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quinta-feira, abril 25, 2024

Cinquenta anos...!

(imagens daqui)

Liberdade

O poema é
A liberdade

Um poema não se programa
Porém a disciplina
- Sílaba por sílaba -
O acompanha

Sílaba por silaba
O poema emerge


- Como se os deuses o dessem
O fazemos

  
  
  

in O Nome das Coisas (1977) - Sophia de Mello Breyner Andresen
 
 
 

(imagem daqui)


A Salgueiro Maia


Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido

... Aquele que deu tudo e não pediu a paga

Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite

Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício

Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
   


Sophia de Mello Breyner Andresen

terça-feira, abril 25, 2023

...e celebramos hoje quarenta e nove anos...

(imagens daqui)

Liberdade

O poema é
A liberdade

Um poema não se programa
Porém a disciplina
- Sílaba por sílaba -
O acompanha

Sílaba por silaba
O poema emerge
- Como se os deuses o dessem
O fazemos
  
  
  

in O Nome das Coisas (1977) - Sophia de Mello Breyner Andresen
 

(imagem daqui)


A Salgueiro Maia


Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido

... Aquele que deu tudo e não pediu a paga

Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite

Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício

Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
   


Sophia de Mello Breyner Andresen

segunda-feira, abril 25, 2022

...e já são quarenta e oito anos...

(imagens daqui)

Liberdade

O poema é
A liberdade

Um poema não se programa
Porém a disciplina
- Sílaba por sílaba -
O acompanha

Sílaba por silaba
O poema emerge
- Como se os deuses o dessem
O fazemos
  
  
  

in O Nome das Coisas (1977) - Sophia de Mello Breyner Andresen
 

(imagem daqui)


A Salgueiro Maia


Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido

... Aquele que deu tudo e não pediu a paga

Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite

Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício

Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
   


Sophia de Mello Breyner Andresen

domingo, abril 25, 2021

...e já passaram 47 anos...

(imagens daqui)

Liberdade

O poema é
A liberdade

Um poema não se programa
Porém a disciplina
- Sílaba por sílaba -
O acompanha

Sílaba por silaba
O poema emerge
- Como se os deuses o dessem
O fazemos
  
  

in O Nome das Coisas (1977) - Sophia de Mello Breyner Andresen
 

(imagem daqui)


A Salgueiro Maia


Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido

... Aquele que deu tudo e não pediu a paga

Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite

Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício

Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse



Sophia de Mello Breyner Andresen

quinta-feira, abril 25, 2019

Há 45 anos...

(imagens daqui)

Liberdade

O poema é
A liberdade

Um poema não se programa
Porém a disciplina
- Sílaba por sílaba -
O acompanha

Sílaba por silaba
O poema emerge
- Como se os deuses o dessem
O fazemos
  
  

in O Nome das Coisas (1977) - Sophia de Mello Breyner Andresen

(imagem daqui)


A Salgueiro Maia


Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido

... Aquele que deu tudo e não pediu a paga

Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite

Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício

Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse



Sophia de Mello Breyner Andresen

sexta-feira, abril 25, 2014

Há 40 anos...

(imagens daqui)

Liberdade

O poema é
A liberdade

Um poema não se programa
Porém a disciplina
- Sílaba por sílaba -
O acompanha

Sílaba por silaba
O poema emerge
- Como se os deuses o dessem
O fazemos



 

in O Nome das Coisas (1977) - Sophia de Mello Breyner Andresen

(imagem daqui)

sexta-feira, maio 25, 2012

Gonçalo Ribeiro Telles - 90 anos!

Gonçalo Pereira Ribeiro Telles (Lisboa, 25 de maio de 1922) é um arquitecto paisagista e político português.
Figura notável das questões do ordenamento do território e do uso da terra em Portugal, Gonçalo Ribeiro Telles licenciou-se em Engenharia Agrónoma e terminou o Curso Livre de Arquitectura Paisagista, no Instituto Superior de Agronomia. Iniciou a sua vida profissional como assistente deste instituto, tornando-se discípulo de Francisco Caldeira Cabral. Mais tarde seria professor catedrático convidado da Universidade de Évora, criando as licenciaturas em Arquitectura Paisagista e em Engenharia Biofísica.
Iniciou a sua intervenção pública como membro da Juventude Agrária e Rural Católica, acentuando a sua oposição ao regime nas sessões do Centro Nacional de Cultura. Com Francisco Sousa Tavares fundou, em 1957, o Movimento dos Monárquicos Independentes, a que se seguiria o Movimento dos Monárquicos Populares, assumindo-se claramente contra o salazarismo. Em 1958 manifestou o seu apoio à candidatura presidencial de Humberto Delgado. Em 1967, aquando das cheias de Lisboa, impôs-se publicamente contra as políticas de urbanização vigentes. Em 1971 ajudou a fundar o movimento Convergência Monárquica.
Após o 25 de Abril fundou o Partido Popular Monárquico, a cujo Directório presidiu. Foi Subsecretário de Estado do Ambiente nos I, II e III Governos Provisórios, e Secretário de Estado da mesma pasta, no I Governo Constitucional. Em 1979 integrou a Aliança Democrática, liderada por Francisco Sá Carneiro. Deputado à Assembleia da República, eleito em 1980, 1983, 1985, integrou o VIII Governo Constitucional, como Ministro de Estado e da Qualidade de Vida. Durante esse período criou as zonas protegidas da Reserva Agrícola Nacional, da Reserva Ecológica Nacional e lançou as bases do Plano Director Municipal. Em 1984 fundou o Movimento Alfacinha, com o qual se apresentou candidato à Câmara Municipal de Lisboa, tendo sido eleito vereador. Posteriormente fundou o Movimento o Partido da Terra, de que é presidente honorário, desde 2007.
Entre os seus restantes projectos, referenciem-se os jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, que assinou com António Viana Barreto e com o qual recebeu, ex aequo, o Prémio Valmor de 1975. Projectou também o Jardim Amália Rodrigues, junto ao Parque Eduardo VII, em 1996. De 1998 a 2002, por iniciativa da presidência da Câmara Municipal de Lisboa, coordenou uma equipa técnica responsável por um conjunto muito vasto de projectos, em Lisboa e na Área Metropolitana, relativos às estruturas verdes principal e secundária, hoje em diferentes fases de implementação, tais como o Vale de Alcântara e a Radial de Benfica, o Vale de Chelas, o Parque Periférico, o Corredor Verde de Monsanto e a Integração na Estrutura Verde Principal de Lisboa, da Zona Ribeirinha Oriental e Ocidental.
Em 1994 recebeu do então Presidente Mário Soares, a Grã-Cruz da Ordem de Cristo.

terça-feira, março 22, 2011

Mudam-se os tempos, mudam-se os Tavares


NOTA: nada tenho contra o senhor satirizado pelos Homens da Luta (aliás tenho elevada estima e apreço pelos pais, ele um honesto político e ela a melhor poetisa portuguesa de sempre, na minha modesta opinião...). Mas que MST estava a merecer, estava. E sugere-se a leitura dos seguintes textos: