Para sucessor de «Kronos», de 2009, Cristina Branco quis um disco de memórias, viagens ou simplesmente flashes da sua vida. Pensou no triângulo Buenos Aires-Paris-Lisboa e partiu para o seu novo trabalho. No booklet que abre a edição de «Não há só Tangos em Paris», Cristina Branco aborda as diferentes faces do novo disco. Convoca para o mesmo texto referências a Amália, Jacques Brel e Baudelaire, a boleros e milongas, ao contrabaixo, ao bandoneon, ao piano e, claro está, à guitarra portuguesa.
No disco as referências fundamentam-se com colaborações de renome - poemas de Manuela de Freitas, Vasco Graça Moura, António Lobo Antunes, Carlos Tê e Miguel Farias, e música de Mário Laginha, João Paulo Esteves da Silva, Pedro Silva Martins, Pedro Moreira, entre outros a descobrir.

