sexta-feira, fevereiro 13, 2026
O tratado que terminou a Guerra da Restauração foi assinado há 358 anos
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sexta-feira, agosto 22, 2025
El-Rei D. João I conquistou Ceuta há 610 anos
Bandeira atual de Ceuta
Na manhã de 21 de Agosto de 1415, o rei João I deu ordens para o desembarque das tropas e um assalto geral à cidade. No entanto, quando o rei embarcou num escaler para ser levado a terra, feriu-se numa perna. Foi então dado sinal ao Infante Henrique para que liderasse as tropas a terra.
O primeiro a desembarcar foi Rui Gonçalves, conhecido pela sua ousadia; este encontrou resistência ao desembarcar com os seus homens na atual Playa San Amaro. O infante Henrique foi o primeiro infante a desembarcar à frente de um esquadrão de homens. Seguiu-lhe o seu irmão e o príncipe-herdeiro Duarte e, à frente de cerca de 300 homens, ambos lograram expulsar os defensores muçulmanos de volta ao portão de Almedina, que foi penetrado pelos portugueses antes que fosse firmemente encerrado.
Os marroquinos lograram ainda opor alguma resistência aos portugueses entre as apertadas ruas logo além da porta da cidade, encorajados por um grande núbion ou sudanês que atirava grandes pedras. Depois de este ter sido morto por Vasco Martins de Albergaria, os muçulmanos viraram-se e fugiram, perseguidos pelo casario pelos homens chefiados pelo infante Pedro, pelo infante Henrique.
À medida que os portugueses tomavam conta da cidade, Salá ibne Salá desceu da cidadela para tentar conter o avanço dos atacantes nas ruas estreitas, a fim de permitir que os residentes pudessem ao menos fugir a tempo com as suas famílias. Vasco Fernandes de Ataíde tentou abrir outro portão à com alguns homens, mas foram rechaçados, sendo mortos 8 e Ataíde ferido mortalmente.
O infante D. Henrique deixou para trás um destacamento de homens a proteger a porta que fora aberta enquanto esperavam pelo resto do exército; chegou este pouco depois comandada pelo Rei, Príncipe Pedro e pelo Condestável Nuno Álvares Pereira. O rei João, no entanto, não participaria mais nos combates e sentou-se junto ao portão. Durante os combates urbanos, espalhou-se entre as tropas portuguesas o boato de que o príncipe Henrique havia morrido, pois não era possível localizá-lo. Ao ser informado dos rumores da morte de seu filho, o rei terá respondido que "tal é o fim que devem esperar os soldados".
Salá ibne Salá manteve a posse da cidadela de Ceuta até ao pôr-do-sol, mas não vendo forma de resistir aos portugueses, fugiu da cidade com alguns dos seus homens, levando as suas famílias e tudo o que conseguissem transportar. Só na manhã seguinte, a 22 de Agosto, é que os portugueses se deram conta de que a cidadela se encontrava abandonada. Ceuta caiu por inteiro em mãos portuguesas e os combates cessaram. A maioria dos residentes de Ceuta fugira da cidade, embora um número considerável tenha sido morto na ação e algumas mulheres, crianças e idosos incapazes de fugir ou pegar em armas tenham ainda sido encontrados nas suas residências.
Mediante ordens do rei, o conde de Avranches Álvaro Vaz de Almada ou João Vasques de Almada içou, pela primeira vez, a bandeira de Lisboa (ou de São Vicente) sobre o castelo de Ceuta. Este símbolo ainda hoje é a bandeira de Ceuta, se bem que foi-lhe acrescentado ao centro o brasão de Portugal.
D. JOÃO O PRIMEIRO
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa
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quinta-feira, fevereiro 13, 2025
O tratado que terminou a Guerra da Restauração foi assinado há 357 anos
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quinta-feira, agosto 22, 2024
El-Rei D. João I conquistou Ceuta há 609 anos
Bandeira atual de Ceuta
D. JOÃO O PRIMEIRO
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa
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terça-feira, fevereiro 13, 2024
O tratado que terminou a Guerra da Restauração foi assinado há 356 anos
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terça-feira, agosto 22, 2023
El-Rei D. João I conquistou Ceuta há 608 anos
Bandeira atual de Ceuta
D. JOÃO O PRIMEIRO
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa
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segunda-feira, fevereiro 13, 2023
O tratado que terminou a Guerra da Restauração foi assinado há 355 anos...!
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segunda-feira, agosto 22, 2022
Ceuta foi conquistada há 607 anos
D. JOÃO O PRIMEIRO
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem - Fernando Pessoa
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domingo, fevereiro 13, 2022
O tratado que terminou a Guerra da Restauração foi assinado há 354 anos!
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domingo, agosto 22, 2021
El-Rei D. João I conquistou Ceuta há 606 anos
D. JOÃO O PRIMEIRO
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem - Fernando Pessoa
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sábado, fevereiro 13, 2021
O tratado que terminou a Guerra da Restauração foi assinado há 353 anos
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sábado, agosto 22, 2020
El-Rei D. João I conquistou Ceuta há seiscentos e cinco anos...!
D. JOÃO O PRIMEIRO
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem - Fernando Pessoa
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quinta-feira, abril 11, 2019
Há 662 anos nasceu um filho bastardo do príncipe herdeiro português que iria ser um dos nossos melhores Reis...
- Branca (1388–1389), morreu jovem
- Afonso (1390–1400), morreu jovem
- Duarte I de Portugal (1391–1438), sucessor do pai no trono português, poeta e escritor
- Pedro, Duque de Coimbra (1392–1449), foi um dos infantes mais esclarecidos do seu tempo. Foi regente durante a minoridade do seu sobrinho, o futuro Rei D. Afonso V e morreu na Batalha de Alfarrobeira
- Henrique, Duque de Viseu, O Navegador (1394–1460), investiu a sua fortuna em investigação relacionada com navegação, náutica e cartografia
- Isabel, Duquesa da Borgonha (1397–1471) casou com Filipe III, Duque da Borgonha e entreteve uma corte refinada e erudita nas suas terras
- Branca (1398), morreu jovem
- João, Infante de Portugal (1400–1442), condestável de Portugal e avô de Isabel de Castela
- Fernando, o Infante Santo (1402–1437), morreu no cativeiro em Fez
- Afonso I (1377–1461), primeiro duque de Bragança
- Beatriz (circa 1386–1447), casada com Thomas FitzAlan, 12.° Conde de Arundel
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quarta-feira, agosto 22, 2018
Ceuta foi (re)conquistada há 603 anos
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terça-feira, fevereiro 13, 2018
A guerra da Restauração da Independência de Portugal terminou há 350 anos
Postado por Fernando Martins às 03:50 0 comentários
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sábado, agosto 22, 2015
El-Rei D. João I conquistou Ceuta há seis séculos!
A Conquista de Ceuta, cidade islâmica no Norte de África, por tropas portuguesas sob o comando de El-Rei D. João I de Portugal, deu-se a 22 de agosto de 1415.
in Wikipédia
D. JOÃO O PRIMEIRO
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem - Fernando Pessoa
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sexta-feira, agosto 22, 2014
D. João I conquistou Ceuta há 599 anos
Postado por Fernando Martins às 23:59 1 comentários
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sexta-feira, abril 11, 2014
Há 657 anos nasceu um filho bastardo do príncipe herdeiro português que iria ser um dos nossos melhores Reis...
- Branca (1388–1389), morreu jovem
- Afonso (1390–1400), morreu jovem
- Duarte I de Portugal (1391–1438), sucessor do pai no trono português, poeta e escritor
- Pedro, Duque de Coimbra (1392–1449), foi um dos infantes mais esclarecidos do seu tempo. Foi regente durante a minoridade do seu sobrinho, o futuro Rei D. Afonso V e morreu na Batalha de Alfarrobeira
- Henrique, Duque de Viseu, O Navegador (1394–1460), investiu a sua fortuna em investigação relacionada com navegação, náutica e cartografia
- Isabel, Duquesa da Borgonha (1397–1471) casou com Filipe III, Duque da Borgonha e entreteve uma corte refinada e erudita nas suas terras
- Branca (1398), morreu jovem
- João, Infante de Portugal (1400–1442), condestável de Portugal e avô de Isabel de Castela
- Fernando, o Infante Santo (1402–1437), morreu no cativeiro em Fez
- Afonso I (1377–1461), primeiro duque de Bragança
- Beatriz (circa 1386–1447), casada com Thomas FitzAlan, 12.° Conde de Arundel
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quinta-feira, agosto 22, 2013
Há 598 anos o Rei de Portugal conquistou Ceuta
Ceuta teve que se aguentar sozinha, durante 43 anos, até que a posição da cidade ser consolidada com a tomada de Alcácer Seguer (1458), Arzila e Tânger (1471).
A cidade foi reconhecida como possessão portuguesa pelo Tratado de Alcáçovas (1479) e pelo Tratado de Tordesilhas (1494).
Quando da Dinastia Filipina, Ceuta manteve a administração portuguesa do Reino de Portugal, assim como Tânger e Mazagão. Todavia, quando da Restauração Portuguesa, não aclamou o Duque de Bragança, como rei de Portugal, mantendo-se espanhola. A situação foi oficializada em 1668 com a assinatura do Tratado de Lisboa entre os dois países, e que pôs fim à guerra da Restauração.
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segunda-feira, março 04, 2013
O Infante de Sagres nasceu há 619 anos
Postado por Fernando Martins às 06:19 0 comentários
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