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sábado, dezembro 20, 2025

Gigliola Cinquetti nasceu há 78 anos

   

Gigliola nasceu no seio de uma família abastada de Verona. Estudou no Liceu Artístico de Verona e começou a cantar ainda jovem.
Estreou aos 15 anos, em 1963, vencendo o Festival de Castrocaro com a canção Le strade di notte, de Giorgio Gaber. No ano seguinte, venceu o Festival de Sanremo de 1964 com a canção Non ho l'età (per amarti), com música de Nicola Salerno e letra de Mário Panzeri. Dois meses depois venceu, com a mesma canção, o Festival Eurovisão da Canção, em Copenhaga. Das doze edições de Sanremo nas quais participou, Gigliola arrematou duas. A segunda foi em 1966, interpretando Dio, come ti amo!, de Domenico Modugno, cujo sucesso levou à produção de um filme homónimo, protagonizado pela própria Gigliola.
Em 1973, ganhou o concurso do programa Canzonissima com a canção "Alle porte del sole" - que, reeditada dois anos depois pelo cantor ítalo-americano Al Martino, chegou à 17ª posição no Billboard.
En 1974, obteve o segundo lugar no Festival Eurovisão para a canção "Sì" (perdendo para "Waterloo", do grupo sueco ABBA). A versão inglesa dessa canção chegaria ao 7º lugar de vendas na Inglaterra. Essa música levou a RAI a adiar a transmissão da Eurovisão para depois de 12 de maio de 1974, dia do referendo que decidiria revogar (ou não) a Lei do Divórcio. Acreditava-se que a letra - que repetia várias vezes o refrão Sì, sì, sì ("sim") - poderia influenciar o voto dos italianos na opção "sim".
Depois disso, Gigliola casou com o jornalista Luciano Teodori, ficando vários anos afastada dos media para se dedicar à família. Voltou em 1981, desta vez como jornalista, no programa Linea verde, de Frederick Fazzuoli, além de escrever uma coluna semanal para um jornal. Em 1982, apresentou, com Enzo Tortora, o programa Portobello, cantando e dançando o twist. Passou a colaborar com diversos jornais. Em 1996, apresentou um programa de verão em cinco episódios, intitulado Donne - Viaggio nella storia delle donne italiane, veiculado pela RAI International. Em 1991, conduziu um talk show na televisão de Montecarlo. No mesmo ano apresentou a edição do  Festival da Eurovisão.
Além da música, Gigliola sempre gostou de pintura e arte. Algumas capas dos seus álbuns, como La Bohème e Mystery, foram elaboradas por ela. Em 1973, ilustrou o livro infantil O pescatelle, de Umbertino di Caprio; Em 1976, foi a vez de Inchistrino, do mesmo autor.
A última participação de Gigliola Festival de Sanremo foi em 1995. Três anos antes, lançou o seu último álbum de estúdio - La Poèsie d'une Femme - que a levou a apresentar-se na televisão francesa.
Desde os anos 90, trabalha na televisão pública italiana RAI. Em 2008, recebeu o Premio Giulietta alla Donna, em homenagem pela sua carreira.

 

quinta-feira, janeiro 09, 2025

Domenico Modugno nasceu há 97 anos...

 
Domenico Modugno (Polignano a Mare, 9 de janeiro de 1928 - Lampedusa, 6 de agosto de 1994) foi um dos mais importantes cantores italianos do século XX.
Desde jovem que queria tornar-se ator. Depois de cumprir o serviço militar, frequentou uma escola de atores e mais tarde surgiu em vários filmes. Depois de entrar no filme Il Mantello Rosso, tornou-se cantor.
Modugno tornou-se popular nos Estados Unidos e um pouco por todo o mundo sobretudo na década de 50. A sua canção "Nel blu dipinto di blu" que participou no Festival Eurovisão da Canção de 1958 foi um enorme sucesso em todo o mundo e, nos Estados Unidos, recebeu mesmo dois Prémios Emmy e ficou conhecida como Volare. Esta canção tornou-se um marco da música italiana da época, sendo conhecida em todo o mundo. Neste mesmo ano, Modugno venceu três prémios Grammy, com a canção do ano, melhor interpretação masculina e melhor disco. Com todas essas vitórias, Domenico tornou-se um protagonista mundial dos espetáculos teatrais, filmes e programas de televisão. Esta canção voltou a ser um êxito, nos finais da década de 80, graças à banda Gipsy Kings.
Em 1960 foi acusado de plagiar um compositor de ópera, mas foi ilibado dessa acusação.
Modugno venceu o Festival de San Remo quatro vezes e participou duas vezes no Festival Eurovisão da Canção, em 1959 e 1966.
Além de cantor e ator, foi ainda produtor e cineasta. Um acidente vascular cerebral fez com que ele ficasse parcialmente paralisado, obrigando-o a interromper a carreira artística em 1984. Recuperado, chegou ainda a ser deputado no Parlamento italiano, pelo Partido Radical, entre 1987 e 1990.
Voltou aos palcos em 1992 e no ano seguinte, lançou "Delfini", o último single da sua carreira. Morreu em 6 de maio de 1994, após um ataque cardíaco.

 

segunda-feira, dezembro 20, 2021

Gigliola Cinquetti nasceu há 74 anos

    
Gigliola Cinquetti
(Verona, 20 de dezembro de 1947) é uma cantora, actriz, jornalista e apresentadora italiana.
  
Gigliola nasceu numa família abastada de Verona. Graduou-se no Liceu Artístico de Verona e começou a cantar ainda jovem.
Estreou aos 15 anos, em 1963, vencendo o Festival de Castrocaro com a canção "Le strade di notte", de Giorgio Gaber. No ano seguinte, venceu o Festival de Sanremo de 1964 com a canção Non ho l'età (per amarti), de Nicola Salerno e letra de Mário Panzeri. Dois meses depois, venceu, com a mesma canção, o Festival Eurovisão da Canção, em Copenhaga. Das doze edições de Sanremo das quais participou, Gigliola arrebatou duas. A segunda foi, em 1966, interpretando "Dio, come ti amo!", de Domenico Modugno, cujo sucesso levou à produção de filme homónimo, protagonizado pela própria Gigliola.
Em 1973, ganhou o concurso do programa Canzonissima com a canção "Alle porte del sole" - que, reeditada dois anos depois pelo cantor ítalo-americano Al Martino, chegou à 17ª posição no Billboard.
En 1974, obteve o segundo lugar no Festival Eurovisão para a canção "Sì" (perdendo para a canção vencedora "Waterloo", do grupo sueco ABBA).