domingo, fevereiro 09, 2025

Blecaute morreu há 42 anos...

  
Otávio Henrique de Oliveira
(Espírito Santo do Pinhal, 5 de dezembro de 1919 - Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1983) foi um cantor e compositor brasileiro conhecido como Blecaute.
Era também conhecido pela alcunha de "General da Banda", devido ao seu maior sucesso, a marchinha de Carnaval homónima.
   
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Doente desde 1978, Blecaute faleceu no dia 9 de fevereiro de 1983, aos 63 anos, no Hospital Municipal Cardoso Fontes, no Rio de Janeiro, vítima de uma paragem cardio-respiratória, após ficar uma semana internado. Foi sepultado no Cemitério de São João Batista, em Botafogo, zona sul carioca.
    
 

Mia Farrow comemora hoje oitenta anos...!

  
Mia Farrow, nome artístico de Maria de Lourdes Villiers Farrow (Los Angeles, 9 de fevereiro de 1945) é uma atriz norte-americana.

A atriz e Frank Sinatra casaram em 1966. Na época, Mia tinha 21 anos e Frank 50. Divorciaram-se dois anos depois, porque Farrow recusou participar num filme com Sinatra, para fazer o filme de terror Rosemary's Baby, o que a tornou conhecida. Em 2013, a atriz confessou que apesar do casamento com Sinatra ter durado apenas dois anos, o amor continuou. Revelou também que Ronan, fruto do seu relacionamento com Woody Allen, poderia não ser filho do realizador, mas sim do cantor.

Quando se separou de Frank Sinatra, foi viver em casa de Dory Prévin, a sua maior amiga, casada com o músico André Previn, do qual Mia engravidou, provocando o divórcio do casal e a institucionalização de Dory. Depois do divórcio, Mia Farrow casou com André Prévin.

Nunca foi casada com Woody Allen, apesar do namoro ter durado 12 anos, e ter atuado em vários de seus filmes. O ex-casal, que nunca viveu junto, teve uma das mais mediáticas separações, pois a atriz descobriu que Allen mantinha um relacionamento com Soon-Yi Previn, a filha que havia adotado, juntamente com o seu marido anterior, André Prévin, e com quem Allen posteriormente se casou. 

 

sábado, fevereiro 08, 2025

Mendeleiev nasceu há 191 anos

      
Dmitri Ivanovich Mendeleev, também escrito Mendeleiev, (Tobolsk, 8 de fevereiro de 1834 - São Petersburgo, 2 de fevereiro de 1907), foi um químico russo, criador da primeira versão da tabela periódica dos elementos químicos, prevendo as propriedades de elementos que ainda não tinham sido descobertos.
 
Vida e obra
Dmitri I. Mendeleev nasceu na cidade de Tobolsk na Sibéria. Era o filho mais novo de uma família de 17 irmãos. O seu pai, Ivan Pavlovich Mendeleev era diretor da escola da sua terra, perdeu a visão no mesmo ano do seu nascimento. e, como consequência, perdeu o seu trabalho.
Já que o seu pai recebia uma pensão insuficiente, a sua mãe Maria Dmitrievna Mendeleeva, passou a dirigir uma fábrica de cristais fundada pelo seu avô, Pavel Maximovich Sokolov. Na escola, desde cedo destacou-se em Ciências (nem tanto em ortografia). Um cunhado, exilado por motivos políticos e um químico da fábrica inspiraram a sua paixão pela ciência. Depois da morte do seu pai, um incêndio destruiu a fábrica de cristais. A sua mãe decidiu não reconstruir a fábrica mas sim investir as suas economias na educação do filho.
Nessa época todos os seus irmãos, exceto uma irmã, já viviam independentemente. A sua mãe então mudou-se, com ambos, para Moscovo, a fim de que ele ingressasse na Universidade de Moscovo, o que não conseguiu, pois, talvez devido ao clima político vivido pela Rússia naquele momento, a universidade só admitia moscovitas.
Foram então para São Petersburgo, onde a situação era precisamente a mesma, não se admitiam estudantes de outras regiões, porém a sua mãe descobriu que o diretor do Instituto Pedagógico Central (principal escola formadora de professores da Rússia da época) era amigo de seu falecido marido, portanto, onde a burocracia frustrava, o favoritismo mandava e Dmitri conseguiu uma vaga.
O Instituto Pedagógico Central ficava nos mesmos prédios da Universidade de São Petersburgo e tinha em seu quadro docente muitos professores da própria universidade, dentre eles o famoso físico alemão Heinrich Lenz. Interessou-se pela química graças ao prestigiado professor Alexander Voskresenki, que passou os seus últimos anos de vida numa enfermaria devido a um falso diagnóstico de tuberculose. Ainda assim graduou-se, em 1855, como primeiro de sua classe.
Em 1859 conseguiu uma verba do governo para estudar no exterior durante dois anos. Primeiro foi a Paris estudar, sob a tutela de Henri Victor Regnault, um dos maiores experimentalistas europeus da época (consta que Regnault havia feito várias descobertas importantes, como o princípio da conservação de energia, mas seus estudos haviam sido destruídos e Regnault não conseguiu recuperar os dados antes de sua morte).
No ano seguinte, Mendeleev seguiu para a Alemanha, estudar com Gustav Kirchhoff e Robert Bunsen, inventores do espectroscópio - importante instrumento para descoberta de novos elementos daquela época - e do até hoje utilizado bico de Bunsen.
O comportamento explosivo de Mendeleev tornou-se a sua ruína. Com pouquíssimo tempo de convivência, brigou com Kirchoff e desistiu das aulas, porém, continuou na Alemanha onde residia em um pequeno apartamento que transformou em laboratório. Neste laboratório improvisado, trabalhando sozinho, limitou-se a estudar a dissolução do álcool em água e fez importantes descobertas sobre estruturas atómicas, valência e propriedades dos gases.
Em 1860, pouco antes de voltar à Rússia, participou do 1º Congresso Internacional de Química da Alemanha, em Karlsruhe, onde foi decido, por influência do químico italiano Stanislao Cannizzaro, que o padrão de abordagem dos elementos químicos seria o peso atómico.
Casa-se pela primeira vez, por pressão da irmã, em 1862 com Feozva Nikítichna Lescheva, com a qual teve três filhos, um dos quais faleceu precocemente. Esta foi uma união infeliz e, em 1871, o casal separou-se. Casou-se, pela segunda vez, em 1882, com Ana Ivánovna Popova, 26 anos mais jovem. Tiveram quatro filhos. Teve de enfrentar a oposição da família de Ana e o facto de que Feozva  se negava a dar-lhe o divórcio.
Em 1869, enquanto escrevia o seu livro de química inorgânica, Dmitri Ivanovich Mendeleev organizou os elementos na forma da tabela periódica atual. Ele criou uma carta para cada um dos 63 elementos conhecidos. Cada carta continha o símbolo do elemento, a massa atómica e as suas propriedades químicas e físicas. Colocando as cartas numa mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Tinha então acabado de formar a tabela periódica.
  
Tabela periódica de Mendeleev, na 1ª edição inglesa do seu livro (de 1891, baseada na 5ª edição russa)
    
Esta tabela de Mendeleev tinha algumas vantagens sobre outras tabelas ou teorias antes apresentadas, mostrando semelhanças numa rede de relações vertical, horizontal e diagonal. A classificação de Mendeleev deixava ainda espaços vazios, prevendo a descoberta de novos elementos.
A tabela de Mendeleev serviu de base para a elaboração da atual tabela periódica, que além de catalogar 118 elementos conhecidos, fornece inúmeras informações sobre o comportamento de cada um.
Mendeleev ordenou os 60 elementos químicos conhecidos, na sua época, pela ordem crescente de peso atómico, de forma que, em uma linha vertical, ficavam os elementos com propriedades químicas semelhantes, constituindo os grupos verticais, ou as chamadas famílias químicas. O trabalho de Mendeleev foi um trabalho audacioso e um exemplo extraordinário de intuição científica. De todos os trabalhos apresentados que tiveram influência na tabela periódica, o de Mendeleev teve maior perspicácia.
Ele foi um cientista que defendeu a origem inorgânica do petróleo.
Cquote1.svg O facto capital para se notar é que o petróleo nasceu nas profundezas da Terra, e é somente lá é que devemos procurar sua origem. Cquote2.svg
- Dmitri Mendeleiev
Viajou por toda a Europa visitando vários cientistas. Em 1902 foi a Paris e esteve no laboratório do casal Pierre e Marie Curie.
Faleceu, vitimado por uma gripe, em 1907, já praticamente cego.
Em 1955, o elemento atómico n.º 101 da tabela periódica recebeu o nome Mendelévio (Md), em sua homenagem. 
   
  

Atual Tabela Periódica

Júlio Verne nasceu há 197 anos

    
Júlio Verne, em francês Jules Verne (Nantes, 8 de fevereiro de 1828 - Amiens, 24 de março de 1905), foi um escritor francês.
Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado, e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de uma família burguesa de Nantes. É considerado por críticos literários o precursor do género da ficção científica, tendo feito predições nos seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.
Até hoje Júlio Verne é um dos escritores cuja obra foi mais traduzida, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 100 livros.
Júlio Verne passou a infância, com os pais e irmãos, na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. A proximidade do porto e das docas constituíram provavelmente grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Com nove anos foi mandado para o colégio com seu irmão Paul. Júlio estudou em Nantes onde tirou o curso de direito. Mais tarde, o seu pai, com a esperança de que o filho seguisse a sua carreira de advogado, enviou o jovem Júlio para Paris, a fim de estudar Direito. Ali começou a se interessar mais pelo teatro do que pelas leis, tendo escrito alguns librettos de operetas e pequenas histórias de viagens. O seu pai, ao saber disso, cortou-lhe o apoio financeiro, o que o levou a trabalhar como corretor de ações, o que teve como propósito de lhe garantir alguma estabilidade financeira. Foi quando conheceu uma viúva, com duas filhas, chamada Honorine de Viane Morel, com quem se casou em 1857 e de quem teve, em 1861, um filho chamado Michel Jean Pierre Verne. Durante esse período conheceu os escritores Alexandre Dumas e Victor Hugo.
    
A carreira literária de Júlio Verne começou a destacar-se quando se associou a Pierre-Jules Hetzel, editor experiente que trabalhava com grandes nomes da época, como Alfred de Brehat, Victor Hugo, George Sand e Erckmann-Chatrian.
Hetzel publicou a primeira grande novela de sucesso de Júlio Verne em 1862, o relato de viagem à África em balão, intitulado Cinco semanas de balão. Essa história continha detalhes de coordenadas geográficas, culturas, animais, etc., que os leitores se perguntavam se era ficção ou um relato verídico. Na verdade, Júlio Verne nunca havia estado num balão ou viajado em África. Toda a informação sobre a história veio da sua imaginação e capacidade de pesquisa.
Hetzel apresentou Verne a Félix Nadar, cientista interessado na navegação aérea e balonismo, de quem se tornou grande amigo e que introduziu Verne no seu círculo de amigos cientistas, de cujas conversações o autor provavelmente tirou algumas de suas ideias.
O sucesso de Cinco semanas de balão rendeu-lhe fama e dinheiro. A sua produção literária seguia a ritmo acelerado. Quase todos os anos Hetzel publicava novos livros de Verne, quase todos grandes sucessos. Dentre eles se encontram: Viagem ao Centro da Terra (Voyage au centre de la Terre), de 1864, Vinte Mil Léguas Submarinas (Vingt mille lieues sous les mers) de 1870 e A Volta ao Mundo em Oitenta Dias (Le tour du monde en quatre-vingts jours), de 1873.
Um dos seus livros foi Paris no século XX. Escrito em 1863, somente publicado em 1989, quando o manuscrito foi encontrado pelo bisneto de Verne. Livro de conteúdo depressivo, foi rejeitado por Hetzel, que recomendou a Verne que não o publicasse na época, por fugir à fórmula de sucesso dos livros já escritos, que falavam de aventuras extraordinárias. Verne seguiu o seu conselho e guardou o manuscrito num cofre, só sendo encontrado mais de um século depois.
O seu último livro publicado foi O senhor do mundo, no ano de 1904.
Até hoje Júlio Verne é o escritor cuja obra foi mais traduzida em toda a história, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 100 livros.
 
Michel, o seu filho, era considerado um rapaz rebelde e não seguia as orientações do pai. Júlio Verne mandou o seu filho, aos 16 anos, em uma viagem de instrução em um navio, por 18 meses, com esperança que a disciplina a bordo e a vida no mar corrigissem o seu carácter rebelde, mas de nada adiantou. Michel não se corrigiu e acabou por casar com uma atriz, contra a vontade do pai, tendo com ela dois filhos.
Em 9 de março de 1886, o seu sobrinho Gaston deu-lhe dois tiros, quando este chegava a casa, na cidade de Amiens. Um dos tiros atingiu-o no ombro e demorou a cicatrizar, o outro atingiu o tornozelo, deixando-o coxo nos seus últimos 19 anos de vida. Não se sabe bem por que motivo o seu sobrinho terá cometido o atentado, mas foi considerado louco e internado num manicómio até ao final da vida. Este episódio serviu para aproximar pai e filho, pois Michel, vendo-se em vias de perder o pai, passou a encarar a vida com mais seriedade.
Neste mesmo ano, morria o editor Pierre Hetzel, grande amigo de Júlio Verne, facto que o deixou muito abalado.
Nos últimos anos, Verne escreveu muitos livros sobre o uso incorreto da tecnologia e os seus impactos ambientais, a sua principal preocupação naquela época. Continuou a sua obra até à sua morte, a 24 de março de 1905. O seu filho Michel editou os seus trabalhos incompletos e escreveu ele mesmo alguns capítulos que faltavam aquando da morte do pai.
Encontra-se sepultado no cemitério de La Madeleine, em Amiens, na Picardia, em França.
 
         

Hoje é dia de ouvir música sertaneja...

James Dean nasceu há noventa e quatro anos...

        
James Byron Dean (Marion, Indiana, 8 de fevereiro de 1931 - Cholame, Califórnia, 30 de setembro de 1955) foi um ator norte americano. É considerado um ícone cultural, como a melhor personificação da rebeldia e angústias próprias da juventude da década de 50.
James Byron Dean era filho único e o seu nome foi uma homenagem da mãe ao poeta inglês Lord Byron. Filho de Wilton Dean, um protético, e de Mildred Dean, filha de agricultores metodistas, aos 8 anos ele já tocava violino e tinha aulas de sapateado. Em 1940 perdeu a mãe, vítima de cancro. Com a morte da mãe, foi morar com os tios, Marcus e Ortence Winslow, em Fairmount. Considerado uma criança introspetiva, Jimmy, como era chamado, cresceu na fazenda de 300 acres dos tios, ali aprendeu a dirigir um trator e até a ordenhar vacas. Aos 14 anos, já participava no teatro escolar e, aos 17 anos, teve a sua primeira moto, uma Triumph, presente do seu tio Marcus.
Em 1949, Dean foi para Los Angeles, com a intenção de estudar arte dramática e morar com o pai e a madrasta. Ele deu-lhe um Chevrolet em segunda mão. Abandonou a faculdade e foi para Nova York estudar no lendário Actor's Studio, de Lee Strasberg. Para se manter em Nova York, trabalhou como empregado de bar e cobrador de autocarro. Nesta mesma época conheceu Jane Deacy, que se tornou a sua agente.
Em 1951 fez a sua estreia no cinema, num pequeno papel não creditado do filme Fixed Bayonets!. Em 1952, começou a fazer pequenas papéis na TV. Em 1953, encenou na Broadway a peça de Richard Wash "See the Jaguar". A peça foi um fracasso, mas James Dean chamou a atenção da critica. Encenou a Peça "O Imoralista", baseada na obra de André Gide, interpretando um homossexual. Com a peça ganhou o Tony Award de melhor ator do ano.
Em 1954, para fazer o filme de Elia Kazan, "A Leste do Paraíso", baseado na obra de John Steinbeck, em que interpretava um jovem solidário e amargurado, teve que assinar um contrato com uma cláusula em que se comprometia a não dirigir carros de corrida durante as filmagens.
Enquanto James Dean era uma promessa, Marlon Brando já era um astro. As comparações eram inevitáveis. James Dean conheceu Brando no set de filmagem de "Desirée", ficando dececionado com o seu ídolo, graças a um comentário feito por Brando sobre as roupas do jovem ator. Ele usava calças de jeans e camisa.
Em 1954, conheceu a jovem estrela de O Cálice Sagrado, Pier Angeli, para muitos o grande amor da sua vida, mas a mãe de Pier foi contra o relacionamento, pelo facto de ele não ser católico. Jimmy já era conhecido pelo seu temperamento difícil, pelo que o rompimento do namoro abalou o ator. Ao saber que a ex-namorada estava de casamento marcado com o cantor Vic Damone, apareceu na porta da Igreja Católica de São Timóteo e conseguiu chamar a atenção dos noivos, "arrancando" com a moto em alta velocidade. Só encontraria Pier quase um ano mais tarde, nas filmagens de O Gigante.
Durante as gravações de O gigante, Dean circulava com uma loura exuberante, Ursula Andress, que se tornaria a primeira Bond Girl. Ela disse que ele era "como um animal selvagem".
Fora dos sets de filmagem, era conhecido por uma agitada vida social, fumava e bebia, e possuía um enorme fascínio por carros velozes e pela velocidade em si - paixão essa que lhe custou a vida.
     
Morte
Quando se dirigia para uma corrida de carros, em 30 de setembro de 1955, envolveu-se num acidente fatal, partindo imediatamente a coluna vertebral e sofrendo de hemorragias internas. Quando foi colocado na ambulância, o passageiro que estava a seu lado, o mecânico Rolf Wütherich, ouviu "um grito suave emitido por Jimmy - a lamúria de um menino chamando a sua mãe ou de um homem encarando Deus."
No dia em que morreu, James Dean ainda esgotava os cinemas com o seu primeiro filme. A consagração final chegou poucos dias após a sua morte, quando Fúria de viver chegou aos cinemas. Recebeu duas indicações para o Óscar, postumamente; em 1956, por A leste do paraíso (a primeira indicação póstuma na história dos prémios), e em 1957, por O Gigante, ambas por melhor ator. Ganhou dois Globo de Ouro, em 1956, como melhor ator e, no ano seguinte, num prémio especial que o consagrou como ator favorito do público.
   

O compositor John Williams faz hoje noventa e três anos

  
John Towner Williams (Long Island, 8 de fevereiro de 1932) é um aclamado compositor norte-americano premiado várias vezes por suas bandas sonoras.
Amigo de Steven Spielberg, assina quase todas as bandas sonoras dos seus filmes, tais como os temas inesquecíveis de Jurassic Park, Jaws, Schindler's List e E.T. the Extra-Terrestrial. Também é parceiro do cineasta George Lucas, sendo o autor das famosas bandas sonoras das bem sucedidas séries cinematográficas Star Wars e Indiana Jones. Outras bandas sonoras famosas de autoria de Williams são a dos três primeiros episódios da série Harry Potter e a banda sonoras do primeiro filme do Superman feito por Christopher Reeve. Com a banda sonora de The Book Thief, John Williams consegue a incrível marca de 49 nomeações para o Óscar, atualmente 50 com o seu novo trabalho para Star Wars. Williams ganhou com a música para filmes como Jaws, E.T. the Extra-Terrestrial, Star Wars Episode IV: A New Hope, Schindler's List e Fiddler on the Roof.
É considerado um dos maiores compositores da história do cinema, tanto pelo volume de sua obra, como pela sua popularidade. Com 51 nomeações, John Williams é segunda pessoa mais proposta para os Óscares da história, perdendo para apenas Walt Disney. O seu trabalho para o cinema é marcado por um estilo grandioso, facilmente reconhecido pelo público. Na sua carreira soma cerca de 112 prémios para 220 nomeações, segundo o Internet Movie Database, sendo o compositor de bandas sonoras para filmes mais premiado da história.
Além dos seus trabalhos em bandas sonoras de filmes, é conhecido também pelas suas obras eruditas e concertos para fagote e orquestra, para violoncelo, para trompete, violino, flauta e um concerto para trompa.

 

O fotógrafo Sebastião Salgado faz hoje oitenta e um anos

   
Sebastião Ribeiro Salgado Júnior (Aimorés, 8 de fevereiro de 1944) é um fotojornalista e fotógrafo documental e social brasileiro
 

Nasceu na vila de Conceição do Capim, viveu sua infância em Expedicionário Alício. Graduou-se em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo (1964-1967). Realizou mestrado na Universidade de São Paulo e doutorado na Universidade de Paris, ambos também em Economia.

Casou-se com a pianista Lélia Deluiz Wanick. Salgado inicialmente trabalhou como secretário para a Organização Internacional do Café (OIC). Em suas viagens de trabalho para a África, muitas vezes encomendado conjuntamente pelo Banco Mundial, fez sua primeira sessão de fotos, nos anos 70, com a Leica da sua esposa. Fotografar o inspirou tanto que logo depois ele tornou-se independente em 1973, como fotojornalista e, em seguida, voltou para Paris.

Em 1979, depois de passagens pelas agências de fotografia Sygma e Gamma, entrou para a Magnum. Encarregado de uma série de fotos sobre os primeiros 100 dias de governo de Ronald Reagan, Salgado documentou o atentado a tiros cometido por John Hinckley, Jr. contra o então presidente dos Estados Unidos, no dia 30 de março de 1981, em Washington. A venda das fotos para jornais de todo o mundo permitiu ao brasileiro financiar seu primeiro projeto pessoal: uma viagem à África.

Seu primeiro livro, Outras Américas, sobre os pobres na América Latina, foi publicado em 1986. Na sequência, publicou Sahel: O "Homem em Pânico" (também publicado em 1986), resultado de uma longa colaboração de doze meses com a organização não governamental Médicos sem Fronteiras cobrindo a seca no Norte da África. Entre 1986 e 1992, ele concentrou-se na documentação do trabalho manual em todo o mundo, publicada e exibida sob o nome "Trabalhadores rurais", um feito monumental que confirmou sua reputação como foto documentarista de primeira linha. De 1993 a 1999, ele voltou sua atenção para o fenômeno global de desalojamento em massa de pessoas, que resultou em Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo, publicados em 2000 e aclamados internacionalmente.

Na introdução de Êxodos, escreveu: "Mais do que nunca, sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas…". Trabalhando inteiramente com fotos em preto e branco, o respeito de Sebastião Salgado pelo seu objeto de trabalho e sua determinação em mostrar o significado mais amplo do que está acontecendo com essas pessoas criou um conjunto de imagens que testemunham a dignidade fundamental de toda a humanidade ao mesmo tempo que protestam contra a violação dessa dignidade por meio da guerra, pobreza e outras injustiças.

Ao longo dos anos, Sebastião Salgado tem contribuído generosamente com organizações humanitárias incluindo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ONG Médicos sem Fronteiras e a Amnistia Internacional. Com sua esposa, Lélia Wanick Salgado, apoia atualmente um projeto de reflorestamento e revitalização comunitária em Minas Gerais (Instituto Terra).

Em setembro de 2000, com o apoio das Nações Unidas e do UNICEF, Sebastião Salgado montou uma exposição no Escritório das Nações Unidas em Nova Iorque, com 90 retratos de crianças desalojadas extraídos de sua obra Retratos de Crianças do Êxodo. Essas impressionantes fotografias prestam solene testemunho a 30 milhões de pessoas em todo o mundo, a maioria delas crianças e mulheres sem residência fixa. Em outras colaborações com o UNICEF, Sebastião Salgado doou os direitos de reprodução de várias fotografias suas para o Movimento Global pela Criança e para ilustrar um livro da moçambicana Graça Machel, atualizando um relatório dela de 1996, como Representante Especial das Nações Unidas sobre o Impacto dos Conflitos Armados sobre as Crianças. Atualmente, em um projeto conjunto do UNICEF e da OMS, ele está documentando uma campanha mundial para a erradicação da poliomielite. 

Sebastião Salgado foi internacionalmente reconhecido e recebeu praticamente todos os principais prémios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho. Fundou em 1994 a sua própria agência de notícias, As Imagens da Amazónia, que representa o fotógrafo e seu trabalho. Salgado e sua esposa Lélia Wanick Salgado, autora do projeto gráfico da maioria de seus livros, fixaram residência em Paris. O casal tem dois filhos, Juliano Salgado, nascido em 1974, e Rodrigo, nascido em 1979, que tem síndrome de Down. Juliano é cineasta e dirigiu, juntamente com o também fotógrafo Wim Wenders, o documentário O Sal da Terra, sobre o trabalho de seu pai. que foi indicado ao Óscar 2015 de melhor documentário.

Em 6 de dezembro de 2017, tomou posse da cadeira n.º 1, das quatro cadeiras de fotógrafos da Academia de Belas Artes da França, substituindo Lucien Clergue, que morreu em 2014.

 


 
in Wikipédia

El-Rei D. Afonso IV nasceu há 734 anos

    
D. Afonso IV de Portugal (Coimbra, 8 de fevereiro de 1291 - Lisboa, 28 de maio de 1357), cognominado o Bravo, sétimo Rei de Portugal, era filho do Rei D. Dinis I de Portugal e da sua esposa, a Rainha Santa Isabel, nascida infanta de Aragão. D. Afonso IV sucedeu ao seu pai a 7 de janeiro de 1325.
    
    

Vince Neil, vocalista dos Mötley Crüe, celebra hoje sessenta e quatro anos

   

Vincent Neil Wharton (Hollywood, 8 de fevereiro de 1961), é o vocalista da banda hard rock norte-americana Mötley Crüe.

   
 

John von Neumann morreu há 68 anos...

  
John von Neumann, nascido Margittai Neumann János Lajos (Budapeste, 28 de dezembro de 1903 - Washington, D.C., 8 de fevereiro de 1957) foi um matemático húngaro de origem judaica, naturalizado norte-americano.
Deu contributos excecionais para a ciência, nomeadamente para a teoria dos conjuntos, análise funcional, teoria ergódica, mecânica quântica, ciência da computação, economia, teoria dos jogos, análise numérica, hidrodinâmica das explosões, estatística e muitas outras as áreas da matemática. De facto é considerado um dos mais importantes matemáticos do século XX.
Foi membro do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, Nova Jérsei, do qual também faziam parte Albert Einstein e Erwin Panofsky, quando emigraram para os Estados Unidos, além de Kurt Gödel, Robert Oppenheimer, George F. Kennan e Hermann Weyl. Com Edward Teller e Stanisław Ulam, von Neumann trabalhou em desenvolvimentos chave de Física Nuclear, relacionados com reações termonucleares e com a bomba de hidrogénio. Participou também do Projeto Manhattan, responsável pelo desenvolvimento das primeiras bombas atómicas.
Foi professor na Universidade de Princeton e um dos construtores do ENIAC. Entre os anos de 1946 e 1953, von Neumann integrou o grupo reunido sob o nome de Macy Conferences, contribuindo para a consolidação da teoria cibernética junto com outros cientistas famosos, com Gregory Bateson, Heinz von Foerster, Kurt Lewin, Margaret Mead, Norbert Wiener, Paul Lazarsfeld, William Ross Ashby, Claude Shannon, Erik Erikson e Max Delbrück, entre outros. Von Neumann faleceu pouco depois, aos 53 anos, vítima de um tumor cerebral.

 
  
Von Neumann probes

A von Neumann probe is a spacecraft capable of replicating itself. It is a concatenation of two concepts: a "Von Neumann universal constructor" (self-replicating machine) and a probe (an instrument to explore or examine something). The concept is named after Hungarian American mathematician and physicist John von Neumann, who rigorously studied the concept of self-replicating machines that he called "Universal Assemblers" and which are often referred to as "von Neumann machines". Such constructs could be theorised to comprise five basic components (variations of this template could create other machines such as Bracewell probes):

  • Probe: which would contain the actual probing instruments & goal-directed AI to guide the construct.
  • Life-support systems: mechanisms to repair and maintain the construct.
  • Factory: mechanisms to harvest resources & replicate itself.
  • Memory banks: store programs for all its components & information gained by the probe.
  • Engine: motor to move the probe.

Andreas Hein and science fiction author Stephen Baxter proposed different types of von Neumann probes, termed "Philosopher" and "Founder", where the purpose of the former is exploration and for the latter preparing future settlement.

A near-term concept of a self-replicating probe has been proposed by the Initiative for Interstellar Studies, achieving about 70% self-replication, based on current and near-term technologies.

If a self-replicating probe finds evidence of primitive life (or a primitive, low-level culture) it might be programmed to lie dormant, silently observe, attempt to make contact (this variant is known as a Bracewell probe), or even interfere with or guide the evolution of life in some way.

Physicist Paul Davies of Arizona State University has raised the possibility of a probe resting on our own Moon, having arrived at some point in Earth's ancient prehistory and remained to monitor Earth, which is reminiscent of Arthur C. Clarke's "The Sentinel" and the Stanley Kubrick film 2001: A Space Odyssey that was based on Clarke's story.

A variant idea on the interstellar von Neumann probe idea is that of the "Astrochicken", proposed by Freeman Dyson. While it has the common traits of self-replication, exploration, and communication with its "home base", Dyson conceived the Astrochicken to explore and operate within our own planetary system, and not explore interstellar space.

Anders Sandberg and Stuart Armstrong argued that launching the colonization of the entire reachable universe through self-replicating probes is well within the capabilities of a star-spanning civilization, and proposed a theoretical approach for achieving it in 32 years, by mining planet Mercury for resources and constructing a Dyson Swarm around the Sun.
  

Augusto Frederico Schmidt morreu há sessenta anos...

   

Augusto Frederico Schmidt (Rio de Janeiro, 18 de abril de 1906 - Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 1965) foi poeta da segunda geração do Modernismo; falou de morte, ausência, perda e amor em seus poemas. Foi também editor, dono da Livraria Schmidt Editora, no Rio de Janeiro. Foi casado com Yedda Ovalle Schmidt.

  
Obra
Entre os seus principais livros estão O Galo Branco (1948), Estrela Solitária (1940) e Prelúdio à Revolução. Como editor, publicou livros importantes como Casa Grande e Senzala, de Gilberto Freire, e Caetés, de Graciliano Ramos. Na sua fase inicial, foi também o principal editor dos escritores integralistas, principalmente de Plínio Salgado.
  
Carreira
Além de poeta, Augusto Frederico Schmidt também foi presidente do Club de Regatas Botafogo entre 1941 e 1942. Um de seus últimos atos de sua gestão foi idealizar a fusão do clube que presidia com o homónimo de futebol, Botafogo Football Club, criando assim o Botafogo de Futebol e Regatas. A ideia surgiu por causa da morte do atleta de basquetebol Armando Albano durante uma partida entre os dois clubes. Apesar de idealizador, o cargo de presidente do novo clube não ficou com Schmidt, mas sim com Eduardo Góes Trindade, então presidente do outro clube.
De espírito criativo e polivalente, foi também empreendedor, tendo sido um dos fundadores da cadeia de supermercados DISCO no Rio de Janeiro, além de sócio maioritário da ORQUIMA S/A, indústria precursora da energia nuclear brasileira englobada pela Nuclebrás em 1975. Foi amigo pessoal do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). Escreveu inúmeros discursos para o presidente e várias de suas ideias vieram a ser realizadas, como a criação da Operação Pan-Americana (OPA), uma iniciativa que iria inspirar a Aliança para o Progresso, criada pelos Estados Unidos na administração Kennedy. Criou o famoso slogan de JK: "50 anos em 5". Foi embaixador do Brasil na ONU e na Comunidade Económica Europeia.
Faleceu em 1965, sem deixar descendentes, sendo sepultado no Cemitério de São João Baptista. Tinha duas irmãs, Anitta e Magdalena, esta última, a sua revisora de textos. Era neto do Visconde de Schmidt (Frederico Augusto Schmidt), um dos homens mais ricos do Império, o qual havia amealhado uma imensa fortuna com uma empresa de importação e exportação - Schmidt & Cia.
   
Livraria Schmidt Editora
Schmidt fundou, em 1930, a Livraria Católica no Rio de Janeiro, que se tornaria, posteriormente, a Livraria Schmidt Editora, e que se transformou no ponto de encontro dos intelectuais modernistas da época. Era ali que se reunia o grupo conhecido como "Círculo Católico". A Livraria Schmidt Editora esteve em atividade até 1939, quando foi absorvida e suas instalações foram adquiridas por Zélio Valverde, de cuja firma Schmidt se tornou sócio. De entre os escritores lançados pela Editora Schmidt figuram autores de peso, tais como Graciliano Ramos, Raquel de Queirós, Vinícius de Morais, Gilberto Freyre e Jorge Amado, entre outros.
  

  
   
V (Sonetos)

Noites, estranhas noites, doces noites!
A grande rua, lampiões distantes,
Cães latindo bem longe, muito longe.
O andar de um vulto tardo, raramente.

Noites, estranhas noites, doces noites!
Vozes falando, velhas vozes conhecidas.
A grande casa; o tanque em que uma cobra,
Enrolada na bica, um dia apareceu.

A jaqueira de doces frutos, moles, grandes.
As grades do jardim. Os canteiros, as flores.
A felicidade inconsciente, a inconsciência feliz.

Tudo passou. Estão mudas as vozes para sempre.
A casa é outra já, são outros os canteiros e as flores
Só eu sou o mesmo, ainda: não mudei!
 
 

Augusto Frederico Schmidt

Maria I, Rainha da Escócia, foi executada há 438 anos

        
Maria (Linlithgow, Escócia, 8 ou 9 de dezembro de 1542 – Fotheringhay, Inglaterra, 8 de fevereiro de 1587), também conhecida como Maria Stuart ou Maria I, foi a Rainha da Escócia de 14 de dezembro de 1542 até à sua abdicação, em 24 de julho de 1567. Também foi Rainha Consorte da França, como esposa de Francisco II, de 10 de junho de 1559 a 5 de dezembro de 1560.
   
(...)
  
Maria foi condenada e sentenciada à morte em 25 de outubro, com apenas um comissário expressando uma opinião contrária. Isabel hesitou em ordenar a execução, mesmo enfrentando pressão do Parlamento para que a sentença fosse cumprida. Ela estava preocupada, pois matar uma rainha criaria um precedente desonroso e temia as consequências, especialmente se, em retaliação, Jaime VI da Escócia formasse uma aliança com as potências católicas e invadisse a Inglaterra. Isabel pediu a Paulet que encontrasse um modo clandestino de "encurtar a vida" de Maria, porém ele  recusou dizendo que não queria fazer "da minha consciência um naufrágio, ou deixar tão grande mancha em minha pobre posteridade". Ela assinou o mandato de morte a 1 de fevereiro de 1587 e deixou-o com o seu conselheiro privado Guilherme Davison. Dez membros do conselho privado foram convocados dois dias depois por Cecil, sem o conhecimento da rainha inglesa, decidindo executar a sentença imediatamente.
  
  
Maria soube a 7 de fevereiro de 1587 que seria executada na manhã do dia seguinte. Ela passou as suas últimas horas de vida rezando, distribuindo os seus pertences entre a sua criadagem, escrevendo um testamento e uma carta para ser enviada ao rei da França. Um cadafalso preto foi erguido no grande salão de Fotheringhay. Ele tinha dois ou três degraus de altura e continha um bloco de execução, uma almofada para ela se ajoelhar e três banquinhos, um para ela e os outros dois para Talbot e Henrique Grey, 6.º Conde de Kent, as testemunhas da sua execução. Os carrascos ajoelharam diante dela e pediram perdão. Maria respondeu, "Eu os perdoo com todo o meu coração, pois agora, espero, darão fim a todos os meus problemas". Os carrascos e suas criadas Joana Kennedy e Isabel Curle ajudaram a rainha a tirar as suas vestes externas, revelando uma anágua de veludo e um par de luvas de roxo, as cores litúrgicas católicas do martírio, com um corpete de cetim preto e enfeites também pretos. Ao tirar as vestes ela sorriu e disse que "nunca tive tais noviços antes ... nem nunca despi de minhas roupas diante tal companhia". Maria foi vendada por Kennedy com um véu branco bordado em ouro, se ajoelhou na almofada na frente do bloco, posicionou sua cabeça e esticou os seus braços. As suas últimas palavras foram "In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum" ("Em tuas mãos, Senhor, entrego o meu espírito").
Maria não foi decapitada com um golpe único. O primeiro golpe errou o seu pescoço e atingiu a parte de trás de sua cabeça. O segundo golpe cortou o seu pescoço, exceto por um pequeno pedaço de tendão, que o carrasco cortou com um machado. Em seguida ele levantou a cabeça e declarou: "Deus salve a Rainha!" Nesse momento as tranças vermelhas do cabelo de Maria mostraram-se ser na verdade uma peruca e a sua cabeça caiu no chão, revelando que ela tinha um cabelo grisalho curto.
    
    

O Czar Pedro I da Rússia morreu há três séculos...

     
Pedro I (Moscovo, 9 de junho de 1672São Petersburgo, 8 de fevereiro de 1725), apelidado de Pedro, o Grande, foi o Czar da Rússia de 1682 até à formação do Império Russo em 1721, continuando a reinar como Imperador até à sua morte. Pouco depois de sua ascensão até 1696, ele reinou junto com o seu meio-irmão mais velho, Ivan V. Pedro era o filho mais velho do czar Aleixo com a sua segunda esposa Natália Naryshkina, vivendo os seus primeiros anos tranquilamente até chegar ao trono, com apenas dez anos de idade, depois de ser escolhido como o novo soberano pela população moscovita.

     
   
   in Wikipédia

Pena Branca morreu há quinze anos...

(imagem daqui)
     
José Ramiro Sobrinho, mais conhecido como Pena Branca (Igarapava, 4 de setembro de 1939 - São Paulo, 8 de fevereiro de 2010) foi um cantor de música sertaneja brasileiro. Formou a dupla sertanejaPena Branca e Xavantinho”, juntamente com o seu irmão Ranulfo Ramiro da Silva, o Xavantinho, Esta terminou, em outubro de 1999, com a morte de Xavantinho, mas continuou seguindo uma carreira a solo, ganhando o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Sertaneja com "Semente Caipira". Faleceu a 8 de fevereiro de 2010, aos 70 anos, vítima de enfarte do miocárdio.
  
 

A batalha nipo-russa de Port Arthur começou há 121 anos

Desenho japonês mostrando a destruição de um navio russo
     
A Batalha de Port Arthur (8 e 9 de fevereiro de 1904) foi a batalha inicial da Guerra Russo-Japonesa. Ela começou com um ataque noturno surpresa, por um esquadrão de contratorpedeiros japoneses contra a frota russa, ancorada em Port Arthur, Manchúria, China (atual Lüshunkou), e continuou com um grande combate de superfície na manhã seguinte. A batalha não teve um final conclusivo e as escaramuças continuaram até maio de 1904. Perder em Port Arthur para os russos - e especialmente para o Czar Nicolau II - era não apenas inconcebível para o mundo em geral mas também repleto de circunstâncias terríveis para o regime Imperial russo. O povo russo, da nobreza até os servos recém-emancipados, perdeu a confiança nos militares; esta foi uma causa direta da Revolução Russa de 1905, e é mais bem lembrada do que as derrotas ainda mais desastrosas da Primeira Guerra Mundial.