A Conspiração da pólvora foi uma tentativa mal-sucedida de um grupo de católicos provinciais ingleses de assassinato do rei Jaime I de Inglaterra, da sua família e da maior parte da aristocracia protestante em um único ataque, às Casas do Parlamento, durante a cerimônia de abertura. O objetivo deles era explodir o parlamento inglês durante uma sessão na qual estaria presente o rei e todos os parlamentares utilizando trinta e seis barris de pólvora guardada debaixo do parlamento. Guy Fawkes como especialista em explosivos seria responsável pela detonação da pólvora.
História
Os conspiradores estavam irritados com o rei Jaime, que não concedia direitos iguais a católicos e protestantes. A conspiração começaria quando a filha de nove anos de Jaime I (Princesa Elizabeth) seria declarada chefe de estado católica, e foi planeada em maio de 1604, por Robert Catesby. Os outros conspiradores eram Thomas Winter (também grafado Wintour), Robert Winter, Christopher Wright, Thomas Percy (também grafado Percye), John Wright, Ambrose Rokewood, Robert Keyes, Sir Everard Digby, Francis Tresham, e o criado de Catesby, Thomas Bates. O responsável pelos explosivos era um especialista em explosivos, chamado Guy Fawkes, que fora apresentado a Catesby por Hugh Owen.
Os detalhes sobre a conspiração foram contados ao principal jesuíta da Inglaterra, Henry Garnet, com a permissão de Robert Catesby, por Oswald Tesimond, outro jesuíta. Apesar da oposição de Garnet, a conspiração foi adiante, e Garnet foi sentenciado a decapitação, afogamento e esquartejamento, por traição.
Conspiração
Foi criada um poema tradicional, em alusão à Conspiração da Pólvora:
- "Remember, remember, the 5th of November
- The gunpowder treason and plot;
- I know of no reason why the gunpowder treason
- Should ever be forgot."
- "Lembrai, lembrai do cinco de novembro
- A pólvora, a traição, o ardil
- Não sei de uma razão para que a traição da pólvora
- Seja algum dia esquecida."
- "Me lembro, me lembro, do cinco de novembro
- Do atentado e da pólvora, se deve saber
- E não vejo razão, para que tal traição
- Um dia se venha a esquecer."


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