e efetiva utilização das novas técnicas de defesa de forças de infantaria em inferioridade numérica, aprendida dos ingleses, perante uma cavalaria pesada muito superior. A mais conhecida destas será a técnica de «pé terra»» ou «pé em terra», pela primeira vez usada em Portugal: consistia em peões armados com lanças a esperar a carga da cavalaria inimiga, adotando uma tática defensiva.
Uma das mais curiosas notas da batalha é que, embora as forças de Castela tenham sofrido perdas muito elevadas, principalmente com muitos mortos entre a cavalaria pesada (que era a força castelhana mais importante), do lado português não ocorreu uma única morte, julgam alguns, nem se registaram feridos, algo pouco provável, pois o ataque castelhano consistiu primeiro em atacar a cavalo e como tal não surtiu efeito, nova investida foi feita a pé, havendo então combate corpo a corpo.
Consequências
Esta batalha provou ser possível resistir a um exército fortemente armado e formado na maioria por cavaleiros da nobreza, com recurso a forças populares. Foi uma importante vitória para resistir ao domínio de Castela e deu força à causa do mestre de Avis.
No fim de março, o exército de Castela pôs cerco a Lisboa, terminando em setembro por culpa da peste que atacou o acampamento.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 06:42 0 comentários
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sábado, novembro 01, 2025
Música para recordar um grande Português...
Santo Condestável - António de Noronha
João Bettencourt / Pedro Rodrigues-Henrique Lourenço
E o povo já rendido
À voragem do assalto
Sentiam-se as ameaças
E no coração das praças
A traição falava alto
Do Alentejo fronteiro
Com prontidão e ardor
Prepara os da sua guarda
Para a batalha que tarda
Nas hostes do seu senhor
O sentimento que abrasa
A coragem que inebria
Viessem nações inteiras
Desvairadas e guerreiras
Nada e ninguém o vencia
E responde, porque ama
A nobreza do seu estado
Reza entre espadas e adagas
Comanda mas cura as chagas
Dos que sofrem a seu lado
À Virgem pede um abrigo
Como se fosse um mendigo
Ou um pobre de pedir
A alma é o seu tesouro
Reparte terras e ouro
Como alguém que vai partir
A ouvir na voz do vento
O que Deus lhe quer dizer
No Carmo guarda portão
Com o burel da oração
É assim que vai viver
E é assim que o temos
No altar da Santidade
Condestável do que fomos
Condestável do que somos
À porta da eternidade
Postado por Pedro Luna às 14:31 0 comentários
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Nuno Álvares Pereira, que agora chamamos de São Nuno de Santa Maria, morreu há 594 anos
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
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quarta-feira, outubro 15, 2025
A Batalha de Valverde, que confirmou a nossa independência na crise de 1383/85, foi há 640 anos
| Batalha de Valverde | |||
|---|---|---|---|
| Crise de 1383-1385 | |||
| Data | 15 de outubro de 1385 | ||
| Local | Valverde de Mérida | ||
| Desfecho | Vitória dos portugueses | ||
| Combatentes | |||
| |||
| Comandantes | |||
| |||
| Forças | |||
| |||
Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
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quinta-feira, agosto 14, 2025
A batalha de Aljubarrota foi há 640 anos...!
Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
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terça-feira, junho 24, 2025
Nuno Álvares Pereira, que passou a ser São Nuno de Santa Maria, nasceu há 665 anos
Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
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segunda-feira, junho 23, 2025
Música para recordar um Santo Português...
Santo Condestável - António de Noronha
João Bettencourt / Pedro Rodrigues-Henrique Lourenço (Fado Cigana)
E o povo já rendido
À voragem do assalto
Sentiam-se as ameaças
E no coração das praças
A traição falava alto
Do Alentejo fronteiro
Com prontidão e ardor
Prepara os da sua guarda
Para a batalha que tarda
Nas hostes do seu senhor
O sentimento que abrasa
A coragem que inebria
Viessem nações inteiras
Desvairadas e guerreiras
Nada e ninguém o vencia
E responde, porque ama
A nobreza do seu estado
Reza entre espadas e adagas
Comanda mas cura as chagas
Dos que sofrem a seu lado
À Virgem pede um abrigo
Como se fosse um mendigo
Ou um pobre de pedir
A alma é o seu tesouro
Reparte terras e ouro
Como alguém que vai partir
A ouvir na voz do vento
O que Deus lhe quer dizer
No Carmo guarda portão
Com o burel da oração
É assim que vai viver
E é assim que o temos
No altar da Santidade
Condestável do que fomos
Condestável do que somos
À porta da eternidade
Postado por Pedro Luna às 14:31 0 comentários
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