quarta-feira, setembro 02, 2026
A última rainha do Havai nasceu há 188 anos...
Postado por Fernando Martins às 18:08 0 comentários
Marcadores: colonialismo, Estados Unidos da América, Havai, Lili'uokalani, Monarquia Constitucional
Fernando Machado Soares nasceu há noventa e seis anos...
Balada da Despedida do 6º Ano Médico (1958)
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que me dá vida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Quem me dera estar contente
Enganar minha dor
Mas a saudade não mente
Se é verdadeiro o amor.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Não me tentes enganar
Com a tua formosura
Que para além do luar
Há sempre uma noite escura.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que lhe dá vida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
Marcadores: Açores, Balada da Despedida, Balada da Despedida do 6º Ano Médico (1958), Fado de Coimbra, Fernando Machado Soares, música
O Japão assinou a rendição da WWII há oitenta e um anos
A cerimónia a bordo do convés do Missouri durou 23 minutos e foi transmitida para todo o mundo. Ocorreu nas coordenadas geográficas 35° 21′ 17″ N, 139° 45′ 36″ L. O instrumento foi assinado pela primeira vez pelo ministro das Relações Exteriores japonês Mamoru Shigemitsu, "Por Comando e em nome do Imperador do Japão e do Governo Japonês" (09.04). O General Yoshijirō Umezu, Chefe do Estado-Maior do Exército, assinou o documento "Por Comando e em nome do Quartel General Imperial Japonês" (09.06). Os representantes japoneses presentes para a assinatura foram os seguintes:
- Ministro das Relações Exteriores Mamoru Shigemitsu
- General Yoshijirō Umezu, Chefe do Estado-Maior do Exército
- Major General Yatsuji Nagai
- Katsuo Okazaki (Ministério das Relações Exteriores)
- Contra-almirante Tadatoshi Tomioka
- Toshikazu Kase (Ministério das Relações Exteriores)
- Tenente General Suichi Miyakazi
- Contra-almirante Ichiro Yokoyama
- Saburo Ota (Ministério das Relações Exteriores)
- Capitão Katsuo Shiba (Marinha)
- Coronel Kaziyi Sugita
Às 09.08, o general de exército Douglas MacArthur, Comandante no Sudoeste do Pacífico e Comandante Supremo das Potências Aliadas, aceitou a rendição, em nome das Potências Aliadas, e assinou na qualidade de Comandante Supremo.
Após a assinatura de MacArthur como Comandante Supremo, os seguintes representantes assinaram o instrumento de rendição em nome de cada uma das Potências Aliadas:
- Almirante de Frota Chester W. Nimitz pelos Estados Unidos (09.12)
- General Xu Yongchang pela China (09.13)
- Almirante Sir Bruce Fraser pelo Reino Unido (09.14)
- Tenente-General Kuzma Derevyanko pela União Soviética (09.16)
- General Sir Thomas Blamey pela Austrália (09.17)
- Coronel Lawrence Moore Cosgrave pelo Canadá (09.18)
- General de Corpo de Exército Philippe Leclerc de Hauteclocque pela França (09.20)
- Tenente-Almirante Conrad Helfrich pelos Países Baixos (09.21)
- Vice-Marechal do Ar Leonard Isitt pela Nova Zelândia (09.22)
O Reino Unido convidou os governos do domínio inglês a enviarem representantes à cerimónia como subordinados. MacArthur apoiou a exigência do governo da Austrália de comparecer e assinar separadamente do Reino Unido, embora a Austrália se opusesse à sua recomendação de que Canadá, Holanda e França também assinassem o documento.
Em 6 de setembro, o coronel Bernard Theilen levou o documento e um rescrito imperial a Washington, D.C., e os apresentou ao presidente Harry S. Truman numa cerimónia formal na Casa Branca no dia seguinte. Os documentos foram então expostos no Arquivo Nacional (National Archives).
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: ata de rendição do Japão, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Japão, USA, USS Missouri
O barão de Coubertin, criador do moderno olimpismo, morreu há oitenta e nove anos
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
Marcadores: Barão de Coubertin, Jogos Olímpicos
Um incêndio destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro há oito anos...
Postado por Fernando Martins às 08:00 0 comentários
Marcadores: Brasil, História Natural, Imperador D. Pedro II, Meteorito do Bendegó, Museu Nacional (Rio de Janeiro)
Saudades de Billy Preston...
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
Marcadores: Billy Preston, funk, gospel, música, Rock, rythm and blues, soul, That's The Way God Planned It
Keanu Reeves faz hoje sessenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
Marcadores: actor, cinema, Keanu Reeves
Steve Porcaro, dos Toto, faz hoje 69 anos
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Steven Maxwell Porcaro (Hartford, 2 de setembro de 1957) é um compositor, instrumentista e membro fundador da banda Toto. Steve foi vencedor de três prémios Grammy, incluindo Gravação do Ano, por "Rosanna", e Álbum do Ano, por Toto IV, e três indicações.
Ao longo das décadas 70 e 80, Steve e seus irmãos, Jeff e Mike Porcaro foram requisitados como músicos de estúdio, aparecendo em discos de artistas como Steely Dan, Don Henley, Chicago, Earth, Wind & Fire, Boz Scaggs, Seals and Croft, Warren Zevon, Paul Simon e Pink Floyd.
Porcaro participou como músico de estúdio em gravações dos Yes. Ele também foi membro da banda de Chris Squire, The Chris Squire Experiment, em 1992.
Steve nasceu em no estado de Connecticut. Assim como seus irmãos, ele começou como baterista sob a tutela de seu pai, Joe Porcaro, que tocou em conjunto com Frank Sinatra, Stan Getz, Rosemary Clooney, Marvin Gaye e Madonna em centenas de trilhas sonoras de TV e filmes, incluindo: The Wild Bunch, Edward Scissorhands, Dances With Wolves e I Dream of Jeannie. Joe passou a administrar o Percussion Institute of Technology e mais tarde o departamento de bateria da Los Angeles Music Academy.
A carreira de Steve como músico itinerante remonta aos 17 anos, quando começou a tocar com Gary Wright em uma turnê de 1976, em apoio ao seu álbum, The Dream Weaver. No ano seguinte, ele se juntou à turnê Silk Degrees de Boz Scaggs, acompanhado de seus irmãos, bem como os futuros companheiros da banda Toto, David Paich, Steve Lukather e Lenny Castro.
Em 1978, a Columbia Records lançou o álbum de estreia homônimo da Toto. A banda se tornaria uma das mais vendidas da época e alcançaria singles de sucesso como " Africa ", " Rosanna " e " Hold the Line ".
A canção " Rosanna " foi inspirada na namorada de Porcaro, a atriz Rosanna Arquette. A atriz e o compositor, David Paich, haviam contestado no início, porém confirmaram mais tarde que era verdade no Music Box da HBO: Yacht Rock: A Dockumentary e em uma entrevista no Australian Studio 10.
Em 1984, Toto compôs a música para Duna de David Lynch. Três anos depois, Steve deixou a banda para focar em composições e trilhas sonoras. Ele compôs músicas e criou arranjos orquestrais para filmes e obras televisivas como From Dusk Till Dawn 2: Texas Blood Money de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, Metro de Eddie Murphy e The Medallion de Jackie Chan. Ele também desenvolveu músicas para a série de televisão Justified. Porcaro acompanhou Toto em sua turnê mundial "The Seventh One" de 1988 como músico itinerante e continuou trabalhando com eles, auxiliando com teclados, loops de bateria, sintetizadores e arranjo em todos os álbuns de Toto após sua saída.
Porcaro foi um dos primeiros a adotar sintetizadores analógicos, incluindo o Yamaha CS-80, Polyfusion Modular, Minimoog e, posteriormente, sintetizadores digitais. Ele produziu e compôs sintetizadores e loops de bateria para artistas e produtores como Quincy Jones, Hall & Oates, Chaka Khan, David Foster, Elton John e Don Henley. Porcaro também contribuiu com trabalho de sintetizador com Danny Kortchmar em " Dirty Laundry " e " Boys of Summer " de Henley.
Em 2018, a banda Weezer fez um cover de "Africa" motivado por uma campanha de fãs. Porcaro se juntou à banda para uma apresentação no Jimmy Kimmel Live!. Em 2024, Porcaro apareceu no documentário original da HBO Music Box: Yacht Rock: A Dockumentary.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
Arnaldo Antunes nasceu há 66 anos
Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
Marcadores: Arnaldo Antunes, Brasil, Concretismo, MPB, música, pop rock, Pra Não Falar Mal, Rock, Titãs, Tribalistas
A revolução francesa começou os massacres de setembro de 1792 há 234 anos...
É um dos episódios sombrios da Revolução Francesa. Os historiadores não estão de acordo quanto às motivações que levaram o povo a cometer esses atos criminosos contra prisioneiros encarcerados na sequência dos "acontecimentos de 10 de agosto de 1792". Esses eventos determinaram o fim da monarquia e culminaram com a prisão do Rei Luís XVI. A matança foi perpetrada não apenas em Paris, mas igualmente noutras cidades do país, como Orléans, Meaux e Reims, sem no entanto alcançarem a mesma amplitude da capital.
Contexto
A França está em guerra contra a Áustria desde 20 de abril de 1792.
Os exércitos prussianos investem contra Longwy, em 23 de agosto, e Verdun, cercada, está perto de sofrer a mesma sorte. Espalha-se, então, por uma dezena de líderes revolucionários, entre eles Antoine Joseph Santerre e seu cunhado Étienne-Jean Panis, um sentimento de pânico: no Manifesto de Brunswick de 25 de julho - cuja autenticidade foi depois contestada -, o duque de Brunswick teria empregado expressões pouco corretas: por falta de responsabilização e de um retorno à ordem real, os exércitos prussianos entregariam Paris à execução militar e a uma subversão total.
O rumor propaga-se. Alguns querem transferir as instituições da República para a província e evacuar a capital. Danton opõe-se energicamente a esta solução. Começa a aparecer a ideia de um "inimigo interno". Um novo rumor, habilmente difundido, diz que os contra-revolucionários, presos durante os eventos de 10 de agosto, arquitetam um complot, que são cúmplices e, portanto, culpados pelas ameaças proferidas por Brunswick. Os líderes da Revolução sugerem que seja exigido pelo "povo", uma justiça rápida a fim de pôr termo a esse complot.
(...)
Jean-Paul Marat
Após a tomada da Bastilha, Jean-Paul Marat asseguravam para quem quisesse ouvir que a política mais eficaz para romper com o passado consistia em fazer cair algumas centenas de cabeças. O seu jornal, que noticiava com antecedência os massacres dos quais foi co-autor, era um dos mais virulentos da capital. Marat possuía um grande prestígio nos meios menos educados após a prisão do Rei em Varennes. Ele contava assim no "L'Ami du Peuple" ("O Amigo do Povo", em português), o seu jornal, que "o episódio dos massacres de setembro surgiu de uma estratégia popular insurrecional, comum a todos os movimentos extremistas e principalmente quando estes se sentem ameaçados, que visava colocar os mais moderados frente ao facto consumado e impedia qualquer recuo, eliminando homens do lado oposto, tornando os moderados cúmplices (ainda que só por sua inação) de um massacre, criando uma atmosfera de Terror, visando calar a expressão de uma opinião contrária".
E, de facto, os massacres e as ameaças que a Comuna e seu exército revolucionário, dirigido por Hanriot, fizeram a partir daí pesar sobre a Comuna, permitiram aos "Exagerados" tomar lugar preponderante nos acontecimentos de 1793 e no desenrolar do Terror do ano II.
Os massacres de setembro de 1792 são na verdade o prelúdio a esta lógica do terrorismo como instrumento de controle do poder durante o ano II (1793-1794). Constituem assim uma das primeiras "derrapagens" da Revolução Francesa. Este acontecimento permanece objeto de debates entre historiadores, alguns defendendo uma visão leninista ou estalinista da Revolução, outros empenhando-se em mostrar os limites do poder popular e os perigos, atualmente, de uma exemplaridade do terrorismo.
Números
Os Massacres de Setembro de 1792 fizeram um total aproximado de 1.400 vítimas, sem que se possa fixar exatamente o número, já que se dispõe apenas de aproximações, baseadas nos números dados por Matton de La Varenne e Peltier, que podem ser confrontados com os registos das prisões de que se tem cópia.
As 191 vítimas religiosas são consideradas mártires pela Igreja Católica, entre elas 3 bispos, 127 padres seculares, 56 religiosos e 5 laicos, que foram beatificados, em outubro de 1926, por Pio XI.
Postado por Fernando Martins às 02:34 0 comentários
Marcadores: assassinato, Igreja Católica, Jean-Paul Marat, mártires, Massacres de setembro de 1792, pena de morte, Revolução Francesa
Henri Rousseau morreu há 116 anos...
Vida
Henri Rousseau, filho de Julien Rousseau (latoeiro) e Eléonore, vai refletir ao longo da sua vida o insucesso financeiro da sua família e o tormento pela falta de perspetivas resultante desse nível social inferior. A sua vida escolar até 1860 toma lugar em Laval, incluindo a permanência num internato em consequência da vida pouco sedentária que os seus pais se veem obrigados a levar após a falência do negócio do pai.
Em 1861 a família estabelece-se em Angres, onde Rousseau trabalhará num escritório de advocacia entre 1863 e 1867. Após roubar 20 francos a este escritório e ser condenado a 1 mês de prisão, Rousseau alista-se voluntariamente no 51º Regimento de Infantaria de Angres para um período de 7 anos, o qual não chegará ao fim por ser dispensado em 1868. Neste mesmo ano o seu pai morre e Rousseau estabelece-se em Paris onde, no ano seguinte, casa com Clémence Boitard, uma costureira, com quem terá 5 filhos, dos quais 4 morrerão precocemente.
A partir de 1871, e após ter trabalhado como empregado de um oficial de diligências, Rousseau inicia o seu trabalho na alfândega de Paris. Decorridos 19 anos de casamento, Clémence morre vítima de tuberculose e Rousseau volta a contrair matrimónio dez anos depois, em 1899, com a viúva Joséphine-Rosalie Nourry. Pouco tempo depois, em 1903, morre também a sua segunda mulher, um ano após Rousseau se tornar professor na Association Philotechnique onde ensina a técnica da pintura em porcelana e de miniaturas.
Rousseau infringe de novo a lei e é sentenciado, em 1909, a 2 anos de prisão, com pena suspensa e uma coima de 200 francos, por fraude bancária. Morre, com 66 anos, a 2 de setembro de 1910, vítima de septicemia.
Postado por Fernando Martins às 01:16 0 comentários
Marcadores: França, Henri Rousseau, pintura, pós-impressionismo
Ho Chi Minh morreu há 57 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:57 0 comentários
Marcadores: Cidade de Ho Chi Minh, comunismo, França, guerra do Vietname, Ho Chi Minh, Saigão, USA, Vietcong, Vietminh, Vietname, Vietname do Norte
J. R. R. Tolkien morreu há cinquenta e três anos...
| A ancestral Sarehole há muito que se foi, engolida pelas estradas e por novas construções. Mas era muito bonita, na época em que vivi lá… |
Tolkien
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| "O seu trabalho [de Tolkien] dá provas de um domínio excecional de anglo-saxão e dos fatos e princípios da gramática comparada das línguas germânicas. Na verdade, não hesito em dizer que nunca conheci um homem da sua idade que se igualasse a ele nesses aspetos." |
| A morte pode nos tornar repugnantes e indefesos como indivíduos, mas não pode acabar com os quatro imortais! |
G.B.Smith
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| Um dos alunos deixou uma das páginas em branco – possivelmente a melhor coisa que poderia ocorrer a um examinador – e eu escrevi nela: Num buraco no chão vivia um hobbit, não sabia e não sei por quê. |
Tolkien
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| [Criei] um Mundo Secundário no qual sua mente pode entrar. Dentro dele, tudo o que ele relatar é "verdade": está de acordo com as leis daquele mundo. Portanto, acreditamos enquanto estamos, por assim dizer, do lado de dentro. | Tolkien
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| [...]o cabelo dela era preto e sedoso, a pele clara, os olhos mais brilhantes do que os que vocês viram, e sabia cantar… e dançar. Mas a história estragou-se, e eu fiquei para trás, e não posso suplicar perante o inexorável Mandos.[...]. |
Tolkien
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| É breve e simples [o epitáfio], a não ser por Lúthien, que tem para mim mais significado do que uma imensidão de palavras, pois ela era (e sabia que era) a minha Lúthien [...] Nunca chamei Edith de Lúthien, mas foi ela a fonte da história que, a seu tempo, se tornou parte de O Silmarillion. |
Tolkien
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Postado por Fernando Martins às 00:53 0 comentários
Marcadores: anglo-saxão, J. R. R. Tolkien, literatura, literatura fantástica, Lord of Rings, O Hobbit, O Senhor dos Anéis







