O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
António Pinto Basto nasceu em 6 de maio de 1952 em Évora. Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher (Estremoz, Evoramonte, Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, 20 de abril de 1941) Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira e prima sobrinha em segundo grau do 1.º Visconde de Silvares.
António Pinto Basto começou a interessar-se pelo Fado aos 13 anos. Uma noite os pais levaram-no a uma noite de fados na Feira dos Salesianos de Évora e Pinto Basto e a sua irmã, resolveram recriar aquele ambiente e improvisar um retiro na garagem da casa, a Toca, em homenagem à casa de Carlos Ramos.
António Pinto Basto tinha acesso aos poemas do seu avô materno, João
Vasconcellos e Sá, e, como tal, desde cedo, cantava letras originais
nos fados tradicionais. O seu tio, José de Vasconcellos e Sá, depois de
passar pela Toca numa das noites de festa, apreciando os dotes
de intérprete do seu sobrinho, resolve inscrevê-lo na Grande Noite do
Fado. Com 16 anos, António Pinto participou neste concurso, como
representante da Casa do Alentejo. Pela mesma altura também teve a experiência de cantar em casas de fado. Lembra-se, por exemplo, de o ter feito no Timpanas.
É também por intermédio desse tio que grava o primeiro disco, em 1970. Um EP editado pela Alvorada, com letras do avô e do tio e músicas do fado tradicional (Fado Franklin, Fado Vitória, Fado Dois Tons e Fado das Horas).
Nessa altura foi também a alguns programas de televisão e concedeu
entrevistas. Tinha apenas 17 anos quando, com este primeiro disco,
iniciou a sua carreira. Nos anos de 1972 e 1973 gravou mais dois EPs.
António Pinto Basto acabaria por se dedicar exclusivamente ao Fado,
após gravar, em 1988, o maior sucesso da sua carreira — "Rosa Branca",
um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina
e renderam cerca de 120 espetáculos em apenas um ano, além de ter
dado 73 entrevistas. Tornou-se incomportável manter a atividade
profissional como empregado da Siderurgia Nacional, que resolveu abandonar no final do ano de 1989. Nesse ano editou mais um álbum, Maria (1989), que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991. Segue-se a coletânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Em 1997 realizou uma digressão na Turquia, numa iniciativa da Comissão Europeia. Em 2000 conduziu o programa Fados de Portugal, na RTP1.
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
"Revelação" - Grande Prémio da Rádio Renascença 1988
"Se7e de Oiro Revelação" (1988) Música
"Se7e de Oiro" - Fado 1988
"Popularidade" - Grande prémio Rádio Renascença 1989
"Popularidade" - Casa da Imprensa 1989
"Popularidade" - Casa da Imprensa 1990
"Prémio Popularidade Despertar" 1991
"Troféu Neves de Sousa - Casa da Imprensa 1998
Discos de Platina Rosa Branca, Maria, Confidências à Guitarra
Foi uma das 50 figuras do fado e da guitarra portuguesa homenageadas, em 2012, aquando da celebração do primeiro aniversário do fado enquanto Património Imaterial da Humanidade, tendo nessa altura recebido a Medalha Municipal de Mérito (Grau Ouro), da cidade de Lisboa.
António Pinto Basto nasceu em 6 de maio de 1952 em Évora. Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher (Estremoz, Evoramonte, Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, 20 de abril de 1941) Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira e prima sobrinha em segundo grau do 1.º Visconde de Silvares.
António Pinto Basto começou a interessar-se pelo Fado aos 13 anos. Uma noite os pais levaram-no a uma noite de fados na Feira dos Salesianos de Évora e Pinto Basto e a sua irmã, resolveram recriar aquele ambiente e improvisar um retiro na garagem da casa, a Toca, em homenagem à casa de Carlos Ramos.
António Pinto Basto tinha acesso aos poemas do seu avô materno, João
Vasconcellos e Sá, e, como tal, desde cedo, cantava letras originais
nos fados tradicionais. O seu tio, José de Vasconcellos e Sá, depois de
passar pela Toca numa das noites de festa, apreciando os dotes
de intérprete do seu sobrinho, resolve inscrevê-lo na Grande Noite do
Fado. Com 16 anos, António Pinto participou neste concurso, como
representante da Casa do Alentejo. Pela mesma altura também teve a experiência de cantar em casas de fado. Lembra-se, por exemplo, de o ter feito no Timpanas.
É também por intermédio desse tio que grava o primeiro disco, em 1970. Um EP editado pela Alvorada, com letras do avô e do tio e músicas do fado tradicional (Fado Franklin, Fado Vitória, Fado Dois Tons e Fado das Horas).
Nessa altura foi também a alguns programas de televisão e concedeu
entrevistas. Tinha apenas 17 anos quando, com este primeiro disco,
iniciou a sua carreira. Nos anos de 1972 e 1973 gravou mais dois EPs.
António Pinto Basto acabaria por se dedicar exclusivamente ao Fado,
após gravar, em 1988, o maior sucesso da sua carreira — "Rosa Branca",
um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina
e renderam cerca de 120 espetáculos em apenas um ano, além de ter
dado 73 entrevistas. Tornou-se incomportável manter a atividade
profissional como empregado da Siderurgia Nacional, que resolveu abandonar no final do ano de 1989. Nesse ano editou mais um álbum, Maria (1989), que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991. Segue-se a coletânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Em 1997 realizou uma digressão na Turquia, numa iniciativa da Comissão Europeia. Em 2000 conduziu o programa Fados de Portugal, na RTP1.
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
António Pinto Basto nasceu em 6 de maio de 1952 em Évora. Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher (Estremoz, Evoramonte, Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, 20 de abril de 1941) Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira e prima sobrinha em segundo grau do 1.º Visconde de Silvares.
António Pinto Basto começou a interessar-se pelo Fado aos 13 anos. Uma noite os pais levaram-no a uma noite de fados na Feira dos Salesianos de Évora e Pinto Basto e a sua irmã, resolveram recriar aquele ambiente e improvisar um retiro na garagem da casa, a Toca, em homenagem à casa de Carlos Ramos.
António Pinto Basto tinha acesso aos poemas do seu avô materno, João
Vasconcellos e Sá, e, como tal, desde cedo, cantava letras originais
nos fados tradicionais. O seu tio, José de Vasconcellos e Sá, depois de
passar pela Toca numa das noites de festa, apreciando os dotes
de intérprete do seu sobrinho, resolve inscrevê-lo na Grande Noite do
Fado. Com 16 anos, António Pinto participou neste concurso, como
representante da Casa do Alentejo. Pela mesma altura também teve a experiência de cantar em casas de fado. Lembra-se, por exemplo, de o ter feito no Timpanas.
É também por intermédio desse tio que grava o primeiro disco, em 1970. Um EP editado pela Alvorada, com letras do avô e do tio e músicas do fado tradicional (Fado Franklin, Fado Vitória, Fado Dois Tons e Fado das Horas).
Nessa altura foi também a alguns programas de televisão e concedeu
entrevistas. Tinha apenas 17 anos quando, com este primeiro disco,
iniciou a sua carreira. Nos anos de 1972 e 1973 gravou mais dois EPs.
António Pinto Basto acabaria por se dedicar exclusivamente ao Fado,
após gravar, em 1988, o maior sucesso da sua carreira — "Rosa Branca",
um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina
e renderam cerca de 120 espetáculos em apenas um ano, além de ter
dado 73 entrevistas. Tornou-se incomportável manter a atividade
profissional como empregado da Siderurgia Nacional, que resolveu abandonar no final do ano de 1989. Nesse ano editou mais um álbum, Maria (1989), que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991. Segue-se a coletânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Em 1997 realizou uma digressão na Turquia, numa iniciativa da Comissão Europeia. Em 2000 conduziu o programa Fados de Portugal, na RTP1.
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
António Pinto Basto nasceu em 6 de maio de 1952 em Évora. Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher (Estremoz, Evoramonte, Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, 20 de abril de 1941) Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira e prima sobrinha em segundo grau do 1.º Visconde de Silvares.
António Pinto Basto começou a interessar-se pelo Fado aos 13 anos. Uma noite os pais levaram-no a uma noite de fados na Feira dos Salesianos de Évora e Pinto Basto e a sua irmã, resolveram recriar aquele ambiente e improvisar um retiro na garagem da casa, a Toca, em homenagem à casa de Carlos Ramos.
António Pinto Basto tinha acesso aos poemas do seu avô materno, João
Vasconcellos e Sá, e, como tal, desde cedo, cantava letras originais
nos fados tradicionais. O seu tio, José de Vasconcellos e Sá, depois de
passar pela Toca numa das noites de festa, apreciando os dotes
de intérprete do seu sobrinho, resolve inscrevê-lo na Grande Noite do
Fado. Com 16 anos, António Pinto participou neste concurso, como
representante da Casa do Alentejo. Pela mesma altura também teve a experiência de cantar em casas de fado. Lembra-se, por exemplo, de o ter feito no Timpanas.
É também por intermédio desse tio que grava o primeiro disco, em 1970. Um EP editado pela Alvorada, com letras do avô e do tio e músicas do fado tradicional (Fado Franklin, Fado Vitória, Fado Dois Tons e Fado das Horas).
Nessa altura foi também a alguns programas de televisão e concedeu
entrevistas. Tinha apenas 17 anos quando, com este primeiro disco,
iniciou a sua carreira. Nos anos de 1972 e 1973 gravou mais dois EPs.
António Pinto Basto acabaria por se dedicar exclusivamente ao Fado,
após gravar, em 1988, o maior sucesso da sua carreira — "Rosa Branca",
um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina
e renderam cerca de 120 espetáculos em apenas um ano, além de ter
dado 73 entrevistas. Tornou-se incomportável manter a atividade
profissional como empregado da Siderurgia Nacional, que resolveu abandonar no final do ano de 1989. Nesse ano editou mais um álbum, Maria (1989), que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991. Segue-se a coletânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Em 1997 realizou uma digressão na Turquia, numa iniciativa da Comissão Europeia. Em 2000 conduziu o programa Fados de Portugal, na RTP1.
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
António Pinto Basto nasceu em 6 de maio de 1952 em Évora. Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher (Estremoz, Evoramonte, Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, 20 de abril de 1941) Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira e prima sobrinha em segundo grau do 1.º Visconde de Silvares.
António Pinto Basto começou a interessar-se pelo Fado aos 13 anos. Uma noite os pais levaram-no a uma noite de fados na Feira dos Salesianos de Évora e Pinto Basto e a sua irmã, resolveram recriar aquele ambiente e improvisar um retiro na garagem da casa, a Toca, em homenagem à casa de Carlos Ramos.
António Pinto Basto tinha acesso aos poemas do seu avô materno, João
Vasconcellos e Sá, e, como tal, desde cedo, cantava letras originais
nos fados tradicionais. O seu tio, José de Vasconcellos e Sá, depois de
passar pela Toca numa das noites de festa, apreciando os dotes
de intérprete do seu sobrinho, resolve inscrevê-lo na Grande Noite do
Fado. Com 16 anos, António Pinto participou neste concurso, como
representante da Casa do Alentejo. Pela mesma altura também teve a experiência de cantar em casas de fado. Lembra-se, por exemplo, de o ter feito no Timpanas.
É também por intermédio desse tio que grava o primeiro disco, em 1970. Um EP editado pela Alvorada, com letras do avô e do tio e músicas do fado tradicional (Fado Franklin, Fado Vitória, Fado Dois Tons e Fado das Horas).
Nessa altura foi também a alguns programas de televisão e concedeu
entrevistas. Tinha apenas 17 anos quando, com este primeiro disco,
iniciou a sua carreira. Nos anos de 1972 e 1973 gravou mais dois EPs.
António Pinto Basto acabaria por se dedicar exclusivamente ao Fado,
após gravar, em 1988, o maior sucesso da sua carreira — "Rosa Branca",
um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina
e renderam cerca de 120 espectáculos em apenas um ano, além de ter
dado 73 entrevistas. Tornou-se incomportável manter a atividade
profissional como empregado da Siderurgia Nacional, que resolveu abandonar no final do ano de 1989. Nesse ano editou mais um álbum, Maria (1989), que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991. Segue-se a colectânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Em 1997 realizou uma digressão na Turquia, numa iniciativa da Comissão Europeia. Em 2000 conduziu o programa Fados de Portugal, na RTP1.
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
António Pinto Basto nasceu em 6 de maio de 1952 em Évora. Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher (Estremoz, Evoramonte, Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, 20 de abril de 1941) Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira e prima sobrinha em segundo grau do 1.º Visconde de Silvares.
António Pinto Basto começou a interessar-se pelo Fado aos 13 anos. Uma noite os pais levaram-no a uma noite de fados na Feira dos Salesianos de Évora e Pinto Basto e a sua irmã, resolveram recriar aquele ambiente e improvisar um retiro na garagem da casa, a Toca, em homenagem à casa de Carlos Ramos.
António Pinto Basto tinha acesso aos poemas do seu avô materno, João
Vasconcellos e Sá, e, como tal, desde cedo, cantava letras originais
nos fados tradicionais. O seu tio, José de Vasconcellos e Sá, depois de
passar pela Toca numa das noites de festa, apreciando os dotes
de intérprete do seu sobrinho, resolve inscrevê-lo na Grande Noite do
Fado. Com 16 anos, António Pinto participou neste concurso, como
representante da Casa do Alentejo. Pela mesma altura também teve a experiência de cantar em casas de fado. Lembra-se, por exemplo, de o ter feito no Timpanas.
É também por intermédio desse tio que grava o primeiro disco, em 1970. Um EP editado pela Alvorada, com letras do avô e do tio e músicas do fado tradicional (Fado Franklin, Fado Vitória, Fado Dois Tons e Fado das Horas).
Nessa altura foi também a alguns programas de televisão e concedeu
entrevistas. Tinha apenas 17 anos quando, com este primeiro disco,
iniciou a sua carreira. Nos anos de 1972 e 1973 gravou mais dois EPs.
António Pinto Basto acabaria por se dedicar exclusivamente ao Fado,
após gravar, em 1988, o maior sucesso da sua carreira — "Rosa Branca",
um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina
e renderam cerca de 120 espectáculos em apenas um ano, além de ter
dado 73 entrevistas. Tornou-se incomportável manter a atividade
profissional como empregado da Siderurgia Nacional, que resolveu abandonar no final do ano de 1989. Nesse ano editou mais um álbum, Maria (1989), que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991. Segue-se a colectânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Em 1997 realizou uma digressão na Turquia, numa iniciativa da Comissão Europeia. Em 2000 conduziu o programa Fados de Portugal, na RTP1.
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
António Pinto Basto nasceu em 6 de Maio de 1952 em Évora. Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de Maio de 1913 - ?) e de sua mulher (Estremoz, Evoramonte, Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, 20 de Abril de 1941) Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de Agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira e prima sobrinha em segundo grau do 1.º Visconde de Silvares.
António Pinto Basto começou a interessar-se pelo Fado aos 13 anos. Uma noite os pais levaram-no a uma noite de fados na Feira dos Salesianos de Évora e Pinto Basto e a sua irmã, resolveram recriar aquele ambiente e improvisar um retiro na garagem da casa, a Toca, em homenagem à casa de Carlos Ramos.
António Pinto Basto tinha acesso aos poemas do seu avô materno, João Vasconcellos e Sá, e, como tal, desde cedo, cantava letras originais nos fados tradicionais. O seu tio, José de Vasconcellos e Sá, depois de passar pela Toca numa das noites de festa, apreciando os dotes de intérprete do seu sobrinho, resolve inscrevê-lo na Grande Noite do Fado. Com 16 anos, António Pinto participou neste concurso, como representante da Casa do Alentejo. Pela mesma altura também teve a experiência de cantar em casas de fado. Lembra-se, por exemplo, de o ter feito no Timpanas.
É também por intermédio desse tio que grava o primeiro disco, em 1970. Um EP editado pela Alvorada, com letras do avô e do tio e músicas do fado tradicional (Fado Franklin, Fado Vitória, Fado Dois Tons e Fado das Horas). Nessa altura foi também a alguns programas de televisão e concedeu entrevistas. Tinha apenas 17 anos quando, com este primeiro disco, iniciou a sua carreira. Nos anos de 1972 e 1973 gravou mais dois EPs.
António Pinto Basto acabaria por se dedicar exclusivamente ao Fado, após gravar, em 1988, o maior sucesso da sua carreira — "Rosa Branca", um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina e renderam cerca de 120 espectáculos em apenas um ano, além de ter dado 73 entrevistas. Tornou-se incomportável manter a atividade profissional como empregado da Siderurgia Nacional, que resolveu abandonar no final do ano de 1989. Nesse ano editou mais um álbum, Maria (1989), que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991. Segue-se a colectânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Em 1997 realizou uma digressão na Turquia, numa iniciativa da Comissão Europeia. Em 2000 conduziu o programa Fados de Portugal, na RTP1.
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira, casados em Estremoz, Evoramonte, na Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, a 20 de abril de 1941,
Engenheiro mecânico de formação, António Pinto Basto licenciou-se no Instituto Superior Técnico, em 1974. Cedo demonstrou o gosto pela música, tendo iniciado a sua carreira ainda na década de 70.
Casou em Lisboa, Sé, na Igreja de Santo António da Sé, com Amélia Maria Esparteiro Lopes da Costa (Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 1 de agosto de 1957, irmã de Luís Esparteiro), de quem tem 3 filhos - Egas Lopes da Costa Pinto Basto, Gustavo Lopes da Costa Pinto Basto e Maria Amélia Lopes da Costa Pinto Basto. Tem também dois filhos de Mariana Tavares de Magalhães de Oliveira (Lisboa, Alfama, 23 de novembro de 1981), a saber: Carlota do Carmo Tavares Ferreira Pinto Basto e António Maria Tavares Ferreira Pinto Basto.
Em 1988 consagra-se junto do grande público com o álbum Rosa Branca, um êxito apresentado em mais de 120 concertos. Seguiu-se Maria (1989) que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991). Segue-se a colectânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de Agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira, casados em Estremoz, Evoramonte, na Casa da Juceira, mais exatamente na Capela do Coração de Jesus, a 20 de abril de 1941.
Engenheiro mecânico de formação, António Pinto Basto licenciou-se no Instituto Superior Técnico, em 1974. Cedo demonstrou o gosto pela música, tendo iniciado a sua carreira ainda na década de 70.
Casou em Lisboa, Sé, na Igreja de Santo António da Sé, com Amélia Maria Esparteiro Lopes da Costa (Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 1 de agosto de 1957) e irmã do ator Luís Esparteiro, de quem tem três filhos - Egas Lopes da Costa Pinto Basto, Gustavo Lopes da Costa Pinto Basto e Maria Amélia Lopes da Costa Pinto Basto. Tem também dois filhos (Carlota do Carmo Tavares Ferreira Pinto Basto e António Maria Tavares Ferreira Pinto Basto) de Mariana Tavares de Magalhães de Oliveira, nascida em Lisboa, Alfama, a 23 de novembro de 1981.
Em 1988 consagra-se junto do grande público com o álbum Rosa Branca, um êxito apresentado em mais de 120 concertos. Seguiu-se Maria (1989) que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991). Segue-se a colectânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (Letras do Fado Vulgar, Quetzal, 1998, de Vasco Graça Moura), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto, no álbum homónimo.
Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira, casados em Estremoz, Evoramonte, na Casa da Juceira, Capela do Coração de Jesus, a 20 de abril de 1941,
Engenheiro mecânico de formação, António Pinto Basto licenciou-se no Instituto Superior Técnico, em 1974. Cedo demonstrou o gosto pela música, tendo iniciado a sua carreira ainda na década de 70.
Casou em Lisboa, Sé, na Igreja de Santo António da Sé, com Amélia Maria Esparteiro Lopes da Costa (Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 1 de agosto de 1957, irmã de Luís Esparteiro), de quem tem 3 filhos - Egas Lopes da Costa Pinto Basto, Gustavo Lopes da Costa Pinto Basto e Maria Amélia Lopes da Costa Pinto Basto. Tem também dois filhos de Mariana Tavares de Magalhães de Oliveira (Lisboa, Alfama, 23 de novembro de 1981), a saber: Carlota do Carmo Tavares Ferreira Pinto Basto e António Maria Tavares Ferreira Pinto Basto.
Em 1988 consagra-se junto do grande público com o álbum Rosa Branca, um êxito apresentado em mais de 120 concertos. Seguiu-se Maria (1989) que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991). Segue-se a colectânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
Filho do engenheiro António Ferreira Pinto Basto (Aveiro, Glória, 12 de maio de 1913 - ?) e de sua mulher Maria Luísa de Matos Fernandes de Vasconcelos e Sá (Lisboa, São Mamede, 17 de Agosto de 1920 - ?), sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Albufeira, casados em Estremoz, Evoramonte, na Casa da Juceira, mais exatamente na Capela do Coração de Jesus, a 20 de abril de 1941.
Engenheiro mecânico de formação, António Pinto Basto licenciou-se no Instituto Superior Técnico, em 1974. Cedo demonstrou o gosto pela música, tendo iniciado a sua carreira ainda na década de 70.
Casou em Lisboa, Sé, na Igreja de Santo António da Sé, com Amélia Maria Esparteiro Lopes da Costa (Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 1 de agosto de 1957) e irmã do ator Luís Esparteiro, de quem tem três filhos - Egas Lopes da Costa Pinto Basto, Gustavo Lopes da Costa Pinto Basto e Maria Amélia Lopes da Costa Pinto Basto. Tem também dois filhos (Carlota do Carmo Tavares Ferreira Pinto Basto e António Maria Tavares Ferreira Pinto Basto) de Mariana Tavares de Magalhães de Oliveira, nascida em Lisboa, Alfama, a 23 de novembro de 1981.
Em 1988 consagra-se junto do grande público com o álbum Rosa Branca, um êxito apresentado em mais de 120 concertos. Seguiu-se Maria (1989) que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991). Segue-se a colectânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (Letras do Fado Vulgar, Quetzal, 1998, de Vasco Graça Moura), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto, no álbum homónimo.
Engenheiro mecânico de formação, António Pinto Basto licenciou-se no Instituto Superior Técnico, em 1974. Cedo demonstrou o gosto pela música, tendo iniciado a sua carreira ainda na década de 1970.
Em 1988 consagra-se junto do grande público com o álbum Rosa Branca, um êxito apresentado em mais de 120 concertos. Seguiu-se Maria (1989) que repetiu o sucesso de vendas.
Confidências à Guitarra foi editado em 1991). Segue-se a colectânea Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996).
Sobre várias letras de fado publicadas em volume (letras do fado vulgar, Quetzal, 1998), José Campos e Sousa compôs as peças que em 2003 são gravadas na voz de António Pinto Basto.
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