Discutido e negociado em
Quioto no
Japão em
1997, foi aberto para assinaturas em
11 de dezembro de 1997 e ratificado em
15 de março de
1999.
Sendo que, para este entrar em vigor, precisou que 55 países que, juntos,
produzem 55% das emissões, o ratificassem, assim entrou em vigor a
16 de fevereiro de
2005, depois que a Rússia o ratificou, em novembro de
2004.
Por ele se propõe um
calendário pelo qual os países-membros (principalmente os desenvolvidos) tinham a obrigação de reduzir a emissão de
gases do efeito de estufa em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990, no período entre
2008 e
2012, também chamado de
primeiro período de compromisso (para muitos países, como os membros da UE, isso corresponde a 15% abaixo das emissões esperadas para 2008).
As metas de redução não são homogéneas a todos os países, colocando
níveis diferenciados para os 38 países que mais emitem gases. Países em
franco desenvolvimento (como Brasil, México, Argentina e Índia) não
receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente.
A redução dessas emissões deverá acontecer em várias atividades
económicas. O protocolo estimula os países signatários a cooperarem
entre si, através de algumas ações básicas:
- Reformar os setores de energia e transportes;
- Promover o uso de fontes energéticas renováveis;
- Eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção;
- Limitar as emissões de metano na gestão de resíduos e dos sistemas energéticos;
- Proteger florestas e outros sumidouros de carbono.
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