quarta-feira, julho 22, 2026
Luís Represas deixou-nos...
Postado por Pedro Luna às 20:35 0 comentários
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Hoje estamos perdidamente tristes...
Postado por Fernando Martins às 20:32 0 comentários
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segunda-feira, dezembro 19, 2022
A morte saiu à rua - o Pintor morreu...!
A Morte Saiu À Rua - Zeca Afonso
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
E um rio de sangue de um peito aberto sai
E a foice duma ceifeira de Portugal
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu
Só olho por olho e dente por dente vale
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
E em todas florirão rosas de uma nação
Postado por Pedro Luna às 06:10 0 comentários
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domingo, dezembro 19, 2021
A morte saiu à rua - o Pintor morreu...
A Morte Saiu À Rua - Zeca Afonso
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
E um rio de sangue de um peito aberto sai
E a foice duma ceifeira de Portugal
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu
Só olho por olho e dente por dente vale
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
E em todas florirão rosas de uma nação
Postado por Pedro Luna às 06:00 0 comentários
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sábado, fevereiro 24, 2018
Pablo Milanés faz hoje 75 anos!
Postado por Fernando Martins às 07:50 0 comentários
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domingo, fevereiro 24, 2013
Hoje é dia de ouvir Pablo Milanés cantar...
Esto no puede ser no mas que una cancion
Quisiera fuera una declaracion de amor
Romantica sin reparar en formas tales
Que ponga freno a lo que siento ahora a raudales
Te amo
Te amo
Eternamente te amo
Si me faltaras no voy a morirme
Si he de morir quiero que sea contigo
Mi soledad se siente acompañada
Por eso a veces se que necesito
Tu mano
Tu mano
Eternamente tu mano
Cuando te vi sabia que era cierto
Este temor de hallarme descubierto
Tu me desnudas con siete razones
Me abres el pecho siempre que me colmas
De amores
De amores
Eternamente de amores
Si alguna vez me siento derrotado
Renuncio a ver el sol cada mañana
Rezando el credo que me has enseñado
Miro tu cara y digo en la ventana
Yolanda
Yolanda
Eternamente Yolanda
Yolanda
Eternamente Yolanda
Eternamente Yolanda
Luís Represas e Pablo Milanés - Feiticeira
De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada?
De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado?
De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido?
De que fontes, de que águas
De que chão, de que horizontes
De que neves, de que fráguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu, feiticeira
Inundar-me de vida...?
De que noche demorada
O de que breve mañana
Llegaste tu, hechicera
De nubes deslumbrada?
De que sueño hecho mar
O de que mar no soñado
Viniste tu, hechicera,
Anillarte a mi lado?
De que fuego renacido
O de que lumbre apagada
Viniste tu, hechicera
A segrediarme al oído?
De que fuente, de que agua
De que suelo y horizonte
De que nieves, de que fraguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lidia
De que desierto de muerte
Viniste tu, hechicera
A inundarme de vida...?
De que fontes, de que águas
De que chão, de que horizontes
De que neves, de que fráguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu, feiticeira
Inundar-me de vida...?
Postado por Pedro Luna às 23:00 0 comentários
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domingo, abril 25, 2010
Hoje é dia de recordar o Zeca...
... com a letra do Zé Mário Branco e voz de Luís Represas:
Postado por Adelaide Martins às 11:15 0 comentários
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