quinta-feira, abril 23, 2026
Boris Iéltsin morreu há dezanove anos...
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Marcadores: alcoolismo, Boris Iéltsin, Putin, Rússia
quarta-feira, abril 01, 2026
O Massacre de Bucha foi descoberto há quatro anos...
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O Massacre de Bucha foi o assassinato em massa ocorrido em março de 2022 durante a Batalha de Bucha da invasão russa da Ucrânia em 2022. Material fotográfico e de vídeo do massacre começou a surgir em 1º de abril de 2022, depois que as forças russas se retiraram da cidade. Os relatos de atrocidades também incluem tortura, mutilação, decapitação, estupro e abuso sexual.
Segundo o prefeito de Bucha (ou Butcha), mais de 300 habitantes da cidade foram encontrados mortos. A Ucrânia pediu ao Tribunal Penal Internacional que investigue o que aconteceu em Bucha como parte de sua investigação em andamento sobre a invasão, a fim de determinar se uma série de crimes de guerra russos foram cometidos. Posteriormente, até 1 000 corpos seriam encontrados por toda a região do Oblast de Kiev, incluindo 458 só em Bucha.
As autoridades russas negaram qualquer irregularidade e descreveram imagens e fotografias de cadáveres como uma provocação ou uma encenação das autoridades ucranianas. Essas negações foram refutadas por vários grupos e organizações de media. Relatos de testemunhas oculares de moradores também culparam as Forças Armadas Russas pelos assassinatos.
Contexto
Como parte da invasão da Ucrânia em 2022, os militares russos atravessaram a fronteira ao sul da Bielorrússia, entrando em território da Ucrânia. Um dos movimentos iniciais consistiu num avanço, em direção a Kiev, de uma enorme coluna de veículos militares.
Em março de 2022, as forças avançadas russas entraram na cidade de Bucha, tornando-se uma das primeiras áreas da periferia de Kiev ocupadas pelas forças russas.
Ao contrário do que aconteceu noutras cidades, o governador local continuou no cargo durante a ocupação. Ele não foi sequestrado ou executado.
No final de março, antes da retirada russa de Kiev, a procuradora-geral da Ucrânia, Iryna Venediktova, afirmou que os promotores de justiça ucranianos reuniram evidências de 2.500 casos suspeitos de crimes de guerra na invasão russa de 2022 e identificaram "várias centenas de suspeitos" desses atos.
Como parte da retirada geral das forças russas estacionadas ao norte de Kiev, e também como na sequência da contra-ofensiva ucraniana, as tropas russas na área de Bucha recuaram para na direção norte. As forças ucranianas entraram na cidade em 1 de abril.
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Durante a ofensiva russa
De acordo com o The Kyiv Independent, em 4 de março, as forças russas mataram três civis ucranianos desarmados que estavam voltando da entrega de comida para um abrigo para cães. Por volta das 07.15 do dia 5 de março, dois carros que transportavam duas famílias tentando escapar foram vistos por soldados russos quando os veículos viraram na rua Chkalova. As forças russas abriram fogo contra o comboio, matando um homem no segundo veículo. O carro da frente foi atingido por uma rajada de metralhadora, matando instantaneamente duas crianças e sua mãe.
O prefeito da cidade, Anatoliy Fedoruk, havia falado aos meios de comunicação sobre crimes de guerra na cidade antes da recaptura da cidade. Em 7 de março, ele comparou a situação em Bucha a um "pesadelo" em uma entrevista à Associated Press, dizendo aos repórteres que "não podemos nem recolher os corpos porque o bombardeio de armas pesadas não para dia ou noite. Cães estão separando os corpos nas ruas da cidade." Em uma entrevista de 28 de março com Adnkronos, Fedoruk disse que as forças russas eram culpadas de crimes contra a humanidade. Ele evocou "um plano de terror contra a população civil" e afirmou que "aqui em Bucha vemos todos os horrores que ouvimos falar como crimes cometidos pelos nazistas durante a II Guerra Mundial".
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Após a retirada russa
As imagens de vídeo que surgiram após a retirada russa foram postadas nas mídias sociais em 1º de abril de 2022 e mostraram vítimas civis em massa. Segundo o prefeito Fedoruk, "centenas de soldados russos" também estavam entre os corpos encontrados na região. Posteriormente, surgiram mais evidências que pareciam mostrar crimes de guerra cometidos pelas forças russas enquanto ocupavam a região. Soldados das Forças de Defesa Territoriais da Ucrânia disseram ter encontrado dezoito corpos mutilados de homens, mulheres e crianças no porão de um acampamento de verão em Zabuchchya, perto de Bucha.
As imagens de vídeo que surgiram após a retirada russa foram postadas nos media sociais em 1 de abril de 2022 e mostraram vítimas civis em massa. Segundo o prefeito Fedoruk, "centenas de soldados russos" também estavam entre os corpos encontrados na região. Posteriormente, surgiram mais evidências que pareciam mostrar crimes de guerra cometidos pelas forças russas enquanto ocupavam a região. Soldados das Forças de Defesa Territoriais da Ucrânia disseram ter encontrado dezoito corpos mutilados de homens, mulheres e crianças no porão de um acampamento de verão em Zabuchchya, perto de Bucha.
Um relatório publicado pelo The Kyiv Independent incluiu uma foto e informações sobre um homem e duas ou três mulheres nuas debaixo de um cobertor cujos corpos soldados russos tentaram queimar na beira de uma estrada antes de fugir. Autoridades ucranianas disseram que as mulheres foram violadas e os corpos queimados. Jornalistas que escrevem para o The Kyiv Independent consideram que as fotos indicavam que as forças russas haviam escolhido e matado civis ucranianos de forma organizada, com muitos corpos sendo encontrados com as mãos amarradas nas costas.
Muitas das vítimas pareciam estar realizando suas rotinas diárias, carregando sacolas de compras. As imagens mostraram civis mortos com as mãos amarradas. Outras imagens mostraram um homem morto ao lado de uma bicicleta. Os próprios jornalistas que entraram na cidade descobriram os corpos de mais de uma dúzia de pessoas em trajes civis.
A CNN, a BBC, e a AFP divulgaram a documentação em vídeo de numerosos cadáveres de civis nas ruas e pátios de Bucha, alguns deles com braços ou pernas amarrados. A BBC News disse que dos 20 corpos na rua, alguns foram baleados no templo e alguns corpos foram atropelados por um tanque. Em 2 de abril, um repórter da AFP afirmou ter visto pelo menos vinte corpos de civis do sexo masculino caídos nas ruas de Bucha, com dois dos corpos de mãos amarradas. Fedoruk disse que todos esses indivíduos foram baleados na parte de trás da cabeça.
Em 5 de abril, jornalistas da Associated Press viram corpos carbonizados numa rua residencial perto de um playground em Bucha, incluindo um com um buraco de bala no crânio e um corpo queimado de uma criança. Na mesma data, o Washington Post informou que investigadores ucranianos encontraram evidências de tortura, decapitação, mutilação e incineração de cadáveres. Os corpos de pelo menos um dos mortos foram transformados em uma armadilha e extraídos com arames. Aldeões que foram solicitados a ajudar a identificar um corpo decapitado relataram que soldados russos bêbados lhes disseram sobre a realização de atos sádicos contra ucranianos.
Em 9 de abril, investigadores forenses ucranianos começaram a recuperar corpos de valas comuns, como na igreja de André Apóstolo.
Em 21 de abril, a Human Rights Watch publicou um extenso relatório que resumia sua própria investigação em Bucha, implicando tropas russas em execuções sumárias, outros assassinatos ilegais, desaparecimentos forçados e tortura. Também instou as autoridades ucranianas a preservar evidências e cooperar com o Tribunal Penal Internacional para reforçar futuros processos por crimes de guerra.
Uso de flechetes
Em 24 de abril, o The Guardian informou que dezenas de corpos tinham flechettes neles. Testemunhas oculares anónimas em Bucha relataram anteriormente o disparo de tiros de flechette pela artilharia russa, usando projéteis que carregam até 8.000 flechettes cada, de acordo com o Guardian. O uso de flechettes em áreas urbanas é considerado uma violação do direito humanitário.
Contagem de mortes informada
O prefeito Fedoruk disse que pelo menos 280 indivíduos da cidade tiveram que ser enterrados em valas comuns. Os moradores locais tiveram que enterrar outros 57 corpos em outra vala comum. Serhiy Kaplishny, um legista local que fugiu, mas retornou, disse que até 3 de abril sua equipe havia recolhido mais de 100 corpos durante e após os combates (incluindo mortes de soldados e mortes por causas naturais).
Ele disse que antes de sair, ele havia contratado um operador de retroescavadora para cavar uma vala comum perto da igreja, já que o necrotério não conseguia refrigerar os corpos devido à falta de eletricidade, e "foi um horror". Ele também disse que, desde o retorno, ele pegou 13 corpos de civis que estavam com os braços amarrados e foram baleados à queima-roupa.
O número exato de pessoas mortas é desconhecido. Fedoruk disse que pelo menos 300 pessoas foram encontradas mortas logo após o massacre. Em entrevista à Reuters, o vice-prefeito Taras Shapravskyi disse que 50 das vítimas foram executadas extrajudicialmente. O número de 300 foi posteriormente revisado para 403 em 12 de abril.
O ministro da Defesa, Oleksii Reznikov, disse: "Só em Bucha, o número de mortos já é maior do que em Vukovar", referindo-se à morte de centenas de civis croatas e prisioneiros de guerra durante a Guerra da Independência da Croácia. Em 13 de abril de 2022, a BBC News publicou um artigo dizendo que "pelo menos 500 mortos foram encontrados desde que os russos deixaram" Bucha. Em 16 de maio de 2022, a BBC News informou que mais de 1.000 civis foram mortos na região de Bucha durante o mês sob ocupação russa, mas a maioria não morreu por estilhaços ou bombardeios. Mais de 650 foram mortos a tiros por soldados russos.
Em 13 de junho de 2022, as autoridades ucranianas disseram que 1.316 corpos de pessoas foram descobertos em Bucha e arredores desde a retirada russa. No mesmo dia, mais sete vítimas também foram recuperadas de uma sepultura na floresta. Dois deles estavam com as mãos amarradas nas costas e com ferimentos de bala nos joelhos, o que a polícia local disse indicar tortura.
Vítimas notáveis
Vitaly Vinogradov, o decano académico do Seminário Evangélico Eslavo de Kyiv, estava entre os mortos em Bucha. O corpo de Zoreslav Zamoysky, um jornalista freelance local, também foi encontrado em Bucha, e foi posteriormente enterrado na aldeia de Barakhty. O empresário e ex-candidato à eleição presidencial ucraniana de 2004 Oleksandr Rzhavskyy foi morto em Bucha em sua propriedade. Rzhavskyy foi anteriormente apontado como um político pró-Rússia, criticou o governo ucraniano pós-2014 e elogiou Vladimir Putin. De acordo com sua filha, ele havia sido sequestrado duas vezes por soldados russos em sua propriedade que exigiram um resgate e, durante uma bebedeira, os soldados russos o mataram a tiros.
in Wikipédia
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Marcadores: crimes de guerra, invasão da Ucrânia, Massacre de Bucha, Putin
quinta-feira, março 05, 2026
A URSS e Estaline ordenaram o Massacre de Katyn há 86 anos...

Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: comunismo, Estaline, estalinismo, genocídio, Massacre de Katyn, pena de morte, Polónia, Putin
terça-feira, fevereiro 24, 2026
segunda-feira, fevereiro 16, 2026
O Querido Líder e Comandante Supremo (da democracia extremamente avançada da Coreia do Norte...) nasceu há 85 anos
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terça-feira, outubro 07, 2025
Porque os ditadores genocidas (ainda) fazem anos...
Vladimir Vladimirovitch Putin (Leningrado, atualmente São Petersburgo, 7 de outubro de 1952), é o atual ditador presidente da Rússia, além de ter servido como agente do KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo, KGB e FSB, respetivamente. Putin exerceu a presidência entre 2000 e 2008, além de ter sido primeiro-ministro em duas oportunidades: a primeira entre 1999 e 2000, e a segunda entre 2008 e 2012.
Putin governa a Rússia desde a renúncia de Boris Iéltsin, em 1999. O seu primeiro governo foi marcado por profundas reformas políticas e económicas, pelo estadismo, por novas tensões com os Estados Unidos e Europa Ocidental, pela rigidez com os rebeldes chechenos e pelo resgate do nacionalismo russo, atitudes que lembram em parte o regime soviético e o czarismo. Entre os eventos mais notáveis de seu governo, estão o decreto que permite a indicação dos governadores dos distritos russos pelo próprio presidente, a restauração do controle russo sobre a república separatista da Chechénia, os assassinatos não esclarecidos de vários seus opositores políticos, como Anna Politkovskaia e Alexander Litvinenko, o fim do colapso económico russo, a estatização de setores estratégicos que até então estavam nas mãos dos oligarcas russos e as consequentes prisões de muitos deles e vários desacordos diplomáticos com a OTAN, sendo os mais memoráveis deles a discussão quanto ao estabelecimento de mísseis no Leste Europeu, que levou Putin a criticar publicamente a política internacional norte-americana, e o apoio russo aos separatistas na Ucrânia, após este país ter se alinhado à Aliança Atlântica.
Por dezasseis anos, Putin foi oficial do KGB, o serviço secreto da União Soviética, chegando à patente de tenente-coronel. Ele se aposentaria das atividades militares para ingressar na política, em sua cidade, São Petersburgo, em 1991. Mudou-se para Moscou em 1996, para que fizesse parte da administração do então presidente Boris Iéltsin, na qual cresceu rapidamente, tornando-se presidente interino em 31 de dezembro de 1999, quando o presidente Iéltsin renunciou ao cargo inesperadamente. Putin venceria a eleição do ano seguinte, tornando-se de facto Presidente da Rússia, sendo reeleito em 2004. Putin foi impedido de concorrer para um terceiro mandato em 2008, já que, na época, a Constituição russa só permitia dois mandatos consecutivos. Assim sendo, seu aliado Dmitri Medvedev seria seu sucessor, o que levaria à escolha de Putin como primeiro-ministro do país, cargo que ele manteve até o final da presidência de Medvedev. Em setembro de 2011, Putin anunciou que concorreria a um terceiro mandato nas eleições do ano seguinte, gerando diversos protestos nas principais cidades do país. Retornou à presidência em 2012, após uma eleição marcada por denúncias de fraudes e protestos, sendo reeleito em 2018. Em abril de 2021, após um referendo, ele sancionou emendas constitucionais que lhe permitiam concorrer à reeleição mais duas vezes, potencialmente estendendo a sua presidência até 2036.
Durante o mandato presidencial inicial de Putin, a economia russa cresceu, em média, sete por cento ao ano, impulsionada por reformas económicas e por um aumento de cinco vezes no preço do petróleo e do gás. Além disso, Putin liderou a Rússia num conflito contra os separatistas chechenos, restabelecendo o controle federal sobre a região. Enquanto servia como primeiro-ministro no governo Medvedev, supervisionou um conflito militar com a Geórgia e promulgou reformas militares e policiais. No seu terceiro mandato presidencial, a Rússia anexou a Crimeia e apoiou uma guerra no leste da Ucrânia através de diversas incursões militares, resultando em sanções internacionais e numa crise financeira. Também ordenou uma intervenção militar na Síria para apoiar o seu aliado Bashar al-Assad durante a Guerra Civil Síria, garantindo bases navais permanentes no Mediterrâneo Oriental. No seu quarto mandato presidencial, lançou uma invasão significativa da Ucrânia em fevereiro de 2022, que suscitou condenação mundial e levou a sanções internacionais. Em setembro de 2022, anunciou uma mobilização parcial e anexou à força quatro oblasts ucranianos à Rússia. Em março de 2023, o Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra Putin por crimes de guerra relacionados com a sua alegada responsabilidade criminal por raptos ilegais de crianças durante a guerra ucraniana. Em junho de 2023, sobreviveu à rebelião do Grupo Wagner.
Sob a liderança de Putin, a Rússia sofreu um retrocesso democrático e uma mudança para o autoritarismo. O seu governo foi marcado por corrupção endémica e violações generalizadas dos direitos humanos, incluindo a prisão e repressão de opositores políticos, intimidação e censura dos meios de comunicação independentes e a falta de eleições livres e justas. A Rússia de Putin tem recebido consistentemente pontuações baixas no Índice de Perceção de Corrupção da Transparência Internacional, no Índice de Democracia da The Economist, no índice de LFreedom in the World da Freedom House e no Índice de Liberdade de Imprensa da Repórteres Sem Fronteiras. Putin é o presidente russo que ficou mais tempo no poder e o segundo presidente europeu por tempo de permanência, depois de Alexander Lukashenko, da Bielorrússia.
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segunda-feira, setembro 29, 2025
A Europa sacrificou a Checoslováquia, há 87 anos, para tentar impedir a Guerra...
1. A Alemanha ocupa os Sudetas (outubro de 1938).
2. A Polónia anexa Zaolzie, uma área com bastantes polacos, que os dois países disputaram numa guerra em 1919 (outubro de 1938).
3. A Hungria ocupa áreas da fronteira (terço sul da Eslováquia e o sul da Ruténia Carpátia) com significativas minorias de húngaros, de acordo com a Primeira Arbitragem de Viena (novembro de 1938).
4. Em março de 1939, a Hungria anexa a restante Ruténia Carpátia (que tinha ficado autónoma desde outubro de 1938).
5. A Alemanha invade os restantes territórios checos, estabelecendo o Protetorado da Boémia e Morávia, onde coloca um governo fantoche.
6. O resto da Checoslováquia dá origem à Eslováquia, com um governo fantoche e pró-nazi.
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Marcadores: Acordo de Munique, Checoslováquia, Hitler, nazis, Putin, vergonha
segunda-feira, setembro 01, 2025
A tragédia da crise de reféns da Escola de Beslan começou há vinte e um anos...
A Crise de reféns da escola de Beslan (conhecida também como Cerco à escola de Beslan ou Massacre de Beslan) teve início no dia 1 de setembro de 2004, quando terroristas armados fizeram mais de 1.200 reféns entre crianças e adultos, na Escola n.º 1, da cidade russa de Beslan, na Ossétia do Norte.
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Marcadores: Beslan, Chechénia, Islão, Massacre de Beslan, Ossétia do Norte, Putin, Rússia, terrorismo
sábado, agosto 23, 2025
Estaline comprou os Países Bálticos e parte da Finlândia e Polónia e deu autorização a Hitler para atacar há 86 anos - à semelhança do negócio Putin/Trump de agora...
Antecedentes
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Marcadores: direitos humanos, Estaline, Estónia, Finlândia, Hitler, Letónia, Lituânia, nazis, ocupação, Pacto Molotov-Ribbentrop, Pacto Ribbentrop-Molotov, países bálticos, Putin, Trump, URSS
quinta-feira, julho 17, 2025
Os esbirros de um ditador genocida russo abateram um avião civil, na Ucrânia, há onze anos...
A conclusão foi que não houve evidência de qualquer falha técnica ou operacional da aeronave e tripulação. Considerando os danos encontrados em partes da secção dianteira da aeronave, recuperados dos escombros, uma grande quantidade de objetos com alta energia de impacto atingiu externamente o avião. Os danos resultantes destes impactos provocaram a perda da sua integridade estrutural, causando a queda. O tipo de danos observados não eram consistentes com danos causados por falhas estruturais, dos motores ou dos sistemas do avião. O facto de haver muitas partes da estrutura encontradas numa extensa área, levou à conclusão que o avião se desintegrou ainda no ar.
A 28 de setembro de 2016 um novo relatório foi divulgado, após uma longa investigação, no qual procuradores internacionais chegaram a conclusão que o míssil que abateu o voo MH17 foi do modelo terra-ar 9M38 Buk, de origem russa. O relatório ainda indica o local exato do lançamento do míssil, que foi disparado do território ucraniano controlado por rebeldes separatistas pro-Rússia, perto de Pervomaisky, seis quilómetros a sul de Snizhne. O relatório também mostra que o sistema de mísseis foi transportado da Rússia para a Ucrânia e posteriormente retornou à Rússia, depois do acidente. A investigação consistiu no total de 200 entrevistas a testemunhas, 500.000 fotos e vídeos e analisou 150.000 telefonemas intercetados.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 11:00 0 comentários
Marcadores: aeronáutica, Malaysia Airlines, Putin, Rússia, terrorismo, Ucrânia, vergonha, Voo Malaysia Airlines 17
sábado, junho 28, 2025
Para profunda tristeza de um ditador da Rússia e de alguns saudosistas, o COMECOM acabou há 33 anos...
O COMECON pode ser considerado uma resposta soviética ao Plano Marshal norte-americano. Afinal, durante a Guerra Fria os dois blocos mantiveram-se sempre em equilíbrio. Por exemplo, forma criados também durante esse período a OTAN (EUA) e o Pacto de Varsóvia (URSS), dois pactos militares que tinham como objetivo proteger e unir os países membros.
Postado por Fernando Martins às 00:33 0 comentários
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