O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
São Nunca é um santo fictício utilizado na expressão idiomática «no dia de São Nunca»,
usada como uma locução adverbial de tempo. Esta expressão é usada
quando alguém se quer referir a um acontecimento que é impossível,
improvável, hipotético ou que só acontecerá num futuro distante. Por
vezes é reforçada acrescentando “à tarde” no final da frase. É, grosso modo, uma das formas populares da expressão latina «ad kalendas græcas» («nas calendas gregas»), assim como «quando os porcos voarem», “quando as galinhas tiverem dentes” ou «nem que a vaca tussa».
inglês : never in a month of Sundays, and pigs might fly
Statue de sint-juttemis, le saint Glinglin néerlandais, à Breda (Pays-Bas) en 2008
Teorias
De acordo com várias comunidades na internet têm-se vindo a discutir a
existência de um dia, e a luta pela atribuição de uma data de
celebração tem sido constante. Uma das possíveis datas é o dia 1 de
novembro, assim como também é a mais aceite pelas comunidades uma vez
que é Dia de Todos os Santos, São Nunca também estaria incluído.
Outra teoria prende-se no facto de que por três vezes na história,
houve períodos em que existiu a data 30 de fevereiro. Esse dia, por não
"existir" (da forma comum) é também chamado de "dia de São Nunca", um
"santo" evidentemente fictício representando que esse dia "nunca vai
chegar". – 30 de fevereiro . Em 1929, a ex-URSS,
introduziu um calendário revolucionário no qual todos os meses tinham
30 dias, e os outros 5 ou 6 dias que sobravam eram feriados e não
pertenciam a nenhum mês. Sendo assim, em 1930 e 1931 houve 30 de
fevereiro, mas 1932 os meses voltaram ao normal. Outro caso, foi em 1295
em que Sacrobosco publicou no seu livro, a especulação de que o imperador César Augusto
retirou um mês de fevereiro e o colocou em agosto, assim nomeado em
sua homenagem, para não ficar atrás dos 31 dias do mês de julho, que
possuía homenagem à Caio Júlio César. A criação do mês pelo imperador e
seus dias estão corretos. Na especulação, Sacrobosco ainda diz que
naquela época o mês de fevereiro tinha 29 dias e portanto os anos
bissextos entre 45 a.C. e 8 d.C. tinham o dia 30 de fevereiro no seu
calendário. Os últimos casos foram na Suécia, em 1712, e na ex-União
Soviética, em 1931, devido à mudança para o calendário gregoriano.
Almanaque sueco de 1712, com a indicação de 30 de fevereiro
O dia 30 de fevereiro existiu somente em três vezes na história, em contrapartida de fevereiro ser um mês com 28 dias no calendário gregoriano (29 em anos bissextos). Esse dia, por não "existir" no calendário comum, é também chamado de "dia de São Nunca", um "santo" evidentemente fictício representando que esse dia "nunca vai chegar".
Suécia
O calendário gregoriano, implantado em 1582, não foi prontamente seguido por todos os países. Em novembro de 1699, quando a Suécia (cujo reino incluía na época a Finlândia) planeou mudar do calendário juliano
para o gregoriano, havia uma diferença de 11 dias entre eles. O
planeado seria omitir o dia extra dos anos bissextos entre 1700 e 1740,
incluindo-os(*). Assim a mudança seria gradual, mas não foi
seguida após seu primeiro ano de implantação. Desta forma, 1700 não foi
bissexto na Suécia, mas 1704 e 1708
sim, contrariando o plano. Com isto, o calendário sueco ficou um dia à
frente do calendário juliano, mas ainda dez atrás do gregoriano.
Assim, em 1711 os suecos resolveram abandonar o sistema, já que o
calendário por eles adotado não tinha correspondentes em qualquer outro
país, criando uma enorme confusão. Portanto 1712 foi bissexto e ainda
incluiu um dia a mais, o 30 de fevereiro para voltar em sincronia com o
calendário juliano. A mudança sueca para o calendário gregoriano foi
finalmente realizada em 1753, com a exclusão de 11 dias, onde 17 de fevereiro daquele ano foi seguido por 1 de março.
(*) dependendo da fonte utilizada a regra é outra: entre 1700
e 1711 omitir-se-ia 1 dia por ano. Mas só foi seguido em 1700. A
correção em 1712 seria a mesma para voltar ao calendário juliano.
União Soviética
Em 1929, a União Soviética introduziu um calendário revolucionário no qual todos os meses tinham 30 dias e os outros 5 ou 6 dias eram feriados não pertencentes a meses. Em 1930 e 1931, houve portanto um 30 de fevereiro, mas, em 1932, os meses voltaram ao sistema tradicional.
Calendários alternativos
O chamado Symmetry454 Calendar, é uma proposta diferente de calendário e contém o dia 30 de fevereiro.
O Senhor Morgado, vai no seu murzelo Todo empertigado, é um gosto vê-lo. Próspero anafado, véstia alentejana, Calça de riscado, homem duma cana.
Vai, todo se ufana, de ir tão bem montado. E ela da janela, seja Deus louvado, Seja Deus louvado, Seja Deus louvado.
O Senhor Morgado, vai nas próprias pernas Todo bambeado, tem palavras ternas. Para cada lado, quando passa sente, Que é temido e amado, fala a toda a gente.
Topa um influente, sou um seu criado. Eleições à porta, seja Deus louvado, Seja Deus louvado, Seja Deus louvado.
O Senhor Morgado vai na sege rica Todo repimpado, ai que bem lhe fica. O Chapéu armado e a comenda ao peito, E o espadim ao lado, que homem tão perfeito.
Deputado eleito, muito bem votado. Vai para o Te-Deum, seja Deus louvado, Seja Deus louvado, Seja Deus louvado.
O Senhor Morgado vai na sege rica Todo repimpado, ai que bem lhe fica. O Chapéu armado e a comenda ao peito, E o espadim ao lado, que homem tão perfeito.
Deputado eleito, muito bem votado, E ela da janela, eleições à porta Vai para o Te-Deum, Seja Deus louvado.
Começou a carreira no final dos anos 50 e início dos anos 60, atuando em filmes de faroeste na televisão. Atuou em todos os filmes "Aeroporto", iniciada em 1969 com o filme homónimo e terminada em 1979, após quatro mega-produções.
Em 2007, projetou para o Walt Disney Concert Hall um palco desmontável inspirado numa taberna lisboeta, criado especialmente para a apresentação da cantora portuguesa Mariza. Foi a primeira colaboração de Gehry com uma artista musical.
Estilo
Continuamente trabalhando entre circunstâncias determinadas e
materializações imprevistas, Gehry foi avaliado pelo jornal australiano The Sydney Morning Herald como alguém que "nos faz produzir edifícios que são divertidos, esculturalmente emocionantes, boas experiências" apesar de sua abordagem poder tornar-se "menos relevante devido à pressão crescente de realizar mais com menos".
Controvérsia
O historiador de arteHal Foster compreende a arquitetura de Gehry como, primordialmente, a serviço de brandingcorporativo. A crítica a seu trabalho inclui reclamações sobre falhas de projeto como a criação de formas disfuncionais nos edifícios o que leva ao desperdício de recursos estruturais, a inadequação dos volumes a seus arredores e como não melhoram o contexto público de suas locações, além de aparentemente serem desenhados sem considerar o clima local.
A revista norte-americana Jacobin apontou que a obra de Gehry pode ser resumida como arquitetura para a classe alta,
no sentido de que é cara, embaraçada, e não serve aos interesses da
grande maioria. De fato, Gehry repudiava a arquitetura comum, que
indivíduos ordinários tendem a utilizar como abrigo, ao declarar que "no
mundo em que vivemos 98% do que é construído e projetado hoje é pura merda".
Morte
Frank Gehry morreu no dia 5 de dezembro de 2025, aos 96 anos, em Santa Mónica, Califórnia, por causa de problemas respiratórios.
Alfonso foi o filho póstumo do rei Afonso XII de Espanha e de Maria Cristina de Habsburgo-Lorena. Foi proclamado rei na altura do seu nascimento e a sua mãe foi a regente durante a sua menoridade. Em 1902, ao completar 16 anos, foi declarado maior de idade e assumiu as funções de chefe de estado.
No entanto, durante a I Guerra Mundial, Afonso XIII organizou, como monarca de um país neutro, uma valiosa iniciativa, que permitiu pôr em contacto os prisioneiros de guerra de ambas as partes com as suas famílias.
Filho de um engenheiro da marinha inglesa, Lewis Jones, com uma dona de
casa, Brian era conhecido pela sua versatilidade musical, tocando
vários instrumentos diferentes, ainda que se tenha notabilizado como
guitarrista da banda. Músico de origem clássica (Brian aprendeu a tocar
com a sua mãe, que dava aulas de piano numa igreja próxima) era
inicialmente o único músico da banda capaz de ler e escrever partituras.
Durante o seu período nos Rolling Stones ele manteve uma imaginação que gerou o Rolling Stones Rock'n Roll Circus, entre outros. Costumava usar roupas extravagantes, além de um estilo de vida baseado no "sexo, drogas e rock'n roll".
Apesar da fama e fortuna originada pelo sucesso da banda, Brian acabou por ceder ao uso desregrado de drogas, o que lhe valeu a saída do grupo, a 8 de junho de 1969. Menos de um mês depois, no dia 3 de julho, Brian foi encontrado afogado na piscina da sua casa, Cotchford Farm, em Sussex, antiga casa do escritor A. A. Milne, criador do Ursinho Pooh, que o músico adorava. Desde a sua morte, tida oficialmente como acidental, muitas dúvidas e livros encheram os media, alimentando muitas teorias da conspiração.
Apesar dos poucos anos de vida é considerado um dos mentores do estilo
adotado pela banda. Deixou um grande número de fãs, que prestam culto à
sua imagem e contribuição musical até aos dias de hoje.
É-lhe feita uma última homenagem em vida, com o seu nome a ser atribuído à Supertaça de Portugal em hóquei em patins, troféu disputado entre o campeão nacional e o vencedor da Taça de Portugal. Morre, repentinamente, a 5 de junho de 1999, com apenas 55 anos, vítima de uma trombose, deixando o País em choque e comoção, pela perda de uma das suas grandes estrelas.
ADENDA: No dia seguinte à sua morte (foi enterrado com o caixão coberto por duas
bandeiras - a do Sporting Clube de Portugal, obviamente, e a da Federação Nacional de
Patinagem...) a France Press anunciava que "Morreu o Pelé do Hóquei em
Patins" o que mereceu o seguinte comentário por parte do professor Moniz
Pereira, "Não seria antes Pelé o Livramento do Futebol?"
Rui Manuel Reininho Braga mais conhecido por Rui Reininho (Porto, 28 de fevereiro de 1955) é um músicoportuguês, conhecido sobretudo como vocalista e a principal cara da banda pop rockGNR (Grupo Novo Rock). Reininho é também letrista, tendo sido descrito como "rei da pop-rock nacional".
Filho único, nascido e criado no Bonfim, Porto, na década de 70 foi hippie, vestindo excentricamente, copiando o seu ídolo David Bowie. Grava em 1977, com Jorge Lima Barreto, no projeto Anar Band. Cria ou colabora nos projetos musicais Espelho e Atitudes.
Em 1981 tornou-se vocalista dos GNR,
e depois, o seu principal mentor e figura mais destacada. Com os GNR,
Rui Reininho criou uma série de canções que são o espelho da jovem
geração burguesa dos anos 80, que cresceu e se tornou adulta a ouvi-los e
a admirá-los ao longo de 30 anos: Dunas, Efectivamente, Bellevue, Pós-Modernos, Vídeo Maria, Pronúncia do Norte, Ana Lee ou Morte ao Sol. Efectuou mais de mil espetáculos na Europa, Brasil, EUA, Canadá e Macau. Obteve prémios Jornal Se7e, Blitz (revista) e Nova Era.
É autor dos livros Sífilis versus Bilitis pela '''& etc''' e Líricas Come on & Ana, publicado pela Palavra, onde reúne poemas e letras de canções. Sobre as letras dos GNR, há duas publicações, a biografia dos GNR Afectivamente (Assírio & Alvim) e o livro As letras como poesia (Objecto Cardíaco e Afrontamento) de Vitorino Almeida Ventura.
Em 2005 foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural do Estado Português.
Por ocasião do seu 50º aniversário e dos 25 anos dos GNR as Quintas de
Leitura, no Teatro do Campo Alegre, no Porto, foram dedicadas à revisão
de algumas letras do grupo e foi feito o espetáculo de homenagem
intitulado "Egocentro" que teve a participação de Armando Teixeira com quem também colaborou em várias compilações.
Em 2014 é lançado o livro "Chá, Café e Etc.", editado pela
Tcharan, com ilustrações de Marta Madureira e que inclui um CD com os
contributos de Rui Reininho e Armando Teixeira.
Escreveu para os semanários Expresso, Mais Semanário, GQ, site Netparque e Jornal de Notícias.
Trabalhou ocasionalmente como actor (por exemplo na série "Cláxon" e no
telefilme "Amo-te Teresa") e criou música para teatro e cinema.
Lecionou a disciplina de Música de Cinema na Universidade Moderna de
Lisboa e a disciplina de Som e Imagem na Universidade Católica do Porto.
Foi jurado dos programas A Voz De Portugal e The Voice Portugal.
Now that she's back in the atmosphere With drops of Jupiter in her hair She acts like summer and walks like rain Reminds me that there's a time to change Since the return of her stay on the Moon She listens like spring and she talks like June
But tell me, did you sail across the Sun? Did you make it to the Milky Way To see the lights all faded And that heaven is overrated? Tell me, did you fall for a shooting star? One without a permanent scar? And did you miss me While you were looking for yourself out there?
Now that she's back from that soul vacation Tracing her way through the constellation She checks out Mozart while she does Tae-Bo Reminds me that there's room to grow Now that she's back in the atmosphere I'm afraid that she might think of me as Plain old Jane told a story about a man Who was too afraid to fly so he never did land
But tell me, did the wind sweep you off your feet? Did you finally get the chance to dance along the light of day And head back to the Milky Way? And tell me, did Venus blow your mind? Was it everything you wanted to find? And did you miss me While you were looking for yourself out there?
Can you imagine, no love, pride, deep fried chicken Your best friend always stickin' up for you (Even when I know you're wrong) Can you imagine no first dance Freeze dried romance Five-hour phone conversation The best soy latte that you ever had, and me?
But tell me, did the wind sweep you off your feet? Did you finally get the chance to dance along the light of day And head back toward the Milky Way? Tell me, did you sail across the Sun? Did you make it to the Milky Way to see the lights all faded And that heaven is overrated? Tell me, did you fall for a shooting star? One without a permanent scar? And did you miss me while you were looking for yourself?
(Na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na) And did you finally get the chance to dance along the light of day? (Na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na) And did you fall for a shooting star? Fall for a shooting star? (Na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na) And are you lonely looking for yourself out there?
Pauling é amplamente reconhecido como um dos principais químicos do século XX. Foi pioneiro na aplicação da Mecânica Quântica em Química e, em 1954, foi galardoado com o Nobel de Química pelo seu trabalho relativo à natureza das ligações químicas. Também efetuou importantes contribuições relativas à determinação da estrutura de proteínas e cristais, sendo considerado um dos fundadores da Biologia Molecular. Durante as suas investigações esteve perto de descobrir a estrutura em hélice dupla do ADN, descoberta essa efetuada mais tarde por James Watson e Francis Crick, em 1953.
Pauling recebeu o Nobel da Paz de 1962, pela sua campanha contra os testes nucleares
e é a única personalidade a ter recebido dois Prémios Nobelnão
compartilhados. As outras personalidades que receberam dois Prémios
Nobel foram Marie Curie (Física e Química), John Bardeen (ambos em Física) e Frederick Sanger (ambos em Química). Mais tarde, na sua carreira científica, advogou o uso em maiores proporções, em dietas, de vitamina C e outros nutrientes. Generalizou as suas ideias nesta área com vista a definir Medicina Ortomolecular, que ainda é vista como método não ortodoxo
pela medicina dita convencional. Pauling popularizou as suas ideias,
análises, pesquisa e visões em vários livros de sucesso, mas
controversos, sobre a temática da vitamina C e Medicina Ortomolecular.
Ele nasceu pobre, no seio de uma família irlandesa de dez filhos, em 1923, e
perdeu cinco de nove irmãos, passou incólume pelo desembarque dos
aliados na Normandia, além de ter sido feito prisioneiro de guerra na Batalha de Bulge.
A sua carreira iniciou-se no teatro de revista (ou burlesco), em Buffalo, Nova York, quando subiu ao palco de improviso para substituir um comediante que estava bêbado demais para continuar o seu número.
Embora ele tenha interpretado todo tipo de personagens, desde
funcionários públicos até aos homens mais comuns, Durning pode ser
lembrado pelo público de cinema por seu papel indicado para o Óscar como um governador corrupto de "A Melhor Casa Suspeita do Texas" (1982).
Um ano depois de "A Melhor Casa Suspeita do Texas", Durning
recebeu outra indicação para o Óscar, por sua interpretação de um oficial
nazi trapalhão na comédia de Mel Brooks "Ser ou Não Ser". Ele também foi indicado para um Globo de Ouro como o tenente da polícia atormentado de "Um Dia de Cão" (1975).
Ele rapidamente fez uma boa impressão sobre o público de cinema em 1973, como o polícia corrupto perseguindo homens como Paul Newman e Robert Redford na comédia vencedora do Óscar "Golpe de Mestre".
Dezenas de retratos notáveis se seguiram. Ele foi o candidato a pretendente de Dustin Hoffman,
posando como uma estrela de novelas em "Tootsie"; o vendedor infame de
pernas de rã em "The Muppet Movie", e o Chefe Brandon em "Dick Tracy",
de Warren Beatty. Ele interpretou o Pai Natal em quatro filmes diferentes feitos para a televisão e foi o papa no telefilme "I Would be Called John: Pope John XXIII".
"Eu nunca recusei qualquer coisa e nunca
discuti com qualquer produtor ou diretor" - Durning disse isto, em 2008,
quando foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Muitos críticos se surpreendiam como um homem corpulento poderia
ser tão ágil em números de música e dança, não percebendo que Durning
tinha sido um instrutor de dança no início da sua carreira. Na verdade,
ele conheceu a sua primeira esposa, Carol, quando ambos trabalhavam num
estúdio de dança.
Ele ganhou um Globo de Ouro como melhor ator coadjuvante de TV em 1991 por sua interpretação de John "Honey Fitz" Fitzgerald no filme de TV "The Kennedys of Massachusetts" e um Tony em 1990 como Big Daddy no revival da Broadway de "Gata em Teto de Zinco Quente".
O Sismo de 1969 ocorreu em 28 de fevereiro de 1969 pelas 02.40.32,5 horas UTC (mais uma hora no tempo local). Atingiu o sul do país e a região de Lisboa, sendo o último grande sismo a ocorrer em Portugal
Continental, e o mais forte do século XX. O epicentro do sismo foi
determinado como tendo as coordenadas 36.01º N e 10.57º W e a magnitude
atribuída foi Ms=7.9 e Mw=8.0. Este evento é interpretado como
resultante da compressão interplacas (Africana e Euroasiática) que ocorre na região sudoeste ibérica.
O sismo provocou alarme e pânico entre a população, cortes na
telecomunicações e no fornecimento de energia elétrica. Em Espanha houve
sete morte indiretas, por enfarte, e em Marrocos houve 11 mortos
diretos. Registaram-se 13
vítimas mortais em Portugal Continental, 2 como consequência direta
do sismo, e 11 indiretas. A maior intensidade (VIII) foi sentida no
Algarve, sendo atribuída a Lisboa uma intensidade VI.
Ao longo da súa vida chegou a usar os seguintes pseudónimos: Al
Farish ibn Iaquim Al Galizi, Álvaro Labrada, Ariel García, Benito
Moirón, Carlos Sobrado, Cristóbal Xordán, M. Mª Seoane, Manuel da Fonte,
Mark Tapley, Patricio Mindonio, Patricio Mor, X. Berenguer, Xusto
Cabarcos e Filón o Mozo.
Ainda hoje é desconhecida a identidade do seu homicida e as razões
pelas quais o matou. Há teorias da conspiração para todos os gostos,
desde os serviços secretos sul-africanos ou norte-americanos até a movimentos curdos.
Cerca de 130 pessoas confessaram o homicídio. Há mais de 3.600 dossiês
sobre o caso, que ocupam 225 metros de prateleiras numa esquadra da
polícia.
Christer Pettersson, um alcoólico e toxicodependente, foi
identificado, em 1986, por Lisbeth Palme como o autor dos disparos sobre
Olof Palme e sobre ela própria, na esquina da rua Sveavägen com a rua
Tunnelgatan, na noite de 28 de janeiro de 1986, pelas 23.21 horas.
Levado ao Tribunal de Primeira Instância de Estocolmo (Stockholms Tingsrätt) em 1989, Christer Petterrson foi condenado à prisão perpétua (livstids fängelse).
Na sequência de recurso, Christer Pettersson foi julgado pelo Tribunal de Segunda Instância da Svealand (Svea Hovrätt), em 1989, e ilibado do crime, por falta de provas suficientes e erros no processo policial, tendo sido posto em liberdade.
O Supremo Tribunal da Suécia (Högsta Domstolen) recusou em 1997 um novo julgamento, por falta de provas adicionais.
Até agora, não há mais ninguém processado ou julgado por este homicídio. Christer Pettersson faleceu em 2004.