Amundsen nasceu numa família de proprietários de navio e capitães. Inspirado na leitura das aventuras do explorador inglês
John Franklin (1786-1847), que provou a existência da
Passagem Noroeste
ele se decidiu por uma vida de exploração no desconhecido. Com 16 anos
Amundsen estudava as regiões polares, tendo como referência a travessia
da
Gronelândia por
Fridtjof Nansen.
Roald Amundsen morreu em 18 de junho de 1928, num acidente com o seu
hidroavião Latham 47, no
Oceano Ártico. O voo tinha o objetivo de procurar pelo explorador e aviador italiano
Umberto Nobile, cujo
dirigível Italia retornava do
Polo Norte e caiu a nordeste do
arquipélago Svalbard.
Cinco países enviaram navios e aviões para os trabalhos de resgate dos
sobreviventes do dirigível, que aguardavam socorro numa massa de gelo
flutuante. Os tripulantes sobreviventes foram resgatados pelo
navio quebra-gelo russo Krassin
em 12 de julho, dezanove dias após a retirada de Umberto Nobile do
local por um avião da Suécia. A busca por Amundsen e pelos seis
desaparecidos do
Italia continuou por todo o verão de 192, e nela participou
Louise Boyd,
exploradora e aviadora norte-americana. O hidroavião de Amundsen nunca
foi encontrado. O corpo de Roald Amundsen permanece no Ártico. A
Marinha Real da Noruega organizou expedições nos anos de 2004 e 2009 com o objetivo de localizar os restos do hidroavião.
Existe controvérsia quanto à conquista do Polo Norte por
Frederick Cook e depois
Robert Peary. Pesquisas e estudos recentes apontam Roald Amundsen e o seu companheiro de explorações,
Oscar Wisting, como os primeiros a alcançar os dois polos da terra.
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