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terça-feira, fevereiro 07, 2012

Sully Erna, dos Godsmack, nasceu há 44 anos

Salvator Paul "Sully" Erna (nascido em 7 de fevereiro, 1968 em Lawrence, Massachusetts), é o vocalista e compositor principal da banda de heavy metal/hard rock Godsmack. Erna toca guitarra e bateria, ambos em álbuns e durante shows ao vivo, alem de já ter demonstrado, também, saber tocar piano excelentemente. Ele ficou no top 100 dos melhores vocalistas de heavy metal num inquérito de 2006 da revista Hit Parader, adquirindo o 47º lugar.

in Wikipédia

Sully Erna participated in the 2006 World Series of Poker main event in which he made a brief appearance on the ESPN broadcast of the event; it was mentioned that he was the last of the celebrity entries. He finished in 713th out of 8,773 earning him $17,730.
Erna also played in the 2007 World Series of Poker main event. After the elimination of Tobey Maguire, Erna was the final celebrity remaining. He placed in 237th out of a field of 6,358, earning $45,422. To complement his placing at the World Series of Poker, he placed 2nd in a preliminary event at Bellagio's 5 Diamond World Poker Classic, where he lost to J.C Tran but earned $307,325 as a consolation.
Sully also competed in the 2007 VH1 Celebrity Rock and Roll Tournament with Ace Frehley, Vinnie Paul, Scott Ian, and Dusty Hill. Erna took second, losing to Scott Ian of Anthrax.


(...)

Erna is a practicing Wiccan. His religion influences some of his songwriting to include the song "Spiral." It is commonly misbelieved that the song "Voodoo" is about his religious beliefs, but truly it is based on the movie "The Serpent and the Rainbow." He has stated publicly, however, that he "didn't want to be the poster boy for witchcraft", and does not necessarily capitalize on his religion for providing fame to the band. In fact, the issue of his religious beliefs never comes up unless he is asked in an interview. Godsmack guitarist Tony Rombola has even stated in interviews that Erna is the only religious member of the band.

quinta-feira, dezembro 15, 2011

O blog Geopedrados adverte que seis anos de convívio com ladrões dá problemas nos (poucos) neurónios de um vice-presidente da bancada parlamentar do PS

Declarações em jantar de Natal em Castelo de Paiva
Vice-presidente da bancada do PS disse que Portugal devia “marimbar-se” para os credores

“Ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos”, disse Pedro Nuno Santos, num jantar de Natal

Pedro Nuno Santos, um dos vice-presidentes do grupo parlamentar do PS, afirmou que se estava a “marimbar para o banco alemão que emprestou dinheiro a Portugal nas condições em que emprestou”, sugerindo que o país deve suspender o pagamento da sua dívida para deixar “as pernas dos banqueiros alemães a tremer”.

As declarações do dirigente socialista foram feitas no passado sábado durante um jantar de Natal do partido em Castelo de Paiva e registadas pela Rádio Paivense FM, mas só agora vieram a público, quando reproduzidas pela Rádio Renascença. Contactado pelo PÚBLICO, Pedro Nuno Santos assegura que as declarações foram retiradas do contexto e que, num longo discurso, apenas disse que perante “o ciclo de empobrecimento e de sucessivos sacrifícios cada vez mais duros o país deve colocar os interesses dos portugueses à frente do dos credores”.

Questionado sobre se as suas declarações não podem comprometer o trabalho que Portugal está a fazer no sentido de cumprir o memorando de entendimento assinado com na troika (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) e trabalhado ainda pelo anterior Governo e suscitar uma reacção adversa por parte dos mercados, o deputado reafirmou ao PÚBLICO que o seu discurso não foi feito no sentido de Portugal não cumprir o acordo: “Nunca disse que a dívida não deve ser paga. Mas a dívida é a nossa única arma para podermos impor condições mais favoráveis, pois a recessão é o primeiro passo para nos impedir de cumprir o acordo”.

Pedro Nuno Santos asseverou também que o facto de a cimeira europeia da passada semana não ter acalmado os mercados é “mais uma prova de que chega de nos submetermos aos credores e aos mercados”. “É incompreensível que os países periféricos não façam o que faz o Presidente francês [Nicolas Sarkozy] e a chanceler alemã [Angela Merkel]. Deviam unir-se. Eles reuniram-se antes da cimeira para decidirem o que deviam decidir os 27 [Estados-membros] e os periféricos deviam fazer o mesmo”, reiterou.

No entanto, no polémico jantar, Pedro Nuno Santos disse: “Estou a marimbar-me que nos chamem irresponsáveis. Temos uma bomba atómica que podemos usar na cara dos alemães e franceses. Essa bomba atómica é simplesmente não pagarmos”, afirmou o deputado no polémico jantar. “Ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos”, disse também Pedro Nuno Santos na altura.

"A primeira responsabilidade de um primeiro-ministro é tratar do seu povo"

“Se não pagarmos a dívida e se lhes dissermos as pernas dos banqueiros alemães até tremem”, concluiu no jantar o socialista, defendendo que o Governo deve ignorar as exigências dos credores internacionais para poupar os portugueses aos sacrifícios da austeridade. “A primeira responsabilidade de um primeiro-ministro é tratar do seu povo. Na situação em nós vivemos, estou-me marimbando para os credores e não tenho qualquer problema enquanto político e deputado de o dizer. Porque em primeiro lugar, antes dos banqueiros alemães ou franceses, estão os portugueses”, reafirmou Pedro Nuno Santos.

Em referência à actual situação do país, insistiu que vale tudo e fez uma referência aos líderes europeus: “Provavelmente nunca jogaram póquer e não sabem que estamos numa guerra política e que o bluff é uma arma”. E acrescentou: “Nós temos primeiros-ministros na Europa que estão mais preocupados em passar uma mensagem aos credores: que nós somos gente responsável; não se preocupem, nós vamos pagar a dívida toda, nem que o nosso povo corte os pulsos e passe fome, mas nós vamos tratar de pagar a nossa dívida”.
Confrontado com as declarações de Pedro Nuno Santos, o líder da bancada socialista, Carlos Zorrinho, em declarações à Rádio Renascença, disse manter a confiança política no deputado, embora discorde da sua posição e da forma como as afirmações foram proferidas. Ainda assim, Zorrinho entende que deve ser tido em consideração o local onde Pedro Nuno Santos falou: “Teve uma imagética forte para expressar de forma caricatural a ideia de que devemos pagar a dívida obviamente – que é uma grande prioridade – mas nunca devemos esquecer as pessoas e o impacto desse pagamento”. À TSF, Zorrinho especificou que as palavras do seu vice-presidente devem ser lidas como um apelo a que a União Europeia faça acompanhar as medidas de austeridade de políticas de crescimento.Sobre eventuais consequências políticas das suas declarações, Pedro Nuno Santos limitou-se a dizer: “Eu disse o que penso e no dia em que não puder dizer estou mal na política”.



NOTA: quando a irresponsabilidade e a insensatez se juntam numa cabecinha de um vice-presidente de uma bancada parlamentar, após seis anos de gastar até ao último cêntimo, dá declarações como estas, injustificáveis e puníveis. A máquina do PS continua a triturar o actual chefe, enquanto decide se quer o D. Sebastião de Paris ou o Costa Restaurador de Lisboa...