
Morreu Brigitte Bardot, ícone do cinema francês
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Rodolfo Alfonso Raffaello Pierre Filibert Guglielmi di Valentina D'Antonguolla (Castellaneta, 6 de maio de 1895 - Nova Iorque, 23 de agosto de 1926), conhecido profissionalmente como Rudolph Valentino, foi um ator italiano radicado nos Estados Unidos, estrela de vários filmes mudos de sucesso, incluindo Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, The Sheik, Sangue e Areia, The Eagle e O Filho do Sheik.
Ele foi um dos primeiros ícones pop e um símbolo sexual da década de 20, conhecido em Hollywood como o "amante latino" e "Valentino". Sua morte prematura, aos 31 anos, causou uma histeria em massa entre seus fãs e impulsionou ainda mais seu status de ícone cultural do cinema.
(...)
Em 15 de agosto de 1926, Valentino teve um colapso, no Hotel Ambassador, em Nova Iorque. Foi hospitalizado na Policlínica de Nova Iorque e submeteu-se a uma cirurgia referente a uma úlcera perfurada. A cirurgia foi bem-sucedida e ele pareceu se recuperar. Infelizmente, abateu-se-lhe uma peritonite, que se propagou por todo o corpo. Morreu oito dias mais tarde.
Mais de cem mil pessoas foram às ruas de Nova Iorque para oferecer as suas condolências. O evento em si era um drama próprio: a atriz Pola Negri desmoronou de histeria sob o caixão e janelas foram despedaçadas pelas fãs. Revelou-se mais tarde como um conluio de planeamento de publicidade. A missa fúnebre de Valentino em Nova Iorque ocorreu na igreja católica romana de Malachy de Saint, chamada frequentemente de “capela do ator”, porque fica situada na rua 49 oeste no distrito do teatro de Broadway, e tem uma associação longa com figuras do show business.
Depois que o corpo de Valentino foi levado por trem através do país, um segundo funeral se deu na costa oeste, na Igreja Católica do Bom Pastor em Beverly Hills.
June Mathis, sua grande amiga, ofereceu sua cripta para que Valentino fosse enterrado, pois seria uma solução provisória. Entretanto, Mathis morreu no ano seguinte e Valentino foi colocado na cripta adjacente. Os dois ainda estão enterrados lado a lado no cemitério de Hollywood.
Durante anos, em todos os aniversários de sua morte, uma mulher de negro colocou rosas em seu túmulo. Descobriu-se em 1945 que ela era Marion Brenda, que Valentino conhecera numa festa pouco antes de morrer. Ela afirmava ter se casado com ele, o que nunca foi comprovado.
Valentino deixou a sua mansão ao seu irmão, irmã e Teresa Werner (tia de Rambova).
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Rodolfo Alfonso Raffaello Pierre Filibert Guglielmi di Valentina D'Antonguolla (Castellaneta, 6 de maio de 1895 - Nova Iorque, 23 de agosto de 1926), conhecido profissionalmente como Rudolph Valentino, foi um ator italiano radicado nos Estados Unidos, estrela de vários filmes mudos de sucesso, incluindo Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, The Sheik, Sangue e Areia, The Eagle e O Filho do Sheik.
Ele foi um dos primeiros ícones pop e um símbolo sexual da década de 20, conhecido em Hollywood como o "amante latino" e "Valentino". A sua morte prematura, aos 31 anos, causou uma histeria em massa entre seus fãs e impulsionou ainda mais seu status de ícone cultural do cinema.
(...)
Em 15 de agosto de 1926, Valentino teve um colapso, no Hotel Ambassador, em Nova Iorque. Foi hospitalizado na Policlínica de Nova Iorque e submeteu-se a uma cirurgia referente a uma úlcera perfurada. A cirurgia foi bem-sucedida e ele pareceu se recuperar. Infelizmente, abateu-se-lhe uma peritonite, que se propagou por todo o corpo. Morreu oito dias mais tarde.
Mais de cem mil pessoas foram às ruas de Nova Iorque para oferecer as suas condolências. O evento em si era um drama próprio: a atriz Pola Negri desmoronou de histeria sob o caixão e janelas foram despedaçadas pelas fãs. Revelou-se mais tarde como um conluio de planeamento de publicidade. A missa fúnebre de Valentino em Nova Iorque ocorreu na igreja católica romana de Malachy de Saint, chamada frequentemente de “capela do ator”, porque fica situada na rua 49 oeste no distrito do teatro de Broadway, e tem uma associação longa com figuras do show business.
Depois que o corpo de Valentino foi levado por trem através do país, um segundo funeral se deu na costa oeste, na Igreja Católica do Bom Pastor em Beverly Hills.
June Mathis, sua grande amiga, ofereceu sua cripta para que Valentino fosse enterrado, pois seria uma solução provisória. Entretanto, Mathis morreu no ano seguinte e Valentino foi colocado na cripta adjacente. Os dois ainda estão enterrados lado a lado no cemitério de Hollywood.
Durante anos, em todos os aniversários de sua morte, uma mulher de negro colocou rosas em seu túmulo. Descobriu-se em 1945 que ela era Marion Brenda, que Valentino conhecera numa festa pouco antes de morrer. Ela afirmava ter se casado com ele, o que nunca foi comprovado.
Valentino deixou a sua mansão ao seu irmão, irmã e Teresa Werner (tia de Rambova).
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