quarta-feira, fevereiro 18, 2026
Maria I da Inglaterra nasceu há 510 anos
Postado por Fernando Martins às 00:51 0 comentários
Marcadores: Bloody Mary, contrarreforma, D. Filipe I, Filipe II, Inglaterra, Maria I, Maria Sangrenta, Rainha de Inglaterra
sexta-feira, outubro 24, 2025
Isabel de Portugal, imperatriz do Sacro Império e infanta real portuguesa, nasceu há 522 anos...
Isabel de Portugal - Ticiano (Museu do Prado)
Nunca mais
A tua face será pura limpa e viva
Nem o teu andar como onda fugitiva
Se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços
Do teu ser. Em breve a podridão
Beberá os teus olhos e os teus ossos
Tomando a tua mão na sua mão.
Nunca mais amarei quem não possa viver
Sempre,
Porque eu amei como se fossem eternos
A glória, a luz e o brilho do teu ser,
Amei-te em verdade e transparência
E nem sequer me resta a tua ausência,
És um rosto de nojo e negação
E eu fecho os olhos para não te ver.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
in Mar Novo (1958) - Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Fernando Martins às 05:22 0 comentários
Marcadores: Carlos V, D. Filipe I, D. Henrique I, D. João III, D. Manuel I, Duque de Gândia, Espanha, Imperador, poesia, Rei, Sophia de Mello Breyner Andresen, Ticiano
sábado, setembro 13, 2025
Filipe II de Espanha morreu há 427 anos
Postado por Fernando Martins às 04:27 0 comentários
Marcadores: D. Filipe I, dinastia filipina
quarta-feira, maio 21, 2025
O rei Filipe I de Portugal nasceu há 497 anos
Filho do Sacro Imperador Romano e rei dos reinos espanhóis Carlos V e Isabel de Portugal, Filipe foi chamado Felipe el Prudente ("Filipe, o Prudente") nos reinos espanhóis; o seu império incluía territórios em todos os continentes então conhecidos pelos europeus, incluindo o seu homónimo nas Filipinas. Durante o seu reinado, os reinos espanhóis alcançaram o auge de sua influência e poder. É por isso que às vezes que século XVI é chamado de Século de Ouro Espanhol.
Filipe liderou um regime altamente alavancado por dívidas, tendo falido em 1557, 1560, 1569, 1575 e 1596. Esta política foi em parte a causa da declaração de independência que criou a República Holandesa em 1581. Em 31 de dezembro de 1584, Filipe assinou o Tratado de Joinville, com Henrique I, duque de Guise, em nome da Liga Católica; consequentemente, Filipe forneceu uma considerável concessão anual à Liga durante a década seguinte para manter a guerra civil na França, com a esperança de destruir os calvinistas franceses. Católico devoto, Filipe se considerava o defensor da Europa católica contra o Império Otomano islâmico e a Reforma Protestante. Ele enviou uma armada para invadir a Inglaterra protestante em 1588, com o objetivo estratégico de derrubar Isabel I da Inglaterra e restabelecer o catolicismo lá; mas esta foi derrotada numa escaramuça em Gravelines (norte da França) e depois destruída por tempestades enquanto circulava as Ilhas Britânicas para retornar à Espanha. No ano seguinte, o poder naval de Filipe conseguiu recuperar, após a falha da invasão da Armada Inglesa na Espanha.
Sob Filipe, cerca de 9 mil homens por ano, em média, eram recrutados da Espanha; em anos de crise, o total pode subir para 20 mil. Entre 1567 e 1574, quase 43 mil homens deixaram a Espanha para lutar na Itália e nos Países Baixos (as modernas Bélgica, Luxemburgo e Países Baixos).
Ele foi descrito pelo embaixador veneziano Paolo Fagolo em 1563 como "De leve estatura e rosto redondo, com olhos azuis pálidos, lábio um tanto proeminente e pele rosada, mas sua aparência geral é muito atraente". O embaixador continuou dizendo: "Ele veste-se com muito bom gosto, e tudo o que faz é cortês e gracioso". Além do casamento com a rainha Maria I de Inglaterra, Filipe teve mais três esposas e ficou viúvo quatro vezes.
Postado por Fernando Martins às 00:49 0 comentários
Marcadores: D. Filipe I, dinastia filipina
quinta-feira, maio 01, 2025
Isabel de Avis, a imperatriz mãe de Filipe I de Portugal, morreu há 486 anos...
Isabel de Portugal, imperatriz do Sacro Império Romano-Germânico - a obra-prima de Ticiano, hoje no Museu do Prado, o quadro foi pintado sobre outro, nove anos após a morte da Imperatriz
Nunca mais
A tua face será pura limpa e viva
Nem o teu andar como onda fugitiva
Se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços
Do teu ser. Em breve a podridão
Beberá os teus olhos e os teus ossos
Tomando a tua mão na sua mão.
Nunca mais amarei quem não possa viver
Sempre,
Porque eu amei como se fossem eternos
A glória, a luz e o brilho do teu ser,
Amei-te em verdade e transparência
E nem sequer me resta a tua ausência,
És um rosto de nojo e negação
E eu fecho os olhos para não te ver.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
in Mar Novo (1958) - Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Fernando Martins às 00:48 0 comentários
Marcadores: Carlos V, D. Filipe I, D. Henrique I, D. João III, D. Manuel I, Duque de Gândia, Espanha, Imperador, poesia, Rei, Sophia de Mello Breyner Andresen
sexta-feira, março 07, 2025
A rainha Dª Maria de Aragão e Castela, mãe de D. João III, morreu há 508 anos
Maria de Aragão e Castela ou Dª Maria de Trastâmara y Trastâmara (Córdova, 29 de junho de 1482 - Lisboa, 7 de março de 1517) foi uma infanta aragonesa, segunda esposa do Rei D. Manuel I de Portugal, a qual viria a ser Rainha de Portugal desde 1501 até à sua morte.
Postado por Fernando Martins às 05:08 0 comentários
Marcadores: D. Filipe I, D. Henrique I, D. João III, D. Manuel I, dinastia de Avis, Maria de Aragão e Castela, Rainha de Portugal
terça-feira, fevereiro 18, 2025
Maria I da Inglaterra nasceu há 509 anos
Postado por Fernando Martins às 05:09 0 comentários
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quinta-feira, outubro 24, 2024
Isabel de Portugal, imperatriz do Sacro Império e infanta real portuguesa, nasceu há 521 anos...
Isabel de Portugal - Ticiano (Museu do Prado)
Nunca mais
A tua face será pura limpa e viva
Nem o teu andar como onda fugitiva
Se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços
Do teu ser. Em breve a podridão
Beberá os teus olhos e os teus ossos
Tomando a tua mão na sua mão.
Nunca mais amarei quem não possa viver
Sempre,
Porque eu amei como se fossem eternos
A glória, a luz e o brilho do teu ser,
Amei-te em verdade e transparência
E nem sequer me resta a tua ausência,
És um rosto de nojo e negação
E eu fecho os olhos para não te ver.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
in Mar Novo (1958) - Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Fernando Martins às 05:21 0 comentários
Marcadores: Carlos V, D. Filipe I, D. Henrique I, D. João III, D. Manuel I, Duque de Gândia, Espanha, Imperador, poesia, Rei, Sophia de Mello Breyner Andresen
sexta-feira, setembro 13, 2024
O rei Filipe II de Espanha morreu há 426 anos
Postado por Fernando Martins às 04:26 0 comentários
Marcadores: D. Filipe I, dinastia filipina
terça-feira, maio 21, 2024
Filipe I de Portugal nasceu há 496 anos
Filho do Sacro Imperador Romano e rei dos reinos espanhóis Carlos V e Isabel de Portugal, Filipe foi chamado Felipe el Prudente ("Filipe, o Prudente") nos reinos espanhóis; o seu império incluía territórios em todos os continentes então conhecidos pelos europeus, incluindo o seu homónimo nas Filipinas. Durante seu reinado, os reinos espanhóis alcançaram o auge de sua influência e poder. Isso às vezes é chamado de Século de Ouro Espanhol.
Filipe liderou um regime altamente alavancado por dívidas, tendo falido em 1557, 1560, 1569, 1575 e 1596. Esta política foi em parte a causa da declaração de independência que criou a República Holandesa em 1581. Em 31 de dezembro de 1584, Filipe assinou o Tratado de Joinville, com Henrique I, duque de Guise, em nome da Liga Católica; consequentemente, Filipe forneceu uma considerável concessão anual à Liga durante a década seguinte para manter a guerra civil na França, com a esperança de destruir os calvinistas franceses. Católico devoto, Filipe se considerava o defensor da Europa católica contra o Império Otomano islâmico e a Reforma Protestante. Ele enviou uma armada para invadir a Inglaterra protestante em 1588, com o objetivo estratégico de derrubar Isabel I da Inglaterra e restabelecer o catolicismo lá; mas esta foi derrotada numa escaramuça em Gravelines (norte da França) e depois destruída por tempestades enquanto circulava as Ilhas Britânicas para retornar à Espanha. No ano seguinte, o poder naval de Filipe conseguiu recuperar, após a falha da invasão da Armada Inglesa na Espanha.
Sob Filipe, cerca de 9 mil homens por ano, em média, eram recrutados da Espanha; em anos de crise, o total pode subir para 20 mil. Entre 1567 e 1574, quase 43 mil homens deixaram a Espanha para lutar na Itália e nos Países Baixos (as modernas Bélgica, Luxemburgo e Países Baixos).
Ele foi descrito pelo embaixador veneziano Paolo Fagolo em 1563 como "De leve estatura e rosto redondo, com olhos azuis pálidos, lábio um tanto proeminente e pele rosada, mas sua aparência geral é muito atraente". O embaixador continuou dizendo: "Ele veste-se com muito bom gosto, e tudo o que faz é cortês e gracioso". Além de Maria I, Filipe casou mais três vezes e ficou viúvo quatro.
Postado por Fernando Martins às 00:49 0 comentários
Marcadores: D. Filipe I, dinastia filipina
quarta-feira, maio 01, 2024
A Imperatriz Isabel de Avis, mãe de Filipe I de Portugal, morreu há 485 anos...
Isabel de Portugal, imperatriz do Sacro Império Romano-Germânico - a obra-prima de Ticiano, hoje no Museu do Prado, o quadro foi pintado sobre outro, nove anos após a morte da Imperatriz
Nunca mais
A tua face será pura limpa e viva
Nem o teu andar como onda fugitiva
Se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços
Do teu ser. Em breve a podridão
Beberá os teus olhos e os teus ossos
Tomando a tua mão na sua mão.
Nunca mais amarei quem não possa viver
Sempre,
Porque eu amei como se fossem eternos
A glória, a luz e o brilho do teu ser,
Amei-te em verdade e transparência
E nem sequer me resta a tua ausência,
És um rosto de nojo e negação
E eu fecho os olhos para não te ver.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
in Mar Novo (1958) - Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Fernando Martins às 00:48 0 comentários
Marcadores: Carlos V, D. Filipe I, D. Henrique I, D. João III, D. Manuel I, Duque de Gândia, Espanha, Imperador, poesia, Rei, Sophia de Mello Breyner Andresen
quinta-feira, março 07, 2024
A mãe de D. João III morreu há 507 anos
Maria de Aragão e Castela ou Dª Maria de Trastâmara y Trastâmara (Córdova, 29 de junho de 1482 - Lisboa, 7 de março de 1517) foi uma infanta aragonesa, segunda esposa do Rei D. Manuel I de Portugal, a qual viria a ser Rainha de Portugal desde 1501 até à sua morte.
Postado por Fernando Martins às 05:07 0 comentários
Marcadores: D. Filipe I, D. Henrique I, D. João III, D. Manuel I, dinastia de Avis, Maria de Aragão e Castela, Rainha de Portugal

