Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve
e o amor mais breve ainda.
Mário Quintana
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Postado por Fernando Martins às 01:17
Marcadores: Brasil, Mário Quintana, poesia
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2 comentários:
Ângelo de Lima (Porto, 30 de Julho de 1872 - Lisboa, 14 de Agosto de 1921) foi um pintor e poeta português.
Foi um dos introdutores do modernismo em Portugal, colaborando inclusivamente na Revista Orpheu, com Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, etc..
"Publicou pela primeira vez um conjunto significativo de poemas no segundo número da revista modernista Orpheu. Nesses poemas notam-se já algumas das características mais marcantes da sua poesia, nomeadamente o carácter desviante da linguagem e o emprego de vocábulos novos, o que o aproxima da corrente simbolista. A sua linguagem poética parece reflectir a doença mental que o vitimou, e os seus versos, se por vezes dão a sensação de terem sido escritos no mais completo estado de alucinação, conseguem também ser extremamente lúcidos e bem construídos. Tendo colaborado no Orpheu, a sua poesia aproxima-se mais da corrente simbolista do que da estética modernista. A sua obra poética, muito breve, encontra-se reunida em Poesias Completas (1971)."
Obrigado pela sugestão - publicámos um post a recordar a data da morte de Ângelo de Lima.
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