segunda-feira, junho 22, 2026
I Want to Go Back to Bahia...
Postado por Pedro Luna às 04:00 0 comentários
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Paulo Diniz morreu há quatro anos...
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940 - Recife, 22 de junho de 2022) foi um cantor e compositor brasileiro.
Entre 1987/1996, por causa de graves problemas de saúde, que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Nos últimos anos, residindo no Recife, esteve numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez paralisou os seus membros inferiores. Deixou de apresentar-se em 2016, apesar de ter continuado a trabalhar em novas canções até à sua morte, em 22 de junho de 2022, aos 82 anos, de causas naturais.
Postado por Fernando Martins às 00:04 0 comentários
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sábado, janeiro 24, 2026
Paulo Diniz nasceu há 86 anos...
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940 - Recife, 22 de junho de 2022) foi um cantor e compositor brasileiro.
Entre 1987/1996, por causa de graves problemas de saúde, que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Nos últimos anos, residindo no Recife, esteve numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez paralisou os seus membros inferiores. Deixou de apresentar-se em 2016, apesar de ter continuado a trabalhar em novas canções até à sua morte, em 22 de junho de 2022, aos 82 anos, de causas naturais.
Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
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I Want to Go Back to Bahia...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
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sexta-feira, janeiro 24, 2025
Paulo Diniz nasceu há 85 anos...
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940 - Recife, 22 de junho de 2022) foi um cantor e compositor brasileiro.
Entre 1987/1996, por causa de graves problemas de saúde, que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Nos últimos anos, residindo no Recife, esteve numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez paralisou os seus membros inferiores. Deixou de apresentar-se em 2016, apesar de ter continuado a trabalhar em novas canções até à sua morte, em 22 de junho de 2022, aos 82 anos, de causas naturais.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
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quarta-feira, janeiro 24, 2024
Paulo Diniz nasceu há 84 anos...
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940 - Recife, 22 de junho de 2022) foi um cantor e compositor brasileiro.
Entre 1987/1996, por causa de graves problemas de saúde, que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Nos últimos anos, residindo no Recife, esteve numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez paralisou os seus membros inferiores. Deixou de apresentar-se em 2016, apesar de ter continuado a trabalhar em novas canções até à sua morte, em 22 de junho de 2022, aos 82 anos, de causas naturais.
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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segunda-feira, janeiro 23, 2023
Paulo Diniz nasceu há 83 anos...
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940 - Recife, 22 de junho de 2022) foi um cantor e compositor brasileiro.
Entre 1987/1996, por de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Nos últimos anos, residindo no Recife, esteve numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez paralisou os seus membros inferiores. Deixou de apresentar-se em 2016, apesar de ter continuado a trabalhar em novas canções até à sua morte, em 22 de junho de 2022, aos 82 anos, de causas naturais.
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
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segunda-feira, outubro 31, 2022
Música e poesia adequada à data...
José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio — e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
Carlos Drummond de Andrade
Postado por Pedro Luna às 01:20 0 comentários
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segunda-feira, janeiro 24, 2022
E agora, António?
José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio — e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
Carlos Drummond de Andrade
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
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domingo, janeiro 23, 2022
Paulo Diniz nasceu há 82 anos
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940) é um cantor e músico brasileiro.
Entre 1987/1996, por de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Atualmente, residindo no Recife, faz apresentações por várias cidades e capitais do Nordeste brasileiro, com a mesma voz vibrante de antes, porém numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez paralisou seus membros inferiores.
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
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segunda-feira, abril 19, 2021
Vou-me Embora pra Pasárgada...
Vou-me Embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
Manuel Bandeira
Postado por Pedro Luna às 01:35 0 comentários
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domingo, janeiro 24, 2021
E agora José?
José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio — e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
Carlos Drummond de Andrade
Postado por Fernando Martins às 13:31 0 comentários
Marcadores: Brasil, Carlos Drummond de Andrade, E Agora, José?, música, Paulo Diniz, poesia
Paulo Diniz nasceu há 81 anos
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940) é um cantor e músico brasileiro.
Entre 1987/1996, por de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Atualmente, residindo no Recife, faz apresentações por várias cidades e capitais do Nordeste brasileiro, com a mesma voz vibrante de antes, porém numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez paralisou seus membros inferiores.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: Brasil, música, O meu amor chorou, Paulo Diniz
terça-feira, janeiro 24, 2012
Mais música de Paulo Diniz
Postado por Geopedrados às 23:00 0 comentários
Marcadores: Asa Branca, Brasil, música, Paulo Diniz, Um chope para distrair
Alguns poemas imortais na voz de Paulo Diniz
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho do mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
Carlos Drummond de Andrade
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsenquente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei um burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’agua
Pra me contar as histórias
Que no tempo de seu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
– Lá sou amigo do rei –
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Manuel Bandeira
Postado por Pedro Luna às 14:00 0 comentários
Marcadores: Brasil, Carlos Drummond de Andrade, E agora José, Manuel Bandeira, música, Paulo Diniz, poesia, Vou-me embora pra Pasárgada
O músico brasileiro Paulo Diniz nasceu há 72 anos
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940) é um cantor e músico brasileiro.
Postado por Fernando Martins às 01:12 0 comentários
Marcadores: Brasil, música, Paulo Diniz, Pingos de Amor


