
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.

Postado por Fernando Martins às 09:08 0 comentários
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Novo alerta é excecional; porque as manchas solares que apareceram este fim de semana são “excecionalmente grandes”.
É provável que haja uma forte tempestade solar num dos próximos dias: “As manchas solares que apareceram no Sol este fim de semana são excecionalmente grandes”.
O aviso é do cientista Florian Günzkofer, do Centro Aeroespacial Alemão, no portal Handelsblatt.
Numa tempestade solar, pode ocorrer uma ejeção de massa coronal, com nuvens gigantes de plasma lançadas para o espaço a milhões de km/h.
Uma ejeção de massa coronal pode atingir a Terra – e interferir no funcionamento de satélites, sistemas de comunicação ou redes elétricas.
Ou seja, uma tempestade solar pode danificar infraestruturas críticas em todo o mundo.
E há prejuízos de biliões de euros. Segundo a companhia de seguros Lloyd’s, uma tempestade solar pode originar, na economia global, um prejuízo de pouco mais de 2 biliões de euros ao longo dos cinco anos seguintes.
A curto prazo, poderia haver uma perda de 15 mil milhões de euros.
Alerta de outro nível
A tempestade solar mais recente foi registada no dia 12 de Novembro. No ano passado, houve uma que causou prejuízos de 85 milhões de euros.
Mas desta vez o alerta é de outro nível, precisamente por causa do tamanho das já mencionadas manchas solares – há uma correlação entre o tamanho destas manchas e a intensidade da tempestade.
Aliás, a última vez que se observaram manchas deste tamanho foi no famoso Evento Carrington, em 1859.
Esse Evento Carrington foi a mais poderosa tempestade geomagnética alguma vez registada na Terra. As auroras foram visíveis em todo o mundo e as redes telegráficas falharam na Europa e na América do Norte; em algumas zonas, as correntes induzidas provocaram incêndios.
“Um acontecimento da dimensão do que ocorreu em Carrington seria verdadeiramente excecional. Se algo assim acontecesse, teríamos de esperar danos graves”, avisa Florian Günzkofer, do Centro Aeroespacial Alemão.
Redes de energia, sistemas de satélite, apagões, falhas na navegação, na comunicação e nos sistemas financeiros – e, por consequência, nas empresas, nos governos, no dia-a-dia das pessoas de todo o mundo.
Mas ainda não é possível avaliar com precisão a probabilidade de uma tempestade solar severa. “Como as manchas solares atualmente visíveis ainda não entraram em erupção, não podemos prever se algo vai acontecer e, a acontecer, qual será a gravidade dos efeitos”.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 15:38 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 09:07 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 09:50 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 09:40 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 09:30 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 09:00 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 22:15 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 23:45 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
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