Höss foi posteriormente acusado e condenado de perpetrar diversos
crimes contra a humanidade. Entre suas atrocidades mais conhecidas estão os testes, que ele supervisionou, da introdução do pesticida
Zyklon B, que continha
cianeto de hidrogénio, para acelerar o processo de matança de judeus no
Holocausto.
Em 1944, mais de 2 mil pessoas morriam, por hora, no campo de
concentração de Auschwitz. Sob a supervisão de Höss, foi criado um dos
maiores sistemas de aniquilação sistemática de seres humanos da
história.
(...)
Höß foi capturado a 11 de março de 1946 pela polícia militar
britânica. Durante os
Julgamentos de Nuremberga, foi ouvido, como testemunha, nos julgamentos de
Ernst Kaltenbrunner e
Oswald Pohl, além da companhia
IG Farben, fabricante do gás
Zyklon B.
A 2 de abril de 1947, foi
sentenciado à morte por
enforcamento. A sentença foi executada no dia 16 de abril do mesmo ano, na entrada do que outrora fora o crematório do
campo de concentração Auschwitz I.
Na sua autobiografia publicada em 1958,
Rudolf Höß: Kommandant in Auschwitz,
descreveu-se como um homem de "grande virtude e obediência
militar", tendo "um grande senso de dever". Höß era casado e tinha cinco
filhos.
Patíbulo onde Höess foi executado em Auschwitz
in Wikipédia
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