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segunda-feira, setembro 28, 2026

Brigitte Bardot nasceu há noventa e dois anos...

  
Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de setembro de 1934 – Saint-Tropez, 28 de dezembro de 2025), frequentemente referida também por suas iniciais "B.B.", foi uma atriz, modelo e ativista francesa. Famosa por interpretar personagens emancipados e hedonistas, foi considerada um dos maiores símbolos sexuais das décadas de 1950 e 1960. Figura feminina de destaque durante esse período, Bardot tornou-se mundialmente conhecida em 1957, após protagonizar o polêmico filme E Deus Criou a Mulher, trabalho que foi censurado em muitos países e a catapultou a um nível de fama internacional até então inédito para uma atriz de língua estrangeira atuando fora de Hollywood. Ela trabalhou com diversos cineastas de renome interpretando personagens com elegância e sensualidade fotogénica. O seu estilo de vida liberal e inconformista na Europa do pós-guerra, também chamou atenção de muitos intelectuais franceses e despertou grande interesse público. Simone de Beauvoir, na sua obra de 1959 intitulada A Síndrome de Lolita e baseando-se em temas existencialistas, descreveu Bardot como "uma locomotiva da história das mulheres".
  

Música para celebrar o aniversário de BB...

domingo, agosto 23, 2026

Rodolfo Valentino morreu há um século...

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fe/Rudolph_valentino_i_sangue_e_arena%2C_1922.jpg/500px-Rudolph_valentino_i_sangue_e_arena%2C_1922.jpg?utm_source=pt.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail

    

Rodolfo Alfonso Raffaello Pierre Filibert Guglielmi di Valentina D'Antonguolla (Castellaneta, 6 de maio de 1895 - Nova Iorque, 23 de agosto de 1926), conhecido profissionalmente como Rudolph Valentino, foi um ator italiano radicado nos Estados Unidos, estrela de vários filmes mudos de sucesso, incluindo Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, The Sheik, Sangue e Areia, The Eagle e O Filho do Sheik.

Ele foi um dos primeiros ícones pop e um símbolo sexual da década de 20, conhecido em Hollywood como o "amante latino" e "Valentino". Sua morte prematura, aos 31 anos, causou uma histeria em massa entre seus fãs e impulsionou ainda mais seu status de ícone cultural do cinema.

    

(...)  

 

Em 15 de agosto de 1926, Valentino teve um colapso, no Hotel Ambassador, em Nova Iorque. Foi hospitalizado na Policlínica de Nova Iorque e submeteu-se a uma cirurgia referente a uma úlcera perfurada. A cirurgia foi bem-sucedida e ele pareceu se recuperar. Infelizmente, abateu-se-lhe uma peritonite, que se propagou por todo o corpo. Morreu oito dias mais tarde.

Mais de cem mil pessoas foram às ruas de Nova Iorque para oferecer as suas condolências. O evento em si era um drama próprio: a atriz Pola Negri desmoronou de histeria sob o caixão e janelas foram despedaçadas pelas fãs. Revelou-se mais tarde como um conluio de planeamento de publicidade. A missa fúnebre de Valentino em Nova Iorque ocorreu na igreja católica romana de Malachy de Saint, chamada frequentemente de “capela do ator”, porque fica situada na rua 49 oeste no distrito do teatro de Broadway, e tem uma associação longa com figuras do show business.

Depois que o corpo de Valentino foi levado por trem através do país, um segundo funeral se deu na costa oeste, na Igreja Católica do Bom Pastor em Beverly Hills.

June Mathis, sua grande amiga, ofereceu sua cripta para que Valentino fosse enterrado, pois seria uma solução provisória. Entretanto, Mathis morreu no ano seguinte e Valentino foi colocado na cripta adjacente. Os dois ainda estão enterrados lado a lado no cemitério de Hollywood.

Durante anos, em todos os aniversários de sua morte, uma mulher de negro colocou rosas em seu túmulo. Descobriu-se em 1945 que ela era Marion Brenda, que Valentino conhecera numa festa pouco antes de morrer. Ela afirmava ter se casado com ele, o que nunca foi comprovado.

Valentino deixou a sua mansão ao seu irmão, irmã e Teresa Werner (tia de Rambova). 

 

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b0/Rudolph-Valentino-by-Donald-Biddle-Keyes-1922.png/500px-Rudolph-Valentino-by-Donald-Biddle-Keyes-1922.png?utm_source=en.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail

 

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quarta-feira, maio 06, 2026

Rodolfo Valentino nasceu há 131 anos...

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Rodolfo Alfonso Raffaello Pierre Filibert Guglielmi di Valentina D'Antonguolla (Castellaneta, 6 de maio de 1895 - Nova Iorque, 23 de agosto de 1926), conhecido profissionalmente como Rudolph Valentino, foi um ator italiano radicado nos Estados Unidos, estrela de vários filmes mudos de sucesso, incluindo Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, The Sheik, Sangue e Areia, The Eagle e O Filho do Sheik.

Ele foi um dos primeiros ícones pop e um símbolo sexual da década de 20, conhecido em Hollywood como o "amante latino" e "Valentino". A sua morte prematura, aos 31 anos, causou uma histeria em massa entre seus fãs e impulsionou ainda mais seu status de ícone cultural do cinema.

    

(...)  

 

Em 15 de agosto de 1926, Valentino teve um colapso, no Hotel Ambassador, em Nova Iorque. Foi hospitalizado na Policlínica de Nova Iorque e submeteu-se a uma cirurgia referente a uma úlcera perfurada. A cirurgia foi bem-sucedida e ele pareceu se recuperar. Infelizmente, abateu-se-lhe uma peritonite, que se propagou por todo o corpo. Morreu oito dias mais tarde.

Mais de cem mil pessoas foram às ruas de Nova Iorque para oferecer as suas condolências. O evento em si era um drama próprio: a atriz Pola Negri desmoronou de histeria sob o caixão e janelas foram despedaçadas pelas fãs. Revelou-se mais tarde como um conluio de planeamento de publicidade. A missa fúnebre de Valentino em Nova Iorque ocorreu na igreja católica romana de Malachy de Saint, chamada frequentemente de “capela do ator”, porque fica situada na rua 49 oeste no distrito do teatro de Broadway, e tem uma associação longa com figuras do show business.

Depois que o corpo de Valentino foi levado por trem através do país, um segundo funeral se deu na costa oeste, na Igreja Católica do Bom Pastor em Beverly Hills.

June Mathis, sua grande amiga, ofereceu sua cripta para que Valentino fosse enterrado, pois seria uma solução provisória. Entretanto, Mathis morreu no ano seguinte e Valentino foi colocado na cripta adjacente. Os dois ainda estão enterrados lado a lado no cemitério de Hollywood.

Durante anos, em todos os aniversários de sua morte, uma mulher de negro colocou rosas em seu túmulo. Descobriu-se em 1945 que ela era Marion Brenda, que Valentino conhecera numa festa pouco antes de morrer. Ela afirmava ter se casado com ele, o que nunca foi comprovado.

Valentino deixou a sua mansão ao seu irmão, irmã e Teresa Werner (tia de Rambova).

 

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domingo, dezembro 28, 2025

domingo, setembro 28, 2025

Brigitte Bardot nasceu há noventa e um anos

  
Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de setembro de 1934) é uma atriz e cantora francesa. Conhecida mundialmente pelas suas iniciais, BB, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60. Tornou-se ativista dos direitos dos animais, após se retirar do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública.
Foi eleita pela revista americana TIME um dos cem nomes mais influentes da moda.
  

Para celebrar o aniversário de BB...

sábado, agosto 23, 2025

Rodolfo Valentino morreu há 99 anos...

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Rodolfo Alfonso Raffaello Pierre Filibert Guglielmi di Valentina D'Antonguolla (Castellaneta, 6 de maio de 1895 - Nova Iorque, 23 de agosto de 1926), conhecido profissionalmente como Rudolph Valentino, foi um ator italiano radicado nos Estados Unidos, estrela de vários filmes mudos de sucesso, incluindo Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, The Sheik, Sangue e Areia, The Eagle e O Filho do Sheik.

Ele foi um dos primeiros ícones pop e um símbolo sexual da década de 20, conhecido em Hollywood como o "amante latino" e "Valentino". Sua morte prematura, aos 31 anos, causou uma histeria em massa entre seus fãs e impulsionou ainda mais seu status de ícone cultural do cinema.

    

(...)  

 

Em 15 de agosto de 1926, Valentino teve um colapso, no Hotel Ambassador, em Nova Iorque. Foi hospitalizado na Policlínica de Nova Iorque e submeteu-se a uma cirurgia referente a uma úlcera perfurada. A cirurgia foi bem-sucedida e ele pareceu se recuperar. Infelizmente, abateu-se-lhe uma peritonite, que se propagou por todo o corpo. Morreu oito dias mais tarde.

Mais de cem mil pessoas foram às ruas de Nova Iorque para oferecer as suas condolências. O evento em si era um drama próprio: a atriz Pola Negri desmoronou de histeria sob o caixão e janelas foram despedaçadas pelas fãs. Revelou-se mais tarde como um conluio de planeamento de publicidade. A missa fúnebre de Valentino em Nova Iorque ocorreu na igreja católica romana de Malachy de Saint, chamada frequentemente de “capela do ator”, porque fica situada na rua 49 oeste no distrito do teatro de Broadway, e tem uma associação longa com figuras do show business.

Depois que o corpo de Valentino foi levado por trem através do país, um segundo funeral se deu na costa oeste, na Igreja Católica do Bom Pastor em Beverly Hills.

June Mathis, sua grande amiga, ofereceu sua cripta para que Valentino fosse enterrado, pois seria uma solução provisória. Entretanto, Mathis morreu no ano seguinte e Valentino foi colocado na cripta adjacente. Os dois ainda estão enterrados lado a lado no cemitério de Hollywood.

Durante anos, em todos os aniversários de sua morte, uma mulher de negro colocou rosas em seu túmulo. Descobriu-se em 1945 que ela era Marion Brenda, que Valentino conhecera numa festa pouco antes de morrer. Ela afirmava ter se casado com ele, o que nunca foi comprovado.

Valentino deixou a sua mansão ao seu irmão, irmã e Teresa Werner (tia de Rambova).

 

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terça-feira, maio 06, 2025

Rodolfo Valentino nasceu há 130 anos...

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Rodolfo Alfonso Raffaello Pierre Filibert Guglielmi di Valentina D'Antonguolla (Castellaneta, 6 de maio de 1895 - Nova Iorque, 23 de agosto de 1926), conhecido profissionalmente como Rudolph Valentino, foi um ator italiano radicado nos Estados Unidos, estrela de vários filmes mudos de sucesso, incluindo Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, The Sheik, Sangue e Areia, The Eagle e O Filho do Sheik.

Ele foi um dos primeiros ícones pop e um símbolo sexual da década de 20, conhecido em Hollywood como o "amante latino" e "Valentino". A sua morte prematura, aos 31 anos, causou uma histeria em massa entre seus fãs e impulsionou ainda mais seu status de ícone cultural do cinema.

    

(...)  

 

Em 15 de agosto de 1926, Valentino teve um colapso, no Hotel Ambassador, em Nova Iorque. Foi hospitalizado na Policlínica de Nova Iorque e submeteu-se a uma cirurgia referente a uma úlcera perfurada. A cirurgia foi bem-sucedida e ele pareceu se recuperar. Infelizmente, abateu-se-lhe uma peritonite, que se propagou por todo o corpo. Morreu oito dias mais tarde.

Mais de cem mil pessoas foram às ruas de Nova Iorque para oferecer as suas condolências. O evento em si era um drama próprio: a atriz Pola Negri desmoronou de histeria sob o caixão e janelas foram despedaçadas pelas fãs. Revelou-se mais tarde como um conluio de planeamento de publicidade. A missa fúnebre de Valentino em Nova Iorque ocorreu na igreja católica romana de Malachy de Saint, chamada frequentemente de “capela do ator”, porque fica situada na rua 49 oeste no distrito do teatro de Broadway, e tem uma associação longa com figuras do show business.

Depois que o corpo de Valentino foi levado por trem através do país, um segundo funeral se deu na costa oeste, na Igreja Católica do Bom Pastor em Beverly Hills.

June Mathis, sua grande amiga, ofereceu sua cripta para que Valentino fosse enterrado, pois seria uma solução provisória. Entretanto, Mathis morreu no ano seguinte e Valentino foi colocado na cripta adjacente. Os dois ainda estão enterrados lado a lado no cemitério de Hollywood.

Durante anos, em todos os aniversários de sua morte, uma mulher de negro colocou rosas em seu túmulo. Descobriu-se em 1945 que ela era Marion Brenda, que Valentino conhecera numa festa pouco antes de morrer. Ela afirmava ter se casado com ele, o que nunca foi comprovado.

Valentino deixou a sua mansão ao seu irmão, irmã e Teresa Werner (tia de Rambova).

 

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sábado, setembro 28, 2024

Música para recordar o aniversário de uma atriz francesa...

Brigitte Bardot nasceu há noventa anos...!

  
Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de setembro de 1934) é uma atriz e cantora francesa. Conhecida mundialmente pelas suas iniciais, BB, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60. Tornou-se ativista dos direitos dos animais, após se retirar do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública.
Foi eleita pela revista americana TIME um dos cem nomes mais influentes da moda.
  

 


quinta-feira, setembro 28, 2023

Brigitte Bardot nasceu há 89 anos

  
Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de setembro de 1934) é uma atriz e cantora francesa. Conhecida mundialmente pelas suas iniciais, BB, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60. Tornou-se ativista dos direitos animais, após se retirar do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública.
Foi eleita pela revista americana TIME um dos cem nomes mais influentes da moda.
  

 


quarta-feira, setembro 28, 2022

Brigitte Bardot nasceu há 88 anos

   
Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de setembro de 1934) é uma atriz e cantora francesa. Conhecida mundialmente pelas suas iniciais, BB, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e anos 1960. Tornou-se ativista dos direitos animais, após se retirar do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública.
Foi eleita pela revista americana TIME um dos cem nomes mais influentes da moda.
  

 


terça-feira, setembro 28, 2021

Brigitte Bardot faz hoje 87 anos

   
Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de setembro de 1934) é uma atriz e cantora francesa. Conhecida mundialmente por suas iniciais, BB, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e anos 1960. Tornou-se ativista dos direitos animais, após se retirar do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública.
Foi eleita pela revista americana TIME um dos cem nomes mais influentes da moda.
  

 

 


quinta-feira, agosto 05, 2021

Poema adequado à data...

Marilyn, como Rose, no filme Niagara
     
   
Na morte de Marilyn
     
Morreu a mais bela mulher do mundo
tão bela que não só era assim bela
como mais que chamar-lhe marilyn
devíamos mas era reservar apenas para ela
o seco sóbrio simples nome de mulher
em vez de marilyn dizer mulher
Não havia no fundo em todo o mundo outra mulher
mas ingeriu demasiados barbitúricos
uma noite ao deitar-se quando se sentiu sozinha
ou suspeitou que tinha errado a vida
ela de quem a vida a bem dizer não era digna
e que exibia vida mesmo quando a suprimia
Não havia no mundo uma mulher mais bela mas
essa mulher um dia dispôs do direito
ao uso e ao abuso de ser bela
e decidiu de vez não mais o ser
nem doravante ser sequer mulher
O último dos rostos que mostrou era um rosto de dor
um rosto sem regresso mais que rosto mar
e toda a confusão e convulsão que nele possa caber
e toda a violência e voz que num restrito rosto
possa o máximo mar intensamente condensar
Tomou todos os tubos que tinha e não tinha
e disse à governanta não me acorde amanhã
estou cansada e necessito de dormir
estou cansada e é preciso eu descansar
Nunca ninguém foi tão amado como ela
nunca ninguém se viu envolto em semelhante escuridão
Era mulher era a mulher mais bela
mas não há coisa alguma que fazer se certo dia
a mão da solidão é pedra em nosso peito
Perto de marilyn havia aqueles comprimidos
seriam solução sentiu na mão a mãe
estava tão sozinha que pensou que a não amavam
que todos afinal a utilizavam
que viam por trás dela a mais comum imagem dela
a cara o corpo de mulher que urge adjectivar
mesmo que seja bela o adjectivo a empregar
que em vez de ver um todo se decida dissecar
analisar partir multiplicar em partes
Toda a mulher que era se sentiu toda sozinha
julgou que a não amavam todo o tempo como que parou
quis ser até ao fim coisa que mexe coisa viva
um segundo bastou foi só estender a mão
e então o tempo sim foi coisa que passou.
    
        
in Transporte No Tempo (1973) - Ruy Belo

Marilyn Monroe deixou-nos há 59 anos

   
Marilyn Monroe, nascida Norma Jeane Mortenson (Los Angeles, 1 de junho de 1926 - Los Angeles, 5 de agosto de 1962) foi uma atriz, cantora e modelo norte-americana.
Depois de passar boa parte da sua infância morando em lares adotivos, Monroe começou uma carreira como modelo, o que a rendeu um contrato no cinema em 1946, com a 20th Century-Fox. As suas aparições nos seus primeiros filmes eram pequenas, mas as suas interpretações em The Asphalt Jungle e All About Eve, além do facto de ser a primeira mulher a posar nua para a Playboy, chamou a atenção do público. Em 1952 conquistou o seu primeiro papel principal em Don't Bother to Knock, repetindo em Niagara, um filme melodramático que geria o seu poder de sedução. A sua personalidade cómica como "loira burra" foi usada para filmes posteriores como Gentlemen Prefer Blondes (1953), How to Marry a Millionaire (1953) e The Seven Year Itch (1955). Monroe estudou na Actors Studio para ampliar o seu alcance na atuação no filme dramático Bus Stop (1956), que foi aclamado pela crítica e recebeu uma indicação para o Globo de Ouro. A sua produtora, "Marilyn Monroe Productions", lançou The Prince and the Showgirl (1957), pelo qual recebeu uma indicação ao BAFTA e ganhou o prémio italiano David di Donatello. Ela recebeu um Globo de Ouro por sua interpretação em Some Like It Hot (1958). O último filme concluído de Monroe foi The Misfits (1961), onde ela representava ao lado de Clark Gable, cujo roteiro ficou por conta do seu então marido, Arthur Miller.
As circunstâncias da sua morte indicam para uma overdose de barbitúricos, e têm sido objeto de especulação. Embora oficialmente classificado como um "provável suicídio", a possibilidade de uma overdose acidental, bem como de homicídio, não foram descartadas. Em 1999 Monroe foi classificada como a sexta maior estrela feminina de todos os tempos pela American Film Institute. Frequentemente é citada como um ícone pop e cultural, bem como símbolo sexual por excelência americana. Em 2009, um canal americano nomeou-a na 1ª posição das mulheres mais sexy de todos os tempos.
  
     

sábado, setembro 05, 2020

A atriz Raquel Welch faz hoje oitenta anos!


Raquel Welch, nome artístico de Jo Raquel Tejada, (Chicago, 5 de setembro de 1940) é uma atriz norte-americana lembrada pelos seus papéis nas décadas de 60 e 70, como em Viagem Fantástica e Os Três Mosqueteiros. Sex symbol na década de 60, quando estrelou o filme Mil Séculos Antes de Cristo (1966) usando apenas um biquíni. Filha de pai boliviano, de origem espanhola, ela é sobrinha da ex-presidente da Bolívia entre 1979 e 1980, Lidia Gueiler Tejada.


   

quarta-feira, agosto 05, 2020

Poema adequado à data...

Marilyn, como Rose,no filme Niagara
     
   
Na morte de Marilyn
     
Morreu a mais bela mulher do mundo
tão bela que não só era assim bela
como mais que chamar-lhe marilyn
devíamos mas era reservar apenas para ela
o seco sóbrio simples nome de mulher
em vez de marilyn dizer mulher
Não havia no fundo em todo o mundo outra mulher
mas ingeriu demasiados barbitúricos
uma noite ao deitar-se quando se sentiu sozinha
ou suspeitou que tinha errado a vida
ela de quem a vida a bem dizer não era digna
e que exibia vida mesmo quando a suprimia
Não havia no mundo uma mulher mais bela mas
essa mulher um dia dispôs do direito
ao uso e ao abuso de ser bela
e decidiu de vez não mais o ser
nem doravante ser sequer mulher
O último dos rostos que mostrou era um rosto de dor
um rosto sem regresso mais que rosto mar
e toda a confusão e convulsão que nele possa caber
e toda a violência e voz que num restrito rosto
possa o máximo mar intensamente condensar
Tomou todos os tubos que tinha e não tinha
e disse à governanta não me acorde amanhã
estou cansada e necessito de dormir
estou cansada e é preciso eu descansar
Nunca ninguém foi tão amado como ela
nunca ninguém se viu envolto em semelhante escuridão
Era mulher era a mulher mais bela
mas não há coisa alguma que fazer se certo dia
a mão da solidão é pedra em nosso peito
Perto de marilyn havia aqueles comprimidos
seriam solução sentiu na mão a mãe
estava tão sozinha que pensou que a não amavam
que todos afinal a utilizavam
que viam por trás dela a mais comum imagem dela
a cara o corpo de mulher que urge adjectivar
mesmo que seja bela o adjectivo a empregar
que em vez de ver um todo se decida dissecar
analisar partir multiplicar em partes
Toda a mulher que era se sentiu toda sozinha
julgou que a não amavam todo o tempo como que parou
quis ser até ao fim coisa que mexe coisa viva
um segundo bastou foi só estender a mão
e então o tempo sim foi coisa que passou.
    
        
in Transporte No Tempo (1973) - Ruy Belo

Marilyn Monroe morreu há 58 anos


Marilyn Monroe, nascida Norma Jeane Mortenson (Los Angeles, 1 de junho de 1926 - Los Angeles, 5 de agosto de 1962) foi uma atriz, cantora e modelo norte-americana.
Depois de passar boa parte da sua infância morando em lares adotivos, Monroe começou uma carreira como modelo, o que a rendeu um contrato no cinema em 1946, com a 20th Century-Fox. As suas aparições nos seus primeiros filmes eram pequenas, mas as suas interpretações em The Asphalt Jungle e All About Eve, além do facto de ser a primeira mulher a posar nua para a Playboy, chamou a atenção do público. Em 1952 conquistou o seu primeiro papel principal em Don't Bother to Knock, repetindo em Niagara, um filme melodramático que geria o seu poder de sedução. A sua personalidade cómica como "loira burra" foi usada para filmes posteriores como Gentlemen Prefer Blondes (1953), How to Marry a Millionaire (1953) e The Seven Year Itch (1955). Monroe estudou na Actors Studio para ampliar o seu alcance na atuação no filme dramático Bus Stop (1956), que foi aclamado pela crítica e recebeu uma indicação para o Globo de Ouro. A sua produtora, "Marilyn Monroe Productions", lançou The Prince and the Showgirl (1957), pelo qual recebeu uma indicação ao BAFTA e ganhou o prêmio italiano David di Donatello. Ela recebeu um Globo de Ouro por sua interpretação em Some Like It Hot (1958). O último filme concluído de Monroe foi The Misfits (1961), onde ela estrelava ao lado de Clark Gable, cujo roteiro ficou por conta do seu então marido, Arthur Miller.
As circunstâncias da sua morte indicam para uma overdose de barbitúricos, e têm sido objeto de especulação. Embora oficialmente classificado como um "provável suicídio", a possibilidade de uma overdose acidental, bem como de homicídio, não foram descartadas. Em 1999 Monroe foi classificada como a sexta maior estrela feminina de todos os tempos pela American Film Institute. Frequentemente é citada como um ícone pop e cultural, bem como símbolo sexual por excelência americana. Em 2009, um canal americano nomeou-a na 1ª posição das mulheres mais sexy de todos os tempos.
  
     

segunda-feira, agosto 05, 2019

Marilyn morreu há 57 anos

Marilyn Monroe, nascida Norma Jeane Mortenson (Los Angeles, 1 de junho de 1926 - Los Angeles, 5 de agosto de 1962), foi uma atriz, cantora e modelo norte-americana.
Depois de passar boa parte de sua infância morando em lares adotivos, Monroe começou uma carreira como modelo, o que a rendeu um contrato no cinema em 1946, com a 20th Century-Fox. As suas aparições nos seus primeiros filmes eram pequenas, mas suas interpretações em The Asphalt Jungle, All About Eve e sendo a primeira mulher a posar para a Playboy, chamou a atenção do público. Em 1952, ela teve seu primeiro papel principal em Don't Bother to Knock que prosseguiu com o papel principal em Niagara, um filme melodramático que habitava seu poder de sedução. A sua personalidade cómica como "loira burra" foi usada para filmes posteriores como Gentlemen Prefer Blondes (1953), How to Marry a Millionaire (1953) e The Seven Year Itch (1955). Monroe estudou na Actors Studio para ampliar o seu alcance na atuação para seu próximo filme dramático, Bus Stop (1956), que foi aclamado pela crítica e recebeu uma indicação para o Globo de Ouro. A sua produtora, "Marilyn Monroe Productions", lançou The Prince and the Showgirl (1957), pelo qual recebeu uma indicação ao BAFTA e ganhou o prémio italiano David di Donatello. Ela recebeu um Globo de Ouro por sua interpretação em Some Like It Hot (1958). O último filme concluído de Monroe foi The Misfits (1961), onde ela estrelava ao lado de Clark Gable, enquanto que o roteiro ficou por conta de seu então marido, Arthur Miller.
A sua morte foi classificada de uma overdose de barbitúricos e têm sido objeto de especulação. Embora oficialmente classificado como um "provável suicídio", a possibilidade de uma overdose acidental, bem como de homicídio, não foram descartadas. Em 1999, Monroe foi classificada como a sexta maior estrela feminina de todos os tempos pela American Film Institute. Nas décadas seguintes a sua morte, ela tem sido frequentemente citada tanto como um ícone pop e cultural, bem como o símbolo sexual por excelência americana. Em 2009, um canal americano colocou-a na 1ª posição das mulheres mais sexy de todos os tempos.
 
 
 
 
Marilyn como Rose em Niagara
   
 
Na morte de Marilyn
  
Morreu a mais bela mulher do mundo
tão bela que não só era assim bela
como mais que chamar-lhe marilyn
devíamos mas era reservar apenas para ela
o seco sóbrio simples nome de mulher
em vez de marilyn dizer mulher
Não havia no fundo em todo o mundo outra mulher
mas ingeriu demasiados barbitúricos
uma noite ao deitar-se quando se sentiu sozinha
ou suspeitou que tinha errado a vida
ela de quem a vida a bem dizer não era digna
e que exibia vida mesmo quando a suprimia
Não havia no mundo uma mulher mais bela mas
essa mulher um dia dispôs do direito
ao uso e ao abuso de ser bela
e decidiu de vez não mais o ser
nem doravante ser sequer mulher
O último dos rostos que mostrou era um rosto de dor
um rosto sem regresso mais que rosto mar
e toda a confusão e convulsão que nele possa caber
e toda a violência e voz que num restrito rosto
possa o máximo mar intensamente condensar
Tomou todos os tubos que tinha e não tinha
e disse à governanta não me acorde amanhã
estou cansada e necessito de dormir
estou cansada e é preciso eu descansar
Nunca ninguém foi tão amado como ela
nunca ninguém se viu envolto em semelhante escuridão
Era mulher era a mulher mais bela
mas não há coisa alguma que fazer se certo dia
a mão da solidão é pedra em nosso peito
Perto de marilyn havia aqueles comprimidos
seriam solução sentiu na mão a mãe
estava tão sozinha que pensou que a não amavam
que todos afinal a utilizavam
que viam por trás dela a mais comum imagem dela
a cara o corpo de mulher que urge adjectivar
mesmo que seja bela o adjectivo a empregar
que em vez de ver um todo se decida dissecar
analisar partir multiplicar em partes
Toda a mulher que era se sentiu toda sozinha
julgou que a não amavam todo o tempo como que parou
quis ser até ao fim coisa que mexe coisa viva
um segundo bastou foi só estender a mão
e então o tempo sim foi coisa que passou.

  
  
in Transporte No Tempo (1973) - Ruy Belo