Desde pequeno era muito piedoso e desejou tornar-se monge, a sua família porém enviou-o para a corte do imperador Carlos V. Ali se destacaria acompanhando o imperador em suas campanhas e casando-se com uma nobre portuguesa: Eleonor de Castro Melo e Menezes, com a qual teve oito filhos: Carlos, Isabel, João, Álvaro, Fernando, Afonso, Joana e Doroteia.
terça-feira, outubro 28, 2025
São Francisco de Borja, quarto Duque de Gândia, nasceu há 515 anos
São Francisco de Borja por Alonso Cano, Museu de Belas Artes de Sevilha
Francisco de Borja e Aragão (São Francisco de Borja) (Gandia, Valência, Espanha, 28 de outubro de 1510 – Roma, 1 de outubro de 1572) foi Duque de Gândia, bisneto do Papa Alexandre VI e bisneto do rei Fernando II de Aragão, e fez-se jesuíta logo após enviuvar. Francisco de Borja foi canonizado em 1671. Seu onomástico é celebrado em 3 de outubro. Exerceu o cargo de Vice-rei da Catalunha.
Desde pequeno era muito piedoso e desejou tornar-se monge, a sua família porém enviou-o para a corte do imperador Carlos V. Ali se destacaria acompanhando o imperador em suas campanhas e casando-se com uma nobre portuguesa: Eleonor de Castro Melo e Menezes, com a qual teve oito filhos: Carlos, Isabel, João, Álvaro, Fernando, Afonso, Joana e Doroteia.
Nobre e considerado "grande de Espanha", em 1539 escoltou o corpo da imperatriz Isabel de Portugal ao seu túmulo em Granada.
Diz-se que, quando viu o efeito da morte sobre o corpo daquela que
tinha sido uma bela imperatriz, decidiu "nunca mais servir a um senhor
que me possa morrer". Ainda jovem foi nomeado vice-rei da Catalunha,
província que administrou com grande eficiência. Quando seu pai
morreu, recebeu por herança o título de Duque de Gandía,
retirando-se então para a sua terra natal e aí levaria, com a sua
família, uma vida
entregada puramente à religião.
Em 1546 a sua esposa Eleanor morreu e Francisco decidiu entrar na recentemente fundada Companhia de Jesus.
Ajustou as contas com os seus assuntos mundanos, renunciou aos seus
títulos em favor de seu primogénito, Carlos e, imediatamente, foi-lhe
oferecido o título de cardeal. Recusou, preferindo a vida de um
pregador itinerante. Seus amigos conseguiram convencê-lo a aceitar o
título para aquilo que a natureza e as circunstâncias o haviam
predestinado: em 1554, converteu-se no Comissário Geral dos Jesuítas na
Espanha, e em 1565, em Superior Geral de toda a Ordem.
Postado por Fernando Martins às 04:15
Marcadores: Duque de Gândia, Igreja Católica, jesuítas, São Francisco de Borja
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