Ainda criança, mudou-se com a família para a capital do país. Depois da morte da sua mãe, Agustín e seus irmãos viveram em um
hospício administrado pela sua irmã mais velha, chamado
Refúgio Aguirre del Pino, onde teve seu primeiro contato com a
música.
Sua primeira
turnê em
Cuba não obteve sucesso, devido a agitações políticas naquela ilha. Depois, viajou pela
América do Sul, sempre compondo — “Solamente una vez” (feita em
Buenos Aires e dedicada a José Mujica), “Veracruz”, “Tropicana” e “Pecadora” torná-lo-iam ainda mais famoso.
Lara também foi conhecido por suas conquistas amorosas, entre elas Maria Félix, sua futura esposa e a quem dedicou algumas canções, como “Maria Bonita”, “Aquel Amor” e “Noche de Ronda”.
No início da
década de 1940, Agustín tornou-se famoso na
Espanha. Em
1965, o
ditador Francisco Franco deu-lhe uma linda casa em
Granada, por causa das composições sobre cidades espanholas, como “Toledo”, “Granada”, “Seville” e “Madrid”. Agustín recebeu ainda várias outras honras e condecorações por todo o mundo.
Em
1968 a
saúde de Agustín começou a deteriorar-se rapidamente; um
acidente, no qual fraturou a
pélvis, contribuiu para agravar ainda mais o seu estado. Morreu em 1970 e foi enterrado na Rotonda de los Hombres Ilustres do Panteón de Dolores, na cidade do México.
Muitos
cantores, de várias nacionalidades, gravaram composições de Agustín Lara. A lista abaixo é incompleta: