19 de outubro de 1921
sábado, outubro 19, 2024
A Noite Sangrenta foi 103 anos...
19 de outubro de 1921
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quinta-feira, outubro 19, 2023
A vergonhosa Noite Sangrenta foi 102 anos...
19 de outubro de 1921
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quarta-feira, outubro 19, 2022
A Noite Sangrenta foi 101 anos...
19 de outubro de 1921
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terça-feira, outubro 19, 2021
Noite sangrenta: há um século a república mostrou a sua verdadeira face
19 de outubro de 1921
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segunda-feira, outubro 19, 2020
A Noite Sangrenta foi há 99 anos...
Os trágicos acontecimentos da noite de 19 de outubro de 1921 inspiraram o espectáculo de teatro O Mistério da Camioneta Fantasma e a mini-série da RTP, Noite Sangrenta, ambas produções de 2010, ano em que se comemorava o centenário da implantação da República Portuguesa.
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sábado, outubro 19, 2019
A Noite Sangrenta foi há 98 anos...
Os trágicos acontecimentos da noite de 19 de outubro de 1921 inspiraram o espectáculo de teatro O Mistério da Camioneta Fantasma e a mini-série da RTP, Noite Sangrenta, ambas produções de 2010, ano em que se comemorava o centenário da implantação da República Portuguesa.
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sexta-feira, outubro 19, 2018
Há 97 anos a I república mostrava a sua verdadeira face
A Noite Sangrenta é a designação pela qual ficou conhecida a revolta radical de marinheiros e arsenalistas, que ocorreu em Lisboa a 19 de outubro de 1921, no decurso da qual foram assassinados, entre outros, António Granjo, então presidente do Ministério, Machado dos Santos e José Carlos da Maia, dois dos históricos da Proclamação da República Portuguesa, o comandante Freitas da Silva, secretário do Ministro da Marinha, e o coronel Botelho de Vasconcelos, antigo apoiante de Sidónio Pais, no Arsenal da Marinha.
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domingo, outubro 19, 2014
A Noite Sangrenta foi há 93 anos...
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sábado, outubro 19, 2013
A Noite Sangrenta e a televisão
RTP acaba com ignorância sobre Noite Sangrenta
Os actores Isabel Abreu, Gonçalo Waddington e Nuno Lopes, protagonistas da história, também admitem que nunca haviam ouvido falar deste episódio. "Inicialmente achei que era um problema meu, que não tinha estudado bem a história. Depois, percebi que não. Provavelmente, 90% dos portugueses não sabem o que é a Noite Sangrenta", comenta a actriz, que interpreta Berta da Maia, a personagem central do projecto, a mulher que leva a cabo uma investigação por conta própria para descobrir o mandante do assassínio do marido, Carlos da Maia, e de outros heróis da República na noite de 19 de Outubro de 1921.
"É uma mulher à frente do seu tempo. É alguém que vai contra tudo e contra todos, é uma mulher muito à frente", analisa Isabel Abreu, que se surpreendeu quando leu o livro que Berta da Maia escreveu. "Tem ali um tom que se deve à época e à posição da mulher na época", explica, realçando o contraste dessa autocomiseração com a força desta mulher. "Acho que o que ela fez e o que ela era não é aquilo que ela escreve", sublinha.
Apesar disso, o livro foi, segundo Tiago Rodrigues, silenciado. "A segunda edição foi tirada de circulação, já o marechal Carmona era presidente da República. Ele que fora o procurador do caso e que parece ter feito uma investigação forte", lembra o argumentista, que também faz uma participação como actor no papel de Fernando da Maia, o cunhado de Berta da Maia, o homem que a acompanha apesar de achar que "nada daquilo vale a pena".
Gonçalo Waddington interpreta Abel Olímpio, o marinheiro chefe da milícia que é julgado pelo crime, mas que se recusa sempre a divulgar o nome dos mandantes.
As cenas foram gravadas no tribunal militar do Campo de Santa Clara, em Lisboa, local exacto onde ocorreram os acontecimentos há 89 anos. "Encontraram-se fotos e ele era ainda mais magro do que eu", sorri Gonçalo, mostrando o dente de ouro que colocou para compor o personagem.
Vestido de marinheiro, Nuno Lopes admite que o figurino o ajuda a situar-se no ambiente dos anos 1920. "É sempre divertido imaginarmo-nos a viver nesta época", admite o actor.
Noite Sangrenta foi apenas um de quatro projectos de época produzidos praticamente em simultâneo, o que acabou por complicar as coisas.
"As armas foram alugadas na Alemanha pelos quatro projectos, mas isso foi um acordo entre as produtoras. Sei que no guarda-roupa houve alguma competição e que algumas produtoras, quando chegaram a Espanha para alugar a roupa, esta já estava alugada por outras. E que na marcação de filmagens em algumas ruas de Lisboa ou em alguns palácios houve alguma confusão, porque para projectos diferentes e em dias diferentes havia o mesmo espaço, a mesma rua, o mesmo palácio", conta São José Ribeiro, directora adjunta de programas da RTP. "Mas são projectos completamente diferentes. A única coisa que os une é que contam histórias à volta de 1910", acrescenta, referindo-se a República, O Segredo de Miguel Zuzarte e A Noite do Fim do Mundo, já emitidos. "Foi um grande, grande, grande investimento. É, talvez, e estou há sete anos na RTP, o maior investimento em produção histórica que a RTP fez nos últimos anos", admite a responsável da estação. De valores não fala, mas remata: "São projectos muito caros."
Postado por Fernando Martins às 18:15 0 bocas
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