João Bernardo Vieira, mais conhecido por Nino Vieira ou Kabi Nafantchamna (Bissau, Guiné-Bissau, 27 de abril de 1939 - Bissau, Guiné-Bissau, 2 de março de 2009) foi um político da Guiné-Bissau, por três vezes presidente da República da Guiné-Bissau, tendo sido o primeiro presidente guineense eleito democraticamente.
segunda-feira, março 02, 2026
Nino Vieira foi assassinado há dezassete anos...
João Bernardo Vieira, mais conhecido por Nino Vieira ou Kabi Nafantchamna (Bissau, Guiné-Bissau, 27 de abril de 1939 - Bissau, Guiné-Bissau, 2 de março de 2009) foi um político da Guiné-Bissau, por três vezes presidente da República da Guiné-Bissau, tendo sido o primeiro presidente guineense eleito democraticamente.
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terça-feira, fevereiro 03, 2026
A Guerra - Colonial, do Ultramar ou de Libertação... - começou há 65 anos...

A Guerra do Ultramar, também conhecida como Guerra Colonial Portuguesa ou como a Guerra de Libertação nas ex-colónias portuguesas, foi um conflito de 13 anos de duração travado entre os militares portugueses e os movimentos nacionalistas emergentes nas colónias africanas de Portugal entre 1961 e 1974. O regime português da época, o Estado Novo, foi derrubado por um golpe militar em 1974, e a mudança de governo pôs fim ao conflito. A guerra foi uma luta ideológica decisiva na África Lusófona, nas nações vizinhas e em Portugal continental.
A abordagem histórica predominante considera a Guerra Colonial Portuguesa como um único conflito travado nos três teatros de operações separados: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, em vez de uma série de conflitos separados, já que os países africanos emergentes ajudaram-se uns aos outros e foram apoiados pelas mesmas potências globais e até mesmo pelas Nações Unidas durante a guerra. A anexação de Dadra e Nagar Haveli pela Índia em 1954 e a anexação de Goa em 1961 são algumas vezes incluídas como parte do conflito. Ao contrário de outras nações europeias durante as décadas de 50 e 60, o Estado Novo português não se retirou das suas colónias africanas, nem das províncias ultramarinas, como esses territórios eram oficialmente chamados desde 1951. Durante a década de 60, vários movimentos armados de independência tornaram-se ativos: o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) e a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) na Angola Portuguesa, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) na Guiné Portuguesa e a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) no Moçambique Português. Durante o conflito que se seguiu, atrocidades foram cometidas por todas as forças envolvidas.
Ao longo do período, Portugal enfrentou crescente dissidência, embargos de armas e outras sanções punitivas impostas pela comunidade internacional, incluindo por alguns governos do Bloco Ocidental, de forma intermitente ou contínua. As guerrilhas e movimentos anticoloniais da África portuguesa foram fortemente apoiados e instigados com dinheiro, armas, treinamento e lobby diplomático pelo Bloco Comunista, que tinha a União Soviética como nação líder. Em 1973, a guerra tornou-se cada vez mais impopular devido à sua duração e custos financeiros, à deterioração das relações diplomáticas com outros membros das Nações Unidas e ao papel que sempre desempenhou como facto de perpetuação do regime do Estado Novo e do status quo não democrático em Portugal.
O fim da guerra veio com o golpe militar da Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974, em Portugal continental. A retirada resultou na expulsão de centenas de milhares de cidadãos portugueses e de militares de etnia europeia, africana e mista dos antigos territórios portugueses e das nações africanas recentemente independentes. Esta migração é considerada uma das maiores migrações pacíficas, embora forçadas, da história do mundo, mesmo que a maioria dos migrantes tenha fugido dos antigos territórios portugueses como refugiados destituídos. As antigas colónias enfrentaram sérios problemas após a independência. Seguiram-se guerras civis devastadoras em Angola e Moçambique, que duraram várias décadas, ceifaram milhões de vidas e resultaram num grande número de refugiados deslocados. Angola e Moçambique estabeleceram economias planeadas pelo Estado após a independência e lutaram contra sistemas judiciais e burocracias ineficientes, corrupção, pobreza e desemprego. Um nível de ordem social e de desenvolvimento económico comparável ao que existia sob o domínio português, incluindo durante o período da Guerra Colonial, tornou-se o objetivo dos territórios independentes. Os antigos territórios portugueses em África tornaram-se estados soberanos, com Agostinho Neto em Angola, Samora Machel em Moçambique, Luís Cabral na Guiné-Bissau, Manuel Pinto da Costa em São Tomé e Príncipe, e Aristides Pereira em Cabo Verde como chefes de Estado.
Províncias ultramarinas portuguesas em África no período da Guerra do Ultramar
Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
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sexta-feira, janeiro 23, 2026
A Guerra da Guiné começou há sessenta e três anos...
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
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terça-feira, janeiro 20, 2026
Amílcar Cabral foi assassinado há 53 anos...
Amílcar Lopes Cabral (Bafatá, Guiné-Bissau, 12 de setembro de 1924 - Conacri, 20 de janeiro de 1973) foi um político da Guiné-Bissau e de Cabo Verde.
Postado por Fernando Martins às 05:30 0 comentários
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quarta-feira, dezembro 24, 2025
Valentim Loureiro celebra hoje 87 anos
Caso da Quinta do Ambrósio
Postado por Fernando Martins às 08:07 0 comentários
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sábado, novembro 22, 2025
O ataque anfíbio a Conacri (conhecido como Operação Mar Verde) foi há 55 anos
(imagem daqui)
A Operação Mar Verde foi uma operação militar planeada pelas Forças Armadas Portuguesas e realizada em 22 de Novembro de 1970 no curso da Guerra Colonial Portuguesa na Guiné-Bissau. Foi concebida e executada pelo fuzileiro capitão-tenente Alpoim Calvão responsável pelo Centro de Operações Especiais da Guiné-Bissau, com o apoio do brigadeiro António de Spínola, que era o governante militar deste território.
Esta operação era extremamente audaciosa e secreta porque envolvia o ataque com um pequeno número de homens à capital de um estado soberano, a República da Guiné que servia de santuário aos rebeldes do PAIGC. Mais melindrosa era pelo isolacionismo que Portugal tinha na comunidade internacional por querer manter as suas colónias a todo o preço.
(...)
Esta operação foi considerada um fracasso porque não foi obtido o desejado golpe de estado: a não presença dos Mig no aeroporto fez o comandante Alpoim Calvão dar ordem de regresso às tropas, com receio de um ataque destes aviões para os quais não estavam preparados, sem dar apoio aos combatentes do FLNG. Mais tarde, soube-se que os seus pilotos ainda não estavam aptos para combates.
Os guerrilheiros do FLNG, que apesar da falta de apoio quiseram à mesma avançar com a sua missão, foram incapazes de derrubar o regime , devido a falta de apoio da população com que contavam, e ao contra-ataque das forças fieis a Sékou Touré, apoiadas por um contingente de tropas cubanas. Os combates duraram vários dias, sofrendo o FLNG numerosos mortos e 100 dos seus membros são feitos prisioneiros, torturados e posteriormente executados, assim como um grupo de vinte homens que desertaram durante a operação e que ainda foram à emissora de rádio transmitir que apoiavam o PAIGC, e que queriam pertencer às suas fileiras (foram degolados).
Os prisioneiros relatam a operação e revelam os nomes dos seus mentores, e segue-se o escândalo internacional, explorado pelo regime da República da Guiné que apresenta queixa na Conselho de Segurança das Nações Unidas. Sékou Touré também aproveitou o episódio para liquidar milhares de adversários políticos.
No entanto, esta operação, para muitos, foi um sucesso, porque sofrendo apenas três mortos e três feridos graves (forças Portuguesas), a força de desembarque tinha destruído parte significativa do material bélico do PAIGC e da República da Guiné, libertado 26 prisioneiros de guerra portugueses e 400 prisioneiros políticos guineenses e infligido cerca de 500 mortos ao inimigo.
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quarta-feira, setembro 24, 2025
A Guiné-Bissau declarou a independência, unilateralmente, há 52 anos...

Da “tensa” chegada lusitana e escravatura às primeiras sementes da luta armada que levou à libertação, recordemos a caminhada da Guiné-Bissau até à independência, que aconteceu exatamente há 50 anos.
Foi neste dia, 24 de setembro, que a Guiné-Bissau se libertou do domínio colonial português, há 50 anos.
A 23 de setembro de 1973 decorreu, no Boé, a primeira Assembleia Nacional Popular e um dia depois foi proclamada unilateralmente a independência da Guiné-Bissau, resultado da luta armada liderada por Amílcar Cabral, assassinado em janeiro do mesmo ano, na Guiné-Conacri.
O país foi o primeiro das ex-colónias portuguesas a assumir-se como um estado soberano,
embora Portugal só tenha reconhecido a sua independência um ano depois,
a 10 de setembro de 1974, alguns meses após o 25 de Abril.
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
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sexta-feira, setembro 12, 2025
Amílcar Cabral nasceu há cento e um anos...
Amílcar Lopes Cabral (Bafatá, Guiné-Bissau, 12 de setembro de 1924 - Conacri, 20 de janeiro de 1973) foi um político da Guiné-Bissau e de Cabo Verde.
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domingo, março 02, 2025
Nino Vieira foi assassinado há dezasseis anos...
João Bernardo Vieira, mais conhecido por Nino Vieira ou Kabi Nafantchamna (Bissau, Guiné-Bissau, 27 de abril de 1939 - Bissau, Guiné-Bissau, 2 de março de 2009) foi um político da Guiné-Bissau, por três vezes presidente da República da Guiné-Bissau, tendo sido o primeiro presidente guineense eleito democraticamente.
Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
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terça-feira, fevereiro 04, 2025
A Guerra (Colonial, do Ultramar ou de Libertação) começou há 64 anos...
Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
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quinta-feira, janeiro 23, 2025
A Guerra da Guiné começou há sessenta e dois anos...
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
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segunda-feira, janeiro 20, 2025
Amílcar Cabral foi assassinado há 52 anos...
Amílcar Lopes Cabral (Bafatá, Guiné-Bissau, 12 de Setembro de 1924 - Conacri, 20 de janeiro de 1973) foi um político da Guiné-Bissau e de Cabo Verde.
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
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terça-feira, dezembro 24, 2024
Valentim Loureiro faz hoje 86 anos
Caso da Quinta do Ambrósio
Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
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