Luxemburgo considerou o levante espartaquista de Janeiro de 1919 em Berlim como um grande erro. Entretanto, ela apoiaria a insurreição que Liebknecht iniciou sem seu conhecimento. Quando a revolta foi esmagada pelas
Freikorps, milícias de
direita composta por veteranos da Primeira Guerra que defendiam a
República de Weimar, Luxemburgo, Liebknecht e centenas de seus adeptos foram presos, espancados e assassinados sem direito a julgamento. Desde suas mortes, Luxemburgo e Liebknecht atingiram o status de
mártires tanto para
marxistas quanto para
social-democratas.
(...)
Em 1919,
Bertolt Brecht escreveu um epitáfio poético em homenagem a Luxemburgo, que recebeu música de
Kurt Weill em 1928, sendo renomeado como
O Requiem de Berlim:
- Aqui jaz
- Rosa Luxemburgo,
- judia da Polónia,
- vanguarda dos operários alemães,
- morta por ordem dos opressores.
- Oprimidos,
- enterrai as vossas desavenças!
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