Como vice-presidente do enfermo General
Ahmed Hassan al-Bakr e numa época em que muitos grupos eram considerados capazes de derrubar o governo, Saddam criou forças de segurança através do qual controlou rigidamente o conflito entre o governo e as forças armadas. No início dos anos 70, Saddam nacionalizou o
petróleo e outras indústrias. Os bancos estatais foram postos sob o seu controle, deixando o sistema eventualmente insolvente, principalmente devido à
Guerra Irão-Iraque, à
Guerra do Golfo e às
sanções da ONU.
Até ao fim da
década de 70 Saddam cimentou a sua autoridade sobre o aparelho de estado com os lucros obtidos do petróleo, que ajudou a economia do Iraque a crescer a um ritmo rápido.
As posições de poder no país foram preenchidas pelos
sunitas, uma minoria com apenas um quinto da população.
Saddam suprimiu vários ameaças, especialmente de movimentos
xiitas e
curdos que pretendiam derrubar o governo ou ganhar a independência, respectivamente. Saddam manteve o poder durante a Guerra Irão-Iraque de 1980 a 1988. Em 1990, ele
invadiu e saqueou o
Kuwait. Uma coligação internacional interveio, para libertar o Kuwait na Guerra do Golfo de 1991, mas não pôs fim a ditadura de Saddam. Enquanto alguns o veneravam pela sua postura agressiva contra
Israel, incluindo o ataque com mísseis em alvos israelitas, foi amplamente condenado pela brutalidade de sua ditadura.
Em março de 2003, uma coligação de países liderada pelos
Estados Unidos e pelo
Reino Unido invadiu o Iraque para depor Saddam, depois do
presidente dos Estados Unidos,
George W. Bush ter acusado o líder iraquiano de
possuir armas de destruição em massa e de
ter ligações com a Al-Qaeda. O Partido Baath de Saddam foi dissolvido e a nação fez uma aparente transição para um sistema democrático. Após a sua captura, em 13 de dezembro de 2003, na
Operação Red Dawn, o
julgamento de Saddam ocorreu sob o mandato do novo governo interino iraquiano. Em 5 de novembro de 2006, ele foi condenado, por acusações relacionadas ao assassinato de 148 xiitas iraquianos em 1982, à morte por
enforcamento. A
execução de Saddam Hussein foi efetuada a 30 de dezembro de 2006.
Em
30 de dezembro
de 2006, foi levado do cárcere para ser executado. O governo iraquiano
lançou um vídeo oficial da sua execução, mostrando-o a ser levado para
a
forca,
e terminando depois que a sua cabeça já estava no laço do carrasco. Saddam
foi executado na presença de um clérigo, um médico e um juiz, além de um
grande número de testemunhas, todos de origem iraquiana.
Num vídeo filmado com um telemóvel, no momento da execução, ouve-se o
ex-líder iraquiano enfrentando dialeticamente os seus carrascos.
Saddam Hussein recusou que cobrissem a sua cabeça com um capuz antes
do enforcamento e disse a frase da profissão de lei islâmica:
"Não há outro Deus senão Alá e Maomé é seu profeta".
Várias controvérsias internacionais públicas surgiram quando uma gravação não autorizada de
telemóvel do enforcamento mostrou-o caindo pelo alçapão do
patíbulo.
A alegada atmosfera pouco profissional e indigna da execução provocou
críticas em todo o mundo, tanto de nações que se opõem como as que apoiam
a
pena capital. Em
31 de dezembro de 2006, o corpo de Saddam Hussein foi devolvido ao seu local de nascimento de
Al-Awja, perto de Tikrit, e foi sepultado perto do túmulo dos outros membros da família. O corpo de Saddam nunca foi mostrado.
1 comentário:
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