segunda-feira, maio 30, 2022
Legislação de Joaquim António de Aguiar, o Mata-Frades, extinguiu as Ordem Religiosas em Portugal há 188 anos
Monumento de homenagem a Joaquim António de Aguiar, no Largo da Portagem, em Coimbra
Joaquim António de Aguiar (Coimbra, 24 de agosto de 1792 - Lavradio, 26 de maio de 1884) foi um político português do tempo da Monarquia Constitucional e um importante líder dos cartistas e mais tarde do Partido Regenerador. Foi por três vezes presidente do Conselho de Ministros de Portugal (1841–1842, 1860 e 1865–1868, neste último período chefiando o Governo da Fusão, um executivo de coligação dos regeneradores com os progressistas). Ao longo da sua carreira política assumiu ainda várias pastas ministeriais, designadamente a de Ministro dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça durante a regência de D. Pedro, nos Açores, em nome da sua filha D. Maria da Glória. Foi no exercício dessa função que promulgou a célebre lei, de 30 de maio de 1834, pela qual declarava extintos "todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios, e quaisquer outras casas das ordens religiosas regulares", sendo os seus bens secularizados e incorporados na Fazenda Nacional. Essa lei, pelo seu espírito antieclesiástico, valeu-lhe a alcunha de o Mata-Frades.
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Postado por Fernando Martins às 18:08
Marcadores: D. Pedro IV, extinção das ordens religiosas, Joaquim António de Aguiar, liberalismo, Mata-Frades, Monarquia Constitucional
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