"Por sua vez, o presidente deposto, Benito Juárez, continuava vivo e em liberdade. Os seus partidários controlavam boa parte do México e, apesar de alguns sucessos, o exército francês era acossado pela guerrilha que ia ganhando terreno. Em 1865, ficou claro que era impossível ganhar aquela guerra. O golpe de misericórdia sobre a monarquia veio dos Estados Unidos. Desembaraçado da Guerra de Secessão, o governo americano recusou a reconhecer o imperador Maximiliano e exigiu a retirada das tropas francesas. A alternativa seria a guerra. Napoleão III calculou o prejuízo de uma guerra e, em fevereiro de 1866, escreveu: “Minhas intenções assim se resumem: evacuar o mais depressa possível, mas fazer tudo que estiver ao nosso alcance para que a obra que fundamos não desmorone no dia seguinte ao da nossa partida”. Com Maximiliano descartado interna e externamente, Juárez avançou e não tardou a chegar à capital mexicana. Desprezando os conselhos de Napoleão III, Maximiliano recusou-se a abdicar. Em 15 de maio de 1866 foi preso na cidade de Querétaro. Os guerrilheiros propuseram-lhe a fuga, que ele chegou a aceitar, mas mudou de ideias – dizia que amava o país. Condenado à morte, foi executado no dia 19 de junho de 1867. As suas últimas palavras teriam sido: “Viva o México!”
quinta-feira, junho 19, 2025
O Imperador Maximiliano do México foi fuzilado há 158 anos...
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quarta-feira, abril 30, 2025
Édouard Manet morreu há cento e quarenta e dois anos...
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quarta-feira, junho 19, 2024
O Imperador Maximiliano do México foi executado há 157 anos
"Por sua vez, o presidente deposto, Benito Juárez, continuava vivo e em liberdade. Os seus partidários controlavam boa parte do México e, apesar de alguns sucessos, o exército francês era acossado pela guerrilha que ia ganhando terreno. Em 1865, ficou claro que era impossível ganhar aquela guerra. O golpe de misericórdia sobre a monarquia veio dos Estados Unidos. Desembaraçado da Guerra de Secessão, o governo americano recusou a reconhecer o imperador Maximiliano e exigiu a retirada das tropas francesas. A alternativa seria a guerra. Napoleão III calculou o prejuízo de uma guerra e, em fevereiro de 1866, escreveu: “Minhas intenções assim se resumem: evacuar o mais depressa possível, mas fazer tudo que estiver ao nosso alcance para que a obra que fundamos não desmorone no dia seguinte ao da nossa partida”. Com Maximiliano descartado interna e externamente, Juárez avançou e não tardou a chegar à capital mexicana. Desprezando os conselhos de Napoleão III, Maximiliano recusou-se a abdicar. Em 15 de maio de 1866 foi preso na cidade de Querétaro. Os guerrilheiros propuseram-lhe a fuga, que ele chegou a aceitar, mas mudou de ideias – dizia que amava o país. Condenado à morte, foi executado no dia 19 de junho de 1867. As suas últimas palavras teriam sido: “Viva o México!”
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terça-feira, abril 30, 2024
Manet morreu há cento e quarenta e um anos...
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segunda-feira, junho 19, 2023
O Imperador Maximiliano do México foi executado há 156 anos
"Por sua vez, o presidente deposto, Benito Juárez, continuava vivo e em liberdade. Os seus partidários controlavam boa parte do México e, apesar de alguns sucessos, o exército francês era acossado pela guerrilha que ia ganhando terreno. Em 1865, ficou claro que era impossível ganhar aquela guerra. O golpe de misericórdia sobre a monarquia veio dos Estados Unidos. Desembaraçado da Guerra de Secessão, o governo americano recusou a reconhecer o imperador Maximiliano e exigiu a retirada das tropas francesas. A alternativa seria a guerra. Napoleão III calculou o prejuízo de uma guerra e, em fevereiro de 1866, escreveu: “Minhas intenções assim se resumem: evacuar o mais depressa possível, mas fazer tudo que estiver ao nosso alcance para que a obra que fundamos não desmorone no dia seguinte ao da nossa partida”. Com Maximiliano descartado interna e externamente, Juárez avançou e não tardou a chegar à capital mexicana. Desprezando os conselhos de Napoleão III, Maximiliano recusou-se a abdicar. Em 15 de maio de 1866 foi preso na cidade de Querétaro. Os guerrilheiros propuseram-lhe a fuga, que ele chegou a aceitar, mas mudou de ideias – dizia que amava o país. Condenado à morte, foi executado no dia 19 de junho de 1867. As suas últimas palavras teriam sido: “Viva o México!”
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domingo, abril 30, 2023
Manet morreu há cento e quarenta anos...
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
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domingo, junho 19, 2022
Maximiliano do México foi fuzilado há 155 anos
"Por sua vez, o presidente deposto, Benito Juárez, continuava vivo e em liberdade. Os seus partidários controlavam boa parte do México e, apesar de alguns sucessos, o exército francês era acossado pela guerrilha que ia ganhando terreno. Em 1865, ficou claro que era impossível ganhar aquela guerra. O golpe de misericórdia sobre a monarquia veio dos Estados Unidos. Desembaraçado da Guerra de Secessão, o governo americano recusou a reconhecer o imperador Maximiliano e exigiu a retirada das tropas francesas. A alternativa seria a guerra. Napoleão III calculou o prejuízo de uma guerra e, em fevereiro de 1866, escreveu: “Minhas intenções assim se resumem: evacuar o mais depressa possível, mas fazer tudo que estiver ao nosso alcance para que a obra que fundamos não desmorone no dia seguinte ao da nossa partida”. Com Maximiliano descartado interna e externamente, Juárez avançou e não tardou a chegar à capital mexicana. Desprezando os conselhos de Napoleão III, Maximiliano recusou-se a abdicar. Em 15 de maio de 1866 foi preso na cidade de Querétaro. Os guerrilheiros propuseram-lhe a fuga, que ele chegou a aceitar, mas mudou de ideias – dizia que amava o país. Condenado à morte, foi executado no dia 19 de junho de 1867. As suas últimas palavras teriam sido: “Viva o México!”
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sábado, abril 30, 2022
Manet morreu há 139 anos
Postado por Fernando Martins às 01:39 0 comentários
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sábado, junho 19, 2021
O imperador Maximiliano do México foi fuzilado há 154 anos
"Por sua vez, o presidente deposto, Benito Juárez, continuava vivo e em liberdade. Os seus partidários controlavam boa parte do México e, apesar de alguns sucessos, o exército francês era acossado pela guerrilha que ia ganhando terreno. Em 1865, ficou claro que era impossível ganhar aquela guerra. O golpe de misericórdia sobre a monarquia veio dos Estados Unidos. Desembaraçado da Guerra de Secessão, o governo americano recusou a reconhecer o imperador Maximiliano e exigiu a retirada das tropas francesas. A alternativa seria a guerra. Napoleão III calculou o prejuízo de uma guerra e, em fevereiro de 1866, escreveu: “Minhas intenções assim se resumem: evacuar o mais depressa possível, mas fazer tudo que estiver ao nosso alcance para que a obra que fundamos não desmorone no dia seguinte ao da nossa partida”. Com Maximiliano descartado interna e externamente, Juárez avançou e não tardou a chegar à capital mexicana. Desprezando os conselhos de Napoleão III, Maximiliano recusou-se a abdicar. Em 15 de maio de 1866 foi preso na cidade de Querétaro. Os guerrilheiros propuseram-lhe a fuga, que ele chegou a aceitar, mas mudou de ideias – dizia que amava o país. Condenado à morte, foi executado no dia 19 de junho de 1867. As suas últimas palavras teriam sido: “Viva o México!”
Postado por Fernando Martins às 01:54 0 comentários
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sexta-feira, abril 30, 2021
Manet morreu há 138 anos
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quinta-feira, abril 30, 2020
Manet morreu há 137 anos
Postado por Fernando Martins às 01:37 0 comentários
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segunda-feira, abril 30, 2018
Manet morreu há 135 anos
Postado por Fernando Martins às 01:35 0 comentários
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segunda-feira, janeiro 23, 2017
Manet nasceu há 185 anos!
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sexta-feira, janeiro 23, 2015
Édouard Manet nasceu há 183 anos
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quarta-feira, abril 30, 2014
Manet morreu há 131 anos
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quinta-feira, janeiro 23, 2014
Manet nasceu há 182 anos
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segunda-feira, janeiro 23, 2012
Manet nasceu há 180 anos
Édouard Manet (Paris, 23 de janeiro de 1832, Paris - 30 de abril de 1883, Paris) foi um pintor e artista gráfico francês e uma das figuras mais importantes da arte do século XIX.
Postado por Pedro Luna às 20:36 0 comentários



