quinta-feira, março 12, 2026
Vladimir Vernadsky, um dos fundadores da geoquímica, biogeoquímica e radiogeologia, nasceu há cento e sessenta e três anos
Postado por Fernando Martins às 16:30 0 comentários
Marcadores: Geoquímica, hipótese de Gaia, mineralogia, noosfera, Rússia, Vladimir Vernadsky
terça-feira, janeiro 27, 2026
O geoquímico Victor Moritz Goldschmidt nasceu há 138 anos
![]()
Victor Moritz Goldschmidt (Zurique, Suíça, 27 de janeiro de 1888 - Oslo, Noruega, 20 de março de 1947) foi um químico norueguês. Juntamente com a sua família foi para a Noruega em 1901.
Carreira
Em 1912 assumiu como professor-assistente de mineralogia e petrografia na Universidade de Oslo (na época “Det Kongelige Frederiks Universitet”); em 1914 como professor em Estocolmo e, em 1929, como professor de mineralogia na Universidade de Göttingen. Durante muito tempo foi presidente da "Comissão Norueguesa de Materiais" (Statens Råstoffkomité).
Goldschmidt recebeu em 1903 a Medalha Elliott Cresson, atribuído pelo Instituto Franklin, em 1912 o prémio Fridtjof Nansen, a mais alta condecoração científica da Noruega, e foi laureado com a medalha Wollaston pela Sociedade Geológica de Londres em 1944.
É considerado como o co-fundador junto com Vladimir Vernadsky da geoquímica moderna e da química dos cristais. Criou a classificação geoquímica dos elementos químicos conhecida como classificação Goldschmidt.
O trabalho de Goldschmidt sobre os raios atómicos e iónicos foi considerado muito importante para o desenvolvimento da cristalografia. O seu trabalho na área inspirou a introdução do raio covalente de Pauling e o raio de van der Waals.
Goldschmidt interessou-se particularmente pelas aplicações técnicas da ciência; foi o primeiro a empregar a olivina industrialmente.
Bibliografia
A maioria das publicações de Goldschmidt são em alemão ou norueguês. O seu livro em inglês, Geochemistry, foi editado e publicado postumamente em 1954. Uma lista completa de sua bibliografia está compilada em outro lugar.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:38 0 comentários
Marcadores: diagramas de fase, Geoquímica, Victor Moritz Goldschmidt
terça-feira, janeiro 20, 2026
Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois nasceu há 206 anos
Postado por Fernando Martins às 02:06 0 comentários
Marcadores: Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois, França, Geologia, Geoquímica, Tabela Periódica
domingo, janeiro 04, 2026
Claude Allègre, o geólogo francês que também foi político, morreu há um ano...
Biografia
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
Marcadores: Claude Allègre, cosmoquímica, divulgação científica, França, Geoquímica
segunda-feira, março 31, 2025
O geólogo Claude Allègre comemorava hoje 88 anos...
Biografia
Postado por Fernando Martins às 08:08 1 comentários
Marcadores: Claude Allègre, cosmoquímica, divulgação científica, França, Geoquímica
quarta-feira, março 12, 2025
Vladimir Vernadsky, mineralogista e geoquímico russo, nasceu há cento e sessenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 16:20 0 comentários
Marcadores: Geoquímica, hipótese de Gaia, mineralogia, noosfera, Rússia, Vladimir Vernadsky
segunda-feira, janeiro 20, 2025
O geólogo Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois nasceu há 205 anos
Postado por Fernando Martins às 02:05 0 comentários
Marcadores: Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois, França, Geologia, Geoquímica, Tabela Periódica
domingo, agosto 11, 2024
Curiosidades (geológicas e geográficas...) do nosso planeta
A maior montanha da Terra não é o Evereste. E o maior deserto não tem areia

Algumas curiosidades que desafiam o senso comum - e contrariam o que tínhamos a certeza de que sabíamos sobre o nosso querido planeta.
Poderíamos começar por lhe dizer que a Terra não é redonda, mas nem é preciso: todos nós (se não formos conspiracionistas da Terra Plana), já sabemos que o nosso planeta não é uma bola, é uma esfera achatada.
Bem, começámos mesmo por dizê-lo, portanto mais vale dar detalhes.
A Terra é, com efeito, um esferoide oblato: é ligeiramente achatada nos polos e mais larga no equador. Esta forma é devida à rotação do planeta, que causa um achatamento à volta do equador.
A diferença entre os raios polar e equatorial da Terra é de 21 km - o que parece pouco, comparado com os 6.371 km do raio médio do planeta. Esta é no entanto uma diferença significativa, que faz da Terra um… ovo.
Mas o terceiro planeta a contar do Sol encerra mais algumas particularidades surpreendentes, que contrariam o que achávamos que sabíamos. Para começar… a montanha mais alta da Terra não é o Monte Evereste.
A montanha mais alta da Terra
Todos sabemos (hummm) que a montanha mais alta da Terra é o Monte Evereste. Está situado nos Himalaias e tem uma altitude de 8.848 m.
No entanto, o Evereste só é o monte mais alto do planeta se contarmos a altura da montanha a partir do nível do mar.
Se, em vez disso, considerarmos a distância total desde a base até ao topo, então o pico mais alto do planeta será o vulcão Mauna Kea, no Havai. A sua altura total é de 10.305 m, mas cerca de 6.000 m estão escondidos debaixo de água.
Além disso, há também uma terceira forma de determinar a altura de uma montanha: a distância do centro da Terra ao seu topo. Neste caso, é preciso ter em conta a forma da Terra, que, como vimos acima, é ligeiramente maior no equador.
Se tomarmos essa medida, o pico mais alto do nosso planeta será então o vulcão Chimborazo, no Equador. O seu pico está a 6.384,4 km de distância do centro da Terra, enquanto o Monte Evereste está apenas a 6.382,3 km.
O pico do Chimborazo é, também por estar no Equador, o ponto da Terra que está mais perto do espaço.
A substância mais comum na Terra
A Terra é constituída, mais ou menos, pelos mesmos elementos químicos que os restantes planetas terrestres do Sistema Solar.
Essencialmente, contém ferro – 32,1% do seu peso total. Segue-se o oxigénio (30,1%), o silício (15,1%), o magnésio (13,9%), o enxofre (2,9%), o níquel (1,8%), o cálcio (1,5%) e o alumínio (1,4%).
Tudo o resto é paisagem: os restantes elementos representam apenas 1,2% da massa do planeta.
A grande maioria do ferro e do níquel, bem como uma grande quantidade de enxofre, encontram-se na parte mais pesada do nosso planeta – o seu núcleo. Assim, a composição da crosta terrestre, ou seja, as rochas com as quais estamos em contacto direto, é visivelmente diferente.
O oxigénio é responsável pela maior parte da massa da crosta terrestre, representando cerca de 46,1%. Segue-se o silício (28,2%), o alumínio (8,23%), o ferro (5,63%), o cálcio (4,15%), o sódio (2,4%), o potássio e o magnésio – 2,3% cada.
O hidrogénio, o elemento mais abundante no Universo, representa apenas 1% de todas as substâncias presentes na Terra.
Apesar de ser a substância mais comum na crosta terrestre, o oxigénio representa apenas cerca de 21% da atmosfera terrestre. Quase 4/5 da nossa atmosfera, cerca de 78% é composta por azoto.
E ainda bem. Se assim não fosse, não existiríamos.
Com efeito, respirar ar com uma percentagem elevada de O2 durante períodos prolongados pode levar à toxicidade por oxigénio, causando danos nos pulmões e outros problemas de saúde, como perda de visão, tonturas, problemas respiratórios e, em casos extremos, convulsões.
Bem, talvez existíssemos, mas teríamos evoluído de outra forma e seríamos criaturas diferentes.
O oxigénio não cresce nas árvores
Por falar em oxigénio. Ao contrário da crença popular, a maior parte do O2 que existe na atmosfera não tem origem nas densas florestas tropicais do planeta.
Na realidade, o oxigénio nasce no mar. Os responsáveis pela produção do gás de que dependemos para viver são as algas fotossintetizantes microscópicas que compõem o chamado fitoplâncton.
Os cientistas estimam que entre 55% e 80% de todo o oxigénio do planeta é produzido por estes seres aquáticos.
Assim, apesar de as florestas serem frequentemente consideradas como os “pulmões da Terra“, é o fitoplâncton que sustenta grande parte da produção de oxigénio do planeta.
Vá lá então, plantinhas do mar, não se lembrem de começar agora a reproduzir-se desalmadamente e a encher a atmosfera de oxigénio, que não estamos preparados para o respirar.
Os maiores desertos não têm areia
Os maiores desertos da Terra variam consideravelmente de tipo, sendo alguns frios e outros quentes. Normalmente, pensamos nos desertos como extensões gigantescas de areia, como o Saara, mas a maior parte dos desertos do mundo não é coberta por areia.
A Antártida, por exemplo, é considerada um deserto porque, apesar de estar completamente coberta de gelo, tem muito pouca precipitação: menos de 200 mm por ano. Na realidade, o Deserto Antártico é o maior deserto do mundo, com uma área de cerca de 14 milhões de km2.
Também o segundo maior deserto do planeta é um deserto frio e árido, dominado por gelo e neve, com cerca de 13,9 km2: o Ártico, que abrange várias regiões no extremo norte do globo, incluindo partes do Canadá, da Gronelândia, Rússia, e Alasca.
Aquele que nos vem à imediatamente cabeça quando nos perguntam qual é o maior deserto do mundo (se é que alguém nos faz por algum motivo tal pergunta bizarra), o Deserto do Saara, é apenas o terceiro maior do mundo. Localizado no Norte da África, tem apenas cerca de 9,2 milhões de km2.
Seguem-se três desertos quentes: o Deserto Árabe, na Península Arábica (2,3 milhões de km2), o Deserto de Gobi, que se espalha entre a Mongólia e a China (1,3 milhões de km2), e o Deserto do Kalahari , quase todo no Botswana (900 mil km2).
Curiosamente, apesar das suas condições extremamente áridas, o Kalahari suporta uma variedade surpreendente de plantas e animais, que se adaptaram ao seu ambiente e lá fazem a sua vidinha. E na verdade, todos os desertos do planeta albergam diversos tipos de vida - entre animais, vegetais e micro-organismos.
Assim, os nossos desertos nem sequer são… desertos. A Terra é fascinante.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 16:48 0 comentários
Marcadores: Antártida, Ártico, Chimborazo, deserto do Saara, desertos, Evereste, fotossíntese, Geoquímica, Mauna Kea, oxigénio
domingo, março 31, 2024
Claude Allègre, o geólogo que também é político, comemora hoje 87 anos
Biografia
Postado por Fernando Martins às 08:07 0 comentários
Marcadores: Claude Allègre, cosmoquímica, divulgação científica, França, Geoquímica
terça-feira, março 12, 2024
Vladimir Vernadsky nasceu há cento e sessenta e um anos
Postado por Fernando Martins às 16:10 0 comentários
Marcadores: Geoquímica, hipótese de Gaia, mineralogia, noosfera, Rússia, Vladimir Vernadsky
sábado, janeiro 20, 2024
O geólogo Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois nasceu há 204 anos
Postado por Fernando Martins às 02:04 0 comentários
Marcadores: Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois, França, Geologia, Geoquímica, Tabela Periódica
sexta-feira, março 31, 2023
Claude Allègre, geólogo e político francês, celebra hoje 86 anos
Biografia
Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: Claude Allègre, cosmoquímica, divulgação científica, França, Geoquímica
domingo, março 12, 2023
O geólogo russo Vladimir Vernadsky nasceu há cento e sessenta anos
Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
Marcadores: Geoquímica, hipótese de Gaia, mineralogia, noosfera, Rússia, Vladimir Vernadsky
sexta-feira, janeiro 20, 2023
Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois, geólogo francês, nasceu há 203 anos
Postado por Fernando Martins às 02:03 0 comentários
Marcadores: Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois, França, Geologia, Geoquímica, Tabela Periódica
quinta-feira, março 31, 2022
O geólogo e político francês Claude Allègre faz hoje 85 anos
Biografia
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: Claude Allègre, cosmoquímica, divulgação científica, França, Geoquímica
sábado, março 12, 2022
O geólogo russo Vladimir Vernadsky nasceu há 159 anos
Postado por Fernando Martins às 01:59 0 comentários
Marcadores: Geoquímica, hipótese de Gaia, mineralogia, noosfera, Rússia, Vladimir Vernadsky
quinta-feira, janeiro 20, 2022
Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois, geólogo francês, nasceu há 202 anos
Postado por Fernando Martins às 02:02 0 comentários
Marcadores: Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois, França, Geologia, Geoquímica, Tabela Periódica
quarta-feira, março 31, 2021
O geólogo Claude Allègre faz hoje 84 anos
Biografia
- Introduction à la géochimie (em colaboração com G. Michard), 1973
- L'Écume de la Terre, Fayard, 1983
- Les Fureurs de la Terre, Odile Jacob, 1987
- De la pierre à l'étoile, Fayard, 1985
- Douze clés pour la géologie (entrevista com Émile Noël, Belin, 1987
- Économiser la planète, Fayard, 1990
- Introduction à une histoire naturelle, Fayard, 1992
- Écologie des villes, écologie des champs, Fayard, 1993
- L'âge des savoirs, Gallimard, 1993
- La défaite de Platon, Fayard, 1995
- Questions de France, Fayard, 1996
- Dieu face à la science, Fayard, 1997
- Toute vérité est bonne à dire, com Laurent Joffrin, Robert Laffont, 2000
- Vive l'École libre !, Fayard, 2000
- Les Audaces de la vérité, entrevista com Laurent Joffrin, edições Robert Laffont, 2001
- Histoires de Terre, Fayard, 2001
- Changer de politique, changer la politique, edições Aube 2002
- Galilée, Plon, 2002
- Un peu de science pour tout le monde, Fayard 2003
- Quand on sait tout, on ne prévoit rien, Fayard, 2004
- Géologie isotopique, edições Belin, 2005
- Dictionnaire amoureux de la science, Plon, outubro 2005
- Le défi du monde, com Denis Jeambar, Fayard, abril 2006
- Un peu plus de science pour tout le monde, edições Fayard 2006
- Ma vérité sur la planète, 2007
- "La défaite en chantant" Entrevista com Dominique de Montvalon, 2007
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: Claude Allègre, cosmoquímica, divulgação científica, França, Geoquímica
sexta-feira, março 12, 2021
O geólogo russo Vladimir Vernadsky nasceu há 158 anos
Postado por Fernando Martins às 01:58 0 comentários
Marcadores: Geoquímica, hipótese de Gaia, mineralogia, noosfera, Rússia, Vladimir Vernadsky
quarta-feira, janeiro 20, 2021
O geólogo Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois nasceu há 201 anos
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 20:10 0 comentários
Marcadores: Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois, França, Geologia, Geoquímica, Tabela Periódica


