O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Foi fundador da Royal Society e seu presidente (1680 - 1682) e os seus trabalhos científicos eram conhecidos pelos seus contemporâneos, sendo citados por Isaac Newton e Blaise Pascal.
(...)
O grande arquiteto não teve uma velhice tranquila, com seu trabalho
reconhecido. Em vez disso, foi alvo de criticas e ataques à sua
competência e gosto. Particularmente agressivas foram as criticas de
Ashley Cooper, que pediam um novo estilo para a arquitetura britânica.
Wren morreu em 1723, com 91 anos, na casa de seu filho, após se expor ao
frio numa visita à catedral de São Paulo no inverno. Foi enterrado na
cripta da catedral, onde uma lápide diz: Leitor, se procuras o seu monumento, olha em volta.
Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal) foi a última apresentação pública da banda de rock inglesa The Beatles, com a participação do teclista Billy Preston. Iniciando-se ao meio-dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício da Apple Corps (empresa fundada pela banda), terminou em confusão, ameaças e discussões com a Polícia Metropolitana de Londres, que pediu o encerramento do concerto devido à problemas de tráfego e ruído.
O áudio foi gravado em oito canais pelos engenheiros Glyn Johns e Alan Parsons, com microfones embrulhados, improvisadamente, em meias-calças. Michael Lindsay-Hogg ficou encarregado de dirigir as imagens do show. Ao fim, John Lennon,
integrante dos Beatles, agradeceu o público e disse que esperava que
tivessem "passado na audição". A última apresentação da banda até então
havia sido no Candlestick Park, em 1966, e há controvérsias sobre quem decidiu o lugar do evento.
(...)
Em 42 minutos, o concerto consistiu em nove tomadas de cinco músicas dos Beatles: três tomadas de "Get Back"; duas tomadas de "Don't Let Me Down" e "I've Got a Feeling"; e uma tomada de "One After 909" e "Dig a Pony". O conjunto foi realizado na seguinte ordem:
"Get Back" (tomada um)
"Get Back" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada um)
"I've Got a Feeling" (tomada um)
"One After 909"
"Dig a Pony"
"I've Got a Feeling" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada dois)
"Get Back" (tomada três)
Houve também breves jams de quatro músicas: "God Save the Queen", "I Want You (She's So Heavy)", "A Pretty Girl is Like a Melody", estas enquanto o engenheiro de som Parsons trocava as fitas, e "Danny Boy", citada ao final de "One After 909" e incluída no álbum Let It Be.
Capa da edição do The Times de 4 de dezembro de 1788
The Times ("Os Tempos", em inglês) é um jornalbritânico nacional com sede em Londres, Reino Unido. Foi fundado em 1785, sob o título The Daily Universal Register, adotando o seu nome atual a 1 de janeiro de 1788.
(...)
O The Times é o criador do tipo de letra Times Roman, amplamente utilizada e originalmente desenvolvido por Stanley Morison, do The Times, em colaboração com a Monotype Corporation. Em novembro de 2006, o Times começou a imprimir manchetes numa nova fonte, a Times New Roman. O jornal foi impresso em formato standard
durante 219 anos, mas mudou para tamanho compacto em 2004, numa
tentativa de ser mais apelativo para os leitores mais jovens e os
viajantes que utilizam o transporte público.
Em dezembro de 1952, uma frente fria chegou a Londres e fez com que as pessoas queimassem mais carvão que o habitual no inverno. O aumento na poluição do ar foi agravado por uma inversão térmica, causada pela densa massa de ar frio. A acumulação de poluentes foi crescente, especialmente de fumo e partículas do carvão que era queimado.
Devido aos problemas económicos no pós-guerra, o carvão de melhor qualidade para o aquecimento havia sido exportado. Como resultado, os londrinos usaram o carvão de baixa qualidade, rico em enxofre, o que agravou muito o problema.
O nevoeiro resultante, uma mistura de névoa natural com muito fumo negro, tornou-se muito denso, chegando a impossibilitar o trânsito de automóveis nas ruas. Muitas sessões de filmes e concertos
foram canceladas, uma vez que a plateia não podia ver o palco ou a
tela, pois a fumaça invadiu facilmente os ambientes fechados.
Saúde pública
Inicialmente, não houve pânico, pois os nevoeiros em Londres, conhecidos por fog,
são comuns e famosos. Porém, nas semanas seguintes as estatísticas
compiladas pelos serviços médicos descobriram que o nevoeiro já havia
matado 4.000 pessoas. A maioria das vítimas foram crianças muito novas, idosos e pessoas com problemas respiratórios pré-existentes. As mortes, na maioria dos casos, ocorreram em consequência de infeções do trato respiratório, causada por hipóxia,
e também pela obstrução mecânica das vias respiratórias superiores, por
deposição de secreções causada pela fumaça negra e afeções.
As infeções de pulmão eram principalmente broncopneumonia ou bronquite aguda. Um total de 8.000 pessoas morrem nas semanas e meses seguintes.
Meio ambiente
O grande número de mortes deu um importante impulso aos movimentos ambientais, e levou a uma reflexão acerca da poluição do ar,
pois o fumo tinha mostrado ter grande potencial letal. Então, novas
regulamentações legais foram criadas, restringindo o uso de combustíveis sujos na indústria e banindo o fumo negro. Nos anos seguintes, uma série de normas legais como o Clean Air Act 1956 e o Clean Air Act 1968, restringiram a poluição do ar.
O carvão, além de enxofre, contém metais pesados, altamente tóxicos, como mercúrio, cádmio, níquel e arsénio, entre outros.
Brasão de armas da Royal Society num vitral com o seu lema "Nullius in verba" (A palavra final não é de nenhum homem)
A Royal Society é uma instituição destinada à promoção do conhecimento científico, fundada em 28 de novembro de 1660. A Academia Real Irlandesa (Royal Irish Academy), fundada em 1782, é sua afiliada. O nome completo, em inglês, é The Royal Society of London for Improving Natural Knowledge (Sociedade Real de Londres para a Melhoria do Conhecimento Natural).
O grande incêndio de Londres foi uma das maiores catástrofes da capital inglesa, tendo destruído as partes centrais da cidade de 2 de setembro a 5 de setembro de 1666. O incêndio ameaçou destruir o distrito de Westminster, o Palácio de Whitehall e alguns subúrbios, mas não chegou a destruí-las. Destruiu 13.200 casas, 87 igrejas, a Catedral de S. Paulo
e 44 prédios públicos. Entretanto, acredita-se que poucas pessoas
morreram. Os registos da época indicaram um total de 100 mil
desabrigados e nove óbitos. Mas pesquisas atuais afirmam que milhares de
pessoas podem ter morrido, já que pessoas mais pobres e da classe
média não eram mantidas nos registos.
O fogo começou na padaria de Thomas Farriner (ou Farynor) em Pudding
Lane e logo se espalhou. A propagação das chamas foi favorecida pela
estrutura medieval da cidade: ruas estreitas e casas de madeira muito
próximas umas das outras.
A técnica contra incêndios da época (derrubar construções e assim
impedir o espalhamento do fogo) foi atrasada por decisão do Lord Mayor
de Londres, Sir Thomas Bloodworth, que subestimou o potencial das
chamas. Quando as demolições foram autorizadas, uma tempestade de fogo
impediu que fossem feitas. No dia 3 de setembro o fogo se dirigiu à zona
norte, rumo ao coração da cidade. No dia 4, destruiu a Catedral de S.
Paulo. Um ataque contra o incêndio foi mobilizado. Finalmente o fogo foi
controlado.
Além do prejuízo estimado em 10 milhões de libras, vários problemas
sociais eclodiram. O rei Carlos II logo tomou providencias para a capital.
Contratou um arquiteto para fazer as casas de tijolos e cimento e as
casas longe uma das outras, construindo um muro largo de 89 metros. A
cidade ficou mais estreita. Apesar de críticas, a cidade não foi
modernizada, mas reconstruida nos moldes e estilos medievais.
O arquiteto Cristopher Wren liderou os muitos arquitetos que
participaram da reconstrução, que deu origem à área conhecida como City
of London, hoje um distrito financeiro. A Catedral de São Paulo
(do século XII) foi completamente destruída. A edificação atual foi
desenhada por arquiteto Cristopher Wren. A única parte restante do
prédio antigo é um memorial ao poeta John Donne.
A ponte de Londres, parcialmente consumida pelo primeiro incêndio
(1663), foi consumida pelas chamas. A biblioteca de teologia do Sion College teve um terço dos seus livros queimados. O centro administrativo (Guildhall) - onde ocorriam julgamentos desde o século XIV - foi seriamente danificado.
A Grande Exposição, (em inglês Great Exhibition of the Works of Industry of all Nations) foi uma exposição universal celebrada em 1851.
A organização de pequenas feiras nacionais, bastante limitadas pelos
produtos expostos, começaram a atrair uma grande massa de potenciais
interessados. Estava dado o primeiro passo para a Grande Exposição de
Londres de 1851, patrocinada pelo príncipe Alberto de Saxe-Coburgo-Gota,
Henry Cole e Francis Henry.
A 1
de maio de 1851 abriu-se ao público, em Londres, “A Grande Exposição dos
Trabalhos da Indústria de Todas as Nações”. Uma data que ficará na
história por ser a primeira exposição internacional de indústria. No
dizer empolgado de Gibbs-Smith: “Pela primeira vez na história do mundo,
os homens das Artes, Ciência e Comércio foram autorizados pelos seus
respetivos governos a reunir-se para discutirem e promoverem os
objetivos para os quais as nações civilizadas existem”.
O Reino Unido
da Grã-Bretanha e da Irlanda, com a Exposição do Palácio de Cristal de
1851, inicia o período mais áureo da sua história como a nação mais
poderosa do globo, dona de uma frota naval maior do que a de todo o
resto do planeta reunido. Uma realidade de que os Ingleses tinham plena
consciência e que lhes dava uma confiança suprema na sua nação e nas
suas instituições.
Dentro de cada secção nacional, incluindo a britânica, a comissão
tinha igualmente regulamentada a divisão e distribuição dos objetos por
secções: maquinaria, a norte; matérias-primas e produtos agrícolas, ao
sul; e, por fim, os produtos artísticos e manufaturados, no meio. Cada
secção era da responsabilidade do seu comissário ou agente nacional.
Foi fundador da Royal Society e seu presidente (1680 - 1682) e os seus trabalhos científicos eram conhecidos pelos seus contemporâneos, sendo citados por Isaac Newton e Blaise Pascal.
(...)
O grande arquiteto não teve uma velhice tranquila, com seu trabalho
reconhecido. Em vez disso, foi alvo de criticas e ataques à sua
competência e gosto. Particularmente agressivas foram as criticas de
Ashley Cooper, que pediam um novo estilo para a arquitetura britânica.
Wren morreu em 1723, com 91 anos, na casa de seu filho, após se expor ao
frio numa visita à catedral de São Paulo no inverno. Foi enterrado na
cripta da catedral, onde uma lápide diz: Leitor, se procuras o seu monumento, olha em volta.
Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal) foi a última apresentação pública da banda de rock inglesa The Beatles, com a participação do teclista Billy Preston. Iniciando-se ao meio-dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício da Apple Corps (empresa fundada pela banda), terminou em confusão, ameaças e discussões com a Polícia Metropolitana de Londres, que pediu o encerramento do concerto devido à problemas de tráfego e ruído.
O áudio foi gravado em oito canais pelos engenheiros Glyn Johns e Alan Parsons, com microfones embrulhados, improvisadamente, em meias-calças. Michael Lindsay-Hogg ficou encarregado de dirigir as imagens do show. Ao fim, John Lennon,
integrante dos Beatles, agradeceu o público e disse que esperava que
tivessem "passado na audição". A última apresentação da banda até então
havia sido no Candlestick Park, em 1966, e há controvérsias sobre quem decidiu o lugar do evento.
(...)
Em 42 minutos, o concerto consistiu em nove tomadas de cinco músicas dos Beatles: três tomadas de "Get Back"; duas tomadas de "Don't Let Me Down" e "I've Got a Feeling"; e uma tomada de "One After 909" e "Dig a Pony". O conjunto foi realizado na seguinte ordem:
"Get Back" (tomada um)
"Get Back" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada um)
"I've Got a Feeling" (tomada um)
"One After 909"
"Dig a Pony"
"I've Got a Feeling" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada dois)
"Get Back" (tomada três)
Houve também breves jams de quatro músicas: "God Save the Queen", "I Want You (She's So Heavy)", "A Pretty Girl is Like a Melody", estas enquanto o engenheiro de som Parsons trocava as fitas, e "Danny Boy", citada ao final de "One After 909" e incluída no álbum Let It Be.
Capa da edição do The Times de 4 de dezembro de 1788
The Times ("Os Tempos", em inglês) é um jornalbritânico nacional com sede em Londres, Reino Unido. Foi fundado em 1785 sob o título The Daily Universal Register, adotando o seu nome atual a 1 de janeiro de 1788.
(...)
O The Times é o criador do tipo de letra Times Roman, amplamente utilizada e originalmente desenvolvido por Stanley Morison, do The Times, em colaboração com a Monotype Corporation. Em novembro de 2006, o Times começou a imprimir manchetes numa nova fonte, a Times New Roman. O jornal foi impresso em formato standard
durante 219 anos, mas mudou para tamanho compacto em 2004, numa
tentativa de ser mais apelativo para os leitores mais jovens e os
viajantes que utilizam o transporte público.
Em dezembro de 1952, uma frente fria chegou a Londres e fez com que as pessoas queimassem mais carvão que o habitual no inverno. O aumento na poluição do ar foi agravado por uma inversão térmica, causada pela densa massa de ar frio. A acumulação de poluentes foi crescente, especialmente de fumo e partículas do carvão que era queimado.
Devido aos problemas económicos no pós-guerra, o carvão de melhor qualidade para o aquecimento havia sido exportado. Como resultado, os londrinos usaram o carvão de baixa qualidade, rico em enxofre, o que agravou muito o problema.
O nevoeiro resultante, uma mistura de névoa natural com muito fumo negro, tornou-se muito denso, chegando a impossibilitar o trânsito de automóveis nas ruas. Muitas sessões de filmes e concertos
foram canceladas, uma vez que a plateia não podia ver o palco ou a
tela, pois a fumaça invadiu facilmente os ambientes fechados.
Saúde pública
Inicialmente, não houve pânico, pois os nevoeiros em Londres, conhecidos por fog,
são comuns e famosos. Porém, nas semanas seguintes as estatísticas
compiladas pelos serviços médicos descobriram que o nevoeiro já havia
matado 4.000 pessoas. A maioria das vítimas foram crianças muito novas, idosos e pessoas com problemas respiratórios pré-existentes. As mortes, na maioria dos casos, ocorreram em consequência de infeções do trato respiratório, causada por hipóxia,
e também pela obstrução mecânica das vias respiratórias superiores, por
deposição de secreções causada pela fumaça negra e afeções.
As infeções de pulmão eram principalmente broncopneumonia ou bronquite aguda. Um total de 8.000 pessoas morrem nas semanas e meses seguintes.
Meio ambiente
O grande número de mortes deu um importante impulso aos movimentos ambientais, e levou a uma reflexão acerca da poluição do ar,
pois o fumo tinha mostrado ter grande potencial letal. Então, novas
regulamentações legais foram criadas, restringindo o uso de combustíveis sujos na indústria e banindo o fumo negro. Nos anos seguintes, uma série de normas legais como o Clean Air Act 1956 e o Clean Air Act 1968, restringiram a poluição do ar.
O carvão, além de enxofre, contém metais pesados, altamente tóxicos, como mercúrio, cádmio, níquel e arsénio, entre outros.
Brasão de armas da Royal Society num vitral com o seu lema "Nullius in verba" (A palavra final não é de nenhum homem)
A Royal Society é uma instituição destinada à promoção do conhecimento científico, fundada em 28 de novembro de 1660. A Academia Real Irlandesa (Royal Irish Academy), fundada em 1782, é sua afiliada. O nome completo, em inglês, é The Royal Society of London for Improving Natural Knowledge (Sociedade Real de Londres para a Melhoria do Conhecimento Natural).
O grande incêndio de Londres foi uma das maiores catástrofes da capital inglesa, tendo destruído as partes centrais da cidade de 2 de setembro a 5 de setembro de 1666. O incêndio ameaçou destruir o distrito de Westminster, o Palácio de Whitehall e alguns subúrbios, mas não chegou a destruí-las. Destruiu 13.200 casas, 87 igrejas, a Catedral de S. Paulo
e 44 prédios públicos. Entretanto, acredita-se que poucas pessoas
morreram. Os registos da época indicaram um total de 100 mil
desabrigados e nove óbitos. Mas pesquisas atuais afirmam que milhares de
pessoas podem ter morrido, já que pessoas mais pobres e da classe
média não eram mantidas nos registos.
O fogo começou na padaria de Thomas Farriner (ou Farynor) em Pudding
Lane e logo se espalhou. A propagação das chamas foi favorecida pela
estrutura medieval da cidade: ruas estreitas e casas de madeira muito
próximas umas das outras.
A técnica contra incêndios da época (derrubar construções e assim
impedir o espalhamento do fogo) foi atrasada por decisão do Lord Mayor
de Londres, Sir Thomas Bloodworth, que subestimou o potencial das
chamas. Quando as demolições foram autorizadas, uma tempestade de fogo
impediu que fossem feitas. No dia 3 de setembro o fogo se dirigiu à zona
norte, rumo ao coração da cidade. No dia 4, destruiu a Catedral de S.
Paulo. Um ataque contra o incêndio foi mobilizado. Finalmente o fogo foi
controlado.
Além do prejuízo estimado em 10 milhões de libras, vários problemas
sociais eclodiram. O rei Carlos II logo tomou providencias para a capital.
Contratou um arquiteto para fazer as casas de tijolos e cimento e as
casas longe uma das outras, construindo um muro largo de 89 metros. A
cidade ficou mais estreita. Apesar de críticas, a cidade não foi
modernizada, mas reconstruida nos moldes e estilos medievais.
O arquiteto Cristopher Wren liderou os muitos arquitetos que
participaram da reconstrução, que deu origem à área conhecida como City
of London, hoje um distrito financeiro. A Catedral de São Paulo
(século XII) foi completamente destruída. A edificação atual foi
desenhada por arquiteto Cristopher Wren. A única parte restante do
prédio antigo é um memorial ao poeta John Donne.
A ponte de Londres, parcialmente consumida pelo primeiro incêndio
(1663), foi consumida pelas chamas. A biblioteca de teologia do Sion College teve um terço dos seus livros queimados. O centro administrativo (Guildhall) - onde ocorriam julgamentos desde o século XIV - foi seriamente danificado.
A Grande Exposição, (em inglês Great Exhibition of the Works of Industry of all Nations) foi uma exposição universal celebrada em 1851.
A organização de pequenas feiras nacionais, bastante limitadas pelos
produtos expostos, começaram a atrair uma grande massa de potenciais
interessados. Estava dado o primeiro passo para a Grande Exposição de
Londres de 1851, patrocinada pelo príncipe Alberto de Saxe-Coburgo-Gota,
Henry Cole e Francis Henry.
A 1
de maio de 1851 abriu-se ao público, em Londres, “A Grande Exposição dos
Trabalhos da Indústria de Todas as Nações”. Uma data que ficará na
história por ser a primeira exposição internacional de indústria. No
dizer empolgado de Gibbs-Smith: “Pela primeira vez na história do mundo,
os homens das Artes, Ciência e Comércio foram autorizados pelos seus
respetivos governos a reunir-se para discutirem e promoverem os
objetivos para os quais as nações civilizadas existem”.
O Reino Unido
da Grã-Bretanha e da Irlanda, com a Exposição do Palácio de Cristal de
1851, inicia o período mais áureo da sua história como a nação mais
poderosa do globo, dona de uma frota naval maior do que a de todo o
resto do planeta reunido. Uma realidade de que os Ingleses tinham plena
consciência e que lhes dava uma confiança suprema na sua nação e nas
suas instituições.
Dentro de cada secção nacional, incluindo a britânica, a comissão
tinha igualmente regulamentada a divisão e distribuição dos objetos por
secções: maquinaria, a norte; matérias-primas e produtos agrícolas, ao
sul; e, por fim, os produtos artísticos e manufaturados, no meio. Cada
secção era da responsabilidade do seu comissário ou agente nacional.
Foi fundador da Royal Society e seu presidente (1680 - 1682) e os seus trabalhos científicos eram conhecidos pelos seus contemporâneos, sendo citados por Isaac Newton e Blaise Pascal.
(...)
O grande arquiteto não teve uma velhice tranquila, com seu trabalho
reconhecido. Em vez disso, foi alvo de criticas e ataques à sua
competência e gosto. Particularmente agressivas foram as criticas de
Ashley Cooper, que pediam um novo estilo para a arquitetura britânica.
Wren morreu em 1723, com 91 anos, na casa de seu filho, após se expor ao
frio numa visita à catedral de São Paulo no inverno. Foi enterrado na
cripta da catedral, onde uma lápide diz: Leitor, se procuras o seu monumento, olha em volta.
Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal) foi a última apresentação pública da banda de rock inglesa The Beatles, com a participação do teclista Billy Preston. Iniciando-se ao meio-dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício da Apple Corps (empresa fundada pela banda), terminou em confusão, ameaças e discussões com a Polícia Metropolitana de Londres, que pediu o encerramento do concerto devido à problemas de tráfego e ruído.
O áudio foi gravado em oito canais pelos engenheiros Glyn Johns e Alan Parsons, com microfones embrulhados, improvisadamente, em meias-calças. Michael Lindsay-Hogg ficou encarregado de dirigir as imagens do show. Ao fim, John Lennon,
integrante dos Beatles, agradeceu o público e disse que esperava que
tivessem "passado na audição". A última apresentação da banda até então
havia sido no Candlestick Park, em 1966, e há controvérsias sobre quem decidiu o lugar do evento.
(...)
Em 42 minutos, o concerto consistiu em nove tomadas de cinco músicas dos Beatles: três tomadas de "Get Back"; duas tomadas de "Don't Let Me Down" e "I've Got a Feeling"; e uma tomada de "One After 909" e "Dig a Pony". O conjunto foi realizado na seguinte ordem:
"Get Back" (tomada um)
"Get Back" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada um)
"I've Got a Feeling" (tomada um)
"One After 909"
"Dig a Pony"
"I've Got a Feeling" (tomada dois)
"Don't Let Me Down" (tomada dois)
"Get Back" (tomada três)
Houve também breves jams de quatro músicas: "God Save the Queen", "I Want You (She's So Heavy)", "A Pretty Girl is Like a Melody", estas enquanto o engenheiro de som Parsons trocava as fitas, e "Danny Boy", citada ao final de "One After 909" e incluída no álbum Let It Be.
Capa da edição do The Times de 4 de dezembro de 1788
The Times ("Os Tempos", em inglês) é um jornalbritânico nacional com sede em Londres, Reino Unido. Foi fundado em 1785 sob o título The Daily Universal Register, adotando o seu nome atual a 1 de janeiro de 1788.
(...)
O The Times é o criador do tipo de letra Times Roman, amplamente utilizada e originalmente desenvolvido por Stanley Morison, do The Times, em colaboração com a Monotype Corporation. Em novembro de 2006, o Times começou a imprimir manchetes numa nova fonte, a Times New Roman. O jornal foi impresso em formato standard
durante 219 anos, mas mudou para tamanho compacto em 2004, numa
tentativa de ser mais apelativo para os leitores mais jovens e os
viajantes que utilizam o transporte público.
Em dezembro de 1952, uma frente fria chegou a Londres e fez com que as pessoas queimassem mais carvão que o usual no inverno. O aumento na poluição do ar foi agravado por uma inversão térmica, causada pela densa massa de ar frio. A acumulação de poluentes foi crescente, especialmente de fumo e partículas do carvão que era queimado.
Devido aos problemas económicos no pós-guerra, o carvão de melhor qualidade para o aquecimento havia sido exportado. Como resultado, os londrinos usaram o carvão de baixa qualidade, rico em enxofre, o que agravou muito o problema.
O nevoeiro resultante, uma mistura de névoa natural com muito fumo negro, tornou-se muito denso, chegando a impossibilitar o trânsito de automóveis nas ruas. Muitas sessões de filmes e concertos
foram canceladas, uma vez que a plateia não podia ver o palco ou a
tela, pois a fumaça invadiu facilmente os ambientes fechados.
Saúde pública
Inicialmente, não houve pânico, pois os nevoeiros em Londres, conhecidos por fog,
são comuns e famosos. Porém, nas semanas seguintes as estatísticas
compiladas pelos serviços médicos descobriram que o nevoeiro já havia
matado 4.000 pessoas. A maioria das vítimas foram crianças muito novas, idosos e pessoas com problemas respiratórios pré-existentes. As mortes, na maioria dos casos, ocorreram em consequência de infeções do trato respiratório, causada por hipóxia,
e também pela obstrução mecânica das vias respiratórias superiores por
deposição de secreções causada pela fumaça negra e afeções.
As infeções de pulmão eram principalmente broncopneumonia ou bronquite aguda. Um total de 8.000 pessoas morrem nas semanas e meses seguintes.
Meio ambiente
O grande número de mortes deu um importante impulso aos movimentos ambientais, e levou a uma reflexão acerca da poluição do ar,
pois o fumo tinha mostrado ter grande potencial letal. Então, novas
regulamentações legais foram criadas, restringindo o uso de combustíveis sujos na indústria e banindo o fumo negro. Nos anos seguintes, uma série de normas legais como o Clean Air Act 1956 e o Clean Air Act 1968, restringiram a poluição do ar.
O carvão, além de enxofre, contém metais pesados, altamente tóxicos, como mercúrio, cádmio, níquel e arsénio, entre outros.
Brasão de armas da Royal Society num vitral com o seu lema "Nullius in verba" (A palavra final não é de nenhum homem)
A Royal Society é uma instituição destinada à promoção do conhecimento científico, fundada em 28 de novembro de 1660. A Academia Real Irlandesa (Royal Irish Academy), fundada em 1782, é sua afiliada. O nome completo, em inglês, é The Royal Society of London for Improving Natural Knowledge (Sociedade Real de Londres para a Melhoria do Conhecimento Natural).
O grande incêndio de Londres foi uma das maiores catástrofes da capital inglesa, tendo destruído as partes centrais da cidade de 2 de setembro a 5 de setembro de 1666. O incêndio ameaçou destruir o distrito de Westminster, o Palácio de Whitehall e alguns subúrbios, mas não chegou a destruí-las. Destruiu 13.200 casas, 87 igrejas, a Catedral de S. Paulo
e 44 prédios públicos. Entretanto, acredita-se que poucas pessoas
morreram. Os registos da época indicaram um total de 100 mil
desabrigados e nove óbitos. Mas pesquisas atuais afirmam que milhares de
pessoas podem ter morrido, já que pessoas mais pobres e da classe
média não eram mantidas nos registos.
O fogo começou na padaria de Thomas Farriner (ou Farynor) em Pudding
Lane e logo se espalhou. A propagação das chamas foi favorecida pela
estrutura medieval da cidade: ruas estreitas e casas de madeira muito
próximas umas das outras.
A técnica contra incêndios da época (derrubar construções e assim
impedir o espalhamento do fogo) foi atrasada por decisão do Lord Mayor
de Londres, Sir Thomas Bloodworth, que subestimou o potencial das
chamas. Quando as demolições foram autorizadas, uma tempestade de fogo
impediu que fossem feitas. No dia 3 de setembro o fogo se dirigiu à zona
norte, rumo ao coração da cidade. No dia 4, destruiu a Catedral de S.
Paulo. Uma ação contra o incêndio foi mobilizada. Finalmente o fogo foi
controlado.
Além do prejuízo estimado em 10 milhões de libras, vários problemas
sociais eclodiram. O rei Carlos II logo tomou providencias para a capital.
Contratou um arquiteto para fazer as casas de tijolos e cimento e as
casas longe uma das outras, construindo um muro largo de 89 metros. A
cidade ficou mais estreita. Apesar de críticas, a cidade não foi
modernizada, mas reconstruida nos moldes e estilos medievais.
O arquiteto Cristopher Wren liderou os muitos arquitetos que
participaram da reconstrução, que deu origem à área conhecida como City
of London, hoje um distrito financeiro. A Catedral de São Paulo
(século XII) foi completamente destruída. A edificação atual foi
desenhada por arquiteto Cristopher Wren. A única parte restante do
prédio antigo é um memorial ao poeta John Donne.
A ponte de Londres, parcialmente consumida pelo primeiro incêndio
(1663), foi consumida pelas chamas. A biblioteca de teologia do Sion College teve um terço dos seus livros queimados. O centro administrativo (Guildhall) - onde ocorriam julgamentos desde o século XIV - foi seriamente danificado.