segunda-feira, maio 18, 2026
Hoje é dia de recordar Perry Como...
Postado por Pedro Luna às 11:40 0 comentários
Marcadores: actor, Big Band, cinema, country, For the good times, jazz, música, música latina, Perry Como, pop, Rock and Roll, swing
Perry Como nasceu há 114 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:14 0 comentários
Marcadores: actor, And I Love You So, Big Band, cinema, country, jazz, música, música latina, Perry Como, pop, Rock and Roll, swing
quinta-feira, maio 14, 2026
Saudades de Bobby Darin...
Postado por Pedro Luna às 09:00 0 comentários
Marcadores: Beyond the Sea, Big Band, Bobby Darin, folk, música, pop, Rock and Roll
Bobby Darin nasceu há noventa anos...
Viveu uma existência dramática, vindo do nada até atingir o estrelato. Bobby Darin, desde o seu nascimento, enfrentou diversas dificuldades, a começar quando, ainda na sua infância, um médico, após examiná-lo, constatou que sofria de problemas cardíacos e estimou-lhe pouco tempo de vida, devido à gravidade da sua enfermidade. Por isso decidiu viver a sua vida de maneira muito intensa. Viveu como se todo dia fosse o último.
Bobby é um exemplo de superação de sensibilidade, que encontra nas suas lembranças de infância, que nunca esqueceu, para enfrentar a vida com alegria e acima de tudo muito talento.
Entretanto, Bobby foi um conquistador, um vencedor nato, apra começar venceu uma infância extremamente difícil, porque além de ficar em casa por causa da doença, sem poder brincar como as outras crianças, não conheceu o pai, pois este abandonou a sua mãe.
Bobby cresceu num bairro pobre, e mesmo contra as recomendações do médico e da sua mãe de não fazer muitos esforços, tornou-se mais tarde umas das maiores estrelas da América.
Os seus maiores sucessos foram as canções "Dream Lover" e "Splish Splash".
A sua carreira começou graças a sua 'mãe', Holly que, ao descobrir que o filho talvez não chegasse aos 15 anos, o incentivou a aprender a tocar vários instrumentos.
Quando foi à Itália gravar "Quando Setembro Vier" conheceu no set aquela que seria a sua esposa, a também atriz Sandra Dee. Fez de tudo para conquistá-la e acabou conseguindo, mas a mãe da atriz nunca aceitou o romance deles e tentou separá-los, mas não conseguiu.
Bobby Darin casou-se com Sandra Dee em 1960, no dia seguinte ao fim das gravações. Embora a amasse de verdade, Bobby começa a brilhar mais do que a sua companheira no cinema, concorre ao Óscar, e seu brilho apaga o da sua mulher. Este talvez tenha sido o seu maior problema no relacionamento. A estrela de Darin ofuscava a da sua esposa. Em 1961, nasce o seu único filho, Dodd Mitchell Darin, e ele divorcia-se em 1967.
Lutando muito, dia após dia, percorreu um caminho que o levou dos duvidosos clubes noturnos até ao seu destino de sonho, o Copacabana, onde levou multidões ao delírio com as suas interpretações. Ele era o máximo, tanto quando cantava, quanto quando escrevia as canções ou quando tocava, apesar da doença que o perseguia desde a sua infância.
Isolado e confuso, foi obrigado a confiar nos seus amigos, na família e no seu extraordinário talento para acalmar os seus demónios e aceitar quem era e o que a sua vida significou.
Foi indicado para um Óscar e ganhou um Grammy.
Por causa de Sandra (Sandy como costumava chamar), Bobby interrompeu a sua carreira para se dedicar mais à sua vida particular, e isso fez com que a sua fama fosse por água abaixo.
Em tempos de guerra, tentando uma volta por cima, Bobby começa a apoiar o presidente John Kennedy e escreve músicas sobre a Guerra do Vietname. O seu regresso ao palco aconteceu antes da sua morte. Só aí apresenta a sua verdadeira mãe, Nina, pois só naquela época descobre que a sua suposta irmã mais velha era, na verdade, a sua mãe, que o teve ainda jovem e não pode assumi-lo devido ao facto de ser mãe solteira e não saber quem era o pai de Darin, isso com certeza foi uma das maiores deceções da sua vida. Para não ser chamado de bastardo na época, a sua mãe deu-o à sua avó, Holly, que era considerada por ele a sua verdadeira mãe.
Darin faleceu no dia 20 de dezembro de 1973, após uma cirurgia no coração. Existe um filme contando a sua história, chama-se "Uma vida sem Limites".
A música tema do filme Procurando Nemo é uma de suas obras, o seu nome é Beyond the Sea, interpretada por Robbie Williams.
Em 2007, a versão de Beyond The Sea, na voz de Bobby Darin, foi incluída na banda sonora do jogo BioShock, da empresa Irrational Games.
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
Marcadores: Big Band, Bobby Darin, Dream Lover, folk, música, pop, Rock and Roll
terça-feira, maio 12, 2026
Killing Me Softly With Her Song...
Postado por Pedro Luna às 02:50 0 comentários
Marcadores: actor, Big Band, cinema, country, jazz, Killing Me Softly With Her Song, música, música latina, Perry Como, pop, Rock and Roll, swing
Perry Como morreu há 25 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:25 0 comentários
Marcadores: actor, And I Love You So, Big Band, cinema, country, jazz, música, música latina, Perry Como, pop, Rock and Roll, swing
quarta-feira, abril 29, 2026
Hoje é dia de ouvir jazz...
Postado por Pedro Luna às 12:07 0 comentários
Marcadores: Big Band, Duke Ellington, In a sentimental mood, jazz, John Coltrane, música, orchestral jazz, piano, swing, USA
Duke Ellington nasceu há 127 anos...
Edward Kennedy "Duke" Ellington (Washington, D.C., 29 de abril de 1899 - Nova Iorque, 24 de maio de 1974) foi um compositor de jazz, pianista e líder de orquestra norte-americano eternizado com a alcunha de "The Duke" e distinguido com a Presidential Medal of Freedom (condecoração americana) em 1969 e com a Legião de Honra (condecoração francesa) em 1973, sendo ambas as distinções as mais elevadas que um civil pode receber. Foi ainda o primeiro músico de jazz a entrar para a Academia Real de Música de Estocolmo, e foi doutor honoris causa nalgumas das mais importantes universidades do mundo.
Postado por Fernando Martins às 01:27 0 comentários
Marcadores: Big Band, Duke Ellington, jazz, música, orchestral jazz, piano, Satin Doll, swing, USA
domingo, abril 26, 2026
Count Basie morreu há 42 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
Marcadores: Big Band, Count Basie, jazz, música, One O'Clock Jump, Piano blues, swing
segunda-feira, abril 20, 2026
Lionel Hampton nasceu há 118 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:18 0 comentários
Marcadores: Big Band, Hamp's Salty Blues, jazz, Lionel Hampton, Lionel Hampton Quartet, mainstream jazz, música, percursão, swing, vibrafone
quinta-feira, abril 02, 2026
Buddy Rich morreu há 39 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
Marcadores: bateria, Big Band, Buddy Rich, Caravan, jazz
sábado, março 07, 2026
Hoje é dia de recordar Frankie Carle...
Postado por Pedro Luna às 02:50 0 comentários
Marcadores: Big Band, easy listening, Frankie Carle, música, One More Tomorrow, piano, pop standard
Frankie Carle morreu há vinte e cinco anos...
Como compositor, teve várias composições instrumentais como "Falling Leaves", "Roses in the Rain", "Lover's Lullaby", "Carle Boogie", "Sunrise Boogie", "Sunrise in Napoli", "Georgianna", "Blue Fantasy", "I Didn't Know", "The Golden Touch" e "The Apple Valley Waltz".
Foi um líder popular da banda nas décadas de 40 e 50. Trabalhou para diferentes bandas de dança. Carle deixou a orquestra de Heidt em 1944, formando o seu próprio grupo. A sua filha, Marjorie Hughes, era a vocalista. Carle tem vários hits nos anos 40 e início dos anos 50, incluindo a sua canção de autoria, "Sunrise Serenade" e "Oh! What It Seemed To Be!". Depois que a sua banda se dissolveu, em 1955, Frankie Carle seguiu uma carreira a solo, como pianista. Em 1989, ele foi introduzido no Big Band and Jazz Hall of Fame. Além disso, teve direito a uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em 1951.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:25 0 comentários
Marcadores: Big Band, easy listening, Frankie Carle, Hindustan, música, piano, pop standard
domingo, março 01, 2026
In The Mood ...
Postado por Pedro Luna às 12:20 0 comentários
Marcadores: bandleader, Big Band, cinema, Glenn Miller, Glenn Miller Orchestra, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, In The Mood, jazz, swing, trombone
Glenn Miller nasceu há cento e vinte e dois anos...

in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:22 0 comentários
Marcadores: bandleader, Big Band, cinema, Glenn Miller, Glenn Miller Orchestra, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, jazz, Moonlight Serenade, swing, trombone
sexta-feira, fevereiro 27, 2026
Bobby Rosengarden morreu há dezanove anos...
(imagem daqui)
Rosengarden começou a tocar bateria quando tinha 12 anos, e mais tarde estudou na University of Michigan. Depois de tocar bateria em bandas do exército durante a Segunda Guerra Mundial, mudou-se para Nova York, trabalhando em vários grupos entre 1945 e 1948 antes de se tornar num ocupado músico de estúdio. Tocou na NBC-TV (1949-1968) e na ABC (1969-1974) nos programas "The Steve Allen Show", "The Ernie Kovacs Show", "Sing Along With Mitch", "Tonight Show Band" de Johnny Carson, e dirigiu a banda para o "The Dick Cavett Show".
Ao longo dos anos, Rosengarden tornou-se um importante músico de estúdio, gravando com Duke Ellington, Billie Holliday, Skitch Henderson, Quincy Jones, Gil Evans/Miles Davis, Gerry Mulligan, Benny Goodman, Dick Hyman, Arlo Guthrie, Carmen McRae, Ben E. King, Harry Belafonte, Barbra Streisand, Jimi Hendrix e Tony Bennett, entre outros importantes artistas.
Nos últimos anos, Rosengarden foi ouvido na maior parte das vezes como baterista com uma variedade de all-star, grupos com orientação para o estilo swing.
Rosengarden morreu aos 82 anos de idade, devido a insuficiência renal, em Sarasota, Flórida.
Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
Marcadores: Big Band, Bobby Rosengarden, jazz, música, percussão, swing
sábado, dezembro 20, 2025
Bobby Darin morreu há cinquenta e dois anos...
Viveu uma existência dramática, vindo do nada até atingir o estrelato. Bobby Darin, desde seu nascimento, enfrentou diversas dificuldades, a começar quando, ainda em sua infância, o médico após examiná-lo, constatou que ele sofria de problemas cardíacos e lhe estimou pouco tempo de vida, devido a tamanha gravidade da sua enfermidade. Por isso decidiu viver a sua vida de maneira muito intensa. Viveu como se todo dia fosse o último.
Bobby é um exemplo de superação de sensibilidade, que encontra forças nas suas lembranças de infância, que ele nunca esqueceu, para enfrentar a vida com alegria e acima de tudo muito talento.
Entretanto, Bobby foi um conquistador, um vencedor nato, para começar venceu uma infância extremamente difícil, porque além de ficar recluso por causa da doença, sem poder brincar como as outras crianças, não conheceu o pai, pois este abandonou a sua mãe.
Bobby cresceu num bairro pobre, e mesmo contra as recomendações do médico e da sua mãe de não fazer muitos esforços, tornou-se mais tarde umas das maiores estrelas da América.
Os seus maiores sucessos foram as canções "Dream Lover" e "Splish Splash".
A sua carreira começou graças à sua 'mãe', Holly, que ao descobrir que o filho talvez não chegasse aos 15 anos, o incentivou a aprender a tocar vários instrumentos.
Quando foi à Itália gravar "Quando Setembro Vier" conheceu no set aquela que seria a sua esposa, a também atriz Sandra Dee. Fez de tudo para conquistá-la e acabou conseguindo, mas a mãe da atriz nunca aceitou o romance deles e tentou separá-los, mas não deu certo.
Bobby Darin casou-se com Sandra Dee em 1960, no dia seguinte ao fim das gravações. Embora a amasse de verdade, Bobby começa a brilhar mais do que sua companheira no cinema, concorre ao Óscar e seu brilho apaga o da sua mulher. Este talvez tenha sido o seu maior problema no relacionamento. A estrela de Darin ofuscava a da sua esposa. Em 1961, nasce o seu único filho, Dodd Mitchell Darin, e ele divorcia-se em 1967.
Lutando muito, dia após dia, percorreu um caminho que o levou dos duvidosos clubes noturnos até ao seu destino de sonho, o Copacabana, onde levou multidões ao delírio com as suas interpretações. Ele era o máximo, tanto quando cantava, quanto quando escrevia as canções ou quando tocava, apesar da doença que o perseguia desde a sua infância.
Isolado e confuso, foi obrigado a confiar nos seus amigos, na família e no seu extraordinário talento para acalmar os seus demónios e aceitar quem era e o que a sua vida significou.
Foi indicado a um Óscar e ganhou um Grammy.
Por causa de Sandra (Sandy como costumava chamar), Bobby interrompeu a sua carreira para se dedicar mais a sua vida particular, e isso fez com que a sua fama fosse por água abaixo.
Em tempos de guerra, tentando uma volta por cima, Bobby começa a apoiar o presidente John Kennedy e escreve músicas sobre a Guerra do Vietname. A sua esplendorosa volta ao palco aconteceu antes de sua morte. Só aí apresenta a sua verdadeira mãe, Nina, pois só naquela época descobre que a sua suposta irmã mais velha era, na verdade, a sua mãe, que o teve ainda jovem e não pode assumi-lo devido ao facto de ser mãe solteira e não saber quem era o pai de Darin, isso com certeza foi uma das maiores deceções da sua vida. Para não ser chamado de bastardo na época, a sua mãe deu-o para a sua avó, Holly, que era considerada por ele a sua verdadeira mãe.
Darin faleceu no dia 20 de dezembro de 1973, após uma cirurgia no coração. Existe um filme contando a sua história, chama-se "Uma vida sem Limites".
A música tema do filme Procurando Nemo é uma de suas obras, seu nome é Beyond the Sea, interpretada por Robbie Williams.
Em 2007, a versão de Beyond The Sea, na voz de Bobby Darin, foi incluída na banda sonora do jogo BioShock, da empresa Irrational Games.
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: Beyond the Sea, Big Band, Bobby Darin, folk, música, pop, Rock and Roll
segunda-feira, dezembro 15, 2025
Glenn Miller morreu há oitenta e um anos...
in Wikipédia
On December 15, 1944, while flying to Paris, Miller's aircraft disappeared in bad weather over the English Channel. He was posthumously awarded the Bronze Star Medal.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: bandleader, Big Band, cinema, Glenn Miller, Glenn Miller Orchestra, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, In The Mood, jazz, swing, trombone
Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: bandleader, Big Band, cinema, Glenn Miller, Glenn Miller Orchestra, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, jazz, Moonlight Serenade, swing, trombone
segunda-feira, novembro 03, 2025
Quincy Jones morreu há um ano...
Postado por Fernando Martins às 01:00 0 comentários
Marcadores: bandas sonoras, Big Band, Bossa nova, funk, jazz, música, pop, Quincy Jones, soul, swing







