terça-feira, junho 30, 2026
O evento de Tunguska foi há 118 anos
Postado por Fernando Martins às 01:18 0 comentários
Marcadores: crateras de impacto, evento de Tunguska, explosão, impactismo, Rússia, Sibéria
Hoje é o Dia Internacional do Asteroide...!
O Dia Internacional dos Asteroides celebra-se anualmente a 30 de junho, data que corresponde ao aniversário do impacto de um asteroide sobre Tungusta, Sibéria, a 30 de junho de 1908.
Estes objetos, quando próximos da Terra, podem representar uma ameaça de impacto. Desta possibilidade, embora remota, decorre a necessidade de planear e tentar, dentro do possível, a sua prevenção. São, assim, necessárias ações de carácter cooperativo no interesse da segurança pública para poder proteger o planeta destas situações.
2029 - Ano Internacional de Sensibilização para os Asteroides e Defesa Planetária
A 13 de abril de 2029, o asteroide «99942 Apophis» passará, em segurança, a uma distância de cerca de 32.000 quilómetros acima da superfície da Terra, dentro da órbita geoestacionária, não representando qualquer ameaça para o planeta. Esta aproximação fará com que o asteroide seja visível a olho nu para milhares de milhões de pessoas no céu noturno.
Este será um acontecimento único no milénio e uma ocasião única para uma campanha mundial de sensibilização para os asteroides, o seu valor científico e em termos de recursos e o perigo potencial que representam.
Assim, em 2024, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que 2029 seria «Ano Internacional da Sensibilização para os Asteroides e da Defesa Planetária». Esta iniciativa visa destacar os esforços na atenuação dos potenciais perigos dos objetos próximos da Terra, proporcionando simultaneamente uma oportunidade para uma campanha educativa global.
Este Dia foi proclamado através da Resolução 71/90, adotada na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas de 6 de dezembro de 2016.
in EuroCid
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: asteróide, astronomia, Dia Internacional do Asteroide, evento de Tunguska, impactismo
domingo, março 08, 2026
O maior meteorito alguma vez recuperado caiu há cinquenta anos em Jilin, na China
Postado por Fernando Martins às 00:50 0 comentários
Marcadores: China, condrito, impactismo, Jilin, meteorito
sábado, outubro 11, 2025
Eles andam aí - os asteroides...
Um asteroide acabou de passar a rasar a Terra (e só percebemos depois)

A linha verde mostra a trajetória do 2025 TF, que quase atingiu a Terra
Uma tangente mais próxima da Terra do que a distância Porto-Algarve: 430 km que nos “salvaram” de um asteróide.
A 430 km da Terra, um asteroide acaba de passar um “voo rasante” ao nosso planeta e tornar-se segunda passagem mais próxima registada até hoje (apenas superado pelo 2020 VT4, que passou a apenas 368 quilómetros da Terra há 5 anos).
Agora, o 2025 TF, passou sobre a Antártida às 00:47:26 UTC de quarta-feira, 1 de outubro, a uma altitude de cerca de 428 quilómetros, explica a Science Alert. E foi mesmo uma tangente: a ilustração da capa mostra que o asteroide se desviou da Terra mesmo a tempo de não a atingir.
Mas não era caso para preocupações: Mesmo que tivesse atingido o planeta, o 2025 TF não representaria perigo algum, explicam os cientistas, que só detetaram o fenómeno depois de este ter acontecido.
A rocha mede apenas entre 1 e 3 metros de diâmetro, o que significaria, no máximo, um espetáculo luminoso no céu e talvez um pequeno meteorito perdido na Antártida.
O Observatório Kitt Peak-Bok, no Arizona (EUA), foi o primeiro a reportar o evento, às 6:36 UTC, mas dados anteriores do Catalina Sky Survey revelaram que o objeto tinha sido captado duas horas depois da sua máxima aproximação.
Atualmente, o 2025 TF segue a alta velocidade rumo ao espaço profundo… mas deverá voltar a aproximar-se no futuro. Este asteroide parece gostar da Terra, mas o nosso planeta não se deixa apanhar: dessa vez,esta rocha deverá passar a 8 milhões de quilómetros, o que equivale a 21 vezes a distância entre a Terra e a Lua.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 13:15 0 comentários
Marcadores: asteróide, impactismo
quarta-feira, agosto 13, 2025
O Evento do Curuçá, conhecido como o Tunguska brasileiro, foi há 95 anos
Postado por Fernando Martins às 09:50 0 comentários
Marcadores: evento de Tunguska, Evento do Curuçá, impactismo
segunda-feira, junho 30, 2025
Hoje é o Dia Internacional do Asteroide...

O Dia Internacional dos Asteroides celebra-se anualmente a 30 de junho, data que corresponde ao aniversário do impacto de um asteroide sobre Tunguska, Sibéria, a 30 de junho de 1908.
Estes objetos, quando próximos da Terra, podem representar uma ameaça de impacto. Desta possibilidade, embora remota, decorre a necessidade de planear e tentar, dentro do possível, a sua prevenção. São, assim, necessárias ações de carácter cooperativo no interesse da segurança pública para poder proteger o planeta destas situações.
Este Dia foi foi proclamado através da Resolução 71/90, adotada na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas de 6 de dezembro de 2016.
in EuroCid
Postado por Fernando Martins às 19:08 0 comentários
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sábado, março 08, 2025
O maior meteorito alguma vez recuperado caiu há 49 anos na China

Postado por Fernando Martins às 00:49 0 comentários
Marcadores: China, condrito, impactismo, Jilin, meteorito
sexta-feira, março 07, 2025
A morfologia da Lua é uma lição sobre impactismo...
A Lua tem dois enormes desfiladeiros. Foram esculpidos em 10 minutos catastróficos

Formação lunar Vallis Schrödinger
“Há cerca de quatro mil milhões de anos um asteroide ou cometa sobrevoou o polo sul lunar, passou pelos cumes das montanhas de Malapert e Mouton e atingiu a superfície lunar. O impacto ejetou fluxos de rocha de alta energia que esculpiram dois desfiladeiros que rivalizam com o tamanho do Grand Canyon da Terra”.
Parece o início de uma história de ficção, mas é mesmo verdade, segundo conta à Universe Today o astrónomo David Kring.
“Enquanto o Grand Canyon levou milhões de anos a formar-se, os dois grandes desfiladeiros da Lua foram esculpidos em menos de 10 minutos“, conta ainda.Os dois desfiladeiros são chamados de Vallis Schrödinger e Vallis Planck. O primeiro, formado na margem exterior da bacia do Pólo Sul-Aitken (SPA), chega a ter quase 300 quilómetros de comprimento, 20 quilómetros de largura e 2,7 quilómetros de profundidade.
Existe ainda uma fila de crateras “secundárias” formadas pela queda de rochas que foram projetadas pelo impacto. A parte do desfiladeiro tem cerca de 280 quilómetros de profundidade, 27 quilómetros de largura e 3,5 quilómetros de profundidade, conta a Universe Today.

Formações lunares Vallis Schrödinger e Vallis Planck
O Schrödinger tem um anel exterior, produzido pelo colapso de uma elevação central após o impacto, que terá provocado fluxos de lava basáltica — a atividade vulcânica terminou há cerca de 3,7 mil milhões de anos.
“A cratera Schrödinger é semelhante, em muitos aspetos, à cratera Chicxulub, na Terra, que matou os dinossauros. Ao mostrar como se formaram os desfiladeiros de Schrödinger, com quilómetros de profundidade, este trabalho ajudou a iluminar o quão energética pode ser a ejeção destes impactos”, explica um dos membros da equipa de investigação do Instituto Lunar e Planetário de Houston, Gareth Collins.
A equipa publicou um estudo na revista Nature no dia 4 de fevereiro sobre estes “Canyons”.
E estes “Canyons” podem ser bem úteis na exploração futura da superfície lunar: a sua bacia é a segunda mais antiga da Lua, o que permite o acesso a amostras subjacentes da crosta primordial da Lua sem ser necessário escavar em rochas mais recentes.
Podem, ainda, esconder alguns segredos sobre os impactos na Terra, e ajudar na sua caracterização.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 18:05 0 comentários
Marcadores: asteróides, astronomia, formação do sistema solar, impactismo, Lua, Vallis Planck, Vallis Schrödinger
domingo, outubro 06, 2024
Há ideias novas sobre a formação da Lua
Nova teoria desafia tudo o que sabemos sobre a origem da Lua

Uma nova pesquisa desafia a hipótese dominante, que defende que a Lua se formou a partir de material ejetado após o choque da Terra com um antigo planeta hipotético chamado Theia.
Um estudo recente disponível em pré-publicação pôs em causa a teoria dominante de que a Lua se formou a partir de material ejetado quando um objeto da dimensão de Marte, Theia, colidiu com a proto-Terra.
Esta hipótese tem sido amplamente aceite na ciência planetária, mas a nova investigação sugere que a Lua pode ter a mesma idade da Terra, em vez de ser algumas centenas de milhões de anos mais nova, como se pensava anteriormente.
A hipótese Theia ganhou força devido à necessidade de explicar o facto de a Lua da Terra ser invulgarmente grande em comparação com outros planetas do Sistema Solar. A maioria dos planetas interiores, como Vénus, não tem luas, e as luas de Marte são minúsculas em comparação, escreve o IFLScience.
A lua da Terra, com um tamanho relativamente próximo do planeta, é excecional, levando a especulações sobre a sua formação. A existência de um satélite tão grande pode ter sido crucial para o desenvolvimento de vida complexa na Terra, estabilizando o clima e a inclinação axial do planeta.
Um elemento chave da hipótese de Theia é a expectativa de que a Terra e a Lua teriam diferenças subtis de composição. Se Theia se formou noutro local do Sistema Solar, a sua composição isotópica deveria ser ligeiramente diferente da da Terra.
No entanto, o investigadores descobriram que a Terra e a Lua têm uma composição surpreendentemente semelhante, especialmente nos seus isótopos de oxigénio, crómio e titânio.
O estudo revelou que as rochas lunares partilham rácios isotópicos quase idênticos aos do manto da Terra, desafiando a ideia de que Theia introduziu uma assinatura isotópica única.
A principal diferença entre os dois corpos é a quantidade de ferro, com a Lua a conter significativamente menos (7,5% em comparação com os 33% em peso da Terra). Os modelos anteriores esforçaram-se por explicar esta mistura de semelhanças e diferenças sob a hipótese de Theia.
Os investigadores analisaram 70 elementos em rochas lunares e descobriram que os elementos mais propensos a transformarem-se em gás estavam em falta na Lua, provavelmente devido à sua menor gravidade.
Os elementos que se vaporizam a temperaturas superiores a 1130°C permaneceram em quantidades semelhantes nos dois corpos. Isto sugere que a Lua e a Terra se formaram a partir do mesmo material, sendo o núcleo mais pequeno da Lua responsável por outras variações.
Os autores propõem que a Terra e a Lua podem ter-se formado independentemente, mas a partir de material da mesma região do Sistema Solar.
Esta teoria contrasta com a hipótese prevalecente de Theia, que postula um impacto cataclísmico. No entanto, levanta novas questões sobre como é que ambos os corpos acabaram por ter composições tão semelhantes.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 18:59 0 comentários
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terça-feira, agosto 13, 2024
O Evento do Curuçá, conhecido como o Tunguska brasileiro, foi há 94 anos
Postado por Fernando Martins às 09:40 0 comentários
Marcadores: evento de Tunguska, Evento do Curuçá, impactismo



