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terça-feira, outubro 20, 2026

Hoje é dia celebrar a cidade neve...!

A Covilhã foi elevada a cidade há 156 anos

  
A Covilhã é uma cidade portuguesa, porta da Serra da Estrela, com 33.691 habitantes (2021) cujo perímetro urbano é formado por cinco freguesias: Covilhã e Canhoso, Teixoso e Sarzedo, Cantar-Galo e Vila do Carvalho, Boidobra e Tortosendo.
É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores quinhentistas, hoje uma cidade com Universidade pública.
A Covilhã está situada na vertente sudeste da Serra da Estrela e é um dos centros urbanos de maior relevo da região juntamente com Coimbra, Aveiro, Viseu, Figueira da Foz, Guarda e Castelo Branco. O seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude.
O ponto mais alto de Portugal continental, a Torre (1.993 m), pertence às freguesias de Unhais da Serra (Covilhã), São Pedro (Manteigas), Loriga (Seia) e Alvoco da Serra (Seia), sendo, por isso, pertença de três municípios: Covilhã, Manteigas e Seia, mas dista cerca de 20 km do núcleo urbano da Covilhã, sendo a Covilhã, por isso, a cidade portuguesa mais próxima do ponto mais alto de Portugal Continental.
É uma cidade de características próprias desde há séculos, conjugando em simultâneo factos interessantes da realidade portuguesa.
Num estudo elaborado pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.
  
(...)
  
https://thumb.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/ce/Covilha-CCBY.jpg/500px-Covilha-CCBY.jpg?utm_source=pt.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail
   
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de outubro de 1870 por El-Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do Reino, pela sua população e riqueza". 
   
https://thumb.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/ac/Covilh%C3%A3_%282114030866%29.jpg/960px-Covilh%C3%A3_%282114030866%29.jpg?utm_source=pt.wikipedia.org&utm_campaign=imageinfo&utm_content=thumbnail
  

domingo, março 08, 2026

Saudades da voz e adufe de ti Catarina Chitas...

Hojé dia de ouvir MPP...

Catarina Chitas morreu há vinte e três anos...

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Catarina Chitas, ou Ti Chitas (Penha Garcia, 30.01.1913 - 08.03.2003) como era conhecida, foi uma pastora de Penha Garcia que também cantava e tocava adufe.

As primeiras gravações terão sido feitas por Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira em 1963.  Em 1964, por ocasião do I Congresso Nacional de Turismo, a Fundação Gulbenkian levou a efeito uma exposição sobre Instrumentos Musicais. A Região da Beira Baixa esteve representada pela tocadora de adufe, Catarina Chitas. 

Michel Giacometti gravou em 1970 para a série produzida pela RTP “Povo que canta”, publicado em 1970/1996 - Antologia da Música Regional Portuguesa. Beira Alta. Beira Baixa. Beira Litoral.

Em 1982 por José Alberto Sardinha, em “Recolhas da Tradição Oral Portuguesa – Beira Baixa e Minho”, e em 1997, em “Portugal Raízes Musicais – nº 4 Beira Baixa e Beira Transmontana”. Em 1984 a Banda do Casaco editou o disco "Com Ti Chitas".

A Câmara Municipal de Idanha a Nova editou em 1991 um LP com 17 faixas, inteiramente dedicado a Catarina Chitas. Em 1992, é editado na Collection Dominique Buscall o CD “Music du Monde – Portugal: Chants et tambours de Beira Baixa”, em que Catarina Chitas canta em nove faixas.

Em 1994, um CD concebido e realizado por Jacques Erwain, “Voyage Musical Portugal – Le Portugal et les Iles”, inclui duas gravações de Catarina Chitas e um depoimento biográfico feito pela mesma.

Um dos destaques da edição de 2002 do Festival Cantigas de Maio foi a exposição "Coletores de Música Popular Portuguesa" com a orientação de Domingos Morais. Daí resultou a edição do primeiro CD da Associação José Afonso com gravações de Catarina Chitas (Ti Chitas).  

   

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sexta-feira, janeiro 30, 2026

Catarina Chitas nasceu há 113 anos...

(imagem daqui)

  

Catarina Sargenta, a Ti Chitas para todos os que tiveram o privilégio de com ela privar, nasceu em Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova, a 30 de janeiro de 1913.

 

segunda-feira, outubro 20, 2025

Hoje é dia celebrar a cidade da Covilhã...!

A Covilhã foi elevada a cidade há 155 anos...!

  
A Covilhã é uma cidade portuguesa, porta da Serra da Estrela, com 33.691 habitantes (2021) cujo perímetro urbano é formado por cinco freguesias: Covilhã e Canhoso, Teixoso e Sarzedo, Cantar-Galo e Vila do Carvalho, Boidobra e Tortosendo.
É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores quinhentistas, hoje uma cidade com Universidade pública.
A Covilhã está situada na vertente sudeste da Serra da Estrela e é um dos centros urbanos de maior relevo da região juntamente com Coimbra, Aveiro, Viseu, Figueira da Foz, Guarda e Castelo Branco. O seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude.
O ponto mais alto de Portugal continental, a Torre (1.993 m), pertence às freguesias de Unhais da Serra (Covilhã), São Pedro (Manteigas), Loriga (Seia) e Alvoco da Serra (Seia), sendo, por isso, pertença de três municípios: Covilhã, Manteigas e Seia, mas dista cerca de 20 km do núcleo urbano da Covilhã, sendo a Covilhã, por isso, a cidade portuguesa mais próxima do ponto mais alto de Portugal Continental.
É uma cidade de características próprias desde há séculos, conjugando em simultâneo factos interessantes da realidade portuguesa.
Num estudo elaborado pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.
  
(...)
  
   
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de outubro de 1870 por El-Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do Reino, pela sua população e riqueza".

sábado, março 08, 2025

Saudades da voz mágica de ti Catarina Chitas...

Catarina Chitas morreu há vinte e dois anos...

http://adufes.com/website/wp-content/uploads/2022/12/Catarina-Chitas-Adufe.jpg
(imagem daqui)

   

Catarina Chitas, ou Ti Chitas (Penha Garcia, 30.01.1913 - 08.03.2003) como era conhecida, foi uma pastora de Penha Garcia que também cantava e tocava adufe.

As primeiras gravações terão sido feitas por Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira em 1963.  Em 1964, por ocasião do I Congresso Nacional de Turismo, a Fundação Gulbenkian levou a efeito uma exposição sobre Instrumentos Musicais. A Região da Beira Baixa esteve representada pela tocadora de adufe, Catarina Chitas. 

Michel Giacometti gravou em 1970 para a série produzida pela RTP “Povo que canta”, publicado em 1970/1996 - Antologia da Música Regional Portuguesa. Beira Alta. Beira Baixa. Beira Litoral.

Em 1982 por José Alberto Sardinha, em “Recolhas da Tradição Oral Portuguesa – Beira Baixa e Minho”, e em 1997, em “Portugal Raízes Musicais – nº 4 Beira Baixa e Beira Transmontana”. Em 1984 a Banda do Casaco editou o disco "Com Ti Chitas".

A Câmara Municipal de Idanha a Nova editou em 1991 um LP com 17 faixas, inteiramente dedicado a Catarina Chitas. Em 1992, é editado na Collection Dominique Buscall o CD “Music du Monde – Portugal: Chants et tambours de Beira Baixa”, em que Catarina Chitas canta em nove faixas.

Em 1994, um CD concebido e realizado por Jacques Erwain, “Voyage Musical Portugal – Le Portugal et les Iles”, inclui duas gravações de Catarina Chitas e um depoimento biográfico feito pela mesma.

Um dos destaques da edição de 2002 do Festival Cantigas de Maio foi a exposição "Coletores de Música Popular Portuguesa" com a orientação de Domingos Morais. Daí resultou a edição do primeiro CD da Associação José Afonso com gravações de Catarina Chitas (Ti Chitas).  

   

 

quinta-feira, janeiro 30, 2025

Música adequada à data...

A Ti Catarina Chitas nasceu há 112 anos

(imagem daqui)

  

Catarina Sargenta, a Ti Chitas para todos os que tiveram o privilégio de com ela privar, nasceu em Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova, a 30 de janeiro de 1913.

 


domingo, outubro 20, 2024

A Covilhã foi elevada a cidade há 154 anos...!

  
A Covilhã é uma cidade portuguesa, porta da Serra da Estrela, com cerca de 36.356 habitantes (2011) cujo perímetro urbano é formado por cinco freguesias: Covilhã e Canhoso, Teixoso e Sarzedo, Cantar-Galo e Vila do Carvalho, Boidobra e Tortosendo.
É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores quinhentistas, hoje uma cidade com Universidade pública.
A Covilhã está situada na vertente sudeste da Serra da Estrela e é um dos centros urbanos de maior relevo da região juntamente com Coimbra, Aveiro, Viseu, Figueira da Foz, Guarda e Castelo Branco. O seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude.
O ponto mais alto de Portugal continental, a Torre (1.993 m), pertence às freguesias de Unhais da Serra (Covilhã), São Pedro (Manteigas), Loriga (Seia) e Alvoco da Serra (Seia), sendo, por isso, pertença de três municípios: Covilhã, Manteigas e Seia, mas dista cerca de 20 km do núcleo urbano da Covilhã, sendo a Covilhã, por isso, a cidade portuguesa mais próxima do ponto mais alto de Portugal Continental.
É uma cidade de características próprias desde há séculos, conjugando em simultâneo factos interessantes da realidade portuguesa.
Num estudo elaborado pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.
  
(...)
  
   
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de outubro de 1870 por El-Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do Reino, pela sua população e riqueza".

 


sexta-feira, março 08, 2024

Ti Catarina Chitas morreu há vinte e um anos...

(imagem daqui)

   

Catarina Chitas, ou Ti Chitas (Penha Garcia, 30.01.1913 - 08.03.2003) como era conhecida, foi uma pastora de Penha Garcia que também cantava e tocava adufe.

As primeiras gravações terão sido feitas por Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira em 1963.  Em 1964, por ocasião do I Congresso Nacional de Turismo, a Fundação Gulbenkian levou a efeito uma exposição sobre Instrumentos Musicais. A Região da Beira Baixa esteve representada pela tocadora de adufe, Catarina Chitas. 

Michel Giacometti gravou em 1970 para a série produzida pela RTP “Povo que canta”, publicado em 1970/1996 - Antologia da Música Regional Portuguesa. Beira Alta. Beira Baixa. Beira Litoral.

Em 1982 por José Alberto Sardinha, em “Recolhas da Tradição Oral Portuguesa – Beira Baixa e Minho”, e em 1997, em “Portugal Raízes Musicais – nº 4 Beira Baixa e Beira Transmontana”. Em 1984 a Banda do Casaco editou o disco "Com Ti Chitas".

A Câmara Municipal de Idanha a Nova editou em 1991 um LP com 17 faixas, inteiramente dedicado a Catarina Chitas. Em 1992, é editado na Collection Dominique Buscall o CD “Music du Monde – Portugal: Chants et tambours de Beira Baixa”, em que Catarina Chitas canta em nove faixas.

Em 1994, um CD concebido e realizado por Jacques Erwain, “Voyage Musical Portugal – Le Portugal et les Iles”, inclui duas gravações de Catarina Chitas e um depoimento biográfico feito pela mesma.

Um dos destaques da edição de 2002 do Festival Cantigas de Maio foi a exposição "Coletores de Música Popular Portuguesa" com a orientação de Domingos Morais. Daí resultou a edição do primeiro CD da Associação José Afonso com gravações de Catarina Chitas (Ti Chitas).  

   

 


terça-feira, janeiro 30, 2024

Música adequada à data - porque hoje é dia de ouvir adufe...

Catarina Chitas nasceu há 111 anos

(imagem daqui)

  

Catarina Sargenta, a Ti Chitas para todos os que tiveram o privilégio de com ela privar, nasceu em Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova, a 30 de janeiro de 1913.

 


sexta-feira, outubro 20, 2023

A Covilhã tornou-se cidade há 153 anos...!

  
A Covilhã é uma cidade portuguesa, porta da Serra da Estrela, com cerca de 36.356 habitantes (2011) cujo perímetro urbano é formado por cinco freguesias: Covilhã e Canhoso, Teixoso e Sarzedo, Cantar-Galo e Vila do Carvalho, Boidobra e Tortosendo.
É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores quinhentistas, hoje uma cidade com Universidade pública.
A Covilhã está situada na vertente sudeste da Serra da Estrela e é um dos centros urbanos de maior relevo da região juntamente com Coimbra, Aveiro, Viseu, Figueira da Foz, Guarda e Castelo Branco. O seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude.
O ponto mais alto de Portugal continental, a Torre (1.993 m), pertence às freguesias de Unhais da Serra (Covilhã), São Pedro (Manteigas), Loriga (Seia) e Alvoco da Serra (Seia), sendo, por isso, pertença de três municípios: Covilhã, Manteigas e Seia, mas dista cerca de 20 km do núcleo urbano da Covilhã, sendo a Covilhã, por isso, a cidade portuguesa mais próxima do ponto mais alto de Portugal Continental.
É uma cidade de características próprias desde há séculos, conjugando em simultâneo factos interessantes da realidade portuguesa.
Num estudo elaborado pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.
  
(...)
  
   
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de outubro de 1870 por El-Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do Reino, pela sua população e riqueza".

 


quarta-feira, março 08, 2023

Ti Catarina Chitas morreu há vinte anos...


(imagem daqui)

   

Catarina Chitas, ou Ti Chitas (Penha Garcia, 30.01.1913 - 08.03.2003) como era conhecida, foi uma pastora de Penha Garcia que também cantava e tocava adufe.

As primeiras gravações terão sido feitas por Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira em 1963.  Em 1964, por ocasião do I Congresso Nacional de Turismo, a Fundação Gulbenkian levou a efeito uma exposição sobre Instrumentos Musicais. A Região da Beira Baixa esteve representada pela tocadora de adufe, Catarina Chitas. 

Michel Giacometti gravou em 1970 para a série produzida pela RTP “Povo que canta”, publicado em 1970/1996 - Antologia da Música Regional Portuguesa. Beira Alta. Beira Baixa. Beira Litoral.

Em 1982 por José Alberto Sardinha, em “Recolhas da Tradição Oral Portuguesa – Beira Baixa e Minho”, e em 1997, em “Portugal Raízes Musicais – nº 4 Beira Baixa e Beira Transmontana”. Em 1984 a Banda do Casaco editou o disco "Com Ti Chitas".

A Câmara Municipal de Idanha a Nova editou em 1991 um LP com 17 faixas, inteiramente dedicado a Catarina Chitas. Em 1992, é editado na Collection Dominique Buscall o CD “Music du Monde – Portugal: Chants et tambours de Beira Baixa”, em que Catarina Chitas canta em nove faixas.

Em 1994, um CD concebido e realizado por Jacques Erwain, “Voyage Musical Portugal – Le Portugal et les Iles”, inclui duas gravações de Catarina Chitas e um depoimento biográfico feito pela mesma.

Um dos destaques da edição de 2002 do Festival Cantigas de Maio foi a exposição "Coletores de Música Popular Portuguesa" com a orientação de Domingos Morais. Daí resultou a edição do primeiro CD da Associação José Afonso com gravações de Catarina Chitas (Ti Chitas).  

   

in Wikipédia

 


segunda-feira, janeiro 30, 2023

Catarina Chitas nasceu há cento e dez anos

(imagem daqui)

  

Catarina Sargenta, a Ti Chitas para todos os que tiveram o privilégio de com ela privar, nasceu em Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova, a 30 de janeiro de 1913.

 


quinta-feira, outubro 20, 2022

A Covilhã tornou-se cidade há 152 anos...!

  
A Covilhã é uma cidade portuguesa, porta da Serra da Estrela, com cerca de 36.356 habitantes (2011) cujo perímetro urbano é formado por cinco freguesias: Covilhã e Canhoso, Teixoso e Sarzedo, Cantar-Galo e Vila do Carvalho, Boidobra e Tortosendo.
É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores quinhentistas, hoje uma cidade com Universidade pública.
A Covilhã está situada na vertente sudeste da Serra da Estrela e é um dos centros urbanos de maior relevo da região juntamente com Coimbra, Aveiro, Viseu, Figueira da Foz, Guarda e Castelo Branco. O seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude.
O ponto mais alto de Portugal continental, a Torre (1.993 m), pertence às freguesias de Unhais da Serra (Covilhã), São Pedro (Manteigas), Loriga (Seia) e Alvoco da Serra (Seia), sendo, por isso, pertença de três municípios: Covilhã, Manteigas e Seia, mas dista cerca de 20 km do núcleo urbano da Covilhã, sendo a Covilhã, por isso, a cidade portuguesa mais próxima do ponto mais alto de Portugal Continental.
É uma cidade de características próprias desde há séculos, conjugando em simultâneo factos interessantes da realidade portuguesa.
Num estudo elaborado pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.
  
(...)
  
   
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de outubro de 1870 por El-Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do Reino, pela sua população e riqueza".