Grande Prémio do Japão de 1991 (Fórmula 1)
O austríaco Gerhard Berger que largou na pole, manteve a liderança com seu companheiro de equipe da McLaren e líder do campeonato, Ayrton Senna em 2º com Nigel Mansell logo atrás em 3º. O piloto austríaco ia se distanciando dos dois pilotos, porém na disputa do título, o mais importante é que o brasileiro da McLaren ia suportando a pressão do inglês da Williams. No início da 10ª volta, na tentativa desesperada de superá-lo no final da reta dos boxes, Mansell perde o controle do seu carro indo para a caixa de brita. De lá, Mansell abandona a prova. Era o fim do campeonato e a conquista de Ayrton Senna com uma prova de antecedência. A partir daí, os dois pilotos da McLaren fazem uma corrida particular. Na 18ª volta, Senna ultrapassa Berger para vencê-la. Parecia que a conquista seria com uma vitória, mas na parte final da corrida, a equipe comunica pelo rádio ao piloto brasileiro para que aliviasse o pé no acelerador porque Berger vai ultrapassá-lo e ganhar o Grande Prémio. Na última volta e na última curva, Senna cede a posição para Berger vencer a prova. O piloto brasileiro da McLaren termina em 2º, mas comemora a conquista mesmo tendo que acatar a ordem da equipe. Um desfecho de campeonato com fair play de Ayrton Senna.
Nota: a minha avô materna era fã deste desportista, que era paulista como metade dos seus netos (os meus únicos primos direitos...). Uma música de um guitarra português fantástico, que pretende homenagear o grande campeão:


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