- Trabalho de alunos de Geologia Ambiental da Universidade do Algarve
- Site do Casal do Vulcão (Turismo Rural no Capelo)
- Peter Café Sport
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Postado por Fernando Martins às 01:38 0 comentários
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
Postado por Fernando Martins às 16:20 0 comentários
Resumo
The Research Project of the Heidelberg Academy of sciences has a mayor focus on the study of climate variability during the Holocene. Our favoured archives are stalagmites because they can be dated very precisely applying the Th/U-Method. Growth rates of stalagmites range between 10 and 100µm/year. The stable isotope composition of the carbonate depending on precipitation and temperature and can be determined with a very high resolution down to few 100 µm, corresponding to less than a decade. I will show our recent results on stalagmites from Central and Northern Europe. From these data we infer that during the last 10,000 years there have been wetter and drier periods than the present day, that significantly influenced earlier cultures.
Postado por Fernando Martins às 16:10 0 comentários
Postado por Fernando Martins às 16:03 0 comentários
Postado por Fernando Martins às 15:43 0 comentários
PROGRAMA
Dia 2 – 14:30 – Seminário sobre Geoturismo no Faial (Sociedade Amor da Pátria)
Dia 3 – 10:00 – Safari Geológico no Faial
Dia 4 – 10:00 – Safari Geológico no Pico
Dia 5 – Participação na IV Bienal do Turismo Rural Atlântico em São Jorge(organização da Direcção Regional do Turismo)
Dia 6 – 10:00 – Safari Geológico em São Jorge
Postado por Fernando Martins às 15:17 0 comentários
Sugestão - consultar:Postado por Fernando Martins às 23:59 0 comentários

Postado por Fernando Martins às 13:36 0 comentários

Postado por Fernando Martins às 23:11 0 comentários
Não existem “situações de risco”, garante Maria de Lurdes Rodrigues
Ministra da Educação diz que falar de amianto nas escolas é “alarmismo desajustado”
21.09.2007 - 20h51 Lusa, PUBLICO.PT
Postado por Fernando Martins às 11:32 0 comentários
Postado por Fernando Martins às 22:43 0 comentários
Perante as acusações da DECO relativamente à falta de conforto da maior parte das escolas que analisaram - uma evidência que muitos de nós conhecemos - o ME poderia fingir que não era nada consigo, porque as escolas foram feitas há muito tempo e nem sempre nas melhores condições (não era uma boa reacção, mas enfim…) ou poderia prometer estudar o que se passa e tomar as medidas que se viessem a concluir ser necessárias (a resposta expectável num país normal, mesmo naqueles onde depois as promessas são esquecidas).
Agora sair-se com um comunicado destes, acusando a DECO de «pretensos estudos» e amesquinhando as suas conclusões sem demonstrar qualquer tipo de dados contraditórios é algo perfeitamente inaceitável e só compreensível num tempo político de arrogância, polvilhado de pequenos figurantes que se sentem imunes a qualquer forma de escrutínio público.
Assim como é lamentável que a Ministra, acerca do amianto, declare de forma impávida que só é removido quando se fazem intervenções «de fundo» nas escolas. Ora sabendo nós que essas intervenções são muito raras, percebe-se que o amianto vai ficar por variadíssimas escolas muitos e bons anos.
Imagem de Antero - Blog Anterozóide
Ora cá temos as grelhas de avaliação dos docentes propostas pela tutela, que isto da autonomia das escolas e da diferenciação das estratégias de avaliação conforme os contextos são coisas muito divertidas para se proclamarem, mas não para colocar em prática. Portanto, vamos lá em defesa da diferenciação, uniformizar isto tudo e em nome da autonomia, explicar por onde é que ela passa (mais exactamente por 1 parâmetro em cada categoria).
Outra coisa interessante é que, afinal, o modelo dos relatórios críticos de desempenho que não permitiam uma verdadeira avaliação do mérito dos docentes é retomado na generalidade dos parâmetros.
Mas o que mais me deixa curioso é saber como, vamos imaginar num Departamento Curricular com 15 ou 20 docentes e 1 ou 2 professores titulares, será possível fazer estas avaliações (ver aqui ficha para os 2º e 3º CEB e ES, e aqui para o 1º CEB, graças à indicação da Maria Lisboa), muito em especial quanto a alguns itens do grupo B e a quase todos do C.
Eu nem vou discutir a relevância ou oportunidade de alguns dos critérios, neste momento só me “divirto” ao pensar no aparato burocrático que isto vai significar para o funcionamento das escolas e principalmente para os responsáveis pela avaliação dos restantes docentes - algo que neste momento até me conforta pelo facto da DRELVT me ter bloqueado o acesso a titular - que ficarão submersos num trabalho quase inconsequente para a qualidade de ensino nas escolas.
E já agora, especialmente para esse(a)s colegas, atentem no grupo E dos parâmetros e vejam lá se não se assustam com o que está implícito em termos de consequências práticas, do tipo teoria dos efeitos perversos.
Postado por Fernando Martins às 19:19 2 comentários
O que me deixa algo confuso é que os mesmos protagonistas que defendem esse modelo de avaliação dos alunos, depois não o transpõem minimamente para o modelo de avaliação que propõem para os docentes.
Como as discussões em tono do ECD faziam prever, os docentes passarão a ser avaliados não pela forma como desenvolvem a sua actividade, mas sim pelos resultados obtidos por outrem. Se é para levar isto a sério, obviamente.
Claro que se for para nós levarmos isto da forma como o Ministério pretende, e se o artigo 9º do diploma em discussão actualmente se mantiver como está, o que se passa é um convite encapotado da tutela aos docentes para inflacionarem a avaliação dos seus alunos como forma de defenderem a sua própria avaliação e progressão na carreira.
Pior: todo o discurso da avaliação como ferramenta formativa destinada a aperfeiçoar o desempenho do avaliado é para esquecer porque o que se pretende é que os docentes consigam elevar as estatísticas do sucesso escolar e reduzir as do abandono, caso contrário os penalizados são eles próprios.
Se é verdade que não recuso liminarmente que a avaliação de um professor também pode passar pelo desempenho/resultados dos seus alunos, não acho que esse modelo possa ser sério sem que entrem em consideração factores de ponderação óbvios como o perfil da população escolar envolvida na avaliação, tanto em termos de escola como de turma.
Porque de outro modo corremos o risco de a avaliação dos alunos ser atraiçoada pelos mecanismos de avaliação dos seus professores.
E esta não é uma consequência que se possa assacar, em boa consciência, apenas a questões de ética ou honestidade dos docentes. Porque o que está em jogo é uma chantagem da tutela sobre os docentes: ou elevam o sucesso escolar ou são vocês que pagam por isso.
O equivalente a este tipo de atitude na avaliação dos alunos seria uma espécie de regresso ao velho método das palmatoadas que as minhas professoras primárias reservavam a quem se portava mal ou que desse muitos erros nos ditados: ou acertas e fazes o que eu quero ou levas. Sendo que antigamente ainda estava em nós a possibilidade de melhorarmos o nosso desempenho.
No caso desta avaliação dos docentes, são eles que devem conseguir a melhoria do desempenho de outrem. Se derem excelentes aulas, mas os alunos não aderirem por uma qualquer razão (por vezes nem razão existe que não o mero desafio ou uma manifestação de força), isso não interessa nada. Porque será sempre o professor o principal culpabilizado.
Isto não é um modelo sério de avaliação porque é uma forma de chantagem que convida abertamente ao falseamento da avaliação dos alunos. Depois basta uns exames como o de Língua Portuguesa do 9º ano feito no passado ano lectivo e já podemos apresentar níveis de sucesso à europeia.
Não interessa se existem aprendizagens efectivas ou consolidada: desde que existam resultados e números palpáveis para mandar para a OCDE e para o Eurostat todos ficamos felizes: os alunos passam, os professores não são avaliados negativamente e o Estado português terá resultados para apresentar e para proclamar a justeza das suas reformas.
Claro que contra isso os docentes vão acabar, mais ou tarde ou mais cedo, por exercer globalmente o seu direito à resistência cívica, como pessoas e profissionais conscientes que são. Mas isso poderá vir a ter custos graves. Muito graves.
Porque há gente que não suporta o contraditório. E muito menos que lhes “desobedeçam”.
Mas também há quem não goste que lhe digam que o carreiro é estreito e só aquele, quando se sabe que no fim está o abismo.
in Blog A Educação do meu Umbigo - aqui
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
Eis o Editorial do DN de 11 de Setembro:
http://i30.photobucket.com/albums/c347/PauloG/Editorial.jpg
Postado por Fernando Martins às 00:34 0 comentários

Postado por Fernando Martins às 18:19 0 comentários
Faltam 6 dias...
NOTA: hora dos Açores (na Madeira e Portugal continental acrescentar uma hora).Postado por Fernando Martins às 16:03 0 comentários
Postado por Fernando Martins às 14:08 0 comentários
Postado por Fernando Martins às 01:15 0 comentários
Algumas das grandes descobertas científicas fazem parte do nosso imaginário. Do eureka de Arquimedes, ao pêndulo de Foucault e aos cavalos na praça de Magdeburg, tentando separar à força dois hemisférios apenas unidos pelo vácuo, muitas são as situações em que a imagem da descoberta científica se sobrepõe à própria experiência.
O Centro Ciência Viva de Estremoz, em colaboração com a Universidade de Évora e a Câmara Municipal de Estremoz, propõem o reviver de alguns destes acontecimentos ao mesmo tempo que se dá ao participante a oportunidade de, pela experimentação, perceber o significado dessas descobertas científicas.
Ciência na Rua é um projecto de divulgação científica que, cruzando a Ciência com a Arte, dá vida a alguns dos momentos mais significativos da longa evolução científica e tecnológica que tem marcado o percurso do Homem na Terra.
Durante 2 noites, o centro histórico da cidade fecha-se ao trânsito para se abrir à Ciência. Em 7 locais a dança, o teatro, o circo ou a música, juntam-se para festejar a Ciência. Mais de 150 artistas em simultâneo, a que se juntam 30 cientistas e dezenas de experiências permitem ao participante uma clara percepção de alguns dos momentos cruciais sobre os quais se alicerça a nossa Sociedade.
Para 2007 as recriações científicas escolhidas são:
Material de apoio para download:
Apareçam…
Postado por Fernando Martins às 00:12 0 comentários
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