sexta-feira, janeiro 26, 2024

O diamante Cullinan foi descoberto há 119 anos

Os nove maiores fragmentos do Cullinan, depois de dividido
    
O Diamante Cullinan foi descoberto em 26 de janeiro de 1905 por Frederick Wells, gerente da área de mineração, na mina Premier, África do Sul. Foi o maior diamante já encontrado e pesava cerca de 3.106 quilates (aproximadamente 621 gramas). Recebeu esse nome em homenagem a Thomas Cullinan, o dono da mina.
  
    
A pedra foi vendida ao governo do Transvaal, que a deu de presente ao rei Eduardo VII. A lapidação da pedra coube à companhia Asscher, de Amesterdão, que, posteriormente, a dividiu em onze grandes gemas e outros fragmentos.
A maior gema é chamada de Cullinan I ou Grande Estrela da África, que possuí 530.2 quilates (106.04 g), foi o maior diamante lapidado do mundo até 1985 quando foi descoberto o diamante Jubileu Dourado, também na mina Primier. O Cullinan I foi montado num cetro e a segunda maior gema, Cullinan II ou Pequena Estrela da África, com 317.4 quilates (63.48 g), terceiro maior diamante lapidado do mundo, foi colocado na coroa imperial. Ambas as gemas estão expostas na Torre de Londres e fazem parte das joias da coroa britânica.
        
As nove maiores gemas: no topo: Cullinan II, I, e III; em baixo: Cullinan VIII, VI, IV, V, VII e IX
   
 
 
Queen Mary wearing Cullinans I and II as a brooch on her chest, III as a pendant on the Coronation Necklace, and IV in the base of her crown, below the Koh-i-Noor

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