quarta-feira, agosto 26, 2026

Madre Teresa de Calcutá nasceu há 116 anos

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Anjezë Gonxhe Bojaxhiu (Skopje, 26 de agosto de 1910 - Calcutá, 5 de setembro de 1997), conhecida como Madre Teresa de Calcutá ou Santa Teresa de Calcutá, foi uma religiosa católica, de etnia albanesa, naturalizada indiana, fundadora da congregação das Missionárias da Caridade, cujo carisma é o serviço aos mais pobres dos pobres por meio da vivência do Evangelho de Jesus Cristo. Em 2015, a congregação fundada por si contava com mais de cinco mil membros, em 139 países. Pelo seu serviço aos pobres, tornou-se conhecida ainda em vida pelo nome de "Santa das Sarjetas".
Madre Teresa teve o seu trabalho reconhecido ao longo da vida por instituições dentro de fora da Índia, recebendo o Prémio Nobel da Paz em 1979. É considerada por alguns como a missionária do século XX. Foi beatificada, em 2003, pelo Papa João Paulo II e canonizada, em 2016, pelo Papa Francisco, na Praça de São Pedro, no Vaticano.
       

Julio Cortázar nasceu há 112 anos

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Julio Florencio Cortázar (Ixelles, 26 de agosto de 1914 - Paris, 12 de fevereiro de 1984) foi um escritor, tradutor e intelectual argentino. Sem renunciar à nacionalidade argentina, optou por adquirir a nacionalidade francesa, em 1981, em protesto contra a ditadura militar argentina.

Ele é considerado um dos autores mais inovadores e originais de sua época, mestre da história, prosa poética e conto em geral e criador de romances importantes que inauguraram uma nova maneira de fazer literatura no mundo hispânico, quebrando os moldes clássicos através de narrativas que escapam à linearidade temporal. Como o conteúdo de seu trabalho viaja na fronteira entre o real e o fantástico, ele geralmente é tem ligação ao realismo mágico e até ao surrealismo.

Ele viveu a sua infância e adolescência e maturidade incipiente na Argentina e, desde os anos 50, na Europa. Morou na Itália, Espanha, Suíça e França, onde se estabeleceu em 1951 e escreveu algumas das suas obras.
 

Charles Lindbergh morreu há 52 anos...


Charles Augustus Lindbergh (Detroit, 4 de fevereiro de 1902Maui, 26 de agosto de 1974) foi um pioneiro da aviação norte-americano, famoso por ter feito o primeiro voo solitário transatlântico, sem escalas, em avião, em 1927.

Lindbergh partiu do condado de Nassau, no estado de Nova Iorque, EUA, em direção a Paris, França, em 20 de maio de 1927, tendo pousado na capital francesa no dia seguinte. O avião usado por Lindbergh chamava-se "The Spirit of Saint Louis". O voo de Lindbergh tomou 33 horas e 31 minutos. O feito de Lindbergh deu-lhe o "Prémio Orteig", de 25 mil dólares, disponível desde 1919.
A sua chegada a Paris foi triunfal. E a comemoração quase acabou em tragédia. Recebido calorosamente pelos parisienses, o piloto quase foi sufocado pela multidão que aglomerava-se para cumprimentá-lo.
O seu neto, Erik Lindbergh, repetiu a viagem num avião semelhante ao usado pelo seu avô Charles, 75 anos depois, em 2002. Lindbergh não foi, porém, o primeiro aviador a fazer um voo transatlântico, feito que pertence a John Alcock e Arthur Whitten Brown, cujo voo foi feito em 1919; em 1922 os portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral realizaram a primeira travessia aérea do Atlântico recorrendo apenas a navegação astronómica, que foi também a primeira travessia aérea do Atlântico Sul; posteriormente o brasileiro João Ribeiro de Barros em 1927, cerca de um mês antes de Lindbergh, entretanto, ambos os voos foram feitos por mais de um tripulante; já Lindbergh, foi o pioneiro no voo solitário.

Em 1932, um dos filhos de Lindbergh, Charles Augustus Lindbergh Jr, foi sequestrado e morto. Um suspeito (Bruno Richard Hauptmann) foi preso e acusado pelo crime, tendo sido executado em 1936. Lindbergh, querendo isolar-se destes traumáticos acontecimentos, mudou-se para a Europa com sua família.

Lindbergh foi acusado de simpatizar com os nazis. No final dos anos 30 esteve na Alemanha, com a sua esposa, Anne Morrow. Elogiou a tecnologia aeronáutica daquele país. Em 1936 esteve presente na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos, em Berlim, ao lado de Adolf Hitler.
Iniciada a II Guerra Mundial, defendeu a neutralidade dos Estados Unidos (pois considerava provável a vitória nazi). Por esse motivo os grupos antinazis americanos desconfiavam dele. Após o ataque japonês a Pearl Harbor, em dezembro de 1941, e a consequente entrada dos EUA na guerra, ofereceu-se para lutar por seu país. Os seus serviços foram recusados e somente em 1944 foi admitido ao serviço.

Pós-guerra
Após a II Guerra Mundial, viveu tranquilamente em Connecticut como consultor, tanto para o chefe de pessoal da Força Aérea quanto para a Pan American World Airways.
Desde 1957 até à sua morte, em 1974, teve um caso com alemã Brigitte Hesshaimer, que vivia numa pequena cidade da Baviera chamada Geretsried (a 35 km a sul de Munique). Em 23 de novembro de 2003, testes de DNA provaram que ele era o pai dos seus três filhos: Dyrk (1958), Astrid (1960) e David (1967). Os dois conseguiram manter o caso em segredo, mesmo as crianças não conheciam a verdadeira identidade de seu pai, que eles viram quando ele chegou a visitá-los uma ou duas vezes por ano usando o cognome"Careu Kent".

Últimos dias
Charles Lindbergh passou os seus últimos anos na ilha havaiana de Maui, onde morreu, de linfoma, em 26 de agosto de 1974.

O breve Papa João Paulo I foi eleito há 48 anos...

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O Papa João Paulo I, nascido Albino Luciani (Forno di Canale, 17 de outubro de 1912 - Vaticano, 28 de setembro de 1978) e oriundo de família humilde, foi Papa da Igreja Católica. Governou a Santa Sé durante cerca de um mês, entre 26 de agosto de 1978 até à data da sua morte. Tornou-se rapidamente conhecido na Cúria Romana pelo nome de "Papa do Sorriso", pela sua afabilidade. Foi proclamado Venerável na sessão ordinária da Congregação para a Causa dos Santos no dia 7 de novembro de 2017, sendo esta a última etapa antes da beatificação.
Foi o primeiro Papa desde Clemente V a recusar uma coroação formal, cerimónia não oficialmente abolida, ficando a cargo do eleito escolher como queria iniciar seu pontificado. Contudo, desde então, os papas eleitos têm optado por uma cerimónia de "início do pontificado", com a respetiva entronização e o juramento de fidelidade. Não aceitava ser carregado em uma liteira como os outros papas, por uma questão de humildade. Também foi pioneiro ao adotar um nome papal duplo.
Antes de ser Papa, Luciani foi Patriarca de Veneza e não tinha ambições, nunca tendo sonhado sequer em ser papa. Foi o primeiro Papa a nascer no século XX e o seu nome papal duplo foi uma homenagem aos seus dois antecessores, Paulo VI e João XXIII.
Albino Luciani nasceu na província de Belluno, norte da Itália. O seu nome de batismo fora uma homenagem a um amigo da família, que morrera numa explosão numa mina de carvão na Alemanha. De origem humilde, viu o seu pai, chamado Giovanni, que era socialista, ser inúmeras vezes forçado a buscar trabalho noutros países, por ocasião da Primeira Guerra Mundial. A sua mãe, Bertola, católica fervorosa, incentivou-o a seguir a formação religiosa. No que foi bem sucedida: Albino foi ordenado padre em 1935, assumindo a posição paroquial que tanto desejara.
Embora, segundo consta, não tivesse grande ambições, foi nomeado bispo pelo Papa João XXIII e cardeal pelo Papa Paulo VI, com o título de São Marcos. Esteve presente no Concílio Vaticano II, convocado em 1962 por João XXIII. Albino Luciani era o Patriarca de Veneza quando, com 65 anos, foi eleito Papa, em 26 de agosto de 1978, na terceira votação do conclave que se seguiu à morte do Papa Paulo VI, superando o cardeal considerado "ultraconservador" Giuseppe Siri - favorito ao trono de São Pedro, de acordo com a imprensa - por 99 votos a 11. Segundo se conta, a princípio, um atónito Luciani teria declinado de aceitar o pontificado, mas fora persuadido do contrário pelo cardeal holandês Johannes Willebrands, que estava sentado a seu lado na Capela Sistina. Para isso, ter-lhe-ia dito: "Coragem. O Senhor dá o fardo, mas também a força para carregá-lo".
Escolheu o nome de João Paulo (Ioannes Paulus, pela grafia em latim) para homenagear os seus antecessores, João XXIII e Paulo VI. Morreu na madrugada de 28 de setembro de 1978, entre as 23.30 e 04.30 horas da manhã, no Palácio Apostólico do Vaticano. Na época do conclave, o cardeal britânico Basil Hume, um de seus eleitores, chamou João Paulo I de "o candidato de Deus". A figura de João Paulo I na Igreja Católica sempre foi a de um papa afável, tendo, por isso, recebido a alcunha de "O Papa do Sorriso".
Reza uma lenda que João Paulo I teria feito uma premonição sobre a sua morte, ao afirmar a conhecidos que "alguém mais forte que eu, e que merece estar neste lugar, estava sentado à minha frente durante o conclave". Um cardeal presente na ocasião - que preferiu escudar-se no anonimato - confirmou que esse homem era, de facto, o polaco Karol Wojtyla. "Ele virá, porque eu irei", prosseguiu o "Papa Breve". Curiosamente, Wojtyla realmente votara em Luciani naquele conclave e logo depois veio a tornar-se João Paulo II. Por outro lado, o que há de concreto é que João Paulo I teria falado da sua morte um dia antes dela ao Bispo John Magee.
 
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HVMILITAS
Brasão papal de João Paulo I
   
Embora João Paulo I tenha sido encontrado morto por uma freira que trabalhava para ele há muitos anos e o acordava sempre, a versão oficial divulgada pelo Vaticano, contudo, diz que o corpo de João Paulo I teria sido encontrado pelo padre Diego Lorenzi, um de seus secretários, enunciando a morte como "possivelmente associada com enfarte do miocárdio". Para alguns, João Paulo I teria sido vítima das terríveis pressões características de seu cargo, e que não as tendo suportado, veio a perecer. A citada freira, após a morte deste, fez voto de silêncio.
Outra hipótese levantada foi a de que o Papa "Sorriso de Deus" teria sido vítima de embolia pulmonar. De qualquer maneira, a sua morte provocou enorme consternação entre os católicos; mesmo sob chuva torrencial, a Praça de São Pedro esteve totalmente lotada quando de seus serviços funerais. Em sua homenagem, o seu sucessor (João Paulo II) adotaria o seu nome papal ao ser eleito, em 16 de outubro de 1978.
     
O momento da sua morte, apenas um mês depois de sua eleição para o papado, e alegadas dificuldades do Vaticano com os procedimentos cerimoniais e legais, juntamente com declarações inconsistentes feitas após a morte, fomentaram várias teorias da conspiração. O autor britânico David Yallop escreveu extensivamente sobre crimes não resolvidos e teorias da conspiração, e no seu livro de 1984 In God's Name sugeriu que João Paulo I morreu porque estava prestes a descobrir escândalos financeiros supostamente envolvendo o Vaticano. John Cornwell respondeu às acusações de Yallop em 1987, com o livro A Thief In The Night, em que analisou as várias alegações e negou a conspiração. De acordo com Eugene Kennedy, escrevendo para o The New York Times: o livro de Cornwell "ajuda a purificar o ar de paranoia e de teorias da conspiração, mostrando como a verdade, cuidadosamente escavada por um jornalista num volume pode nos refrescar, faz-nos livres."
    
A revista italiana 30 Giorni revela, com base em declarações de um dos quatro irmãos de João Paulo I, que a Irmã Lúcia, durante a visita que o então Patriarca de Veneza lhe fez no Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra, sempre o tratou por "Santo Padre". O Cardeal Luciani fica impressionado e pergunta: "Porquê?", ao que a Irmã responde: "Vossa Eminência um dia será eleito Papa". E ele disse: "Sabe-se lá, irmã…", e a Irmã retorquiu: "Será sim, mas o seu pontificado será muito breve".
 
(...)
 
O caminho para a beatificação de João Paulo I foi iniciado em outubro de 2021 pelo papa Francisco, ao autorizar a promulgação do decreto referente a um milagre atribuído à intercessão de Luciani, proclamando-o bem-aventurado em data a ser fixada pela Santa Sé. O milagre atribuído teria sido a cura "cientificamente inexplicável" em 2011, de uma menina argentina de onze anos, que tinha uma grave doença cerebral. Em 4 de setembro de 2022 foi beatificado pelo Papa Francisco, na Praça de São Pedro.
    

Cassie comemora hoje quarenta anos...!

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Cassandra Elizabeth Ventura (New London, 26 de agosto de 1986), mais conhecida como Cassie, é uma modelo, atriz, compositora e cantora de R&B e pop americana. Ela ficou famosa pelo seu single Me & U, que se tornou num êxito em 2006. Cassie tornou-se numa cantora de forma inesperada. Em 2005, Cassie conheceu o produtor Ryan Leslie num clube de Nova York, que se encantou com a beleza dela. Pouco tempo depois, a mãe de Cassie pediu-lhe que gravasse uma canção, como prenda de aniversário e a então modelo abordou Leslie para que a canção fosse produzida, pedido que foi concedido e que mais tarde se tornou na canção Kiss Me. Leslie mostrou-a a Tommy Mottola, ex-presidente da Sony Music e atualmente um homem poderoso da indústria discográfica que cuidou carreiras como a de Jennifer Lopez, Jessica Simpson e Mariah Carey. Ele contratou Cassie, e semanas depois a cantora rescindiu o contrato que tinha com Leslie para produzir o seu álbum de estreia, acabando por se juntar à editora discográfica de Diddy, a Bad Boy Records, depois de ele ter ouvido a canção Me & U a tocar num clube da Flórida. Dia 5 de agosto de 2008, ela lançou o single Official Girl e um remix com a participação do rapper Lil Wayne.

Cassie era uma modelo bastante popular, até ter desistido dessa carreira dado que, segundo ela própria, a sua agência pediu-lhe para perder peso, o que a enfureceu e a fez desistir da moda. A partir daí, a artista focou-se totalmente na sua carreira musical, mas continua a trabalhar como modelo por conta própria. 

 

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in Wikipédia

 

Carlos Paião morreu há trinta e oito anos...

(imagem daqui)
  
Carlos Manuel de Marques Paião (Coimbra, 1 de novembro de 1957 - Rio Maior, 26 de agosto de 1988) foi um cantor e compositor português. Licenciou-se em Medicina na Universidade de Lisboa em 1983, mas acabou por se dedicar exclusivamente à música.
   
Nasceu acidentalmente em Coimbra, passando toda a sua infância e juventude entre Ílhavo (terra natal dos pais) e Cascais. Desde muito cedo Carlos Paião demonstrou ser um compositor prolífico, sendo que no ano de 1978 tinha já escritas mais de duzentas canções. Nesse ano obteve o primeiro reconhecimento público ao vencer o Festival da Canção do Illiabum Clube.
Em 1980 concorre pela primeira vez ao Festival RTP da Canção, numa altura em que este certame representava uma plataforma para o sucesso e a fama no mundo da música portuguesa, mas não foi apurado. Com Playback ganhou o Festival RTP da Canção de 1981 com a esmagadora pontuação de 203 pontos, deixando para trás concorrentes tão fortes como as Doce e José Cid. A canção, uma crítica divertida, mas contundente, aos artistas que cantam em play-back, ficou em penúltimo lugar no Festival da Eurovisão de 1981, realizado em Dublin, na República da Irlanda. Tal classificação não "beliscou" minimamente a popularidade do cantor e compositor, pois Carlos Paião, ainda nesse ano, editou outro single de sucesso e que mantém a sua popularidade até hoje: Pó de Arroz.
O êxito que se seguiu foi a Marcha do Pião das Nicas, canção na qual o cantor voltava a deixar patente o seu lado satírico. Telefonia (Nas Ondas do Ar) era o lado B desse single.
Carlos Paião compôs canções para outros artistas, entre os quais o próprio Herman José, que viria a alcançar grande êxito com A Canção do Beijinho (1980), e Amália Rodrigues, para quem escreveu O Senhor Extra-Terrestre (1982).
Algarismos (1982), o seu primeiro LP, não obteve, no entanto, o reconhecimento desejado. Surgiu entretanto a oportunidade de participar no programa de televisão O Foguete, com António Sala e Luís Arriaga.
Em 1983, cantava ao lado de Cândida Branca Flor, com quem interpretou um dueto muito patriótico intitulado Vinho do Porto, Vinho de Portugal, que ficou em 3.º lugar no Festival RTP da canção.
Num outro programa, Hermanias (1984), Carlos Paião compôs a totalidade das músicas e letras de Serafim Saudade, personagem criada por Herman José, já então uma das figuras mais populares da televisão portuguesa.
Em 1985 concorreu ao Festival Mundial de Música Popular de Tóquio (World Popular Song Festival of Tokio), tendo a sua canção sido uma das 18 selecionadas.
A 26 de agosto de 1988, quando acabara de atuar num grande espetáculo em Fornos de Algodres, morre, no regresso, num violento acidente de automóvel. Na altura, surgiu o mito urbano de que na ocasião de seu funeral não estaria morto, mas sim em coma, porém a violência do acidente, por si, nega o mito, pois a sobrevivência a este seria impossível.
Estava a preparar um novo álbum intitulado Intervalo, que acabou por ser editado em setembro desse ano, e cujo tema de maior sucesso foi Quando as nuvens chorarem. Está sepultado em São Domingos de Rana, freguesia do concelho de Cascais.
Compositor, intérprete e instrumentista, Carlos Paião produziu mais de trezentas canções.
Em 2003 foi editado uma compilação comemorativa dos 15 anos do seu desaparecimento - Carlos Paião: Letra e Música - 15 anos depois (Valentim de Carvalho).
Em 2008, por altura da comemoração dos 20 anos do desaparecimento do músico, vários músicos e bandas reinterpretaram alguns temas do autor na edição de um álbum de tributo, "Tributo a Carlos Paião".
     
 

Lavoisier nasceu há 283 anos...

  
Antoine Laurent de Lavoisier (Paris, 26 de agosto de 1743 - Paris, 8 de maio de 1794) foi um químico francês, considerado o pai da Química moderna.
Foi o primeiro cientista a enunciar o princípio da conservação da matéria. Além disso identificou e batizou o oxigénio, refutou a teoria flogística e participou na reforma da nomenclatura química. Célebre por seus estudos sobre a conservação da matéria, mais tarde imortalizado pela frase popular:
  
Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.
Nascido numa família rica em Paris, Antoine-Laurent Lavoisier herdou uma grande fortuna com a idade de cinco anos com o falecimento de sua mãe. Ele foi educado no Collège des Quatre-Nations (também conhecido como Collège Mazarin) de 1754 a 1761, estudando química, botânica, astronomia e matemática. Ele era esperado para seguir os passos de seu pai e ainda obteve sua licença para praticar a advocacia em 1764, antes de voltar a uma vida de estudo da ciência.
Lavoisier é considerado o pai da química. Foi ele quem descobriu que a água é uma substância composta, formada por dois átomos de hidrogénio e um de oxigénio: o H2O. Essa descoberta foi muito importante para a época, pois, segundo a teoria de Tales de Mileto, que ainda era aceite, a água era um dos quatro elementos terrestres primordiais, a partir da qual outros materiais eram formados.
Em 16 de dezembro de 1771 Lavoisier casou-se com uma jovem aristocrata, de nome Marie-Anne Pierrette Paulze. A sua mulher tornou-se num dos seus mais importantes colaboradores, não só devido ao seu conhecimento de línguas (em particular o inglês e o latim), mas também pela sua capacidade de ilustradora. Marie-Anne foi responsável pela tradução, para francês, de obras científicas escritas em inglês e em latim, fazendo ilustrações de algumas das experiências mais significativas feitas por Lavoisier. Ele viveu na época em que se iniciava a Revolução Francesa, quando o terceiro estado (camponeses, burgueses e comerciantes) disputava o poder na França.
Lavoisier foi guilhotinado a 8 de maio de 1794, após um julgamento sumário, no dia anterior. Joseph-Louis de Lagrange, um importante matemático, contemporâneo de Lavoisier disse:
  
Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo.
       

Laura Branigan morreu há vinte e dois anos...

   
Laura Ann Branigan Kruteck (Brewster, 3 de julho de 1957East Quogue, 26 de agosto de 2004) foi uma cantora e atriz dos Estados Unidas da América conhecida mundialmente como Laura Branigan.
     
Laura nasceu a 3 de julho de 1957 em Brewster, no Condado de Putnam, estado de Nova Iorque.
Casou-se, em 1981, com o advogado Lawrence Kruteck, vinte anos mais velho que ela. Pouco depois de ter sido diagnosticado um cancro do cólon ao seu marido, retirou-se temporariamente da cena musical, em 1994, para o acompanhar nos tratamentos, até à morte do seu companheiro, a 15 de junho de 1996.
Ficou mundialmente famosa devido a grandes hits músicais como "Gloria", "Solitaire", "How Am I Supposed To Live Without You, "Self Control", "Ti Amo", "Spanish Eddie", "I Found Someone", "Power of Love", "Shattered Glass", "Never In A Million Years" e "Over You".
Faleceu, subitamente, na sua casa em Long Island, Nova Iorque, a 26 de agosto de 2004, vítima de um aneurisma cerebral não-diagnosticado. Tinha apenas 47 anos de idade.
     
 

Alberto de Lacerda morreu há dezanove anos...

(imagem daqui)

Carlos Alberto Portugal Correia de Lacerda (Ilha de Moçambique, 20 de setembro de 1928 - Londres, 26 de agosto de 2007) foi um poeta, professor ocasional de literatura, crítico de arte e colecionador português.
  
Biografia
Nascido na Ilha de Moçambique, Alberto de Lacerda veio para Lisboa em 1946. Em 1951 fixou-se em Londres, trabalhando como locutor e jornalista da BBC, efetuado um notável trabalho de divulgação de poetas como Camões, Pessoa e Sena. Nos anos seguintes viajou pela Europa e esteve no Brasil em 1959 e 1960. A partir de 1967 começa a lecionar na Universidade do Texas em Austin, do Texas, EUA, onde se manteve durante cinco anos, fazendo uma breve passagem pela Universidade de Columbia, de Nova Iorque, até se fixar, em 1972, como professor de poética, na Universidade de Boston, Massachusetts.
Estreou-se em Portugal com uma série de poemas publicados na revista Portucale. Foi um dos fundadores da revista de poesia Távola Redonda, juntamente com Ruy Cinatti, António Manuel Couto Viana e David Mourão-Ferreira. Os seus poemas foram traduzidos para o inglês, castelhano, alemão e holandês, entre várias outras línguas. É descrito como possuindo uma linguagem pouco adjetivada mas rica em imagística, reveladora de um mundo misterioso oculto na vulgaridade das coisas. Alberto de Lacerda é também autor de colagens, tendo chegado a expor, nos anos 80, na Sociedade Nacional de Belas Artes, de Lisboa.
Faleceu em Londres, a 26 de agosto de 2007. Apesar do número relativamente pequeno de obras publicadas, Lacerda deixou um vasto espólio e de grande importância, composto, nomeadamente, por correspondência com grandes figuras da cultura, estrangeiras e portuguesas, tais como Maria Helena Vieira da Silva e o marido Árpád Szenes ou ainda Paula Rego.
 

 

Sonhar

Quero mais do que nunca
Sonhar
Habitar um espaço que existe
Entre presença e ausência
Ausência
Serenamente exaltante
Presença
Não minha
Quase nada

Quero regressar ao sonho
Espaço
Que se me abre apenas
Quando sei abrir-me
Abandonar-me

À circular
Linha extasiada do horizonte

  


in
Átrio (1997) - Alberto de Lacerda

Sabin, o criador da atual vacina da poliomielite, nasceu há cento e vinte anos...


Albert Bruce Sabin (Białystok, 26 de agosto de 1906 - Washington, 3 de março de 1993) foi um pesquisador médico, sendo mais conhecido por ter desenvolvido a vacina oral (conhecida no Brasil como "gotinha") para a poliomielite.
 
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Biografia

Sabin nasceu numa família de judeus, em 1906, na cidade de Białystok, então parte da Rússia (atualmente na Polónia), e emigrou em 1921 para os Estados Unidos com a sua família. Sabin estudou medicina na Universidade de Nova Iorque e desenvolveu um intenso interesse em pesquisa, especialmente na área de doenças infecciosas. Em 1931, completou o doutoramento em medicina. Passou uma temporada trabalhando em Londres em 1934, como representante do Conselho Americano de Pesquisas. De volta aos Estados Unidos, tornou-se pesquisador do Instituto Rockfeller de Pesquisas Médicas. Nesse instituto, demonstrou o crescimento do vírus da poliomielite em tecidos humanos.

Sabin esteve várias vezes no Brasil, acompanhando pessoalmente o combate à poliomielite, tendo se casado, em 1972, com a brasileira Heloisa Dunshee de Abranches. Centenas de escolas, hospitais, clínicas e instituições brasileiras têm o seu nome. O cientista recebeu do governo brasileiro, em 1967, a Grã-Cruz do Mérito Nacional

 

Carreira

Em 1946 Sabin tornou-se o líder de Pesquisa Pediátrica na Universidade de Cincinnati.

Publicou mais de 350 estudos, que incluem trabalhos sobre pneumonia, encefalite, cancro e dengue; foi o primeiro a isolar o vírus da dengue: o tipo I na área do mediterrâneo, durante a Segunda Guerra Mundial, e o tipo II na região do Pacífico.

Com o aumento do número de surtos da poliomielite crescendo, após a Segunda Guerra Mundial, ele e outros pesquisadores, como Hilary Kropowski, mas principalmente Jonas Salk em Pittsburgh, iniciaram a busca por uma vacina para prevenir ou amenizar a doença. A vacina de Salk, desenvolvida com vírus "inativado ou morto", foi testada e liberada para o uso em 1955. Ela era eficaz na prevenção da maioria das complicações da poliomielite, mas não prevenia a infeção inicial antes de acontecer.

A vacina contra poliomielite desenvolvida por Sabin precisava de grandes testes clínicos para atestar a sua eficácia e segurança. No entanto ficou praticamente impossível realizar amplos testes clínicos nos Estados Unidos, após o sucesso atingido pela vacina de Jonas Salk. Sabin então recorreu a colegas pesquisadores do outro lado da Cortina de Ferro, como a Checoslováquia, Polónia, Hungria e as Repúblicas da União Soviética. Foi auxiliado nos teste clínicos pelo Dr. Mikhail Chumakov, diretor do Instituto de Pesquisas contra a Poliomielite em Moscovo. Os primeiros resultados positivos foram informados pelos médicos russos na Primeira Conferência Internacional pela vacina viva da poliomielite, sediada em Washington na OPAS, em junho de 1959. A vacinação iniciada em janeiro de 1959 superou a marca de 8 milhões de crianças imunizadas em outubro do mesmo ano só na União Soviética. Após o êxito demonstrado pela vacinação em massa no Leste Europeu, os Estados Unidos aprovaram o uso da vacina em 1960 e, a partir de 1968, passaram usar exclusivamente a vacina desenvolvida por Albert Sabin. O seu produto, preparado com o vírus atenuado da poliomielite, poderia ser tomada oralmente, e prevenia a doença. Esta é a vacina que eliminou efetivamente a poliomielite em quase todo o mundo (exceto nalguns países na África e Ásia).

Sabin renunciou aos direitos de patente da vacina que criou, facilitando a difusão da mesma e permitindo que crianças de todo o mundo fossem imunizadas contra a poliomielite, que é mais conhecida como paralisia infantil no Brasil.

Albert Sabin morreu, de ataque cardíaco, aos 86 anos, na sua casa em Washington, em 1993. No mesmo ano, foi fundado naquela cidade o Instituto Sabin de Vacinas, a fim de dar prosseguimento às pesquisas sobre vacinas e perpetuar o legado construído por ele. Foi sepultado no Cemitério Nacional de Arlington, Arlington, Virgínia nos Estados Unidos.

 

Carlos Amaral Dias nasceu há oitenta anos...

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(imagem daqui)

 

Carlos Augusto Amaral Dias (Coimbra, 26 de agosto de 1946 - Lisboa, 3 de dezembro de 2019) foi um psicanalista e professor universitário português.

 

Biografia

Médico licenciado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, com especialização em Psiquiatria, obteve o grau de Doutor pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação (FPCE) da mesma Universidade, com a dissertação A influência relativa dos fatores psicológicos e sociais no evolutivo toxicómano (1981).

Foi Diretor do Instituto Superior Miguel Torga e professor catedrático da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), em Lisboa. Teve colaboração com a Universidade de Wisconsin e com a Universidade de Porto Alegre. Foi vice-presidente da Academia Internacional de Psicologia e coordenador do Nusiaf - Núcleo de Seguimento Infantil e Ação Familiar. Foi também presidente da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e presidente da Sociedade Portuguesa de Psicodrama Psicanalítico de Grupo.

Foi autor dos livros O Inferno Somos Nós - conversas sobre crianças e adolescentes (2002) e Modelos de Interpretação em Psicanálise (2003). Com João Sousa Monteiro publicou Eu Já Posso Imaginar que Faço (1989). Foi também revisor científico da edição portuguesa do Dicionário de Psicanálise de Élisabeth Roudinesco e Michel Plas (2000). Foi diretor da Revista Portuguesa de Psicanálise. Dirigiu Esta Inquietante Estranheza, programa para a TSF, e partilhou Alma Nostra, com Carlos Magno, na Antena1 cuja última emissão foi em 1 de novembro de 2011.

Foi também, comentador televisivo.

Colaborou na revista Arte Opinião (1978-1982).

O problema da toxicodependência é um dos temas principais da sua investigação. Os seus referenciais de interesse científico e de investigação são a psicanálise, a psicologia clínica, a psicopatologia do funcionamento mental, a toxicodependência e a investigação sobre a psicose.

 

Obras

  • Para uma Psicanálise da Relação (1988)
  • Ali Babá - Droga: Uma neurose diabólica do século vinte (1991)
  • (A) Re-pensar (1995)
  • Bion Hoje (1998)
  • Falas Públicas do Inconsciente (2000)
  • Freud para além de Freud (2000)
  • O Inferno Somos Nós - conversas sobre crianças e adolescentes (2002)
  • Um psicanalista no Expresso do Ocidente (2003)
  • Modelos de Interpretação em Psicanálise (2003)
  • Costurando as linhas da psicopatologia Borderland (2004)
  • Freud para Além de Freud, Vol II (2005)
  • Carne e Lugar (2009)
  • Teoria das Transformações (2010)
  • O Obscuro Fio do Desejo (2015)
  • Quando o estranho bate à porta (Com Clara Pracana)(2016)
  • Vida e Psicodrama - Roteiro de um livro ponte (Com Maria Moreira dos Santos) (2019)

 

Casamentos e descendência

Casou primeira vez com Teresa Maria de Castro Nunes Vicente, da qual teve um filho e duas filhas:

  • Henrique Nunes Vicente Amaral Dias, casado com Vanda Patrícia Duarte Lopes, da qual tem:
    • António Duarte Lopes Amaral Dias
    • Bárbara Duarte Lopes Amaral Dias
  • Joana Beatriz Nunes Vicente Amaral Dias (Luanda, 13 de maio de 1973)
  • Leonor Nunes Vicente Amaral Dias, solteira e sem geração

Casou segunda vez civilmente na 7.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa em 1999 com Susana Maria Garcez dos Santos Quintas, da qual teve uma filha:

  • Carlota Maria Garcez Quintas Amaral Dias

 

Virá a morte e terá os teus olhos...

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Verrà la morte e avrà i tuoi occhi
    
 
Verrà la morte e avrà i tuoi occhi –

questa morte che ci accompagna

dal mattino alla sera, insonne,

sorda, come un vecchio rimorso

o un vizio assurdo. I tuoi occhi

saranno una vana parola,

un grido taciuto, un silenzio.

Cosí li vedi ogni mattina

nello specchio. O cara speranza,

quel giorno sapremo anche noi

che sei la vita e sei il nulla.

 

Per tutti la morte ha uno sguardo.

Verrà la morte e avrà i tuoi occhi.

Sarà come smettere un vizio,

come vedere nello specchio

riemergere un viso morto,

come ascoltare un labbro chiuso.

Scenderemo nel gorgo muti.

 

22 marzo 1950

 

 Cesare Pavese

 

 

Um tradução do poema, de Cláudia Alves:

 

Virá a morte e terá os teus olhos 

 

Virá a morte e terá os teus olhos – 

esta morte que nos acompanha

desde a manhã até a tarde, insone,

surda, como um remorso antigo

ou um vício absurdo. Os teus olhos

serão uma palavra vã,

um grito calado, um silêncio.

Assim tu os vês toda manhã

quando te inclinas sobre ti mesma

no espelho. Oh querida esperança,

naquele dia também viremos a saber

que és a vida e és o nada. 

 

Para cada um a morte tem um olhar.

Virá a morte e terá os teus olhos.

Será como abandonar um vício,

como ver no espelho

ressurgir uma face morta,

como escutar um lábio fechado.

Desceremos mudos ao turbilhão.

Shirley Manson, atriz e vocalista dos Garbage, comemora hoje sessenta anos...!

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d8/Shirley_Manson_screenshot.png?utm_source=en.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail_unscaled

Shirley Ann Manson
(Edinburgo, 26 de agosto de 1966) é uma ex-modelo da Calvin Klein, atriz e cantora britânica, de origem escocesa, mais conhecida como vocalista da banda Garbage
 
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b1/Shirleymansonversion2.0.jpg?utm_source=en.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail_unscaled
 

Nascida na capital escocesa, era filha de uma cantora e desde cedo já demonstrava talento. Com apenas 16 anos, ela entrou na banda do seu namorado, que se chamava Goodbye Mr. Mackenzie, tocando teclados e fazendo coros. Dez anos depois, com o fim dos Goodbye Mr. Mackenzie (que nunca obteve muito sucesso), Shirley tornou-se a vocalista da banda Angelfish.

Nessa época, os outros integrantes dos Garbage já estavam trabalhando no projeto e procuravam por uma vocalista. Eles conheceram Shirley pelo videoclipe da música "Suffocate Me", do Angelfish, durante o programa 120 Minutes da MTV norte-americana (o equivalente ao Lado B brasileiro).

À frente dos Garbage, Shirley Manson tornou-se ícone do rock alternativo dos anos 90, esbanjando talento, carisma e muita atitude no palco. A banda teve o seu ápice em meados dos anos 90, com os álbuns Garbage e Version 2.0 e obteve hits como Only Happy When It Rains, When I Grow Up e Stupid Girl. Em 2005 a banda entrou em hiato por tempo indeterminado. O lançamento do álbum a solo de Shirley Manson estava previsto para 2008, porém, por pressão da gravadora, ele foi adiado.

Recentemente, ela interpretou a gananciosa empresária Catherine Weaver, na série Terminator: The Sarah Connor Chronicles, cuja história se passa entre os filmes Terminator 2: Judgment Day e Terminator 3: Rise of the Machines.

Atualmente, Shirley voltou aos vocais da banda Garbage. No primeiro semestre de 2012 a banda lançou o álbum Not Your Kind of People. O primeiro single da banda do novo álbum no Reino Unido foi a faixa "Battle In Me" e nos EUA, foi lançado "Blood For Poppies", que ganhou um videoclipe inspirado nos filmes mudos, lançado no canal da banda no site You Tube. Shirley voltou a carreira a todo vapor, além do retorno às apresentações ao vivo da banda em todo o mundo, tem feito muitos trabalhos fotográficos em revistas de moda e música.

Manson identifica-se como feminista e foi aclamada como uma ícone feminista.

 

 https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/21/Shirley_Manson_Edinburgh_2009.jpg?utm_source=en.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail_unscaled