segunda-feira, fevereiro 16, 2026
O Querido Líder e Comandante Supremo (da democracia extremamente avançada da Coreia do Norte...) nasceu há 85 anos
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: aldrabões, assassinos, Bernardino Soares, comunismo, Coreia do Norte, culto da personalidade, ditadores, estalinismo, Kim Il-Sung, Kim Jong-il, Kim Jong-un, Putin
terça-feira, outubro 07, 2025
Porque os ditadores genocidas (ainda) fazem anos...
Vladimir Vladimirovitch Putin (Leningrado, atualmente São Petersburgo, 7 de outubro de 1952), é o atual ditador presidente da Rússia, além de ter servido como agente do KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo, KGB e FSB, respetivamente. Putin exerceu a presidência entre 2000 e 2008, além de ter sido primeiro-ministro em duas oportunidades: a primeira entre 1999 e 2000, e a segunda entre 2008 e 2012.
Putin governa a Rússia desde a renúncia de Boris Iéltsin, em 1999. O seu primeiro governo foi marcado por profundas reformas políticas e económicas, pelo estadismo, por novas tensões com os Estados Unidos e Europa Ocidental, pela rigidez com os rebeldes chechenos e pelo resgate do nacionalismo russo, atitudes que lembram em parte o regime soviético e o czarismo. Entre os eventos mais notáveis de seu governo, estão o decreto que permite a indicação dos governadores dos distritos russos pelo próprio presidente, a restauração do controle russo sobre a república separatista da Chechénia, os assassinatos não esclarecidos de vários seus opositores políticos, como Anna Politkovskaia e Alexander Litvinenko, o fim do colapso económico russo, a estatização de setores estratégicos que até então estavam nas mãos dos oligarcas russos e as consequentes prisões de muitos deles e vários desacordos diplomáticos com a OTAN, sendo os mais memoráveis deles a discussão quanto ao estabelecimento de mísseis no Leste Europeu, que levou Putin a criticar publicamente a política internacional norte-americana, e o apoio russo aos separatistas na Ucrânia, após este país ter se alinhado à Aliança Atlântica.
Por dezasseis anos, Putin foi oficial do KGB, o serviço secreto da União Soviética, chegando à patente de tenente-coronel. Ele se aposentaria das atividades militares para ingressar na política, em sua cidade, São Petersburgo, em 1991. Mudou-se para Moscou em 1996, para que fizesse parte da administração do então presidente Boris Iéltsin, na qual cresceu rapidamente, tornando-se presidente interino em 31 de dezembro de 1999, quando o presidente Iéltsin renunciou ao cargo inesperadamente. Putin venceria a eleição do ano seguinte, tornando-se de facto Presidente da Rússia, sendo reeleito em 2004. Putin foi impedido de concorrer para um terceiro mandato em 2008, já que, na época, a Constituição russa só permitia dois mandatos consecutivos. Assim sendo, seu aliado Dmitri Medvedev seria seu sucessor, o que levaria à escolha de Putin como primeiro-ministro do país, cargo que ele manteve até o final da presidência de Medvedev. Em setembro de 2011, Putin anunciou que concorreria a um terceiro mandato nas eleições do ano seguinte, gerando diversos protestos nas principais cidades do país. Retornou à presidência em 2012, após uma eleição marcada por denúncias de fraudes e protestos, sendo reeleito em 2018. Em abril de 2021, após um referendo, ele sancionou emendas constitucionais que lhe permitiam concorrer à reeleição mais duas vezes, potencialmente estendendo a sua presidência até 2036.
Durante o mandato presidencial inicial de Putin, a economia russa cresceu, em média, sete por cento ao ano, impulsionada por reformas económicas e por um aumento de cinco vezes no preço do petróleo e do gás. Além disso, Putin liderou a Rússia num conflito contra os separatistas chechenos, restabelecendo o controle federal sobre a região. Enquanto servia como primeiro-ministro no governo Medvedev, supervisionou um conflito militar com a Geórgia e promulgou reformas militares e policiais. No seu terceiro mandato presidencial, a Rússia anexou a Crimeia e apoiou uma guerra no leste da Ucrânia através de diversas incursões militares, resultando em sanções internacionais e numa crise financeira. Também ordenou uma intervenção militar na Síria para apoiar o seu aliado Bashar al-Assad durante a Guerra Civil Síria, garantindo bases navais permanentes no Mediterrâneo Oriental. No seu quarto mandato presidencial, lançou uma invasão significativa da Ucrânia em fevereiro de 2022, que suscitou condenação mundial e levou a sanções internacionais. Em setembro de 2022, anunciou uma mobilização parcial e anexou à força quatro oblasts ucranianos à Rússia. Em março de 2023, o Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra Putin por crimes de guerra relacionados com a sua alegada responsabilidade criminal por raptos ilegais de crianças durante a guerra ucraniana. Em junho de 2023, sobreviveu à rebelião do Grupo Wagner.
Sob a liderança de Putin, a Rússia sofreu um retrocesso democrático e uma mudança para o autoritarismo. O seu governo foi marcado por corrupção endémica e violações generalizadas dos direitos humanos, incluindo a prisão e repressão de opositores políticos, intimidação e censura dos meios de comunicação independentes e a falta de eleições livres e justas. A Rússia de Putin tem recebido consistentemente pontuações baixas no Índice de Perceção de Corrupção da Transparência Internacional, no Índice de Democracia da The Economist, no índice de LFreedom in the World da Freedom House e no Índice de Liberdade de Imprensa da Repórteres Sem Fronteiras. Putin é o presidente russo que ficou mais tempo no poder e o segundo presidente europeu por tempo de permanência, depois de Alexander Lukashenko, da Bielorrússia.
Postado por Fernando Martins às 07:30 0 comentários
segunda-feira, setembro 29, 2025
A Europa sacrificou a Checoslováquia, há 87 anos, para tentar impedir a Guerra...
1. A Alemanha ocupa os Sudetas (outubro de 1938).
2. A Polónia anexa Zaolzie, uma área com bastantes polacos, que os dois países disputaram numa guerra em 1919 (outubro de 1938).
3. A Hungria ocupa áreas da fronteira (terço sul da Eslováquia e o sul da Ruténia Carpátia) com significativas minorias de húngaros, de acordo com a Primeira Arbitragem de Viena (novembro de 1938).
4. Em março de 1939, a Hungria anexa a restante Ruténia Carpátia (que tinha ficado autónoma desde outubro de 1938).
5. A Alemanha invade os restantes territórios checos, estabelecendo o Protetorado da Boémia e Morávia, onde coloca um governo fantoche.
6. O resto da Checoslováquia dá origem à Eslováquia, com um governo fantoche e pró-nazi.
Postado por Fernando Martins às 08:07 0 comentários
Marcadores: Acordo de Munique, Checoslováquia, Hitler, nazis, Putin, vergonha
segunda-feira, setembro 01, 2025
A tragédia da crise de reféns da Escola de Beslan começou há vinte e um anos...
A Crise de reféns da escola de Beslan (conhecida também como Cerco à escola de Beslan ou Massacre de Beslan) teve início no dia 1 de setembro de 2004, quando terroristas armados fizeram mais de 1.200 reféns entre crianças e adultos, na Escola n.º 1, da cidade russa de Beslan, na Ossétia do Norte.
Postado por Fernando Martins às 00:21 0 comentários
Marcadores: Beslan, Chechénia, Islão, Massacre de Beslan, Ossétia do Norte, Putin, Rússia, terrorismo
sábado, agosto 23, 2025
Estaline comprou os Países Bálticos e parte da Finlândia e Polónia e deu autorização a Hitler para atacar há 86 anos - à semelhança do negócio Putin/Trump de agora...
Antecedentes
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
Marcadores: direitos humanos, Estaline, Estónia, Finlândia, Hitler, Letónia, Lituânia, nazis, ocupação, Pacto Molotov-Ribbentrop, Pacto Ribbentrop-Molotov, países bálticos, Putin, Trump, URSS
quinta-feira, julho 17, 2025
Os esbirros de um ditador genocida russo abateram um avião civil, na Ucrânia, há onze anos...
A conclusão foi que não houve evidência de qualquer falha técnica ou operacional da aeronave e tripulação. Considerando os danos encontrados em partes da secção dianteira da aeronave, recuperados dos escombros, uma grande quantidade de objetos com alta energia de impacto atingiu externamente o avião. Os danos resultantes destes impactos provocaram a perda da sua integridade estrutural, causando a queda. O tipo de danos observados não eram consistentes com danos causados por falhas estruturais, dos motores ou dos sistemas do avião. O facto de haver muitas partes da estrutura encontradas numa extensa área, levou à conclusão que o avião se desintegrou ainda no ar.
A 28 de setembro de 2016 um novo relatório foi divulgado, após uma longa investigação, no qual procuradores internacionais chegaram a conclusão que o míssil que abateu o voo MH17 foi do modelo terra-ar 9M38 Buk, de origem russa. O relatório ainda indica o local exato do lançamento do míssil, que foi disparado do território ucraniano controlado por rebeldes separatistas pro-Rússia, perto de Pervomaisky, seis quilómetros a sul de Snizhne. O relatório também mostra que o sistema de mísseis foi transportado da Rússia para a Ucrânia e posteriormente retornou à Rússia, depois do acidente. A investigação consistiu no total de 200 entrevistas a testemunhas, 500.000 fotos e vídeos e analisou 150.000 telefonemas intercetados.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 11:00 0 comentários
Marcadores: aeronáutica, Malaysia Airlines, Putin, Rússia, terrorismo, Ucrânia, vergonha, Voo Malaysia Airlines 17
sábado, junho 28, 2025
Para profunda tristeza de um ditador da Rússia e de alguns saudosistas, o COMECOM acabou há 33 anos...
O COMECON pode ser considerado uma resposta soviética ao Plano Marshal norte-americano. Afinal, durante a Guerra Fria os dois blocos mantiveram-se sempre em equilíbrio. Por exemplo, forma criados também durante esse período a OTAN (EUA) e o Pacto de Varsóvia (URSS), dois pactos militares que tinham como objetivo proteger e unir os países membros.
Postado por Fernando Martins às 00:33 0 comentários
Marcadores: COMECOM, comunismo, Plano Marshall, Putin, URSS
quarta-feira, abril 23, 2025
Boris Iéltsin morreu há dezoito anos
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: alcoolismo, Boris Iéltsin, Putin, Rússia
quarta-feira, março 05, 2025
O Massacre de Katyn foi aprovado pela URSS e por Estaline há 85 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: comunismo, Estaline, estalinismo, genocídio, Massacre de Katyn, pena de morte, Polónia, Putin
domingo, fevereiro 16, 2025
O Querido Líder e Comandante Supremo (da democracia extremamente avançada da Coreia - do Norte...) nasceu há 84 anos
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: aldrabões, assassinos, Bernardino Soares, comunismo, Coreia do Norte, culto da personalidade, ditadores, estalinismo, Kim Il-Sung, Kim Jong-il, Kim Jong-un, Putin
segunda-feira, outubro 07, 2024
Porque, infelizmente, até os ditadores genocidas fazem anos...
Vladimir Vladimirovitch Putin (Leningrado, atualmente São Petersburgo, 7 de outubro de 1952), é o atual ditador presidente da Rússia, além de ter servido como agente do KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo, KGB e FSB, respetivamente. Putin exerceu a presidência entre 2000 e 2008, além de ter sido primeiro-ministro em duas oportunidades: a primeira entre 1999 e 2000, e a segunda entre 2008 e 2012.
Putin governa a Rússia desde a renúncia de Boris Iéltsin, em 1999. O seu primeiro governo foi marcado por profundas reformas políticas e económicas, pelo estadismo, por novas tensões com os Estados Unidos e Europa Ocidental, pela rigidez com os rebeldes chechenos e pelo resgate do nacionalismo russo, atitudes que lembram em parte o regime soviético e o czarismo. Entre os eventos mais notáveis de seu governo, estão o decreto que permite a indicação dos governadores dos distritos russos pelo próprio presidente, a restauração do controle russo sobre a república separatista da Chechénia, os assassinatos não esclarecidos de vários seus opositores políticos, como Anna Politkovskaia e Alexander Litvinenko, o fim do colapso económico russo, a estatização de setores estratégicos que até então estavam nas mãos dos oligarcas russos e as consequentes prisões de muitos deles e vários desacordos diplomáticos com a OTAN, sendo os mais memoráveis deles a discussão quanto ao estabelecimento de mísseis no Leste Europeu, que levou Putin a criticar publicamente a política internacional norte-americana, e o apoio russo aos separatistas na Ucrânia, após este país ter se alinhado à Aliança Atlântica.
Por dezasseis anos, Putin foi oficial do KGB, o serviço secreto da União Soviética, chegando à patente de tenente-coronel. Ele se aposentaria das atividades militares para ingressar na política, em sua cidade, São Petersburgo, em 1991. Mudou-se para Moscou em 1996, para que fizesse parte da administração do então presidente Boris Iéltsin, na qual cresceu rapidamente, tornando-se presidente interino em 31 de dezembro de 1999, quando o presidente Iéltsin renunciou ao cargo inesperadamente. Putin venceria a eleição do ano seguinte, tornando-se de facto Presidente da Rússia, sendo reeleito em 2004. Putin foi impedido de concorrer para um terceiro mandato em 2008, já que, na época, a Constituição russa só permitia dois mandatos consecutivos. Assim sendo, seu aliado Dmitri Medvedev seria seu sucessor, o que levaria à escolha de Putin como primeiro-ministro do país, cargo que ele manteve até o final da presidência de Medvedev. Em Setembro de 2011, Putin anunciou que concorreria a um terceiro mandato nas eleições do ano seguinte, gerando diversos protestos nas principais cidades do país. Como esperado, Putin foi reeleito por mais seis anos, em seu terceiro mandato, que tem fim previsto para 2018.
Putin tem sido amplamente responsabilizado pelo retorno da estabilidade política e do progresso económico da Rússia, pondo fim à crise dos anos 90. Durante a primeira gestão de Putin (1999-2008), o lucro real aumentou em fator 2,5, e os salários mais que triplicaram. O desemprego e a pobreza caíram em mais da metade, e a satisfação de vida da população russa aumentou significativamente. O primeiro governo de Putin foi marcado pelo grande crescimento económico: a economia russa cresceu diretamente em oito anos, observando um aumento de 72% no PIB. Essas conquistas foram atribuídas pelos analistas à boa gestão macroeconómica, a importantes reformas fiscais, ao aumento do fluxo de capitais, ao acesso às finanças externas de baixo custo e a um aumento de cinco vezes no preço do petróleo e gás, que constituem os principais produtos de exportação da Rússia.
Como presidente da Rússia, Putin transformou em lei um aumento de 13% na taxa proporcional da receita, uma taxa reduzida de impostos sobre a receita, e novos códigos legais territoriais. Como primeiro-ministro, Putin foi responsável por reformas militares e policial de larga escala. Sua política energética afirmou a posição da Rússia como superpotência em energia. Putin apoiou indústrias de alta-tecnologia como as nucleares e de defesa. Um aumento no investimento de capital estrangeiro contribuiu pela explosão em certos setores, como na indústria automóvel. O desenvolvimento sob Putin incluiu a construção de oleodutos e gasodutos, a restauração do sistema de navegação por satélite GLONASS e a construção de infraestrutura para eventos internacionais.
Na Rússia, a liderança de Putin goza de considerável popularidade, com altas taxas de aprovação geral. Por outro lado, várias de suas ações têm sido caracterizadas pela oposição como antidemocráticas. Observadores ocidentais e organizações também juntaram vozes para criticar o governo de Putin. A classificação de 2011 do Índice de Democracia apontou que a Rússia está em "um longo processo de regressão graças à mudança de um governo híbrido para um regime autoritário" sob Putin. As cominicações diplomáticas reveladas pelo WikiLeaks alegam que a Rússia se tornou um "Estado mafioso virtual", devido à corrupção sistemática no governo de Putin. Alguns críticos o descrevem como ditador, alegações que o próprio Putin nega incondicionalmente. A Human Rights Watch em 2021 observa uma degradação contínua dos direitos humanos sob Putin.Postado por Fernando Martins às 07:20 0 comentários
domingo, setembro 29, 2024
Sacrificou-se a Checoslováquia, há 86 anos, para tentar impedir uma Guerra - hoje é preciso recordar a História e há que defender a Ucrânia...
1. A Alemanha ocupa os Sudetas (outubro de 1938).
2. A Polónia anexa Zaolzie, uma área com bastantes polacos, que os dois países disputaram numa guerra em 1919 (outubro de 1938).
3. A Hungria ocupa áreas da fronteira (terço sul da Eslováquia e o sul da Ruténia Carpátia) com significativas minorias de húngaros, de acordo com a Primeira Arbitragem de Viena (novembro de 1938).
4. Em março de 1939, a Hungria anexa a restante Ruténia Carpátia (que tinha ficado autónoma desde outubro de 1938).
5. A Alemanha invade os restantes territórios checos, estabelecendo o Protetorado da Boémia e Morávia, onde coloca um governo fantoche.
6. O resto da Checoslováquia dá origem à Eslováquia, com um governo fantoche pró-nazi.
Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: Acordo de Munique, Checoslováquia, Hitler, nazis, Putin, vergonha







