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sábado, outubro 03, 2026

Porque é preciso recordar Sérgio Mestre...

 

Sérgio Mestre morreu há vinte e três anos...

https://festivalsergiomestre.wordpress.com/wp-content/uploads/2013/04/946369_369286669841172_552158128_n.jpg

 

Sérgio Martinho Mestre nasce em Moçambique a 24 de agosto de 1953. Vem para Tavira, com os seus pais, no ano de 1956, tornando-se o que ele próprio chamava “um filho da terra” e assumindo-se como algarvio de gema sem que com isso fizesse qualquer defesa bairrista ou regional não saudável. Aos 14 anos o pai oferece-lhe a primeira guitarra e de uma forma autodidata vai aprendendo música até encontrar Telmo Palma. É com este músico que aprende, estuda e se torna profissional.

Desde sempre defensor do pacifismo, parte para a Holanda, em 1973, autoexilando-se  para não tomar parte da guerra colonial portuguesa. A partir desse centro conhece os países circundantes tendo contacto e aprendendo com variados músicos de diversos quadrantes, desde o Clássico ao Jazz, tornando-se ele próprio um músico polivalente, de bases sólidas e multi-instrumentista (guitarras várias, saxofone e flauta transversa).

Regressa a Portugal em 1974, pouco tempo antes da Revolução. Nos tempos seguintes, na altura denominada “PREC” (Período Revolucionário em Curso) corre o país no projeto cultural que um grande grupo de artistas de todas as áreas culturais promoveu não só nos centros urbanos mas também no chamado “Portugal profundo”. Nesse projeto foi músico fixo das bandas de Adriano Correia de Oliveira e José Afonso até aos seus desaparecimentos. Com eles, para além do território nacional, apresenta a música portuguesa destes autores e outros por algumas ex-colónias como Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Macau e Goa. Alemanha e Brasil fazem também parte deste percurso. Pontualmente colabora, nessa altura, com outros músicos- Vitorino, Pedro Barroso, Fausto ou Janita Salomé. Mais tarde há-de integrar os projetos destes autores, ou de raiz, como foi o caso da “Lua Extravagante”. Durante alguns anos faz parte dos projetos da Brigada Vitor Jara e Vitorino. As tournées com todas estas bandas fazem-no viajar por todos os continentes à exceção da Oceania.

Seria fastidioso enumerar todos os autores e músicos com quem Sérgio Martinho Mestre colaborou ao longo da sua vida ou as paragens por onde andou. No entanto, destacamos ainda a sua colaboração, nos Açores, com Miguel e Vera Quintanilha, onde faz parte integrante das bandas Rosa-dos-ventos,e com José Medeiros, contactando com um grande número de músicos deste arquipélago. Com os grupos açorianos leva a nossa música a países como Estados Unidos, Canadá ou Brasil.

Merece ainda destaque, na sua vida profissional, a ajuda efetiva na montagem ou apoio que deu a autores ou grupos no início das suas carreiras públicas, estruturando projetos, passando conhecimento técnico, procurando formas, dando apoio. Mare Nostrum, Entre Aspas, Filipa Pais ou João Afonso são nomes que estiveram indubitavelmente ligados a Sérgio Martinho Mestre.

Nos últimos anos da sua vida integra a banda Coro dos Tribunais onde interpreta o repertório que melhor sabia e que mais lhe dizia, o de José Afonso. Nesta banda tem ocasião de convidar outros artistas e amigos que há tanto tempo o acompanhavam.

Paralelamente começa a desenvolver algum trabalho a nível de promoção de espetáculos na sua cidade de Tavira.

No dia 3 de outubro de 2003 Sérgio Martinho Mestre quase conseguiu aquilo que tantas vezes disse: “eu quero morrer em palco”. Sente-se mal a meio de um espetáculo em Coimbra, termina-o e acaba por falecer de madrugada, no hospital, com um acidente cardíaco.

 

in o Serginho - Festival Sérgio Mestre

 

segunda-feira, agosto 24, 2026

Sérgio Mestre nasceu há 73 anos...

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Sérgio Martinho Mestre nasce em Moçambique a 24 de agosto de 1953. Vem para Tavira, com os seus pais, no ano de 1956, tornando-se o que ele próprio chamava “um filho da terra” e assumindo-se como algarvio de gema sem que com isso fizesse qualquer defesa bairrista ou regional não saudável. Aos 14 anos o pai oferece-lhe a primeira guitarra e de uma forma autodidata vai aprendendo música até encontrar Telmo Palma. É com este músico que aprende, estuda e se torna profissional.

Desde sempre defensor do pacifismo, parte para a Holanda, em 1973, autoexilando-se  para não tomar parte da guerra colonial portuguesa. A partir desse centro conhece os países circundantes tendo contacto e aprendendo com variados músicos de diversos quadrantes, desde o Clássico ao Jazz, tornando-se ele próprio um músico polivalente, de bases sólidas e multi-instrumentista (guitarras várias, saxofone e flauta transversa).

Regressa a Portugal em 1974, pouco tempo antes da Revolução. Nos tempos seguintes, na altura denominada “PREC” (Período Revolucionário em Curso) corre o país no projeto cultural que um grande grupo de artistas de todas as áreas culturais promoveu não só nos centros urbanos mas também no chamado “Portugal profundo”. Nesse projeto foi músico fixo das bandas de Adriano Correia de Oliveira e José Afonso até aos seus desaparecimentos. Com eles, para além do território nacional, apresenta a música portuguesa destes autores e outros por algumas ex-colónias como Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Macau e Goa. Alemanha e Brasil fazem também parte deste percurso. Pontualmente colabora, nessa altura, com outros músicos- Vitorino, Pedro Barroso, Fausto ou Janita Salomé. Mais tarde há-de integrar os projetos destes autores, ou de raiz, como foi o caso da “Lua Extravagante”. Durante alguns anos faz parte dos projetos da Brigada Vitor Jara e Vitorino. As tournées com todas estas bandas fazem-no viajar por todos os continentes à exceção da Oceania.

Seria fastidioso enumerar todos os autores e músicos com quem Sérgio Martinho Mestre colaborou ao longo da sua vida ou as paragens por onde andou. No entanto, destacamos ainda a sua colaboração, nos Açores, com Miguel e Vera Quintanilha, onde faz parte integrante das bandas Rosa-dos-ventos,e com José Medeiros, contactando com um grande número de músicos deste arquipélago. Com os grupos açorianos leva a nossa música a países como Estados Unidos, Canadá ou Brasil.

Merece ainda destaque, na sua vida profissional, a ajuda efetiva na montagem ou apoio que deu a autores ou grupos no início das suas carreiras públicas, estruturando projetos, passando conhecimento técnico, procurando formas, dando apoio. Mare Nostrum, Entre Aspas, Filipa Pais ou João Afonso são nomes que estiveram indubitavelmente ligados a Sérgio Martinho Mestre.

Nos últimos anos da sua vida integra a banda Coro dos Tribunais onde interpreta o repertório que melhor sabia e que mais lhe dizia, o de José Afonso. Nesta banda tem ocasião de convidar outros artistas e amigos que há tanto tempo o acompanhavam.

Paralelamente começa a desenvolver algum trabalho a nível de promoção de espetáculos na sua cidade de Tavira.

No dia 3 de outubro de 2003 Sérgio Martinho Mestre quase conseguiu aquilo que tantas vezes disse: “eu quero morrer em palco”. Sente-se mal a meio de um espetáculo em Coimbra, termina-o e acaba por falecer de madrugada no hospital com um acidente cardíaco.

 

in o Serginho - Festival Sérgio Mestre

 

segunda-feira, agosto 10, 2026

Né Ladeiras - 67 anos

     
Né Ladeiras, é o nome artístico da cantora portuguesa Maria de Nazaré de Azevedo Sobral Ladeiras (Porto, 10 de agosto de 1959).
A sua carreira musical começou realmente com a fundação, em 1974, com diversos amigos, da Brigada Victor Jara, projeto no qual tocavam sobretudo música latino-americana tendo participado em diversas campanhas de animação cultural do MFA (Movimento de Forças Armadas) e de trabalho voluntário. O interesse do grupo pela música tradicional portuguesa só se manifesta nos últimos meses de 1976, após realizarem diversos espetáculos pelo país e aí "descobrirem" as potencialidades e qualidade da nossa tradição musical. 
      
 

Hoje é dia para ouvir cantar Né Ladeiras...


terça-feira, março 31, 2026

Os Reis Católicos expulsaram os Judeus há 534 anos...

Cópia assinada do édito de expulsão
   
O Decreto de Alhambra foi um decreto régio promulgado pelos Reis Católicos (Isabel I de Castela e o rei Fernando II de Aragão), ordenando a expulsão ou conversão forçada da população judaica da Espanha, e levando à fuga e dispersão dos sefarditas (judeus ibéricos) pelo Magrebe, Médio Oriente e sudeste da Europa. Foi escrito por Juan de Coloma, o secretário real, e assinado em Alhambra, Granada, a 31 de março de 1492.
Aceite com resignação por grande parte da comunidade judaica, uma notável exceção foi o rabino D. Isaac Abravanel. Um documento fictício, atribuído a Abravanel, que seria uma resposta escrita a esse decreto, foi na verdade parte de um romance de David Rafael de 1988. No seguimento do seu falhanço em convencer os reis católicos a cancelar o decreto, teria escrito uma resposta pungente e profética ao decreto, nas vésperas da sua partida. A origem real do documento encontra-se numa obra de ficção publicada em 1988, intitulada Alhambra Decree do autor David Raphael.

   

 

sexta-feira, outubro 03, 2025

Saudades de Sérgio Mestre...

 

Sérgio Mestre morreu há 22 anos...

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Sérgio Martinho Mestre nasce em Moçambique a 24 de agosto de 1953. Vem para Tavira, com os seus pais, no ano de 1956, tornando-se o que ele próprio chamava “um filho da terra” e assumindo-se como algarvio de gema sem que com isso fizesse qualquer defesa bairrista ou regional não saudável. Aos 14 anos o pai oferece-lhe a primeira guitarra e de uma forma autodidata vai aprendendo música até encontrar Telmo Palma. É com este músico que aprende, estuda e se torna profissional.

Desde sempre defensor do pacifismo, parte para a Holanda, em 1973, autoexilando-se  para não tomar parte da guerra colonial portuguesa. A partir desse centro conhece os países circundantes tendo contacto e aprendendo com variados músicos de diversos quadrantes, desde o Clássico ao Jazz, tornando-se ele próprio um músico polivalente, de bases sólidas e multi-instrumentista (guitarras várias, saxofone e flauta transversa).

Regressa a Portugal em 1974, pouco tempo antes da Revolução. Nos tempos seguintes, na altura denominada “PREC” (Período Revolucionário em Curso) corre o país no projeto cultural que um grande grupo de artistas de todas as áreas culturais promoveu não só nos centros urbanos mas também no chamado “Portugal profundo”. Nesse projeto foi músico fixo das bandas de Adriano Correia de Oliveira e José Afonso até aos seus desaparecimentos. Com eles, para além do território nacional, apresenta a música portuguesa destes autores e outros por algumas ex-colónias como Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Macau e Goa. Alemanha e Brasil fazem também parte deste percurso. Pontualmente colabora, nessa altura, com outros músicos- Vitorino, Pedro Barroso, Fausto ou Janita Salomé. Mais tarde há-de integrar os projetos destes autores, ou de raiz, como foi o caso da “Lua Extravagante”. Durante alguns anos faz parte dos projetos da Brigada Vitor Jara e Vitorino. As tournées com todas estas bandas fazem-no viajar por todos os continentes à exceção da Oceania.

Seria fastidioso enumerar todos os autores e músicos com quem Sérgio Martinho Mestre colaborou ao longo da sua vida ou as paragens por onde andou. No entanto, destacamos ainda a sua colaboração, nos Açores, com Miguel e Vera Quintanilha, onde faz parte integrante das bandas Rosa-dos-ventos,e com José Medeiros, contactando com um grande número de músicos deste arquipélago. Com os grupos açorianos leva a nossa música a países como Estados Unidos, Canadá ou Brasil.

Merece ainda destaque, na sua vida profissional, a ajuda efetiva na montagem ou apoio que deu a autores ou grupos no início das suas carreiras públicas, estruturando projetos, passando conhecimento técnico, procurando formas, dando apoio. Mare Nostrum, Entre Aspas, Filipa Pais ou João Afonso são nomes que estiveram indubitavelmente ligados a Sérgio Martinho Mestre.

Nos últimos anos da sua vida integra a banda Coro dos Tribunais onde interpreta o repertório que melhor sabia e que mais lhe dizia, o de José Afonso. Nesta banda tem ocasião de convidar outros artistas e amigos que há tanto tempo o acompanhavam.

Paralelamente começa a desenvolver algum trabalho a nível de promoção de espetáculos na sua cidade de Tavira.

No dia 3 de outubro de 2003 Sérgio Martinho Mestre quase conseguiu aquilo que tantas vezes disse: “eu quero morrer em palco”. Sente-se mal a meio de um espetáculo em Coimbra, termina-o e acaba por falecer de madrugada no hospital com um acidente cardíaco.

 

in o Serginho - Festival Sérgio Mestre

 

domingo, agosto 24, 2025

Sérgio Mestre nasceu há 72 anos...

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Sérgio Martinho Mestre nasce em Moçambique a 24 de agosto de 1953. Vem para Tavira, com os seus pais, no ano de 1956, tornando-se o que ele próprio chamava “um filho da terra” e assumindo-se como algarvio de gema sem que com isso fizesse qualquer defesa bairrista ou regional não saudável. Aos 14 anos o pai oferece-lhe a primeira guitarra e de uma forma autodidata vai aprendendo música até encontrar Telmo Palma. É com este músico que aprende, estuda e se torna profissional.

Desde sempre defensor do pacifismo, parte para a Holanda, em 1973, autoexilando-se  para não tomar parte da guerra colonial portuguesa. A partir desse centro conhece os países circundantes tendo contacto e aprendendo com variados músicos de diversos quadrantes, desde o Clássico ao Jazz, tornando-se ele próprio um músico polivalente, de bases sólidas e multi-instrumentista (guitarras várias, saxofone e flauta transversa).

Regressa a Portugal em 1974, pouco tempo antes da Revolução. Nos tempos seguintes, na altura denominada “PREC” (Período Revolucionário em Curso) corre o país no projeto cultural que um grande grupo de artistas de todas as áreas culturais promoveu não só nos centros urbanos mas também no chamado “Portugal profundo”. Nesse projeto foi músico fixo das bandas de Adriano Correia de Oliveira e José Afonso até aos seus desaparecimentos. Com eles, para além do território nacional, apresenta a música portuguesa destes autores e outros por algumas ex-colónias como Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Macau e Goa. Alemanha e Brasil fazem também parte deste percurso. Pontualmente colabora, nessa altura, com outros músicos- Vitorino, Pedro Barroso, Fausto ou Janita Salomé. Mais tarde há-de integrar os projetos destes autores, ou de raiz, como foi o caso da “Lua Extravagante”. Durante alguns anos faz parte dos projetos da Brigada Vitor Jara e Vitorino. As tournées com todas estas bandas fazem-no viajar por todos os continentes à exceção da Oceania.

Seria fastidioso enumerar todos os autores e músicos com quem Sérgio Martinho Mestre colaborou ao longo da sua vida ou as paragens por onde andou. No entanto, destacamos ainda a sua colaboração, nos Açores, com Miguel e Vera Quintanilha, onde faz parte integrante das bandas Rosa-dos-ventos,e com José Medeiros, contactando com um grande número de músicos deste arquipélago. Com os grupos açorianos leva a nossa música a países como Estados Unidos, Canadá ou Brasil.

Merece ainda destaque, na sua vida profissional, a ajuda efetiva na montagem ou apoio que deu a autores ou grupos no início das suas carreiras públicas, estruturando projetos, passando conhecimento técnico, procurando formas, dando apoio. Mare Nostrum, Entre Aspas, Filipa Pais ou João Afonso são nomes que estiveram indubitavelmente ligados a Sérgio Martinho Mestre.

Nos últimos anos da sua vida integra a banda Coro dos Tribunais onde interpreta o repertório que melhor sabia e que mais lhe dizia, o de José Afonso. Nesta banda tem ocasião de convidar outros artistas e amigos que há tanto tempo o acompanhavam.

Paralelamente começa a desenvolver algum trabalho a nível de promoção de espetáculos na sua cidade de Tavira.

No dia 3 de outubro de 2003 Sérgio Martinho Mestre quase conseguiu aquilo que tantas vezes disse: “eu quero morrer em palco”. Sente-se mal a meio de um espetáculo em Coimbra, termina-o e acaba por falecer de madrugada no hospital com um acidente cardíaco.

 

in o Serginho - Festival Sérgio Mestre

 

domingo, agosto 10, 2025

Né Ladeiras - 66 anos

     
Né Ladeiras, é o nome artístico da cantora portuguesa Maria de Nazaré de Azevedo Sobral Ladeiras (Porto, 10 de agosto de 1959).
A sua carreira musical começou realmente com a fundação, em 1974, com diversos amigos, da Brigada Victor Jara, projeto no qual tocavam sobretudo música latino-americana tendo participado em diversas campanhas de animação cultural do MFA (Movimento de Forças Armadas) e de trabalho voluntário. O interesse do grupo pela música tradicional portuguesa só se manifesta nos últimos meses de 1976, após realizarem diversos espetáculos pelo país e aí "descobrirem" as potencialidades e qualidade da nossa tradição musical. 
      

Música adequada à data...

segunda-feira, março 31, 2025

Os Reis Católicos expulsaram, de Espanha, os Judeus há 533 anos...

Cópia assinada do édito de expulsão
   
O Decreto de Alhambra foi um decreto régio promulgado pelos Reis Católicos (Isabel I de Castela e o rei Fernando II de Aragão), ordenando a expulsão ou conversão forçada da população judaica da Espanha, e levando à fuga e dispersão dos sefarditas (judeus ibéricos) pelo Magrebe, Médio Oriente e sudeste da Europa. Foi escrito por Juan de Coloma, o secretário real, e assinado em Alhambra, Granada, a 31 de março de 1492.
Aceite com resignação por grande parte da comunidade judaica, uma notável exceção foi o rabino D. Isaac Abravanel. Um documento fictício, atribuído a Abravanel, que seria uma resposta escrita a esse decreto, foi na verdade parte de um romance de David Rafael de 1988. No seguimento do seu falhanço em convencer os reis católicos a cancelar o decreto, teria escrito uma resposta pungente e profética ao decreto, nas vésperas da sua partida. A origem real do documento encontra-se numa obra de ficção publicada em 1988, intitulada Alhambra Decree do autor David Raphael.