sábado, outubro 10, 2026

Yul Brynner morreu há quarenta e um anos...

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Brynner era filho do inventor e cônsul suíço na Rússia, Boris Brynner, e de Marussia Blagowidowa.
Depois que o seu pai deixou a família, na década de 30, passou a infância entre Pequim e Paris, chegando a estudar Filosofia na Sorbonne. Em 1941, chegou aos Estados Unidos para estudar teatro. Oito anos depois estreou no cinema com o filme Port of New York.
Raspou a cabeça em 1951, quando foi convidado a representar um papel de Rei de Sião, no musical da Broadway, O Rei e Eu, peça que representou durante trinta anos. Anos depois ganhou o Óscar de melhor ator pela sua atuação no filme O Rei e Eu, baseado no mesmo espetáculo. Nos anos 70 ele retomaria o personagem numa série de televisão.
Foi a estrela de várias produções de sucesso, entre as quais podem ser citadas: Os Dez Mandamentos, Sete Homens e um Destino, Anastácia, a Princesa Esquecida, Os Irmãos Karamazov, Taras Bulba e O Farol do Fim do Mundo.
Casou quatro vezes e teve quatro filhos. Faleceu, vítima de cancro no pulmão, no mesmo dia em que faleceu o ator e realizador Orson Welles. 
  
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