NOTA: como antigo escuteiro do Agrupamento 347 (São Jorge), é sempre uma alegria ouvir o <i>can-can</i>...
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Jacques Offenbach (Colónia, Alemanha, 20 de junho de 1819 - Paris, França, 5 de outubro de 1880), foi um compositor e violoncelista franco-prussiano. Foi um paladino da opereta e um precursor do teatro musical moderno. Ele é lembrado pelas suas quase 100 operetas das décadas de 1850 a 1870, e pela sua ópera incompleta Les contes d'Hoffmann. Offenbach teve uma grande influência em compositores do género opereta, particularmente Johann Strauss II e Arthur Sullivan. As suas obras mais conhecidas foram continuamente tocadas durante o século XX, e muitas das suas operetas continuam a ser encenadas no século XXI. Les contes d'Hoffmann continuam a fazer parte do repertório de ópera padrão.
Nascido em Colónia, Reino da Prússia, filho de um cantor de sinagoga, Offenbach mostrou desde cedo talento musical. Aos 14 anos, ele foi aceite como aluno no Conservatório de Paris, mas considerou os estudos académicos insatisfatórios e saiu passado um ano. De 1835 a 1855, ganhou a vida como violoncelista, alcançando fama internacional, e como maestro. A sua ambição, contudo, era compor peças cómicas para o teatro musical. Vendo que a direção da companhia Opéra-Comique de Paris não estava interessada em encenar as suas obras, em 1855 arrendou um pequeno teatro nos Champs-Élysées. Ali, apresentou uma série das suas próprias pequenas peças, muitas das quais se tornaram populares.
Em 1858, Offenbach produziu a sua primeira opereta completa, Orphée aux enfers (Orfeu no Submundo) que foi excepcionalmente bem recebida, e que continua a ser uma das suas obras mais tocadas. Durante a década de 1860, ele produziu pelo menos 18 operetas completas, bem como mais peças de um acto apenas. As suas obras deste período incluem La belle Hélène (1864), La Vie parisienne (1866), La Grande-Duchesse de Gérolstein (1867) e La Périchole (1868). O humor picante (muitas vezes sobre intriga sexual) e as gentis farpas satíricas nessas peças, juntamente com a facilidade melódica de Offenbach, tornaram-nas internacionalmente conhecidas, e versões traduzidas fizeram sucesso em Viena, Londres e em outros lugares da Europa.
Offenbach tornou-se associado ao Segundo Império Francês de Napoleão III; o imperador e a sua corte foram genialmente satirizados em muitas das operetas de Offenbach. Napoleão III concedeu-lhe pessoalmente a cidadania francesa e a Legião de Honra. Com a eclosão da Guerra Franco-Prussiana em 1870, Offenbach viu-se em desvantagem em Paris devido às suas ligações imperiais e ao seu nascimento alemão. No entanto, continuou a ter sucesso em Viena e Londres. Offenbach foi viver para Paris durante a década de 1870, onde apresentou alguns dos seus primeiros trabalhos favoritos e uma série de novas obras, e empreendeu uma popular turnê pelos Estados Unidos. Nos seus últimos anos, fez os possíveis por terminar Les contes d'Hoffmann, mas morreu antes da estreia da ópera, que entrou para o repertório padrão em versões completadas ou editadas por outros músicos.
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Jacques Offenbach (Colónia, Alemanha, 20 de junho de 1819 - Paris, França, 5 de outubro de 1880), compositor e violoncelista francês de origem alemã da era romântica, foi um paladino da opereta e um precursor do teatro musical moderno.
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