Também em 2011 o fado Já não estar, interpretado por Camané no documentário José e Pilar, novamente com letra de Manuela de Freitas e música de José Mário Branco, é pré-selecionado para o Óscar de Melhor canção original, pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.
Em 2013 é editada uma coletânea com alguns temas inéditos: o disco duplo Camané - O Melhor | 1995-2013. Entre os inéditos está o poema de Álvaro de Campos Ai Margarida, com música de Mário Laginha, e o poema de António Gedeão Ai Silvina, Silvininha, com música de Alain Oulman, um inédito absoluto do mítico compositor de Amália Rodrigues. O álbum é motivo para o fadista regressar ao Coliseu dos Recreios num concerto onde tem como convidados Carlos do Carmo, Mário Laginha, Aldina Duarte e a polaca Anna Maria Jopek.
O ano de 2013 termina em mais uma experiência fora do Fado, desta vez com Pedro Abrunhosa, que chama Camané para o seu álbum Contramão. Gravam em dueto o tema Para os Braços da Minha Mãe, sobre a emigração portuguesa.
Em 2014 junta-se a Jorge Palma, à soprano Elisabete Matos e aos Xutos & Pontapés para participar no espetáculo Música em degradé - da ópera ao rock, no Pavilhão Atlântico.
Ainda nesse ano reencontra David Fonseca, com quem faz um concerto no Mercado da Ribeira, a convite da Time Out, no contexto do evento A maior casa de fados do mundo.
Em 2015 regressa aos originais com o disco Infinito Presente, com entrada direta para o primeiro lugar no top de vendas.

